Seguro de danos a terceiros: quando é possível cobrir os estragos?

Os incidentes acontecem. Essa é uma regra invariável ao cotidiano de qualquer pessoa, e é justamente por isso que os consumidores devem pensar nesses raros momentos, estando preparados para lidar com situações difíceis. Com isso em mente, elaboramos este conteúdo sobre o seguro de danos a terceiros.

Como você perceberá nesta leitura, esse é um serviço fundamental para amenizar o peso financeiro e emocional de um acidente, pois garante o suporte indenizatório e médico para as pessoas envolvidas no ocorrido. Sendo assim, não perca tempo e descubra mais sobre o tema. Acompanhe!

O conceito e funcionamento do seguro de danos a terceiros

Para aqueles que estão pesquisando por uma boa apólice, esse é um assunto recorrente, pois toca em um ponto muito importante na resolução dos problemas inerentes a um acidente. Como o nome sugere, esse é um serviço que cobre todo tipo de dano (pessoal e patrimonial) que o usuário possa causar em uma ocorrência.

Além disso, também é importante destacar a quem se refere os “terceiros” no nome da apólice. Esse termo faz referência a todo e qualquer prejudicado em virtude de um acidente causado pelo segurado. Por exemplo, digamos que esse cliente se envolveu em uma batida com outro veículo, na qual se constatou que ele foi o culpado.

Para além de cobrir os prejuízos médicos e físicos do outro carro e condutor, esse seguro também indenizará os envolvidos paralelamente, como um morador que teve seu muro destruído, poste derrubado, portão invadido e afins. A apólice oferece assistência para todos aqueles que foram atingidos pela extensão do acidente causado pelo seu segurado.

Já tecnicamente, esse produto é conhecido pela sigla RCF-V, que abrevia a Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos. Adicionalmente a esse serviço, o consumidor ainda pode contratar uma cobertura a danos morais, que pode ser uma ferramenta fundamental ao se proteger do peso de cobranças judiciais e indenizatórias que aconteçam em decorrência do acidente.

Mas para garantir a aplicação, o segurado também deverá conhecer o seu funcionamento. O seguro de danos a terceiros exige, antes de qualquer coisa, o registro de um boletim de ocorrência, em que o cliente ateste a sua responsabilidade pelo incidente, em uma delegacia de polícia próxima ao ocorrido.

Inclusive, isso explica o termo Facultativa na sigla RCF-V, demonstrando o ato deliberado do segurado assumir sua culpa para a ativação da apólice. Feito isso, a seguradora ainda conduzirá uma vistoria nos veículos envolvidos, atestando a culpabilidade do seu cliente. Caso a empresa não veja que o segurado foi o culpado, mesmo com o boletim em que ele atesta isso, a indenização será recusada.

As situações em que essa cobertura opera

Agora, chega o momento de conhecer quais são as ocorrências em que esse seguro poderá ser ativado. Ainda que existam situações bem definidas, você há de perceber que elas são bem abrangentes, atendendo a ampla maioria dos inconvenientes que possam acontecer em uma situação como essa. Dê uma olhada!

Danos à pintura

Em casos de acidentes leves, é bastante comum que apenas a pintura dos veículos seja danificada. O mesmo vale para estruturas residenciais, quando se comete um erro de baliza, que pode danificar a pintura de um portão, parede, muro ou guarita. Em todos esses casos, o segurado estará coberto caso realize o passo descrito acima.

Mas é justamente nesse ponto que alguns clientes optam por não o fazer. Afinal de contas, acidentes leves e superficiais tendem a ser resolvidos sem a participação policial, apenas com a troca de informações de contato entre os envolvidos.

Ainda assim, para ativar a apólice e não arcar com o prejuízo de reparação, o segurado deverá ir até uma delegacia registrar a ocorrência, indiferente a gravidade do ocorrido.

Despesas médicas e indenizatórias

De uma maneira geral, essa é o maior ponto desse produto aos consumidores. Isso porque, não raramente, os acidentes deixam pessoas lesionadas, com sequelas leves ou severas. Já em outros casos, ocorrem fatalidades. Para todos os efeitos, o seguro de danos a terceiros tem uma cobertura ampla, englobando todos os custos inerentes à reparação de danos pessoais ou corporais.

Isto é, o segurado estará isento do pagamento de valores reclamados pelos envolvidos ou seus familiares, em função de morte, invalidez, despesas hospitalares e médicas posteriores ao ocorrido. Nesse contexto, o seguro opera, indenizando e arcando com todas as reclamações (justas) pleiteadas pelas vítimas.

Danos estruturais

Em acidentes mais intensos, é bem comum que os amassados surjam por todos os lados, que podem envolver a lataria dos veículos, a queda de um poste ou a rachadura de um portão. Em todos esses casos, e nos demais que você possa imaginar, o seguro protegerá seu cliente, provendo os valores necessários para a reparação, manutenção ou substituição dos itens envolvidos no incidente.

Danos a outros objetos

Agora, podemos imaginar uma batida contra um veículo estacionado. É bastante natural que as pessoas deixem alguns pertences, muitas vezes de valor, dentro de seus automóveis. Em uma batida mais severa, o carro que recebe a pancada pode ter sua lataria bastante deformada, o que por consequência acabará danificando a estrutura de algum eletrônico deixado no interior do veículo.

Nesse caso, o seguro de danos a terceiros também opera como uma proteção, indenizando o proprietário para além das situações listadas acima, com o valor de reposição do pertence perdido. Como pode ver, essa apólice tenta abraçar todas as situações possíveis, minimizando as tensões e reduzindo as perdas, tanto ao seu cliente como àqueles que ele impactou.

No fim das contas, cabe ao consumidor identificar uma boa seguradora, na qual ele possa confiar seus recursos para garantir essa proteção quando necessário. Mas é aqui que muitos brasileiros se veem confusos, pois não conseguem identificar uma boa empresa para essa contratação. Bem, é justamente aqui que entra a Youbo!

Agora que você conhece o seguro de danos a terceiros, já pode entrar em contato com a nossa equipe. Aqui, você poderá sanar todas as suas dúvidas no tema, descobrindo as melhores empresas do segmento e utilizando da melhor plataforma online para a contratação de seguros. Para tanto, acesse o nosso portal e solicite uma cotação!

Quer ter um seguro para Uber? Confira 4 requisitos necessários

Ei, motorista, você sabia que existe um seguro para Uber? Desde que o aplicativo começou a ser usado no Brasil, em 2014, percebeu-se a importância de um serviço de proteção voltado só para ele. O problema é que muitos não sabem disso ou não entendem como funciona. Por isso, estamos aqui para ajudar!

Essa modalidade tem algumas semelhanças com o tradicional seguro para táxis, mas também tem particularidades que podem fazer toda a diferença. Se você já pensou em trabalhar ou já atua com a Uber, não deixe de continuar lendo para entender melhor o assunto e descobrir os requisitos necessários para essa proteção! Vamos lá?

O que é o seguro para Uber e como ele funciona?

O seguro para Uber é aquele que leva em conta que o carro será usado como instrumento de trabalho e transportará passageiros. É preciso considerar que você vai passar mais tempo rodando e vai ter contato com muitos desconhecidos em seu veículo, entre outros fatores que aumentam os riscos. Essa modalidade leva em conta esses diferenciais e, portanto, te oferece uma maior proteção.

Caso você já tenha um seguro de automóveis tradicional, é fundamental avisar à seguradora que vai começar a trabalhar como Uber. Assim, ela poderá fazer um endosso na sua apólice ou cancelar seus serviços, caso não ofereça esse tipo de seguro. Em caso de cancelamento, você deve procurar outra empresa que trabalhe com essa modalidade para atender às suas necessidades.

Não se esqueça de resolver a questão do seguro antes de começar a trabalhar com a Uber, ok? Assim, desde o começo você estará protegido em casos de sinistro.

O que o seguro para Uber cobre?

O seguro para Uber tem diversas opções de cobertura, como: contra roubos e furtos, incêndio, colisão total e parcial, proteção para acessórios e equipamentos, chuvas e alagamentos, entre outras.

Além disso, todos os motoristas do aplicativo devem contar, obrigatoriamente, com uma cobertura de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP), que cobre mortes acidentais, invalidez permanente total ou parcial por acidente e despesas médicas hospitalares e odontológicas. Vale lembrar que essa cobertura não deve ter nenhum custo adicional para o motorista.

Enfim, um seguro para uber completo é aquele que protege o veículo, o condutor e os passageiros em diferentes situações, por meio de indenizações. Adicionais como coberturas 24 horas também podem ser contratados.

Qual a importância de um seguro para Uber?

Apesar de ser tão amplo, muitas pessoas ainda não entendem a importância desse seguro e acabam não o contratando, ou permanecendo com o seguro auto comum.

A questão é que, como explicamos antes, você vai passar mais tempo no carro, com outras pessoas e, portanto, estará exposto a mais riscos. Um seguro pode salvar seu bolso e evitar várias dores de cabeça em casos de sinistro, te dando mais tranquilidade para trabalhar.

Aliás, esse é outro ponto que precisamos te lembrar: o carro não será apenas o seu meio de transporte, mas também a sua ferramenta de trabalho! Portanto, ao protegê-lo você também estará evitando ficar sem a sua fonte de renda.

O seguro para Uber acaba sendo mais caro devido aos maiores riscos, mas o seu custo-benefício é bastante válido e é possível não pesar tanto no bolso assim, principalmente se compararmos aos gastos que você poderia ter se não o contratasse. Pense nisso, procure a melhor opção de seguradora e veja como vale a pena!

Quais são os requisitos para se contratar um seguro para Uber?

Finalmente, vamos agora aos requisitos para você poder contratar um seguro para Uber. A verdade é que, basicamente, são as mesmas obrigações de um seguro comum, mas separamos quatro questões a se prestar atenção. Olha só!

1. Ser o proprietário ou o principal condutor do carro

É muito importante informar seus dados corretamente na contratação. Inclusive, você deve ser o dono ou o principal condutor do veículo a ser utilizado.

2. Pode ser preciso fazer vistoria

Para alguns casos, é obrigatória a realização de uma vistoria antes de se contratar o seguro. Para outros, é necessário apenas instalar o rastreador ou, dependendo do carro (como os modelos 0km), nem isso será preciso. É importante verificar esses detalhes com o seu corretor.

3. Influência da marca, do modelo, do nível de uso e do ano do carro

Sim, todos esses fatores influenciam no seguro e até no valor das apólices. Na realidade, até mesmo o perfil do condutor tem influência nesse momento. Vale lembrar que, para trabalhar com a Uber, existem ainda alguns quesitos para ficar atento, como:

  • os carros devem ser, no mínimo, do ano de 2008 para atuar como UberX;
  • a Uber não aceita picapes, como o Fiat Strada, ou minivans chinesas, como Changan e Effa.

Há uma lista completa com os carros aceitos no site da empresa, por onde você pode confirmar se o seu modelo será adequado para esse trabalho.

4. Documentos necessários

Para contratar o seu seguro para Uber, são necessários documentos tradicionais, como:

  • RG;
  • CPF;
  • CNH (Carteira Nacional de Habilitação);
  • CRV (Certificado de Registro do Veículo;
  • CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do veículo).

As exigências podem variar de acordo com a seguradora. Assim, confira essas informações ao escolher uma empresa para fechar negócio.

Com esses requisitos básicos em ordem, você consegue contratar o seu seguro para Uber e tem maior proteção ao longo do seu trabalho! Lembre-se de ter prudência e cuidado na sua atividade, para garantir ainda mais tranquilidade a si mesmo e seus passageiros.

Por fim, é legal esclarecer só mais uma diferença: por mais parecido que seja com um seguro para táxis, os seguros para Uber lembram que os automóveis utilizados não são tão facilmente identificados: são carros de passeio comuns e, portanto, estão mais sujeitos aos riscos. No entanto, não se preocupe: com o seguro certo e os cuidados necessários, seu dia a dia de trabalho pode ser muito tranquilo e produtivo.

Esperamos ter ajudado a entender melhor o seguro para Uber! Agora, venha descobrir quatro fatores para considerar e encontrar seu carro ideal!

Será que seguro cobre enchente e alagamento? Descubra!

Chuva, no Brasil, é coisa muito séria. Por isso, se um seguro cobre enchente, é certo que ele será muito mais vantajoso, já que são frequentes as perdas nesse tipo de desastre natural.

No geral, esse tipo de cobertura já é prevista em categorias mais básicas de seguro auto. Ou seja, já dá para contar com proteção contra as águas sem ter que pagar a mais por isso, desde que certas condições sejam observadas.

A gente vai falar sobre isso e muito mais neste artigo. Leia com a maior atenção, afinal, com o nosso patrimônio não se brinca, né?

Como funcionam os seguros para residência e veículos?

Um seguro auto serve para proteger o segurado e o seu carro de eventuais riscos e danos causados por fatores imprevistos. Para contratá-lo, você tem que acionar um corretor de seguros, único profissional capaz de orientar no processo de contratação.

Além disso, é bastante recomendável fazer uma cotação de preços, já que o valor do prêmio — “mensalidade” do seguro — pode variar de uma seguradora para outra. A propósito, o prêmio pode ser pago em parcelas mensais ou à vista, podendo até ser concedido algum desconto, dependendo do caso.

Já o seguro residencial protege a sua casa de riscos, mais ou menos como no seguro auto. A diferença, claro, fica por conta dos tipos de riscos que podem ser cobertos. Os mais comuns são roubos, explosões, incêndio, raios, furtos e curto-circuito.

Em ambos os casos, fica a seu critério escolher que tipo de cobertura prefere. Quanto mais riscos cobertos, portanto, mais cara fica a apólice. É por isso que existem coberturas bem mais específicas, como as que protegem contra perdas e danos em obras de arte.

Também é possível, nas duas modalidades, optar por seguro mais assistência 24 horas. Afinal, nunca se sabe quando vamos precisar de um mecânico ou um bombeiro hidráulico, não é? O mais importante é avaliar, junto com o corretor de seguros, que tipo de proteção você precisa, considerando os fatores de risco envolvidos.

Por que é fundamental analisar antes de contratar?

Nesse ponto, você tem que avaliar com o maior cuidado. Na sua região o índice de roubos a veículos ou residências é alto? O seu trajeto de casa para o trabalho e vice-versa é potencialmente perigoso? Sua região está sujeita a sofrer alagamentos, enchentes ou inundações?

A propósito, vale destacar que, embora pareçam, esses três tipos de desastres não são sinônimos. Uma enchente é, basicamente, a elevação no nível da água causada por chuvas. Um alagamento, por sua vez, é essa mesma elevação, mas causada por falta de drenagem. Por fim, uma inundação é quando um rio, lago ou lagoa transborda.

De qualquer forma, quem vive no Brasil deve considerar seriamente a contratação de um seguro que proteja contra todas essas catástrofes. Dá uma olhada no próximo tópico para entender por quê. 😉

O que dizem as estatísticas sobre alagamentos no Brasil?

Uma pesquisa IBGE divulgada em 2018 fez uma revelação importante. De acordo com a pesquisa, mais de 8 milhões de brasileiros vivem em áreas com potencial risco de enchentes e deslizamentos de terra.

O estudo formou um ranking das cidades com o maior número de pessoas ameaçadas pelas chuvas:

1º Salvador (BA) — 1.217.527

2º São Paulo (SP) — 674.329

3º Rio de Janeiro (RJ) — 444.893

4º Belo Horizonte (MG) — 389.218

5º Recife (PE) — 206.761

Há cobertura para enchente/alagamento em ambos os casos?

Considerando que a gente vive em um país onde o risco de ter a casa ou o carro levado pelas chuvas é grande, fica difícil abrir mão de um seguro que proteja contra as águas. É por isso que, em 2005, a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) publicou a Circular nº 306.

Nela, está prevista a indenização integral em caso de enchente, desde que certas condições sejam satisfeitas. É o que consta no capítulo “Condições Especiais”, em que são especificados os casos de garantia compreensiva.

Entre eles, temos, na alínea d:

submersão total ou parcial em água doce proveniente de enchentes ou inundações, inclusive quando guardado em subsolo;

Nesse caso, a proporção do carro que pode ser inundada sem que seja caracterizada perda total é de até 75%. Normalmente, considera-se que se o nível da água não ultrapassar o painel, então é possível recuperar o veículo.

A exceção é quando o próprio dono e titular do seguro contribui para essa inundação. Se você estiver em uma área alagada, assumir o risco de passar e por isso tiver seu carro submerso, então o seguro será perdido. Ah, e é fundamental entender que a cobertura contra alagamento e enchente é apenas para água doce. Inundação por água do mar pede um outro tipo de cobertura, beleza?

Agora, no seguro residencial a história já é um pouco diferente. Isso porque a cobertura básica dessa modalidade só protege contra imprevistos. Tendo em vista que algumas regiões apresentam risco de enchente e alagamento maior, então essa cobertura passa a ser considerada como um extra.

Que outras coberturas podem ser contratadas?

Nos seguros de residência, podem ser contratadas como coberturas adicionais:

  • responsabilidade civil familiar, para danos causados a terceiros;
  • impacto de veículos;
  • roubos e furtos;
  • desmoronamentos;
  • furacão, tornado, vendaval, ciclone e granizo;
  • vidros, espelhos e mármores.

Já o seguro auto pode ter como coberturas extras:

  • colisão ou capotamento;
  • quebra de vidros;
  • proteção de passageiros;
  • roubos e furtos;
  • custos com reboque/guincho;
  • desastres naturais;
  • privação de uso;
  • vandalismo.

Quais cuidados tomar em caso de enchente ou alagamento?

Claro que o cenário ideal é não ter nem que precisar acionar o seguro. Por isso, vale atentar para algumas medidas no sentido de evitar o pior.

Para sua casa, o indicado é acompanhar a previsão do tempo regularmente e possíveis alertas da Defesa Civil. Se a sua região estiver ameaçada, siga para um local seguro levando apenas o necessário.

Já para os que estão de carro na rua, a atenção deve ser redobrada. Em primeiro lugar, evitar a todo custo atravessar uma área inundada dirigindo. Se o nível estiver muito alto, então o melhor é abandonar o veículo e ir para um local abrigado. Em todo caso, deve ser evitado o contato com a água, uma vez que é forte o risco de contaminação.

E aí, ficou mais claro para você agora se um seguro cobre enchente e o que fazer para contratar? Não esqueça de fazer sempre uma cotação, afinal, é o seu patrimônio e dinheiro que está em jogo, certo?

Se tiver alguma dúvida ou algo a acrescentar, deixe um comentário!

Como funcionam os carros híbridos? Confira aqui!

Os carros híbridos têm ganhado força e se popularizado ao redor do mundo. Eles são uma ótima opção para quem não quer ter um carro convencional, movido a combustível, mas que ainda não tem segurança para adotar o modelo elétrico.

Muito se fala de novas tecnologias e de um consumo consciente em relação ao meio ambiente. Entender como funcionam os carros híbridos é o primeiro passo para tomar a decisão entre permanecer com o seu veículo ou migrar para esse modelo de automóvel.

Ao final deste artigo, você conhecerá todas as vantagens, entenderá melhor sobre o funcionamento, a tecnologia e as características dos carros híbridos e estará pronto para optar ou não por essa mudança! Siga a leitura.

Como funcionam os carros híbridos?

Diferente do carro elétrico, que tem apenas o motor elétrico e é movido exclusivamente pela energia elétrica, o carro híbrido tem um sistema duplo de motores. Ele é movido tanto pelo motor elétrico como pelo motor de combustão, alimentado por combustíveis como gasolina e diesel.

Ter os dois motores na prática significa que os componentes do sistema de alimentação do veículo são formados por peças dos dois modelos. Esses componentes trabalham de forma sinérgica para garantir ao veículo um desempenho eficiente e um consumo também ótimo.

O motor a combustão, nos modelos mais comercializados, é o principal responsável pela movimentação do veículo e, além de atuar na hora em que você precisa dar aquela pisadinha mais forte no acelerador, ele também é responsável por identificar quando o motor elétrico está com a bateria baixa e ajuda a recarregar essa bateria.

Quando o automóvel híbrido está travado, o motor elétrico regenera uma grande parte da energia cinética, o que o torna muito mais eficiente que os veículos convencionais. Também é a parte elétrica a responsável por tirar o veículo da inércia, ou seja, é ele quem dá a partida no veículo, garantindo a ligação mais suave e silenciosa.

Uma característica muito marcante nesse veículo é que ele aproveita a frenagem do carro para gerar energia para o motor elétrico. Quando o carro desacelera, o movimento das rodas transmite energia elétrica para as baterias e garante as recargas.

A combinação dos dois sistemas traz um atributo aos veículos híbridos muito buscado atualmente: são menos poluentes sem perder a potência. Uma dificuldade grande para a popularização dos carros elétricos é de que eles ainda não atingem a potência desejada, além de terem uma autonomia curta, principalmente por ainda não termos muitos pontos de recarga espalhados pelo país. Com o híbrido isso não acontece.

Vamos conhecer ainda mais características dos carros híbridos? Confira algumas opções que já estão disponíveis para a compra no mercado!

Quais são as tecnologias dos carros híbridos?

Hoje, nas concessionárias, são encontrados veículos no formato híbrido que utilizam três tecnologias diferentes: os híbridos combinados; os híbridos em série; e os híbridos em paralelo. Cada um deles tem suas peculiaridades.

Os híbridos combinados podem circular tanto com os dois motores, quanto apenas no modo elétrico ou de combustão. Os combinados são divididos em modelo com plug in, nos quais é preciso dar uma recarga nos carros por meio da tomada, e no modelo convencional, que tem no motor de combustão e nas travagens do carro a fonte de recarga do motor elétrico. O Toyota Prius, o Lexus CT200h e o Ford Fusion Hybrid são equipados com o sistema combinado.

Os híbridos em série são os menos comuns até o momento. Neste modelo, o motor elétrico assume todo o protagonismo do veículo. É ele quem coordena os movimentos e faz com que o carro se mova, deixando para o motor de combustão basicamente a função de gerar energia para mantê-lo carregado. Entre os carros que utilizam essa tecnologia estão o Opel Ampera e o Chevrolet Volt.

Já nos híbridos em paralelo o oposto acontece. O motor a combustão tem o papel principal, enquanto o motor elétrico atua como suporte para aumentar a potência ao carro. Nesse modelo não é possível funcionar exclusivamente com o motor elétrico. Esse sistema está instalado no Honda Civic Hybrid e Insight.

Quais as principais vantagens desse tipo de carro?

Redução do consumo

Um carro híbrido consome menos do que qualquer carro convencional. O sistema com dois motores garante que o motor a combustão não seja exigido ao máximo o tempo todo e isso reduz significativamente o consumo de combustível e aumenta a durabilidade, diminuindo também os gastos com manutenção.

Potência e performance

Os novos modelos de carro híbrido avançaram muito em tecnologia e entregam um resultado tão bom em desempenho quanto qualquer carro convencional. Ter o funcionamento do motor elétrico, ao mesmo tempo que o motor a combustão, confere ao veículo um ganho de potência muito grande em relação aos veículos exclusivamente elétricos, além de uma performance sensacional.

Diminuição dos gases poluentes

Se isso não é uma preocupação sua, deveria ser. Estamos vivenciando todos os efeitos que o desleixo com as questões ambientais provocou no mundo e esta tem de ser uma pauta prioritária o quanto antes. Um carro híbrido polui duas vezes menos que um carro convencional e isso precisa ser levado em conta. A busca por meios de energia alternativos é uma realidade, e o carro híbrido é uma prova disso.

Uma dificuldade que ainda existe no nosso país é que os carros híbridos não são fabricados no Brasil. Isso encarece bastante o valor de compra desses veículos. Mas o governo tem estudado políticas de incentivo para que esse modelo de carro seja cada vez mais comercializado.

A expectativa é de que um mercado de veículos híbridos mais aquecido resulte em uma busca crescente por esse tipo de carro e impulsione a fabricação de modelos nacionais. Todos esses fatores terminariam por baratear o custo final de adquirir um híbrido no Brasil.

Independente disso, uma coisa é certa. Se você roda muito, em pouco tempo sentirá os reflexos positivos da troca por um carro híbrido na hora de abastecer o tanque. O investimento inicial ainda é alto, mas logo o custo compensa e o seu bolso agradecerá! Sem falar que você estará antenado com as inovações do mercado de automóveis e fará o maior sucesso com a galera!

Agora você já sabe como funcionam os carros híbridos. No nosso blog sempre tratamos de assuntos interessantes e trazemos muitas novidades! Se você quer receber conteúdos como este direto no seu e-mail, não perca tempo e assine já a nossa newsletter. Daí é só abrir a caixa de entrada e curtir nossas publicações!

Entenda a diferença entre seguradora e cooperativa de seguro

Existem duas alternativas comuns na hora de proteger um veículo: um plano de uma seguradora ou de uma cooperativa. O problema é que nem todos conhecem as características de cada uma, não sabendo escolher a melhor opção. Se esse é o seu caso, não se preocupe! Hoje vou te contar a diferença entre seguradora e cooperativa de seguro. 

Um carro é um bem valioso e é muito importante mantê-lo protegido, evitando dores de cabeça em várias situações. Para definir qual caminho tomar nessa decisão, continue lendo e entenda as particularidades desses serviços. Vamos lá?

O que são e como funcionam as seguradoras?

As seguradoras são empresas que oferecem indenizações a diferentes riscos que um veículo corre. Para fechar o contrato, você deve escolher um pacote de coberturas e adicionais, se desejar, além de averiguar todas as condições e combinar o pagamento. 

São várias as opções de cobertura, como contra roubo ou furto, danos por chuva, danos pessoais e prejuízos a terceiros. Todas aquelas que você escolher serão incluídas na apólice de seguro auto. Ao fechar o negócio, o cliente passa a pagar uma taxa mensal à seguradora, sendo indenizado caso o automóvel sofra algum dos riscos.

Dependendo do dano e do que foi acertado no contrato, a indenização para cada dano pode ser completa ou parcial. Além disso, algumas seguradoras oferecem apoio e benefícios a mais. Por esses motivos, é fundamental prestar atenção ao contratar e escolher a melhor empresa.

O que são e como funcionam as cooperativas de seguro?

As cooperativas são formadas por grupos de pessoas que se juntam para dividir um certo valor, que será destinado à proteção veicular. Cada participante paga uma determinada taxa mensal e, caso alguém tenha problemas com seu veículo, a quantia juntada é utilizada como indenização.

Para evitar conflitos e se manter regularizada, a cooperativa pode ser registrada em cartório. Nesse modelo de contrato, também são especificados os direitos e deveres de cada participante, assim como os danos que poderão ser cobertos. 

Normalmente, as cooperativas cobrem apenas riscos mais básicos, como roubos, furtos e batidas. O serviço é mediado por uma associação sem fins lucrativos.

Qual a diferença entre seguradora e cooperativa de seguro?

Já deu para perceber que essas duas opções são bem diferentes, não é? Para além do modo de funcionamento, existem várias outras divergências que precisam ser analisadas, como os preços, a regulamentação e por aí vai. Para deixar tudo mais claro, segue uma lista com os principais pontos a se considerar. Dá uma olhada!  

Tipo de serviço oferecido

Em um primeiro momento, os serviços oferecidos pelos dois modelos são bastante parecidos. Ambos cobrem riscos básicos, como roubos, incêndios, acidentes e necessidade de consertos mecânicos. 

A diferença é que algumas seguradoras oferecem opções de coberturas e alguns benefícios a mais, como assistência 24 horas. Além disso, antes dos serviços ou da indenização serem prestados na seguradora, o carro precisa passar por um processo de avaliação, o que pode ou não ser necessário dependendo da cooperativa.

Normatização

As seguradoras e corretoras são regulamentadas pelo Sistema Nacional de Seguros. Isso significa que são fiscalizadas e têm um regulamento sobre seu funcionamento. Em caso de problemas graves, o cliente pode recorrer à SUSEP (Superintendência de Seguros Privados).

Já as cooperativas não têm uma legislação particular, apesar de poderem ser registradas em cartório. Assim, em caso de problemas, o cliente tem uma dificuldade um tanto maior. 

Relação com o cliente

Nas seguradoras, estabelece-se um vínculo de empresa com cliente, com possibilidades para você recorrer a seus direitos de consumidor. No caso das cooperativas, por outro lado, o vínculo criado é de empresa e associado. 

Assim, não se encontram as mesmas possibilidades. Em caso de problemas com a cooperativa, é preciso identificar se há algum órgão ou lei a que se possa recorrer, mas como mencionei anteriormente, isso pode ser um tanto mais complicado.

Pagamento

O valor a ser pago para a seguradora é definido no contrato, de acordo com a empresa, as coberturas escolhidas, o perfil do condutor e o automóvel em questão. A prestação permanece fixa e invariável durante um ano, quando a contratação deve ser renovada.

No caso das cooperativas, o valor costuma ser bem mais baixo. No entanto, ele pode variar e aumentar de acordo com os danos que algum dos membros sofreu, entre outros fatores.

Indenização

No caso das seguradoras, a indenização é garantida caso haja algum sinistro previsto na apólice de seguro. Nessas situações, o cliente pode ter certeza de que receberá o valor total ou parcial, conforme definido no acordo. Isso acontece porque essas empresas têm o que chamamos de fundo de reserva, que garante que o devido valor sempre poderá ser pago.

No caso das cooperativas não há fundo de reserva e, portanto, esse pagamento nem sempre está garantido. Os valores da indenização vão depender da quantia que há no caixa, variando muitas vezes com a quantidade de associados.

Cancelamento

O cliente de seguradoras pode cancelar o contrato a qualquer momento. Já nas cooperativas, costuma ser necessário um prazo de 180 dias para que ocorra o desligamento. 

Esse é outro ponto que vale a pena lembrar. É importante, no entanto, conferir essa condição com qualquer empresa de seguradora e cooperativa, já que as regras podem se alterar.

Como escolher entre as seguradoras e as cooperativas?

São muitos pontos a se levar em conta, não acha? Se pensarmos bem, ambas as opções têm seus atrativos. Como, então, escolher a melhor?

Se posso te dar uma dica, a chave é analisar todos os lados. Reflita sobre suas necessidades, os riscos que cada opção oferece e o custo-benefício de cada uma delas, por exemplo. É interessante considerar aquela velha expressão: “o barato pode sair caro”. Ou seja, dentro de suas condições, não tome sua decisão pensando apenas no preço de cada mensalidade. 

Pense nas vantagens que cada serviço oferece e no que garante mais proteção para você! É claro que ninguém deseja ter problemas com o carro, mas é preciso se lembrar que imprevistos acontecem.

Ao tomar sua decisão, lembre-se de pesquisar bem cada empresa ou instituição. Informe-se com quem já foi cliente, conheça seu histórico e seus benefícios. Assim você encontrará a melhor prestadora de serviços! 

O que você achou das diferenças entre seguradora e cooperativa de seguro? Espero ter te ajudado a tomar sua decisão! Para tirar qualquer dúvida ou conhecer serviços, não deixe de entrar em contato!

Veja 6 carros com seguro mais barato para você trabalhar como Uber

A revolução digital motivou inúmeras transformações na sociedade, interferindo na maneira como as pessoas consomem e se comunicam. No meio disso, surgiram as soluções de economia compartilhada e mobilidade urbana, que ofereceram rentabilidade a inúmeros profissionais brasileiros.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo elencando os 6 carros com seguro mais barato para se trabalhar como motorista de aplicativos. Acompanhe!

A importância do seguro a esse segmento

Apesar das apólices serem indispensáveis a qualquer consumidor, nós precisamos frisar a importância desse produto aos profissionais desse setor. Como você bem sabe, o seguro funciona como uma garantia indenizatória, que te protege em uma série de incidentes, as chamadas coberturas, que podem ser das mais simples e convencionais (roubo e furto) às mais específicas, como a proteção contra danos causados por catástrofes naturais.

Aos motoristas de aplicativos, esse serviço tem uma importância redobrada, justamente pela maior exposição desse consumidor aos riscos cotidianos. Enquanto um cliente convencional deixa o veículo estacionado em local seguro por inúmeras horas, um Uber estará circulando pela maior parte do dia, expondo-se a percursos e situações perigosas com maior frequência.

Para além disso, também devemos levar em consideração o fator financeiro. Os motoristas de aplicativo precisam ter em carteira a sinalização EAR, que descreve que esses profissionais exercem atividade remunerada com seus carros. Nesse contexto, perder o veículo seria o mesmo que perder sua principal fonte de renda, colocando sua saúde financeira em risco.

Os 6 carros com o seguro mais barato para trabalhar como Uber

Agora que você entende o quão indispensável é esse produto ao setor, chega o momento de conhecer os veículos com as apólices mais baratas. Afinal de contas, a redução dos custos operacionais (seguro, abastecimento e afins) é fundamental para ampliar sua margem de faturamento.

Felizmente, você perceberá que os modelos listados também são, coincidentemente, os mais econômicos. Assim, será possível aliar o melhor dos dois mundos, rodando de maneira rentável e protegida. Além disso, também é importante destacar qual foi o perfil de usuário utilizado no levantamento: homem casado e sem filhos, com 35 anos, morador da capital paulista e sem nenhum bônus. Agora, vamos à lista!

1. Volkswagen Up!

O pequenino modelo alemão foi o responsável por oxigenar o segmento dos hatches compactos, que se via sufocado entre outras opções maiores, como os utilitários esportivos. O Up! tem uma proposta robusta, entregando engenharia moderna, segurança de topo e estilo de sobra. Veja alguns detalhes:

  • motorização de entrada 1.0 com 82 cv;
  • a partir de R$ 49.590;
  • custo médio do seguro R$ 2.746,73.

2. Ford Ka Hatch

Como resposta ao sucesso do modelo acima, a Ford reformulou o projeto do seu clássico Ka. Hoje, disponível no mercado em uma série de opções customizáveis, com muitas versões, motores e diferenciais. O compacto também demonstrou ser uma solução segura nas estradas, com baixo índice de roubos. Por conta disso, conquistou a segunda posição no ranking. Confira seus detalhes:

  • motorização de entrada 1.0 com 85cv;
  • a partir de R$ 45.590;
  • custo médio do seguro R$ 3.241,88.

3. Hyundai Creta

Contrariando algumas expectativas, o mais recente utilitário esportivo da Hyundai faz sua participação na lista. Como era de se esperar, o Creta está em um patamar de preço acima dos demais, o que seria suficiente para fazer os consumidores pensarem que seu seguro custaria mais caro.

Mas as apólices levam muitos fatores em consideração na precificação do serviço. O principal critério é, na realidade, os números de incidência criminal em torno de um veículo, identificando se o modelo é muito visado regionalmente. Nesse cenário, o SUV sul-coreano consegue o terceiro melhor custo médio, justamente por ser uma opção pouco visada no mercado paralelo. Suas características:

  • motorização de entrada 1.6 com 130 cv;
  • a partir de R$ 80.990;
  • custo médio do seguro R$ 3.308,65.

4. Chevrolet Onix

O carro mais vendido do Brasil, essa é a melhor e mais objetiva definição do Onix, que se demonstrou um sucesso pontual à Chevrolet, que enfrentava dificuldades ao momento de seu lançamento. O popular alcançou essa façanha por perceber uma necessidade de atrair o público mais jovem e despojado, popularizando as centrais multimídias entre os modelos de entrada. Veja:

  • motorização de entrada 1.0 com 80 cv;
  • a partir de R$ 46.590;
  • custo médio do seguro R$ 3.358,32.

5. Fiat Argo

A resposta direta da montadora italiana ao sucesso anterior. O Argo surgiu de uma necessidade de reconquistar o setor para a Fiat, que não lograva bons resultados desde sucessos antigos, como o Palio, o Mille e o primeiro Punto. Com um desenho de linhas coerentes e bem resolvidas, o hatch da Fiat alia um bom pacote de itens de conveniência com motores econômicos e confiáveis. Seus destaques:

  • motorização de entrada 1.3 com 109 cv;
  • a partir de R$ 48.990;
  • custo médio do seguro R$ 3.372,22.

6. Renault Kwid

Já aqui, temos uma demonstração clara de uma boa sacada de mercado. Afinal de contas, por muito tempo a Renault, assim como as demais marcas francesas, encarava a resistência do consumidor brasileiro com seus produtos. No entanto, a equipe de desenvolvimento de produto e marketing arregaçou as mangas e decidiu pensar fora da caixa.

A tendência óbvia do segmento automotivo, não somente no Brasil, mas também nos mercados externos, apontava para a popularização absoluta dos SUVs, que por conta da maior altura, aparentavam uma robustez que era interpretada como maior proteção pelos consumidores.

Como o mercado foi se tornando saturado de opções, com SUVs médios, grandes e afins, a Renault enxergou uma oportunidade de ouro para se posicionar no segmento, lançando o Kwid, que é um compacto ultra econômico, superleve e altinho. Com essa fórmula, a marca inaugurou uma nova tendência nacional, vendendo o modelo como o SUV dos compactos. Os detalhes:

  • motorização de entrada 1.0 com 70 cv;
  • a partir de R$ 33.290;
  • custo médio do seguro R$ 3.676,19.

No fim das contas, o consumidor deve reconhecer a importância da contratação de uma apólice, contando, inclusive, com a comodidade oferecida pela tecnologia ao utilizar uma plataforma online para a contratação do seguro ideal. Mas para tanto, primeiro esse consumidor precisa encontrar uma empresa sólida, que o conecte com seguradoras confiáveis e conhecidas no mercado.

É justamente aqui que entra a Youbo, pois agora que você conhece os carros com seguro mais barato, já pode entrar em contato com a nossa equipe e cotar a melhor solução para o seu cotidiano. Para tanto, basta acessar o nosso portal!

Melhores carros para Uber: 8 modelos para você conhecer

O Uber oferece uma das formas de trabalho autônomo mais populares dos últimos tempos. É impressionante como esse serviço tem crescido, o que chama a atenção de muitos motoristas em busca de uma renda extra ou mesmo de uma renda principal. Essa é uma opção que pode trazer diversas vantagens, por isso no post de hoje vamos te apresentar alguns dos melhores carros para Uber!

O modelo do automóvel conta bastante para o seu desempenho nessa função. Além de se encaixar nos pré-requisitos da plataforma, o veículo precisa trazer conforto e segurança para os passageiros (que podem te avaliar), sendo também econômico para o motorista.

São vários aspectos a se levar em conta ao escolher um carro para esse trabalho. Seja qual for a categoria do Uber em que você deseja se encaixar, um carro em boas condições faz toda a diferença. Com esses pontos em mente, fizemos uma lista com oito grandes opções de automóveis para trabalhar com o Uber. Fique atento!

1. Nissan Versa

O veículo é espaçoso principalmente na parte de trás, o que garante o conforto de seus passageiros. É preciso ficar atento apenas ao seu espaço na parte da frente, verificando o conforto do motorista. Ele também é econômico quanto ao seu consumo e manutenção e tem um porta-malas de tamanho regular (460 litros). Na versão S 1.6, você conta com ar-condicionado, vidros e travas elétricos, direção e sistema de áudio completo, assegurando a segurança e o bem-estar do seu cliente na viagem.

2. Fiat Grand Siena Essence

O grande diferencial desse modelo é seu porta-malas espaçoso (com capacidade de 520 litros), que o torna uma boa opção para levar e buscar passageiros em aeroportos, por exemplo. O espaçamento interno, porém, não é tão grande e seu consumo está dentro do regular, mas isso não desclassifica o veículo como uma alternativa viável às categorias UberX e Select.

3. Chevrolet Cobalt

O porta-malas amplo (563 litros) e o bom espaçamento interno vêm destacando esse modelo como um dos favoritos para motoristas de Uber. O motor tem boa força para baixas rotações e o valor de sua a manutenção está dentro do regular. Devido ao conforto que proporciona aos passageiros e à facilidade para transportar sua bagagem, o veículo atende bem tanto à categoria UberX quanto à Select. 

4. Toyota Etios Sedan

Esse é outro automóvel que chama a atenção por seu espaço interno. Apesar de ser um modelo compacto, o porta-malas tem capacidade de 562 litros, quase se igualando ao Chevrolet Cobalt. A manutenção e o consumo também são econômicos, o que favorece o seu custo-benefício. Além disso, o pacote XS oferece sistema de áudio, travas, ar-condicionado e vidros elétricos, garantindo mais segurança e conforto a seus passageiros.

5. Chevrolet Spin LT

Na versão 1.8, o automóvel conta com um motor atualizado para atender bem às necessidades dos motoristas na cidade, além de apresentar um bom custo-benefício quanto ao seu consumo. O formato de minivan, com porta-malas de 710 litros e excelente espaçamento interno, torna esse veículo uma das grandes opções para quem trabalha via aplicativo, sendo indicado para pegar passageiros em aeroportos ou fazer simples corridas na cidade.

6. Ford Ka Sedan Advantage

Passando agora para um modelo da linha Ford, não podíamos deixar de citar esse automóvel devido ao seu pacote de segurança. Apesar de não ter tanto espaço interno ou no porta-malas quanto seus concorrentes, o veículo é bem seguro, conta com bons equipamentos e atende bem aos passageiros. Sua manutenção e seu consumo encontram-se dentro da média comparados aos dos outros carros que citamos até aqui.

7. Hyundai HB20S

O modelo da Hyundai tem bom espaçamento interno e um porta-malas de cerca de 450 litros, que não é tão grande, mas atende às necessidades de muitos clientes. Seu consumo dentro da cidade está dentro do regular, apesar de ter uma revisão um tanto mais cara. O carro tem bons equipamentos de mídia, longa garantia (de cerca de 5 anos), peças com valores baixos e um design diferenciado, o que o classifica como uma das boas opções para trabalhar com o Uber. É importante ficar atento, porém, ao valor do seu seguro.

8. Fiat Uno

Esse é um modelo mais tradicional e conhecido. O design não tem grandes alterações já faz algum tempo, mas o carro continua se destacando como uma boa opção especialmente por ser econômico. O espaço interno conforta bem os passageiros, é possível encontrar opções com travas, vidros elétricos e sistema de áudio (entre outros) e o consumo e a manutenção se encontram dentro da média. Assim, o modelo se encaixa bem especialmente para trabalhadores das categorias Select e UberX.

Esses são alguns dos modelos mais populares para quem trabalha com Uber. Seja qual for a sua escolha, no entanto, lembre-se que o mais importante é garantir sua segurança e boas condições de trabalho para você! Pensando nisso, não deixe de contratar um bom seguro de automóveis

Trabalhar com seu carro pode trazer diferentes benefícios, mas não podemos esquecer que também o expõe a mais riscos. Coberturas contra roubos e furtos, acidentes e responsabilidade civil, por exemplo, são essenciais para evitar dores de cabeça e não prejudicar o seu serviço.

Vale lembrar, ainda, que a escolha do carro ideal vai depender de diferentes fatores particulares. Verifique qual modelo é o melhor para sua cidade (isso vai variar se ela tiver ruas muito descidas, por exemplo), em qual veículo você fica em uma posição mais confortável e quanto tempo por dia você pretende utilizar o seu automóvel. Você pode experimentar conhecer cada modelo pessoalmente antes de tomar sua decisão!

Para escolher o carro e o plano de seguro certos para você, avalie suas necessidades e seu custo-benefício, pense no seu bem-estar e aproveite as melhores oportunidades! Não deixe de pesquisar bem sobre concessionárias e seguradoras para achar as melhores condições.

Esperamos que tenha gostado de conhecer os melhores carros para Uber! Já pensou em ampliar sua renda com esse serviço? Para conhecer nossos pacotes de seguro e condições de financiamento é só entrar em contato.

O que é a cobertura de responsabilidade civil? Entenda!

Ao contratar seu pacote de seguros de automóvel ou pesquisar sobre o assunto, você deve ter se deparado com a opção de cobertura de responsabilidade Civil, certo? Esse item é muito comentado entre as opções de coberturas principais, mas nem todos explicam sua importância ou tudo o que ele envolve.

Acontece que essa é uma alternativa que pode fazer toda a diferença e, portanto, é fundamental conhecê-la mais a fundo. No post de hoje, vamos explicar o que é a RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos), o que ela cobre e qual a sua importância. Confira!

O que é RCF-V?

O seguro de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos visa cobrir indenizações que o cliente precisaria pagar a terceiros, devido a danos voluntários ou involuntários causados a essas pessoas. O RCF-V cobre certos gastos não contemplados por outros seguros, como o DPVAT.

Trata-se de uma forma de prevenir gastos com danos morais, materiais ou corporais que causarmos a pessoas fora do veículo segurado. Sabemos que incidentes e acidentes acontecem e, por mais que tenhamos cuidado em nossa performance, é preciso considerar a possibilidade de gerarmos prejuízos a alguém, mesmo sem a intenção.

É fundamental assumirmos as responsabilidades por esse tipo de coisa. O seguro, no caso, poderá ser acionado para reembolsar as despesas com as quais precisarmos arcar.   

Quando esse tipo de seguro é utilizado?

O seguro RCF-V pode ser acionado em três tipos de situações envolvendo terceiros: quando há danos morais, materiais ou corporais. Entenda melhor cada um deles!

Danos morais

Essa cobertura foi criada para indenizações referentes a danos no emocional, na saúde, no bem-estar, na psique ou na vida de um terceiro, mesmo se não houver prejuízos financeiros. No caso de a vítima ficar aleijada, por exemplo, desenvolver um trauma ou ficar impedida de trabalhar ou realizar outras de suas atividades, é preciso indenizá-la.

Danos materiais

Trata-se da indenização por qualquer dano material causado às vítimas. Isso inclui estragos em carros, motos, bicicletas e até mesmo muros, postes e estabelecimentos envolvidos no acidente.

Danos corporais

É a cobertura de indenizações a consequências corporais na vítima. Ela vai cobrir tudo que não estiver incluso no DPVAT, como contas hospitalares, tratamentos e indenização por invalidez.

Como é feita a contratação do seguro RCF-V?

A contratação pode ser feita junto a um corretor, de forma individual ou junto às suas demais coberturas. Antes de fechar o negócio, informe-se sobre todas as condições, tudo o que está incluso e quais serão os direitos e deveres da seguradora e do segurado.

Vale lembrar que o valor máximo a ser coberto é definido pelo cliente e o corretor no momento da contratação. Fique atento a esse ponto, pois muitas vezes a cobertura de um valor mais alto custa só um pouco a mais que a de um valor mais baixo, podendo ser um investimento que vale a pena. Informe-se sobre o contrato e analise bem cada uma de suas opções.

Qual a importância e os benefícios de um seguro RCF-V?

Por mais que você garanta ser um motorista consciente e cuidadoso, é preciso compreender que acidantes podem acontecer. Mesmo pequenos arranhões causados a um outro veículo são sim nossa responsabilidade e devem ser assumidos. Com o seguro RCF-V, o fato é que você garante que pequenos e grandes imprevistos não vão causar prejuízos ao seu bolso.

Algumas outras vantagens dessa cobertura incluem sua abrangência (pois engloba vários tipos de danos), sua praticidade e confiabilidade. Além disso, processos jurídicos também são acompanhados, se houver. A seguradora cobre, inclusive, honorários de advogados, por exemplo, de acordo com o valor estabelecido no contrato.

Assim, podemos dizer que o RCF-V é uma cobertura indispensável para o trânsito. Com ele, você tem mais tranquilidade para cumprir suas responsabilidades com terceiros e, na contratação, paga um preço para o qual você pode se planejar, que muitas vezes será bem menor do que as despesas geradas por um incidente.

O que você achou do post? Já tem a sua cobertura de Responsabilidade Civil? Conte-nos sua opinião nos comentários!

Conheça os 10 carros mais econômicos e suas vantagens

Tanto economia quanto sustentabilidade passaram a ser temas recorrentes no mercado brasileiro, uma vez que o comportamento do consumidor está se transformando, priorizando soluções mais acessíveis e eficientes.

Pensando nisso, elaboramos este post em que elencamos os 10 carros mais econômicos do Brasil, auxiliando na escolha do seu próximo modelo. Acompanhe!

A importância do custo-benefício na aquisição de um carro

A compra de um veículo exige planejamento, tanto financeiro quanto contextual. Esse é um detalhe importante, pois, além de representarem um alto investimento, também são parceiros cotidianos na vida de seus proprietários. Portanto, esse é um momento que deve considerar vários fatores racionais e econômicos para que se evite o arrependimento de uma compra frustrada.

O custo-benefício é um desses fatores. Afinal de contas, é fundamental que você equilibre os prós e contras dos modelos em que tem interesse, estimando seus custos de utilização no longo prazo, pois nem sempre os modelos mais econômicos serão os mais acessíveis. Por isso, é importante considerar a frequência do uso, as distâncias e condições dos trajetos, entre outras características essenciais para entender o seu perfil de usuário

Os 10 carros mais econômicos e suas vantagens

Atualmente, o mercado nacional atravessa um período de bastante entusiasmo com a chegada dos híbridos e elétricos. O único ponto delicado nessa história fica por conta dos preços nesses modelos que, estando sempre acima dos R$100 mil, acabam dificultando a popularização entre os consumidores.

Sendo assim, os valores ainda são proibitivos para grande parte do público nacional, atrapalhando o conceito de econômico. Um exemplo disso está na relação do Programa Brasileiro de Etiquetagem do INMETRO, que já aponta esses veículos no topo do ranking dos mais econômicos, em ordem do menor consumo energético, em MJ/km.

Por isso, compilamos uma breve lista com os cinco híbridos mais econômicos do país. Veja:

  1. BMW i3: 24,9 km/l e 21,5 km/l na cidade e estrada, respectivamente;
  2. Volvo S90 T8: 21,3 km/l e 25,6 km/l;
  3. BMW 530E: 20,9 km/l e 21,9 km/l;
  4. Porsche Panamera: 17,8 km/l e 25,7 km/l;
  5. Volvo XC60 T8: 19,2 km/l e 20 km/l.

Agora, vamos aos modelos convencionais. Acompanhe!

1. Renault Kwid

Um sucesso absoluto, o compacto é vendido como uma porta de acesso aos carros mais “altos”, como um pequeno SUV. Dê uma olhada nas características do modelo do ranking:

  • versões Intense, Life e Zen apresentaram os mesmos resultados;
  • motorização 1.0 12V com 70 cv de potência;
  • consumo de gasolina urbano e rodoviário em 14,9 km/l e 15,6 km/l;
  • consumo de etanol em 10,3 km/l e 10,8 km/l;
  • consumo energético de 1,39 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$38.790.

2. Volkswagen up! TSi

Moderno, compacto e potente. O up! tem uma legião de fãs e entusiastas por conta do bom acerto mecânico, que combina o baixo peso de um compacto a um motor turbinado, com bastante aceleração em baixa. Veja:

  • versão Move, equipada com rodas aro “14;
  • motorização 1.0 12V TSi com 105 cv;
  • consumo de gasolina em 14,3 km/l e 16,3 km/l;
  • consumo de etanol em 10 km/l e 11,5 km/l;
  • consumo energético de 1,40 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$52.860.

3. Fiat Mobi

Já aqui, temos a reação de mercado da Fiat ao fenômeno que foi o Up! em seu lançamento. O modelo reuniu um bom público, pois agrega economia ao baixo custo de aquisição. Seus detalhes:

  • versão Drive GSR;
  • motorização 1.0 6V com 77 cv;
  • consumo de gasolina em 13,7 km/l e 16,1 km/l;
  • consumo de etanol em 9,6 km/l e 11,3 km/l;
  • consumo energético de 1,45 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$32.990.

4. Fiat Argo

Equipando a mesma motorização do irmão menor, o Argo oferece uma solução mais agradável para famílias pequenas, entregando um projeto bastante racional em uma bela embalagem. Suas características:

  • versão Drive, equipado com a função Stop & Start;
  • motorização 1.0 6V com 77 cv;
  • consumo de gasolina em 14,2 km/l e 15,1 km/l;
  • consumo de etanol em 9,9 km/l e 10,7 km/l;
  • consumo energético de 1,45 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$48.990.

5. Peugeot 208

Esteticamente, o pequenino Peugeot é a opção mais sofisticada, sendo um sucesso absoluto entre os consumidores que desejam economia sem abrir mão do estilo. Os detalhes são:

  • versões Active, Act Pack e Allure apresentaram os mesmos resultados;
  • motorização 1.2 12V com 90 cv;
  • consumo de gasolina em 13,9 km/l e 15,5 km/l;
  • consumo de etanol em 9,6 km/l e 10,7 km/l;
  • consumo energético de 1,46 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$53.990.

6. Renault Logan

Um carro prático e funcional. O Logan é a versão estendida do compacto Sandero, que é uma das compras mais racionais no mercado automotivo por entregar aquilo que se espera, sem encantos ou excessos. Confira:

  • versões Authentique e Expression apresentaram os mesmos resultados;
  • motorização 1.0 12V com 82 cv;
  • consumo de gasolina em 14 km/l e 14,9 km/l;
  • consumo de etanol em 9,4 km/l e 10,2 km/l;
  • consumo energético de 1,50 MJ/km;
  • sedan;          
  • a partir de R$49.390.

7. Ford Ka Hatch

O principal sucesso da Ford em nosso país. O Ka concilia desenho, comodidade e conveniência para conquistar seus consumidores, que pelos números de vendas, parece uma estratégia que está dando certo. Veja:

  • versões S e SE apresentaram os mesmos resultados;
  • motorização 1.0 12V com 85 cv;
  • consumo de gasolina em 13,4 km/l e 15,5 km/l;
  • consumo de etanol em 9,2 km/l e 10,7 km/l;
  • consumo energético de 1,51 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$45.590.

8. Ford Ka Sedan

Como o irmão menor, esse modelo teve boa aceitação de mercado, que em grande parte se deve ao time de design da Ford, que conseguiu entregar uma extensão coerente às linhas da versão base. Suas características:

  • versão SE;
  • motorização 1.0 12V com 85 cv;
  • consumo de gasolina em 13,4 km/l e 15,5 km/l;
  • consumo de etanol em 9,2 km/l e 10,7 km/l;
  • consumo energético de 1,51 MJ/km;
  • sedan;
  • a partir de R$50.480.

9. Renault Sandero

Econômico, espaçoso e funcional, o Sandero também tem sua parcela de fãs no mercado, que reconhecem a pontualidade da marca em oferecer um modelo popular que é competente no que promete. Os detalhes:

  • versões Authentique e Expression apresentaram os mesmos resultados;
  • motorização 1.0 12V com 82 cv;
  • consumo de gasolina em 14,2 km/l e 14,1 km/l;
  • consumo de etanol em 9,5 km/l e 9,6 km/l;
  • consumo energético de 1,52 MJ/km;
  • hatch;
  • a partir de R$45.990.

10. Chevrolet Prisma

Por último e não menos importante, o único modelo GM dessa lista. O Prisma é outro daqueles modelos que são extremamente funcionais em proposta, pois apesar de não estar atualizado em termos de geração, continua vendendo bem. Veja:

  • versão LT;
  • motorização 1.0 8V com 80 cv;
  • consumo de gasolina em 13,1 km/l e 15,8 km/l;
  • consumo de etanol em 8,9 km/l e 10,8 km/l;
  • consumo energético de 1,52 MJ/km;
  • carroceria sedan;
  • a partir de R$61.190.

Por fim, vale lembrar que a listagem do INMETRO é um documento aberto a todo o público consumidor, bastando acessar a ferramenta para conferir os rankings que são atualizados frequentemente. Assim, você reforça o seu processo de decisão, estando certo de que terá feito a melhor escolha possível.

Gostou deste post elencando os carros mais econômicos do país? Então aproveite o seu interesse no tema para conhecer os principais fatores ao momento de escolher o seu próximo modelo!

Quais as vantagens de solicitar um cartão de crédito?

O cartão de crédito já é conhecido pelos consumidores, porém muitas pessoas ainda têm receio em fazer um. Ele traz diversos benefícios ao cotidiano e pode ser solicitado de maneira simples. Mesmo assim, inúmeras vezes ele é classificado como algo ruim ou uma armadilha.

Se o usuário souber como tirar proveito do produto e evitar determinadas ações, ele pode fazer um bom negócio ao adquirir o cartão de crédito. Neste artigo, mostraremos quais são as vantagens de requisitar o seu. Além disso, ensinaremos como fazer o pedido de um, quem pode requisitá-lo e quais são os cuidados que você deve tomar ao pedir o seu.

Vantagens

Antes de aprender como fazer o seu, explicaremos porque é uma boa ideia utilizar o cartão de crédito. Um grande benefício é a segurança de não precisar andar com dinheiro por aí.

Se você tiver que pagar contas, por exemplo, é bem mais garantido sair apenas com o cartão que encher a carteira com várias notas e uma vasta quantia de dinheiro. Caso essa seja roubada ou você a perca, o valor será perdido e talvez nunca seja recuperado. Já com o cartão, é só bloqueá-lo e você não terá problemas.

Isso nos leva a outra vantagem: a praticidade. Levando apenas ele no bolso, você é capaz de quitar diversos boletos e, ainda, a aprovação do pagamento costuma ser mais rápida do que com outros métodos.

O extenso prazo de vencimento da fatura também é um atrativo para ter um cartão de crédito. Afinal, é possível passar o cartão, realizar a compra e pagar somente depois de 40 dias, quando tiver recebido seu salário ou algum dinheiro.

Contudo, aqui deve-se tomar cuidado para não usar demais o cartão pensando nesse fator. Avalie o quanto você recebe por mês e a quantidade que pode desembolsar. Se isso não for feito, você talvez gaste mais do que vai receber e acabará endividado. A possibilidade de crédito foi criada para ajudar e não para o consumidor ser capaz de fazer compras impulsivas.

Esse aspecto do prazo é importante porque ele pode auxiliar em momentos de urgência. Ou seja, se o titular precisar fazer uma compra ou pagar um hospital, por exemplo, e não tiver dinheiro na hora, o cartão de crédito ajudará. Com ele, é viável parcelar a conta ou até mesmo esperar os 40 dias para quitá-la.

Fique de olho nas parcelas também e use essa opção quando for necessário. Lembre-se bem até quando você deverá pagá-las, para não fazer outras. Em alguns cenários, a instituição fornece esses dados no aplicativo dela, o que facilita o controle de suas despesas.

Assim, é mais simples acompanhar igualmente tudo o que está sendo pago, quais são os juros e impostos de seu consumo. Ter esse conhecimento é muito valioso para fazer o gerenciamento de seus gastos. O que era realmente necessário nesse mês? O que eu adquiri sem precisar? Fazendo-se essas perguntas e tendo certa cautela, pagar no crédito pode trazer economia.

Uma situação que também leva à economia é a dos programas de relacionamento. Eles acontecem quando as instituições oferecem prêmios e vantagens para quem utiliza o produto.

Funciona desta maneira: conforme o cliente usa o objeto na função crédito para fazer um pagamento, ele acumula pontos que depois podem ser trocados em mercadorias, serviços e até passagens aéreas. Outras têm o cashback, em que, ao invés de gratificações, o consumidor recebe parte do dinheiro que foi gasto de volta. Mesmo que a economia não venha na hora, mais tarde a despesa pode compensar!

Quem viaja bastante ou tem a intenção de fazê-lo, também consegue aproveitar outra facilidade do cartão. Geralmente, ele pode ser desbloqueado para tornar-se utilizável no exterior. Dessa maneira, não é preciso fazer a troca pela moeda local e as compras podem ser realizadas por ele. Ainda há o benefício de não andar com notas na mochila.

Para quem precisa de crédito rápido e está pensando em pedir um empréstimo pessoal, o cartão talvez seja uma alternativa melhor. O banco, junto à bandeira do produto, disponibiliza crédito ao titular por meio de pagamento eletrônico, sem que ele necessite dar uma garantia à firma (como nos empréstimos tradicionais).

O dono será capaz de usar o dinheiro nas compras parceladas e à vista, em conformidade com o limite que possui. Algumas utilidades desse tipo de empréstimo são os descontos em firmas parceiras, a facilidade para adiar ou adiantar as parcelas e o acúmulo de pontos para trocar em recompensas. Atrasar o pagamento nunca é uma boa ideia, por causa dos juros que vêm com isso, portanto, fique atento. No próximo tópico, veremos como você pode conseguir o seu cartão. Vamos lá?

Como solicitar o seu

Existem várias opções para quem deseja adquirir o cartão de crédito. O indivíduo pode ser um universitário, servidor público, empresário, aposentado, entre outros. Para conseguir o seu, a instituição analisa seus dados e, caso sejam aprovados, você receberá o cartão em sua casa.

Atualmente, o pedido pode ser  feito em bancos, instituições financeiras e até online. No caso do requerimento pela internet, o requisitante só precisa preencher o cadastro disponível na página da empresa e aguardar a avaliação dela. Se o CPF em questão estiver “limpo”, ou seja, sem restrições, provavelmente o cliente será aceito e poderá começar a usar a função de crédito.

Dessa maneira, você ganha poder de compra, sem a burocracia dos bancos, ter que esperar em filas ou aguardar até ser atendido. A questão é resolvida em alguns minutos! A seguir, veremos quais precauções tomar quando for requisitar o seu cartão e como escolher o melhor para você.

Cuidados

Realizar processos financeiros pela internet facilita muito a vida das pessoas, mas é preciso ter certos cuidados antes de fazer acordos e fechar negócios online. Primeiro, é imprescindível pesquisar sobre a empresa e saber qual é avaliação que outros usuários fizeram dela. O Procon e o Reclame AQUI são bons sites para descobrir se a instituição é confiável.

Do mesmo modo, buscar informações sobre a marca é importante para descobrir qual cartão mais condiz com o que você deseja. Existem diversas bandeiras de cartões de crédito que agradam ou não os clientes. Meça as vantagens, a imagem que a empresa tem no mercado e se ela é bem avaliada pelos consumidores.

Para saber se ela atingirá seus objetivos, um item essencial é apurar em quantas máquinas e estabelecimentos ela é aceita. Se o objetivo é usar bastante o cartão, quanto mais, melhor. Já se ele estiver sendo feito para ser aplicado poucas vezes ou geralmente nos mesmos locais, esse fator não será tão decisivo.

Veja quais são os benefícios que ele oferece, mas também quais são as tarifas. Afinal, se elas forem muito altas para o seu padrão, será que vale a pena mesmo ter esse modelo?

Talvez seja melhor um que tenha menos benefícios, porém venha com tarifas menores. Olhe as taxas de juros, qual é o valor mínimo da tarifa e pense em quanto você quer gastar no crédito por mês.

Observe se ele possui os planos de relacionamento que mencionamos nas vantagens, em que é possível acumular pontos e trocar por recompensas. Se você tiver bastante momentos de lazer, como ir ao cinema ou restaurantes, verifique se ele disponibiliza descontos nesses locais.

O cartão deve proporcionar benefícios que serão utilizados pelo titular. Já pensou se ele oferecer desconto para encher o tanque do seu automóvel e você não possuir um? Será uma ótima vantagem para quem tem um carro ou uma moto, mas na sua situação, não tem utilidade. Com essas dicas, ficará fácil fazer uma decisão acertada.

Depois da escolha, outro passo importante é prestar atenção ao site. Veja se estão disponíveis telefones de contato, endereço e e-mail da firma. Certifique-se de que realmente é a página oficial dela e, então, faça seu cadastro. Caso fique em dúvida, uma opção é entrar em contato por meio desses e conversar com alguém do time da empresa.

Após a análise e confirmação do seu pedido, o cartão deve chegar em seu endereço em alguns dias. Quando for utilizá-lo, lembre-se de prestar atenção às parcelas e só usar o recurso quando realmente necessário.

Do mesmo modo, os juros devem ser evitados, pois eles costumam ser elevados no cartão de crédito. Além disso, ele dá ao seu dono um poder de compra muito grande e a sensação de que pode realizar várias compras. Isso realmente é uma armadilha! Use-o, aproveite para acumular pontos, mas tome cuidado com a quantidade dos gastos.

Essa é uma dica valiosíssima: não faça despesas maiores do que o seu salário ou do que o valor que terá disponível em um futuro próximo. Se não, o que foi feito para ajudar nas contas, vai se tornar uma máquina de dívidas. O cartão de crédito não é um problema, ele é positivo, contanto que seja utilizado com discernimento.

Agora que você sabe mais sobre os benefícios do item, já se decidiu se ele é útil para os seus objetivos? Não se esqueça de pesquisar bastante antes de escolher uma bandeira. Para saber mais sobre serviços financeiros, continue acompanhando nosso blog!