7 vantagens do refinanciamento de veículo que você precisa conhecer

No cotidiano financeiro de uma pessoa, a inadimplência é um dos maiores obstáculos a serem superados, exigindo muita atenção e planejamento do consumidor. Considerando esse dilema, elaborei este post especial sobre o tema, apresentando todas as vantagens do refinanciamento de veículo.

O objetivo aqui é demonstrar como essa é uma opção válida e inteligente para equilibrar as contas em um período de dificuldade, protegendo o patrimônio do proprietário e evitando as consequências negativas provocadas pela negligência das suas dívidas. Portanto não perca tempo e acompanhe!

O conceito de refinanciamento

Assim como muitos termos financeiros, o refinanciamento tem um nome bastante sugestivo. Basicamente, trata-se de uma modalidade de empréstimo com veículo de garantia. Nesse caso, a instituição financeira empresta recursos para o consumidor e posiciona a propriedade do veículo como a garantia condicional do contrato.

Sendo assim, caso a pessoa não quite as parcelas, a instituição tem um direito contratual de tomar o carro para si, para, então, vendê-lo e executar a dívida. É por conta desse formato que o refinanciamento tem boas condições — principalmente se comparado ao restante do mercado de crédito. Afinal, a empresa que empresta opera com um risco baixíssimo e por isso, oferece possibilidades inexistentes nas demais modalidades de empréstimo.

As 7 principais vantagens do refinanciamento de veículo

Ainda assim, entendemos que a ideia não é exatamente popular entre os consumidores, sobretudo por ser uma alternativa que só vem à tona nos momentos difíceis. Mas como frisamos anteriormente, a inadimplência é um obstáculo que deve ser superado, pois o acúmulo de dívidas pode ser determinante no desgaste financeiro e emocional de uma pessoa.

Então não perca tempo e confira agora as maiores vantagens do refinanciamento!

1. Acessibilidade

Como todos sabem, o mercado de crédito opera com um fator tradicional, exigindo um bom histórico dos consumidores que precisam de empréstimos. Claramente, essa condição é fundamentada em um argumento lógico e funcional, já que as instituições precisam avaliar a relação entre risco e retorno para emprestar seus recursos.

No entanto isso pode ser uma barreira para as pessoas que estão em uma situação mais vulnerável, em que as dívidas existentes já configuraram inadimplência, negativando o nome desses consumidores e fazendo seus scores despencarem. Nessa situação, o mercado não enxerga esse indivíduo de maneira convidativa, pois, estatisticamente, um contrato de empréstimo a esse consumidor tem menor probabilidade de sucesso.

É aqui que o refinanciamento surge como uma modalidade diferenciada. O posicionamento do carro como garantia elimina o fator risco dessa equação, assegurando que a instituição será paga de uma maneira ou de outra, seja pela pontualidade no pagamento das parcelas ou pela venda do veículo em leilão para a execução da dívida. Por esse motivo, o refinanciamento ignora requisitos de crédito, sendo uma modalidade disponível para qualquer consumidor, esteja ele negativado ou não.

2. Solvência

Acima de qualquer coisa, a maior motivação para contratar um refinanciamento é se ver livre das dívidas atuais, que oprimem seu orçamento mensal. Nesse sentido, a modalidade pode oferecer fôlego financeiro para o consumidor, que pode contrair um empréstimo de até 70% do valor do veículo em garantia.

Com essa quantia na conta, a pessoa ganha em poder de “barganha”, podendo negociar com seus credores valores menores para a quitação das dívidas, já que o pagamento será feito à vista. Assim, o indivíduo tem a oportunidade de substituir inúmeras dívidas por apenas uma, mais compreensiva e espaçada ao longo do tempo.

3. Estabilidade

Uma das consequências mais dolorosas e comuns da inadimplência é a redução do padrão e qualidade de vida. Esse é um ponto importante no refinanciamento, pois a modalidade permite que o proprietário continue com seu carro, diferentemente do que aconteceria se ele decidisse vender o veículo.

Sendo assim, é possível continuar desfrutando do bem, evitando prejuízos e adaptações na sua rotina. Mas é importante que a situação seja percebida pelo que ela de fato é. Afinal de contas, o refinanciamento ocasiona um contrato de titularidade condicional, em que a instituição credora passa a ser a dona do veículo até que todos os pagamentos sejam realizados.

4. Prazo

Essa é uma vantagem complementar da segunda listada (solvência). Para muitos consumidores, a extensão do prazo é o principal benefício concedido pela modalidade, que permite substituir uma série de dívidas menores e bagunçadas pelo orçamento por apenas uma, que pode ser fracionada o bastante para garantir parcelas mais confortáveis ao seu bolso. Normalmente, esse prazo pode ser estendido entre 12 e 48 meses — com juros proporcionais ao número de parcelas.

5. Custo-benefício

Esse pode ser um argumento estranho quando falamos de empréstimos, mas comparativamente ele precisa ser considerado. O refinanciamento é, de certa forma, uma modalidade econômica para contrair crédito do mercado. Basicamente, isso acontece por conta do baixo risco à instituição credora, que, baseada nisso, oferece o empréstimo com as menores taxas do mercado — em torno de 1,7% ao mês, contra 3,8% do empréstimo pessoal e 11,80% do cheque especial.

6. Flexibilidade

Para além do posicionamento do carro em garantia, o refinanciamento é uma modalidade indiferente ao destino que se dá ao valor emprestado. Por conta disso, a utilização do crédito é livre, podendo ser aplicada em reformas, quitações de dívidas, investimentos pessoais e situações afins.

Ainda assim, é fundamental que o consumidor seja honesto consigo mesmo, compreendendo as implicações que o não pagamento desse empréstimo pode causar, tal como a apreensão e venda do veículo e a negativação temporária do nome — até que a dívida seja paga.

7. Simplicidade

Por último, mas também importante, temos o fator objetividade. Contratos de refinanciamento são bastante simples, e, basicamente, descrevem que o proprietário X contraiu um crédito da instituição Y, garantindo o pagamento das parcelas sob a condição de perder o veículo em caso de inadimplência.

Para tanto, os bancos e financeiras exigem alguns documentos de identificação pessoal e de propriedade do veículo. Com essas informações, eles elaboram o contrato, que, muitas vezes, pode ser realizado diretamente pela internet.

No entanto, nesse caso, é crucial que o consumidor pesquise a reputação da empresa com a qual se relacionará, evitando cair em golpes e fraudes que possam causar mais prejuízos e transtornos do que a atual situação.

Pois bem, você gostou deste post enumerando as principais vantagens do refinanciamento de veículo? Então aproveite a chance para continuar mergulhando no tema, acompanhando nosso guia definitivo sobre o seguro de automóveis!

Fintechs e Insurtechs devem continuar crescendo em 2020

Aproveitando as vantagens do cenário digital, como a velocidade e facilidade na resolução de problemas, e a alta demanda de clientes insatisfeitos com os serviços financeiros tradicionais, as chamadas fintechs – união de siglas para financial (financeira) e technology (tecnologia) – crescem em velocidades incríveis no mercado mundial e nacional. 

Uma prova disso é o volume de investimento feito no setor no primeiro semestre de 2019. Foram mais de US$ 2,5 bilhões investidos no mundo, quantia superior a toda a movimentação realizada em 2018. 

Os dados são da pesquisa realizada pela Fisher Venture Builder sobre o cenário atual dos bancos digitais. 

Já no cenário brasileiro, o país tem hoje 553 fintechs cadastradas, segundo estudo realizado pela consultoria de inovação Distrito Dataminer. E esse número promete continuar crescendo nos próximos anos. Afinal, ainda de acordo com a consultoria, de 2015 até hoje, são cerca de 110 startups na área que chegam ao mercado todos os anos. 

Espírito Santo recebe um ecossistema de inovação

Se tem um lugar no Brasil que tem ganhado ainda mais destaque com as soluções inovadoras e o surgimentos de novas empresas no setor de fintechs, é o Espírito Santo. 

Fugindo do quadrilátero Rio de Janeiro-São Paulo-Santa Catarina-Minas Gerais, o estado tem recebido diversas startups e aceleradoras nas áreas financeira e de inovação nos últimos anos. 

A canadense Holt Accelerator foi uma das últimas a chegar, fechando um acordo com o Governo do Estado para aportar até R$ 100 milhões em projetos financeiros digitais voltados ao público de menor renda.

Uma das primeiras startups capixabas a ganharem projeção é justamente uma fintech, a PicPay. Com mais de 12 milhões de usuários, o aplicativo permite pagamentos digitais por meio do QR code. 

A Youbo é outra dessas novas ideias a surgir no Espírito Santo com o objetivo de facilitar a vida financeira, o acesso ao crédito e a oferta de seguros para pessoas e empresas.

Para isso, a empresa oferece soluções em empréstimos, cartões, financiamentos e muito mais facilidades. Tudo isso de forma online e facilitada para que o usuário não se preocupe com burocracias.

Mas apesar da tecnologia e do ambiente digital que é foco de atuação da empresa, o segredo para a forte aceitação do público para as fintechs, segundo Marco Junior, Sócio Fundador da Youbo, não está na inteligência ou na facilidade do digital. 

Na verdade, o sucesso se deve ao fato dessas novas empresas oferecerem  melhor experiência, considerando as necessidades do cliente acima de tudo. “Focamos no atendimento humanizado e na opção de contratação online, assim, facilitamos a vida de clientes que buscam a solução mais adequada pra ele no momento”, afirma.

Seja em modelos de pagamento, bancos ou soluções investimentos, todas têm um ponto em comum que é colocar as demandas e necessidades de clientes cada vez mais exigentes e diversificados como o objetivo principal da empresa.

Empresas tradicionais tentam se adaptar

Não é à toa que empresas tradicionais dos setores financeiros e de seguros começam a se adaptar ao novo cenário das fintechs.

Para não perderem ainda mais espaço – e clientes – as gigantes já lançam os seus bancos digitais, fazem aquisições milionárias de fintechs e passam a investir muito mais em inovação. Em paralelo, os bancos tradicionais já diminuem a quantidade de agências físicas.

Além disso, empresas de diversos setores também começam a investir na área financeira. Um exemplo é o Google, que promete lançar a sua conta digital já em 2020, trazendo preocupação para empresas tradicionais e startups que devem ganhar uma concorrência de peso no mercado.

Inovação também nos seguros

Outro setor que está gerando uma transformação digital é das chamadas Insurtechs – junção de insurance (seguro) e technology (tecnologia). São empresas inovadoras que, assim como as fintechs, utilizam a tecnologia como fonte para facilitar o acesso de clientes e diversificar a demanda de opções em serviços, porém, nesses casos, voltados para o mercado de seguros.

Com a previsão de alta na área em 2020, a Youbo também atua como insurtech, oferecendo facilidade e maior acesso aos variados tipos de seguro, sempre com parcerias com grandes empresas do setor para garantir a qualidade da entrega.

 A empresa está confiante no setor e já planeja uma expansão, tanto na oferta de diversificados serviços financeiros, que vão desde o financiamento de veículos até o parcelamento de boletos no cartão de crédito, quanto na atuação em todo o território nacional.

“O plano da Youbo para os próximos anos é de levar uma oferta de crédito justo e simples para comunidades carentes, que são menos favorecidas pelo atual sistema de concessão de crédito”, afirma Marco Junior.

O fato é que com serviços variados e maior concorrência de oferta de crédito e de seguros com a facilidade que o ambiente digital proporciona, quem mais tem a ganhar é o consumidor, que tem muito mais opções para encontrar o que realmente precisa e que pode pagar.

8 dúvidas sobre seguro de carro que você deve saber

Você tem dúvidas sobre seguro de carro? Não se preocupe, pois você não é o único. Realmente são muitos detalhes: o que está envolvido? Como funciona? Quais são os valores? No artigo de hoje, vou responder algumas das perguntas mais frequentes sobre esse assunto!

Proteger o seu veículo é algo fundamental para evitar futuras dores de cabeça e prejuízos. É interessante, inclusive, já recorrer a um seguro logo após a aquisição do seu automóvel. Mas para fazer a melhor escolha é necessário ter atenção às particularidades e possibilidades desse serviço.

Confira a seguir oito perguntas e respostas que você precisa conhecer!

1. O que é um seguro para automóveis?

Um seguro para carro é um contrato feito entre o proprietário e uma seguradora. Nesse acordo ficam previstos prejuízos que serão cobertos pela empresa, caso ocorra algum incidente com o automóvel. As coberturas vão variar de acordo com o pacote e com a seguradora que você escolher.

Além disso, no contrato ficam determinadas as circunstâncias em que as coberturas serão válidas. Ou seja, só porque batidas e colisões estão cobertas, isso não significa, necessariamente, que qualquer uma dessas ocorrências será indenizada. É por isso que é tão importante ter atenção aos detalhes, às cláusulas e às particularidades de cada contrato.

Os proprietários também têm suas responsabilidades para com a empresa, e os valores a serem pagos são definidos por uma série de fatores. Um bom seguro é um ótimo investimento e evita gastos bem maiores.

2. O seguro cobre acidente ou batida se o motorista estava bêbado?

Não, não cobre. A seguradora não pode obrigar o motorista a realizar um teste de bafômetro, mas ela pode se recusar a pagar a cobertura mediante a provas de que ele estava alcoolizado.

Essas provas podem ser, por exemplo, um teste que a polícia o fez realizar ou um boletim de ocorrência em que o policial afirme que você se recusou a passar pelo bafômetro. Uma situação em que o motorista estava bêbado o faz perder os seus direitos com o seguro.

3. Carro antigo pode ter seguro?

Até pode, mas é mais difícil de encontrar e os serviços podem ser limitados. Os carros antigos são considerados mais propensos a acidentes, como colisões e incêndios, além de terem peças que não são mais fabricadas ou que são difíceis de encontrar.

Isso torna esse tipo de automóvel mais desafiador para uma seguradora, que muitas vezes não o inclui em seus serviços. As opções mais comuns para esses veículos são seguros não compreensivos, que têm coberturas para roubos e furtos, além de assistência 24 horas (em alguns casos).

4. Quais as particularidades de um seguro para carros financiados?

O financiamento de carros é uma alternativa muito utilizada pelas pessoas, então é importante falar sobre a proteção nesses casos também. Os seguros para carros financiados são bem semelhantes aos dos automóveis quitados, mas existem algumas particularidades.

No caso de perda total, por exemplo, normalmente, há duas opções: quitar o financiamento por sua conta e receber o valor total da indenização da seguradora ou utilizar o seguro para quitar a sua dívida. Nesse último cenário, a sua indenização virá com um desconto proporcional ao que restava para o fim do financiamento.

5. Se um terceiro bater no meu carro, o seguro cobre?

A responsabilidade por cobrir os danos é de quem causou a colisão. Você pode acionar a seguradora e explicar o ocorrido, mas seja verdadeiro. Muitas vezes as pessoas decidem assumir a culpa e combinam com o responsável para que ele pague apenas a franquia, mas essa fraude é ilegal e pode fazer com que os envolvidos sejam acionados pela justiça, causando ainda mais prejuízos.

O melhor a se fazer é tentar resolver a situação de maneira amigável e honesta com quem causou a batida. Um boletim de ocorrência é um recurso importante e deve ser efetuado também. Caso o responsável fuja ou se recuse a arcar com as despesas, além do BO você deve anotar a placa, o modelo, a marca, a cor e outros detalhes do veículo do culpado.

Tome nota de tudo. Tire fotos dos veículos envolvidos (inclusive do seu), converse com as testemunhas, anote seus contatos e pergunte se elas podem depor, se for necessário. Também é importante pegar o contato do responsável e até os dados de sua carteira de habilitação, mas ele não é obrigado a fornecer essas informações.

Por falar nesse assunto, vale lembrar que, ao contratar um seguro, é fundamental verificar se está inclusa uma cobertura de Responsabilidade Civil. Assim, você evita prejuízos e dores de cabeça caso se envolva em um acidente.

6. O seguro cobre catástrofes naturais?

Sim, essas coberturas normalmente são uma opção e é importante conferi-las. Os seguros costumam cobrir danos causados pelo homem e pela natureza, o que contempla, nesse segundo caso, problemas causados por enchentes, quedas de árvore e tempestades, entre outros fenômenos.

Não deixe de verificar se esses riscos serão incluídos no seu pacote ou se será necessário contratar coberturas extras antes de fechar o negócio. Assim, você mantém o seu veículo ainda mais protegido.

7. Há indenização se bater o carro em outro país do Mercosul?

Isso vai depender. Existem pacotes que incluem essa cobertura, mas se não for o seu caso o automóvel não estará protegido. Nesse contexto, antes de viajar é importante verificar se a seguradora oferece a possibilidade de Extensão de Perímetro. Não deixe de solicitar esse serviço para manter a proteção durante a viagem.

Vale lembrar que essas possibilidades só são válidas para países do Mercosul. Você pode, ainda, contratar um seguro com coberturas para terceiros nesses países.

8. É possível perder o seguro?

Sim, o seu seguro pode ser cancelado devido a falta de pagamento. É necessário se informar sobre as normas de cada empresa para verificar detalhes, como o número de parcelas limite que pode atrasar, por exemplo. A seguradora ainda pode cancelar o serviço em casos em que o veículo não é recuperado, após pagar a sua devida indenização. Nessas situações, é preciso conhecer os seus direitos como cliente.

Na hora de escolher um seguro, é fundamental se informar sobre a qualidade da seguradora, além de conhecer todas as opções de empresas, coberturas e pacotes. Assim, fica mais fácil conseguir uma boa negociação!

Espero que essas perguntas e respostas tenham ajudado a solucionar as suas dúvidas sobre seguro de carro. O que achou do conteúdo? Tem alguma outra questão que você deseja esclarecer? Conte-me nos comentários!

6 dicas sobre como pagar menos impostos na empresa de forma legalizada

Como pagar menos impostos na empresa, considerando que, em 2018, chegamos aos 35,07% de impostos sobre o PIB? A resposta para essa pergunta pode ser resumida em uma palavra: planejamento.

Não é fácil empreender no Brasil, afinal, com uma carga tributária incrivelmente elevada, a expectativa de lucro acaba sendo reduzida. A boa notícia é que o impacto dos impostos sobre o faturamento pode ser minimizado, desde que se coloque em prática o conceito de elisão fiscal.

Trata-se de uma forma de planejar o pagamento de impostos, adotando estratégias e medidas que colocam seu negócio em condições de ser menos tributado. É diferente da evasão fiscal, expediente ilícito pelo qual a empresa ou sonega imposto ou usa artifícios ilegais para escapar do fisco.

Se ligue nos próximos tópicos sobre como fazer para reduzir o peso dos impostos sem deixar de seguir o que a lei determina! 😉

1. Planejamento tributário

Impostos não surgem do nada. Todos conhecem os mecanismos, alíquotas, taxas e procedimentos adotados pelo governo na hora de cobrar imposto, não é mesmo? Isso abre a possibilidade de se pagar menos por meio do planejamento tributário, ferramenta indispensável e que levará sua empresa a elidir impostos legalmente.

Mas o que significa exatamente planejar o pagamento de impostos? Bem, para isso, o primeiro ponto a ser considerado é a escolha do regime tributário pelo qual sua empresa será cobrada. No Brasil, os três principais são:

  • Simples Nacional — para PMEs cujo faturamento esteja entre R$ 81 mil e R$ 4,8 milhões;
  • Lucro Real — obrigatório para empresas que faturam mais de R$ 78 milhões;
  • Lucro Presumido — opcional para PJs cujo faturamento seja de até R$ 78 milhões.

Cada um deles apresenta alíquotas e tabelas próprias, que podem, por sua vez, representar vantagens ou não. No Simples Nacional, por exemplo, a cobrança de impostos segue uma tabela progressiva, enquanto no Lucro Presumido ela é feita com base em percentuais fixos. Sendo assim, cabe à gestão, junto à contabilidade, avaliar a melhor opção, tendo em vista as características de cada regime.

2. Organizar o calendário de declarações

A apuração de impostos e tributos é feita por meio de procedimentos de escrituração contábil. É por meio dela que sua empresa informa ao fisco que está em dia com suas obrigações e encargos.

Consiste em preencher e enviar eletronicamente uma série de declarações, cada uma delas com uma finalidade específica. Uma das principais é a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Por ela, sua empresa informa a Receita Federal sobre atividades que devem ser contabilizadas na base de cálculo do Imposto de Renda (IRPJ). Também é por ela que sua empresa informa quanto deve pagar de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) referente ao ano-calendário em questão.

Como se pode perceber, são processos que exigem uma rigorosa apuração, em alguns casos demandando até uma análise do fluxo de caixa. Por isso, a organização do calendário de declarações é uma etapa fundamental no planejamento com o objetivo de elidir impostos.

3. Fugir da sonegação fiscal

Por falta de conhecimento ou por má fé, não são poucos empresários que não sabem como pagar menos impostos na empresa sem recorrer a medidas ilícitas. Uma delas é a sonegação fiscal, que consiste em não declarar o imposto a ser pago ou simplesmente deixar de pagar dentro do prazo previsto.

Acontece que sonegar imposto é crime, conforme a Lei nº 4.729/1965. Se flagrado, o empresário, sócios e contadores podem ser penalizados com detenção. Se condenado, a pena varia entre seis meses a dois anos de cadeia, mais multa de duas a cinco vezes o valor do tributo devido.

Sendo assim, esse é um risco que não vale a pena correr, até porque, hoje, o fisco está muito melhor equipado para detectar inconsistências nas declarações de imposto. O melhor mesmo é permanecer em dia com a Receita e cuidar bem dos processos contábeis, já que a sonegação pode ser até involuntária.

4. Analisar os incentivos fiscais

Outra forma de praticar a elisão fiscal é analisando eventuais incentivos fiscais que possam representar créditos ou dedução no imposto. Nesse caso, impostos como ICMS e IPI permitem o recebimento de créditos, dependendo do regime tributário e de outros fatores.

Nesse aspecto, é importante considerar que incentivos fiscais são válidos sob determinadas circunstâncias relacionadas ao regime tributário. Um exemplo disso é quando a empresa faz jus a receber créditos sobre o IPI, o Imposto sobre Produto Industrializado.

Esse crédito é concedido para empresas no momento em que pagam impostos sobre a aquisição de:

  • matérias-primas;
  • materiais para embalagens;
  • desembaraço aduaneiro;
  • produtos industrializados por encomenda.

Esse benefício é vedado a optantes do Simples Nacional, devendo, por isso, ser alvo de uma análise minuciosa. Em alguns casos, pode ser mais vantajoso escolher um outro regime tributário, tendo em vista que esses créditos podem representar redução significativa nos custos com impostos.

5. Equilibrar o pró-labore e dividendos

Toda empresa que conte com dois ou mais sócios deverá remunerá-los por meio de pró-labore.

Embora não haja lei expressa que o torne obrigatório, na prática, ele é compulsório, considerando que toda empresa tem encargos trabalhistas. Isso vale para trabalhadores celetistas e para sócios, que devem ser pagos por meio dessa espécie de “salário”.

Para reduzir o impacto desses encargos e impostos pagos sobre o pró-labore, a estratégia mais indicada é o pagamento pela antecipação de dividendos. Em todo caso, é preciso uma análise contábil, já que essa antecipação pode significar uma despesa em um momento de baixa liquidez.

6. Evitar acumular imposto

O pagamento de impostos é sempre feito de acordo com um prazo. Em alguns casos, é possível que esse período de recolhimento não seja observado, gerando multas e juros.

Por isso, a quitação dos impostos a pagar nas suas respectivas datas de vencimento é fundamental no sentido de garantir o mínimo de impacto no orçamento.

Entender como pagar menos impostos na empresa é uma tarefa que exige a participação ativa do contador. É recomendável, ainda, que seja feito o controle financeiro rigoroso. Dessa forma, sua empresa é capaz de identificar para onde vão os gastos, podendo assim se antecipar à sempre dolorosa mordida do leão.

Esperamos que este artigo seja útil para orientar na suas decisões sobre impostos e para aumentar sua lucratividade. Aproveite e compartilhe-o em suas redes sociais!

Você conhece as vantagens do crédito consignado?

Não é raro, em certos momentos da vida, precisarmos de um dinheiro extra, seja para uma compra necessária, seja para uma despesa inesperada, seja para quitar uma dívida. Entre as formas disponíveis para se conseguir os recursos, existem vantagens do crédito consignado que o colocam entre as melhores.

Para isso, é importante conhecer como funciona essa modalidade e quem pode usufruir desses benefícios. Do mesmo modo, é muito bom saber o que o diferencia de outras formas de crédito.

Continue a leitura e conheça as vantagens do crédito consignado e como ele pode ser uma mão na roda quando as coisas apertarem.

O que é o crédito consignado?

O crédito consignado é uma forma de empréstimo pessoal muito comum no Brasil. Devido às suas vantagens sobre as demais formas de crédito, está situado entre as modalidades mais utilizadas pela população.

A principal característica do crédito consignado reside em um aspecto do maior interesse: a menor taxa de juros que utiliza. Isso é possível porque a financeira que fornece o crédito tem riscos menores, em razão de outra característica do consignado, que é a sua forma de pagamento.

Como funciona o crédito consignado?

Nessa modalidade de empréstimo, as prestações são debitadas diretamente na folha de pagamento da empresa na qual o interessado trabalha ou na folha de aposentados e pensionistas, isto é, já vem no holerite. Assim, com menos riscos, os juros podem ser menores. Melhor para todos, não é mesmo?

A maioria dos bancos e financeiras oferece o crédito consignado, uma vez que a confirmação de uma relação de trabalho ou de aposentadoria e pensão proporciona a certeza do recebimento das parcelas. Por essa razão, é comum empréstimos consignados serem oferecidos com prazos de 72 meses e até mais.

Para dispor dessa facilidade, é preciso que a empresa ou a instituição na qual você trabalha mantenha essa relação com a financeira. Além disso, para fins do empréstimo, o limite do montante que pode ser liberado é em função de sua renda e isso é uma determinação legal.

Trata-se de uma limitação do Banco Central para o crédito consignado: a parcela da prestação fica limitada a 35% da renda do cliente. De resto, o processo de contratação do crédito é simples e rápido. Você autoriza o desconto e pronto!

Quem pode usufruir de seus benefícios?

Como se viu, nem todo mundo pode usufruir das facilidades oferecidas pelo crédito consignado. Nesse sentido, essa linha de crédito foi instituída para alguns segmentos com retorno mais seguro e que podem ser assim elencados:

  • aposentados e pensionistas pelo INSS;
  • servidores públicos das esferas federal, estadual e municipal;
  • militares das Forças Armadas;
  • trabalhadores da iniciativa privada, com carteira assinada.

Os bancos, de modo geral, fazem uma análise de crédito e do histórico do interessado para avaliar sua condição como pagador. Algumas instituições não liberam o empréstimo se considerarem o histórico avaliado muito ruim, indicando que a pessoa em questão representa risco de não recebimento.

No entanto, esse tipo de rejeição é menos comum, pois, como visto, o desconto direto representa segurança para a instituição financeira. Tanto é assim que o empréstimo consignado pode ser oferecido mesmo para pessoas em situação de crédito negativo no mercado (“nome sujo”).

De modo geral, os empréstimos são concedidos sem muitas dificuldades, sendo essa a razão de ser uma das linhas de crédito mais procuradas. Porém, o mais interessante são as vantagens que oferece. Dê uma olhada a seguir.

Quais as suas principais vantagens?

Não é por acaso que o crédito consignado é tão procurado. Afinal, oferece um conjunto de vantagens sobre as demais linhas de empréstimo existentes que vale a pena considerar. Nesse sentido, nos próximos tópicos você confere algumas delas.

Crédito rápido e descomplicado

Em razão da maior segurança já observada, as exigências de garantias praticamente não precisam existir, e todo o processo fica bem facilitado para o cliente. Desse modo, em até 48 horas o dinheiro já está depositado em sua conta, sendo comum o crédito em 24 horas e até no mesmo dia.

Desconto na folha de pagamento

Enquanto, para a financeira, essa forma de crédito representa a certeza de menos dor de cabeça para receber, para o interessado significa tranquilidade, pois não há necessidade de realizar o pagamento todo mês. Assim, você não precisa se lembrar do vencimento e, muito menos, utilizar boleto ou outra forma de pagamento.

Juros reduzidos

As taxas de juros praticadas na concessão do empréstimo consignado são bem menores quando comparadas com outras linhas de crédito pessoal, e você já sabe o porquê. Essa é, sem dúvida, uma das maiores vantagens do consignado.

Quitação das faturas do cartão de crédito

Em razão do cartão de crédito ser um instrumento facilitador das compras, por vezes é utilizado além da capacidade de pagamento. Nesse sentido, o empréstimo consignado é uma grande ajuda para viabilizar o pagamento das faturas vencidas do cartão de crédito, em razão de seus juros serem bem menores.

Empréstimo para negativado

Mesmo pessoas em situação de crédito negativo podem conseguir o empréstimo consignado, o que significa dispensa de fiador e avalista. Na verdade, como se viu para o cartão de crédito, também a quitação de dívidas com juros elevados tem no consignado o crédito que permitirá solucionar as pendências financeiras.

Parcelas fixas, sem correção

Uma das maiores vantagens do crédito consignado é que as parcelas definidas na contratação não sofrerão correção ao longo do tempo. Com isso, você pode se programar na certeza de que os valores serão os mesmos até o final do contrato, não importa qual seja o prazo acertado com o banco.

Possibilidade de contratação em qualquer instituição

Outra possibilidade bem legal é que, mesmo se o interessado não tiver conta em um determinado banco conveniado com sua empresa, ele poderá obter o crédito consignado. Na prática, essa facilidade permite buscar taxas ainda melhores no mercado, uma vez que há diversos bancos que operam nessa modalidade.

Agora que você já conhece as principais vantagens do crédito consignado, pode fazer uso dessa facilidade a qualquer momento que precisar.

Gostou deste post? Continue com a gente: com certeza você vai se interessar em saber como é o empréstimo para negativados.

Entenda como funciona o cartão de crédito empresarial

Você sabe o que é e como funciona o cartão de crédito empresarial? Em primeiro lugar, saiba que se trata de um produto que apresenta os diferenciais do cartão comum e que pode ser de grande utilidade, tanto para a empresa como para seus colaboradores.

Por sua vez, um empreendedor autônomo também poderia conquistar o seu cartão de crédito empresarial? E como fazer?

Continue a leitura e entenda como funciona e quais as principais vantagens.

O que é o cartão de crédito empresarial e como funciona?

Um dos produtos oferecidos para pessoas jurídicas, que constitui uma solução prática para as diversas despesas de uma organização, é o cartão de crédito empresarial. Mas, afinal, do que se trata? Vale a pena entender.

Esse é um cartão de crédito como os demais, utilizados por pessoas físicas, mas é emitido exclusivamente para pessoa jurídica. Por essa razão, muita gente ainda não o conhece e tem o primeiro contato apenas quando o recebe da empresa em que trabalha.

Desse modo, as facilidades oferecidas por um cartão de crédito estão todas aqui para uso da empresa nas compras e pagamentos de seu interesse. Assim, bens e serviços necessários podem ser adquiridos com o cartão de crédito empresarial, desde pagar uma refeição até adquirir um notebook.

As funções crédito e débito estão presentes no cartão empresarial, assim como no cartão para pessoa física. No entanto o gestor responsável pode fazer a opção de manter apenas uma das duas, em razão da utilização que fizer dos cartões.

Nesse sentido, é comum deixar as despesas regulares e as fixas para a função débito. Com isso, fica mais fácil administrar os gastos. De todo modo, trata-se de um cartão de crédito e deve ser adequadamente utilizado.

Quais são seus principais diferenciais?

Embora seja muito parecido no funcionamento, existem alguns aspectos que constituem diferenciais do cartão de crédito empresarial. Em especial, podem ser citadas as possibilidades de:

  • centralizar os gastos;
  • fazer o pagamento de forma prática;
  • gerenciar os investimentos;
  • utilizar em viagens corporativas;
  • definir exclusividade de utilização;
  • contar com diferentes modalidades de pagamento.

É interessante, ainda, considerar os programas de milhagem para o cartão empresarial. Como os gastos das organizações costumam ser maiores, pode ser estratégico acumular milhas. E isso é vantajoso, seja para uso executivo ou para premiação de algum colaborador que se destaque.

Por sua vez, a utilização de cartão para as despesas da empresa torna mais fácil o fluxo de caixa. Essa facilidade resulta do fato de que, mesmo que existam diversos cartões, as respectivas contas estão relacionadas.

Quais suas principais características?

Os cartões de crédito apresentam algumas características do próprio produto, como limites de crédito para uso, taxas e tarifas. No entanto podem existir diferenças quando se trata de cartões de crédito empresariais.

Limites do cartão

Considerando que os cartões empresariais são dirigidos a pessoas jurídicas, em geral os seus limites são maiores que os dos cartões comuns. Os valores, no entanto, dependem da solidez financeira de cada empresa e de seu relacionamento com o banco, podendo ser adequados na contratação.

Taxas (custo do crédito)

De maneira geral, as taxas cobradas também variam de acordo com o relacionamento da empresa com o banco. As taxas para os cartões empresariais tendem a ser menores que no caso de pessoa física.

Tarifa (anuidade)

Embora possa ser zero, a tarifa do cartão de crédito empresarial também pode chegar a ser maior que a praticada para pessoa física. Mais uma vez, o relacionamento da organização com a instituição financeira pode definir os valores que sejam mais adequados à empresa.

Uso do cartão

O cartão de crédito empresarial pode ser utilizado pelo proprietário da empresa para as suas despesas que forem custeadas pela organização. Pode, da mesma forma, ser utilizado por sua equipe de executivos ou, ainda, por qualquer colaborador assim indicado.

Quais os cuidados para a melhor utilização?

Como se viu, as facilidades dos cartões podem induzir à sua utilização descontrolada. Assim, para dispor das facilidades e vantagens do cartão de crédito empresarial, alguns cuidados devem ser levados em consideração.

Uso adequado

Planeje a utilização do cartão empresarial de modo que fique restrito a determinadas despesas. Assim, evita-se o risco de dispersar o uso para qualquer necessidade e, como resultado, correr o risco de perder o controle.

É interessante, por exemplo, o empresário não fazer uso do cartão para despesas pessoais, mas apenas as corporativas. Esse cuidado facilita o controle de custos da empresa e o acompanhamento do fluxo de caixa.

Limite do tamanho certo

Acerte com o banco um limite adequado às suas necessidades empresariais. Ao mesmo tempo, devem estar à altura de sua capacidade de gestão.

A partir desse valor, implemente as previsões definidas para uso do cartão. Dessa forma, siga regras simples, de modo a manter tudo sob controle.

Pontualidade no pagamento

Com um limite do tamanho certo e fazendo uso adequado do cartão, fica bem mais fácil ser pontual no pagamento das faturas que chegarem para a empresa. Considere sempre a meta de pagar integralmente cada fatura evitando parcelamentos, que facilmente descontrolam a gestão de qualquer cartão.

Como um empreendedor autônomo pode obter o cartão de crédito empresarial?

Já está claro que pode ser de grande valia para uma empresa dispor do cartão. Mas, no caso de um empreendedor autônomo que também queira essas facilidades, como fazer para obter o cartão empresarial?

O cartão de crédito empresarial, como visto, é emitido apenas para pessoa jurídica. Por sua vez, um profissional autônomo pode se cadastrar, por exemplo, como Microempreendedor Individual (MEI) e obter o seu CNPJ.

A partir daí, já será possível requisitar o seu cartão junto ao banco em que tem conta. Os trâmites são simples e com características próprias de cada instituição financeira. Nesse sentido, o relacionamento do profissional com o banco pode agilizar o processo ainda mais.

Assim, saber como funciona o cartão de crédito empresarial facilita sua obtenção e, principalmente, sua adequada utilização pela empresa.

Gostou do post? Veja como é fácil ter o seu e escolha o cartão de crédito que mais combina com você.

Saiba como funciona o Empréstimo Consignado

Um empréstimo consignado pode ser uma boa ideia quando se está precisando de um dinheiro a mais no mês para quitar uma dívida, fazer uma viagem ou iniciar a sua firma. Como ele tem algumas vantagens quando comparado a outros tipos de empréstimo, muitas pessoas optam por pedir um desse modelo.

Entretanto, ele não é para todo mundo. Se você está pensando em pedir um empréstimo, continue lendo o nosso post para descobrir se o consignado é uma boa opção para o seu caso. A seguir, vamos explicar todos os detalhes dessa modalidade. Confira!

O que é o empréstimo consignado?

É um modelo de crédito em que as parcelas são descontadas diretamente do seu salário ou aposentadoria. Os pagamentos são todos fixos, ou seja, têm o mesmo valor e são realizados na mesma data de cada mês.

Por essa razão, os grupos que podem solicitar esse tipo de empréstimo são os aposentados, pensionistas do INSS, servidores públicos e trabalhadores de empresas privadas com carteira assinada (com algumas ressalvas). Nesse último caso, a instituição contratante precisa ter convênio com algum banco e o solicitante deve confirmar se há a possibilidade de realizar esse tipo de negócio.

O empréstimo consignado, geralmente, é fornecido para aposentados, pensionistas e funcionários públicos, porque eles possuem mais estabilidade. Assim, apresentam mais segurança para os bancos e instituições financeiras que disponibilizam o crédito. Como as chances de as parcelas serem pagas são maiores, as taxas de juros são menores que em outros tipos de empréstimo.

Além disso, outra vantagem para o solicitante dessa modalidade de crédito é que os credores não acessam o SPC ou o Serasa. Sendo assim, mesmo que a pessoa esteja com o nome negativado, ela tem chances de conseguir o crédito.

Caso ela tenha o pedido aceito, é necessário assinar o contrato e fazer a averbação para que o dinheiro seja liberado. Em geral, a liberação é feita rapidamente, em até 48 horas. Contudo, o tempo varia de acordo com a empresa responsável pelo fornecimento do crédito.

Apesar de esse modelo ser bastante concedido às categorias citadas anteriormente, existem certas diferenças na solicitação de um aposentado ou pensionista do INSS e na de servidores públicos.

Como é para aposentados e pensionistas do INSS?

Para conseguir o seu empréstimo consignado, em primeiro lugar, você precisa verificar se atende aos requisitos necessários. No caso de aposentados e pensionistas do INSS, você tem que conferir se faz parte das espécies consignáveis do órgão.

Essa lista é extensa e várias categorias estão incluídas nela, como a aposentadoria por tempo de contribuição, por idade e a pensão por morte especial. Para ver a lista completa, clique aqui. Os requerentes precisam ter, pelo menos, 25 anos completos para solicitar o crédito consignado.

O pagamento do empréstimo pode ser feito em diversas vezes, chegando a até 72 parcelas, em algumas situações. O valor cedido pela instituição financeira vai depender de quanto você recebe por mês, porque há um limite estabelecido pelo Banco Central.

De acordo com o órgão, a parcela não deve ultrapassar 35% do valor do seu salário ou benefício. Isso vale também para os servidores públicos federais. Como o dinheiro é retirado do pagamento do devedor automaticamente, o Banco Central implementou essa medida para que boa parte do salário ainda ficasse com quem solicitou o crédito. Dessa maneira, as economias dele não seriam tão afetadas pelo empréstimo.

Ainda, as taxas de juros nominais nessa modalidade são pré-fixadas. Para os pensionistas e aposentados elas têm um teto de 2,08% ao mês. Ou seja, são bem menores que em outros tipos de crédito.

Caso você opte por pedir o empréstimo consignado, certifique-se de que a empresa em questão tem autorização para liberar o crédito para aposentados e pensionistas do INSS, porque não são todas as instituições que possuem. Se ela tiver, ótimo!

Já se você estava pensando em pedir algum crédito, mas não queria necessariamente um empréstimo, há outra maneira de fazer isso. Atualmente, estão disponíveis os cartões de crédito consignado.

Como funciona o cartão de crédito consignado?

Assim como o cartão de crédito comum, o consignado pode ser usado para fazer compras, pagar serviços e realizar saques. Entretanto, ele é chamado de consignado, porque da mesma maneira que acontece com o empréstimo, uma fatia da fatura do cartão é descontada do salário ou benefício do titular.

No cartão, também há um limite de crédito estabelecido pela instituição financeira. Esse limite deve corresponder a, no máximo, 5% da sua renda mensal. Você se lembra dos 35% de limite do empréstimo consignado?

Então, 5% podem ser separados desse total somente para os gastos com o cartão de crédito. Sendo assim, 30% você é capaz de gastar com o empréstimo e outros 5% podem ficar exclusivamente para o cartão, se você desejar.

Vamos dar um exemplo para ficar mais fácil. Se você ganha R$ 3.000,00 e quer fazer tanto o empréstimo quanto o cartão, é capaz de conseguir uma parcela de crédito de R$ 900,00 no empréstimo consignado e R$ 150,00 no seu cartão de crédito. Dessa maneira, no vencimento de sua fatura serão descontados os R$ 150,00.

Apesar de esse ser o valor abatido pela instituição financeira, a sua fatura total pode ser superior a essa quantia. Caso ela seja maior que o montante de R$ 150,00, o mais adequado é pagar a quantidade excedida no dia do vencimento. Se você não conseguir, os juros sobre o valor serão cobrados até que você quite o boleto.

Mais uma vez, como há a garantia de que a fatura mínima será paga, as taxas desse cartão são bem menores que dos comuns, podendo chegar a ser até cinco vezes mais baixas que a de um modelo tradicional. A média das taxas, geralmente, é de 3% a 3,5% ao mês, variando de acordo com o banco.

Além disso, não há anuidade nesse tipo de cartão e a fatura também pode ser dividida em 72 vezes. Outra vantagem desse cartão é que, da mesma forma que o empréstimo consignado, ele também pode ser liberado para pessoas negativadas. Para pedir um, os indivíduos desse grupo devem ter, no máximo, 68 anos e 11 meses.

E como é o empréstimo para servidores públicos federais?

Na categoria de servidores públicos federais, os grupos que podem pedir o empréstimo consignado são: servidores efetivos civis e militares, cedidos, aposentados e pensionistas da Administração Direta e Indireta, pensão temporária, militares do Distrito Federal, pensão temporária partilhada entre benefícios e aposentados e pensionistas do órgão FUNASA (Fundação Nacional de Saúde).

Os solicitantes devem ter, no mínimo, 18 anos para requerer essa modalidade de empréstimo. No caso de pensão temporária é preciso ter 25 anos completos, assim como para os pensionistas do INSS, e ainda o requerente deve ser do sexo feminino.

As parcelas, que também são descontadas do salário do devedor, podem ser pagas entre 12 e 96 meses. Caso o solicitante do empréstimo queira quitar o valor antes do prazo, é possível. Basta negociar com o responsável pelo crédito.

Para os servidores públicos há o mesmo limite de 35% da renda líquida, igualmente acontece com os aposentados e pensionistas do INSS. Entretanto, como a renda dos servidores geralmente é maior, o valor do crédito tende a ser superior ao conseguido pelos beneficiários do INSS.

As taxas de juros para essa categoria são de, no máximo, 2,05% ao mês. Por isso, quem tem a oportunidade de pedir esse modelo de empréstimo frequentemente o faz, já que o valor das taxas compensa bastante quando comparado ao montante das de créditos pessoais.

Para realizar esse negócio, além de se encaixar em alguma das categorias de servidor público federal, a instituição para qual você trabalha precisa ter um convênio com a empresa responsável pelo empréstimo. Se ela não possuir, você pode pedir e analisar se existe essa possibilidade, já que esse é o único jeito de o credor firmar um contrato com um servidor público.

Essa categoria pode ter cartão de crédito consignado?

Sim, os servidores públicos federais também tem direito a um cartão de crédito consignado, se assim desejarem. Ele funciona da mesma maneira que para os aposentados e pensionistas do INSS, sendo que os usuários devem ter a idade mínima de 18 anos e máxima de 68 anos e 11 meses.

Onde é possível contratar um empréstimo consignado?

Há diversas empresas que disponibilizam o empréstimo consignado, como bancos e instituições financeiras. Ele pode ser feito pessoalmente em um estabelecimento ou até mesmo de forma totalmente online com organizações que realizam esse tipo de serviço, como a Youbo.

Na hora de contratar o seu crédito, observe quais são as vantagens que a instituição lhe oferece e se há praticidade para fechar o negócio. Lembre-se ainda de analisar com cuidado qual tipo de transação é melhor para o seu objetivo, se é o empréstimo com cartão de crédito consignado ou somente uma das duas opções.Depois de decidir qual modelo de serviço deseja pedir, planeje-se para que suas finanças sejam suficientes para pagar as outras contas do mês, além das parcelas do crédito. Agora que você já sabe todos os detalhes sobre o empréstimo consignado, que tal fazer uma simulação de crédito?

Afinal, como separar despesas pessoais das contas da empresa?

Você sabe como separar despesas pessoais das contas da empresa? Esse é um cuidado fundamental para todo empreendedor, pois permite o bem estar das finanças do seu negócio. A verdade é que sem essa prática o controle financeiro fica muito mais difícil e até mesmo a gestão empresarial, de um modo geral, fica prejudicada.

Com as contas separadas, é possível ver com mais clareza como o dinheiro da empresa está sendo gasto, ou seja, quanto está sendo investido em cada setor, em materiais e outros recursos, em cursos e qualificações e por aí vai. Assim, você pode avaliar periodicamente quais investimentos estão valendo a pena e quais fatores precisam de mais atenção, otimizando o fluxo do seu negócio.

Além disso, separar o patrimônio empresarial do pessoal é necessário para se manter de acordo com o princípio contábil da entidade e evitar problemas. Para ver dicas de como colocar isso em prática continue a leitura e fique de olho!

Crie uma gestão financeira pessoal e uma empresarial

A gestão financeira é de grande importância para que você se mantenha organizado e evite ter problemas em qualquer uma das áreas. No entanto é essencial que você tenha uma gestão para a sua vida pessoal e outra para o seu negócio.

Mantenha planilhas, tabelas ou cadernos distintos para fazer os registros e sempre anote tudo. Uma boa ideia é dividir as finanças em categorias: na vida pessoal, registre separadamente as despesas domésticas, os gastos com mensalidade e material escolar, a alimentação e por aí vai. Na empresarial, separe os gastos do aluguel de espaço (se houver), dos materiais utilizados no trabalho, entre outros.

Sempre registre tudo, até o que parecer mais insignificante. Em ambos os casos, acompanhe as finanças de perto, defina prioridades e objetivos e trace planejamentos. Assim, você mantém um maior controle e promove seu bem estar financeiro, tanto pessoal quanto empresarial.

Defina um salário mensal para você

Os lucros da sua empresa não são a mesma coisa que o seu lucro como empresário. O patrimônio do seu negócio não deve ser totalmente voltado para você, nem funcionar de acordo com o quanto você quiser retirar para si mesmo em cada mês. Achar que, por ser o dono, pode-se agir assim, é um grande erro de muitos empreendedores, capaz de os levar a enormes prejuízos.

A renda da empresa precisa ser adequadamente dividida entre o seu pagamento, o dos sócios e funcionários (se houver), o capital de giro e os investimentos, entre outros fatores. Portanto é essencial definir um salário para você e não retirar mais do que isso, tudo bem?

O valor dele deve ser definido de acordo com a realidade do seu negócio. Você pode realizar pesquisas para ter uma ideia do quanto outros empreendedores, em situações semelhantes às suas, estão recebendo, mas é fundamental estudar o caso da sua empresa em particular, de modo que não a comprometa.

Mantenha contas bancárias separadas

Esse é outro passo fundamental para se organizar e manter o controle financeiro da empresa de modo muito mais fácil. Ao manter contas bancárias separadas, você consegue identificar com mais clareza o que entra e o que sai, os pagamentos realizados e recebidos etc.

Também fica mais fácil, assim, realizar o Imposto de Renda e identificar os seus lucros reais. Por mais que você considere tranquilo manter uma conta só, é preciso admitir que isso traz uma maior margem de erro na hora de definir o que é seu e o que é do negócio.

Tenha reservas mensais para você e seu negócio

Na vida pessoal, manter uma reserva de emergência é fundamental. Imprevistos acontecem e precisamos estar preparados, protegendo nossa saúde, nosso bem estar e nossa qualidade de vida, não é mesmo? Bom, sua empresa também precisa de uma reserva.

O mercado está sempre passando por mudanças, com momentos prósperos e outros nem tanto. As crises acontecem e, além disso, sua própria empresa passa por fases, tendo períodos com lucros mais altos e outros menores. Por essas razões, é importante se preparar e se prevenir, construindo um fundo ao qual você possa recorrer se o seu negócio precisar.

Mantenha uma reserva pessoal e uma empresarial! É interessante procurar investir nelas todos os meses, então busque incluir isso na sua gestão.

Aposte em planos corporativos

Outra ideia é evitar fazer contas para a sua empresa com seu nome de pessoa física. Ao invés disso, faça-as como pessoa jurídica, colocando no nome do seu negócio. Assim, fica mais fácil fazer a contabilidade de maneira adequada, sem misturar as coisas.

Além disso, muitos planos oferecem descontos e condições diferenciados para pessoa jurídica, o que já contribui para os gastos do negócio. Vários planos de telefone e até concessionárias oferecem essas vantagens, desde que os serviços sejam destinados ao uso empresarial.

Pesquise, informe-se e encontre as melhores alternativas. Caso você tenha sócios, não deixe de discutir essas questões com eles.

Utilize um cartão de crédito corporativo

Por fim, mas não menos importante, outra dica para não misturar as coisas é utilizar um cartão de crédito para empresas. Não utilize seu cartão pessoal para gastos do seu negócio, nem mesmo se forem “pequenos” detalhes, como o estacionamento.

Saber utilizar esse recurso é fundamental para evitar dívidas, e manter os seus gastos separados é uma forma de garantir mais segurança para sua vida financeira, tanto pessoal quanto empresarial. Nesse mesmo sentido, não utilize cheques pessoais para o seu negócio.

Além de todas essas dicas, vale lembrar que contar com a ajuda de um profissional para cuidar das finanças de uma empresa pode fazer toda a diferença. Assim, avalie essa possibilidade para o seu negócio! Além disso, uma rotina administrativa mensal, para controlar entrada e saída e garantir um fluxo saudável, é um cuidado indispensável.

Espero que tenha gostado das dicas de como separar despesas pessoais das contas da empresa! Se este conteúdo ajudou você, aproveite para complementar a sua leitura com tudo o que você precisa saber sobre cartão de crédito!

Como crescer com Empréstimo para Empresas sem garantias reais?

A primeira pergunta que todo empreendedor com um objetivo bem definido para a sua empresa deveria fazer é: o que posso fazer para incentivar o crescimento da minha empresa? O que queremos propor como resposta é uma ideia diferente do que muitas pessoas responderiam de imediato. Não, não iremos falar que você deveria utilizar seu capital próprio. 

Ainda que tenha dinheiro em caixa, uma saída rápida para não mexer nessa quantia é com empréstimo para empresas, 100% digital e sem garantias reais, ou seja, sem nenhuma garantia da sua empresa. 

Você mantém o fluxo do seu caixa e ainda vai ter uma renda alternativa para fazer reformas, comprar estoque, equipamentos, pagar despesas com funcionários, manutenções, troca de maquinários e muitos outros, sem precisar oferecer garantias da empresa para isso.

E o principal, sem precisar esperar muito para ter o dinheiro necessário para o investimento na conta da empresa! 

Como?

É o que vamos explicar para você.

Empréstimo online, rápido, fácil e sem burocracias

Como faço para conseguir crédito para minha empresa? Essa pode ser a sua principal dúvida. Grandes bancos tradicionais têm sido os principais lugares procurados pelas pequenas e médias empresas para pedirem dinheiro. Juntos, esses bancos concederam R$ 1,46 trilhões em empréstimos para pessoas jurídicas, em 2018.

Em tempo onde tudo é online e pensando na facilidade e comodidade das pessoas, as Fintechs de crédito para empresas surgiram com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de empréstimos para pessoa jurídica. 

Então, o que antes gerava muita dor de cabeça para o empreendedor, passou a ser a grande saída para aqueles que precisavam de apoios financeiros rápidos. Geralmente, os que mais tinham dificuldade de conseguir crédito eram os pequenos e médios empresários, que precisavam de inúmeras documentações e comprovações e muitas vezes não eram atendidos.

Nesse caminho, assim como em todas as decisões empresariais, para que essa seja realmente vantajosa, é necessário bastante planejamento. Você já sabe quanto dinheiro é realmente necessário? Para que você utilizará esse dinheiro? 

Se sim, a boa notícia é que agora tudo é feito online e em poucos minutos, sem a empresa precisar apresentar garantias reais

Mas empréstimo online é confiável?

Crédito é a confiança de uma pessoa em outra. Por isso, não se assuste caso fintechs peçam alguns dados e documentos como CNPJ e Contrato Social. Isso é a maneira que empresas de tecnologia constroem confiança e avaliam a capacidade de pagamento de um financiamento que a empresa possui.

O mais importante é: Cuidado com armadilhas! Empreendedores devem estar atentos a alguns pontos antes de pedirem empréstimos digitais. Confira alguns que separamos para você:

  • Não Faça Depósitos Antecipados;
  • Consulte o CNPJ da empresa no Banco Central para saber sua veracidade;
  • Não pague qualquer tipo de taxa de avaliação;
  • Procure na internet sobre a fintech que está oferecendo crédito;
  • Consulte as principais reclamações sobre a empresa no Reclame Aqui;
  • Olhe as redes sociais da empresa e suas atualizações;
  • Consulte a reputação da empresa em sites de avaliação como Trustpilot;
  • Atente-se para o e-mail da empresa, empresas não confiáveis costumam utilizar domínios públicos (ex: [email protected], [email protected]…). Empresas confiáveis, costumam ter domínios privados (ex: [email protected]).

Fintechs de crédito como uma boa opção de apoio financeiro ?

A competição no mercado sempre beneficia o cliente. O crescimento da oferta de crédito, graças às Fintechs, gera uma competição sadia entre concorrentes. Na busca por novos clientes, as empresas baixam as tarifas e os juros. 

E se atrair clientes com taxas mais atrativas não for suficiente,  é natural que elas busquem por um relacionamento cada vez mais próximo com seus clientes, oferecendo, na maioria dos casos, um atendimento mais personalizado, olhando de perto para as necessidades e resolvendo problemas cada vez maiores de seus consumidores.

As startups que atuam no mercado financeiro oferecendo crédito se tornaram uma ótima opção para os empreendedores. Essas empresas oferecem agilidade e menos burocracia, processos mais simples que garantem ao tomador de crédito a rapidez que ele precisa para poder se concentrar na tarefa mais importante: fazer a sua empresa crescer. 

Planejando o  seu empréstimo

Uma dica: planejar faz toda a diferença na hora de conversar com os analistas de crédito que irão tirar dúvidas com você. Além disso, um financiamento nunca deve ser feito sem organização financeira, porque pode acabar comprometendo a saúde da sua empresa. 

Antes de pedir qualquer empréstimo é super importante fazer uma análise do cenário atual do seu negócio e, depois de um bom planejamento financeiro,  começar a pensar em qual o valor do crédito necessário para o seu investimento. Seja específico, saiba qual é a sua real necessidade com a empresa. Um bom planejamento permite o crescimento, mantendo o controle administrativo do negócio, sempre focando em não comprometer a  saúde financeira da empresa.

Como minhas finanças pessoais podem impactar no empréstimo para empresas?

O primeiro passo para uma trajetória empresarial de sucesso é separar as contas pessoais das empresariais. Para ter uma visão mais correta da rentabilidade do negócio, a conta bancária PJ é uma decisão necessária. Um exemplo: pense um empreendedor jovem que decide abrir uma barraca de limonada. Ele vende 10 limonadas por dia a 10 reais, totalizando 100 reais. O limão para essas limonadas custa 40 reais. O lucro dele seria 60 reais. Mas como ele usa o dinheiro para pagar o aluguel em casa de 2 mil reais, o jovem tem sempre a impressão que está com prejuízo, quando na verdade ele tem um bom lucro!

Mesmo com esse cuidado, manter zeradas todas as pendências pessoais que possam atrapalhar a concessão desse valor é super importante. Empresas que dão as ofertas de crédito vão realizar consultas às contas dos sócios e podem decidir não emprestar a empresas que tenham sócios em situação difícil. Vida financeira organizada é sempre a melhor opção para ser um empreendedor de sucesso!

Saiba sobre os juros e CET cobrados

Saber as condições do crédito ofertado também é muito importante, por isso tenha sempre em vista todos os custos cobrados pelas instituições financeiras que oferecem empréstimos para empresas de pequeno e médio porte. 

Para facilitar a vida do consumidor ao comparar as diferentes ofertas de crédito feitas por instituições financeiras, o Banco Central Brasileiro estipulou através da resolução nº 3.517, que seja divulgado o Custo Efetivo Total (CET) no momento da contratação do empréstimo. A CET é uma taxa que é calculada levando em consideração todos os encargos e despesas envolvidos na operação de crédito, incluindo os juros, tributos, seguros, custos relacionados a registro de contrato e outras despesas cobradas na operação, o que faz com que a taxa real aumente. Assim, nem sempre a instituição com a menor taxa de juros é mais vantajosa para a consumidor, quando considerados todos os outros custos envolvidos. Resumindo, o empréstimo mais vantajoso é aquele que possui a menor CET.

Sua empresa consegue pagar as parcelas?

Para garantir que os cálculos e planejamento financeira estejam corretos e completos, recomenda-se buscar uma assessoria contábil para apoiá-lo e, para facilitar a organização, utilizar ferramentas de gestão e planilhas de organização financeira. Isso auxiliará no momento de contrair o empréstimo e também na administração no decorrer do pagamento das parcelas. 

Imagine um caso prático onde sua receita mensal seja de R$10.000, seu lucro seja de R$2.000 (margem de lucro de 20%) e o seu empréstimo de R$20.000 seja pago em 12 parcelas de R$2.122. Em um mês normal, o seu lucro não será suficiente para honrar seus compromissos. Caso o empréstimo fosse de um valor de R$10.000, com parcelas de R$1.050 seria mais adaptado a realidade da sua empresa.

Conseguindo empréstimos sem garantia reais

Estando com o “nome limpo” e situação fiscal regularizada, sem nenhuma dívida, o processo de solicitação de crédito é simples e rápido quando realizado através de fintechs, como por exemplo, a BizCapital, que concede empréstimo para empresas em até 24 horas.

Quanto mais organizado for o negócio, mais rápido entra o dinheiro na conta da empresa. Quem quer crescer tem pressa e a Biz sabe disso!

O pedido do empréstimo é rápido e leva só 2 minutos para ser preenchido. Que tal fazer sua simulação rápida e sem compromisso agora mesmo?

Esse texto foi escrito pelo time da BizCapital, que é uma Fintech de Empréstimo para Empresas, que tem como propósito ajudar pequenas e médias empresas a crescerem.

Seguro auto: o guia definitivo sobre todos os tipos de automóveis

Neste artigo, vamos apresentar um guia definitivo sobre o seguro de todos os tipos de automóveis — carros, motos e caminhões. O conteúdo será separado em três etapas, nas quais serão abordados detalhes sobre cada critério do seguro, o que é avaliado pelas seguradoras, qual o perfil do segurado e as vantagens de cada cobertura. A primeira será o seguro auto!

Após trazermos os detalhes dessa modalidade, você poderá encontrar mais informações sobre o seguro para motos e, finalmente, sobre o seguro para caminhões. É importante fazer essa diferenciação, pois há mudanças significativas em cada cobertura, seja na análise do perfil de quem contrata, seja nos valores ou até mesmo no que cada produto engloba.

Esperamos que você aprecie o artigo. Siga em frente para saber mais!

Entenda como funciona o seguro de carro

É difícil imaginar alguém disposto a comprar um carro no Brasil e abrir mão de um bom seguro. Afinal, além dos riscos de acidentes e perda do investimento no bem, os roubos de veículos contam com índices assustadores no país.

Além disso, o seguro auto cobre outros sinistros e muitos deles oferecem assistências extras, que dão o suporte necessário para o proprietário no dia a dia, com apoio para troca de pneus, vidros e outros problemas que podem surgir no trânsito.

Acompanhe a leitura para saber mais sobre como funciona o seguro de carro e com o que você pode contar quando contratar um!

Quais são os critérios avaliados?

Há uma série de fatores que são levados em conta na hora de estipular o preço de um seguro auto. O primeiro deles é, claro, o valor do automóvel. No entanto, ele não é a única questão avaliada — inclusive, modelos da mesma categoria e com preços similares podem ter valores de seguro bem diferentes.

Isso ocorre por uma série de critérios, que levam em conta:

  • o uso que se faz do automóvel (para lazer e trabalho, ou apenas para um deles);
  • a idade do motorista;
  • se o condutor é casado ou solteiro;
  • bairro onde o carro ficará estacionado por mais tempo, entre outros.

Em relação aos furtos, as seguradoras contam com bancos de dados que fazem cruzamentos de informações a respeito de locais e modelos de carro específicos. É possível, por exemplo, que um carro da mesma categoria de um similar de outra montadora seja mais frequentemente roubado. Essas estatísticas ajudam a seguradora a fazer o cálculo de seguro de carro, entender os riscos e a estipular o preço da cobertura do veículo.

Por isso, quando se vai comprar um carro, é importante levar em conta essas questões, para não ser surpreendido com o valor cobrado pelas seguradoras depois. Muitas vezes, quando se coloca os números no papel, pode sair mais barato adquirir um veículo um pouco mais caro, mas que tenha valor de seguro mais barato.

Qual é o perfil do segurado?

Sabe-se que o perfil do segurado é uma das questões avaliadas na hora de elaborar o valor do seguro auto. Isso ocorre porque, estatisticamente, alguns perfis oferecem mais risco do que outros.

Motorista mais jovem paga mais

Um condutor com 18 anos de idade, que acabou de tirar sua permissão para dirigir e quer fazer o seguro do seu automóvel, provavelmente oferece mais riscos de se envolver em um acidente do que um motorista mais experiente, de 40 anos de idade. Isso não significa, é claro, que os jovens condutores vão sofrer acidentes e que os experientes jamais cometerão um erro na direção. Porém, estatisticamente, o risco é maior para condutores que estão começando a sua vida como motoristas.

Condutor casado e com filhos paga menos

Além da idade, outro fator levado em consideração pelas seguradoras é o estado civil do motorista. Pessoas casadas — e, principalmente, aquelas com filhos — em geral, dirigem com mais cuidado do que as solteiras. O próprio perfil de uso do carro é diferente: enquanto um costuma levar e buscar os filhos na escola e fazer passeios em família, o outro sai mais à noite, em geral dirige em maior velocidade e leva um estilo de vida considerado mais arriscado.

Mais uma vez, isso não é uma regra, porém, a estatística manda as seguradoras levarem esse dado em conta na hora de estipular o valor a ser pago pelo seguro do automóvel.

Motoristas mulheres pagam menos

Ainda de acordo com as estatísticas, as mulheres se envolvem em menos acidentes de trânsito do que os motoristas homens. Consideradas mais cuidadosas, em média elas respeitam as sinalizações e regras de forma mais ampla e, por isso, têm o benefício de contar com um valor mais baixo quando procuram uma seguradora para o seu carro.

Endereço também influencia valor

O bairro onde o motorista vive também influencia o valor do seguro. Residências localizadas em CEPs cujos registros de sinistros são maiores tendem a pagar valores mais altos pelo seguro auto. É importante destacar que, mesmo a poucos metros de distância, o valor do seguro já pode mudar — é uma questão meramente estatística.

A disponibilidade de garagem também é algo que faz diferença. Proprietários de veículos que vivem em casas ou apartamentos com um lugar protegido para estacionar certamente terão um valor menor a pagar pelo seguro auto.

Como funciona a cobertura do seguro?

O seguro auto, em geral, conta com coberturas básicas que incluem danos em caso de colisão, furto, incêndio ou roubo, seja de forma parcial ou integral. Há planos no mercado que incluem mais do que isso, como a cobertura da Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V). Dessa forma, caso algum dano seja causado a terceiros (seja corporal ou material), o seguro também cobre o prejuízo ou custos médicos.

Há outras coberturas do seguro auto que podem ser incluídas, a critério do contratante. Entre elas, estão as assistências — geralmente incluem guincho, carro reserva, proteção a vidros e, até mesmo, reembolso de despesas extraordinárias. Esse último é acionado quando é necessário utilizar outro meio de transporte enquanto o carro não foi consertado ou, ainda, quando há despesas para fazer novos documentos para o automóvel.

Um detalhe importante é que, quando o carro é financiado, o banco geralmente é quem recebe o prêmio da seguradora, especialmente nos casos de perda total. A não ser que o proprietário do veículo quite o financiamento ou faça algum tipo de negociação, o valor do seguro é repassado a empresa à qual o carro está alienado.

Quais são as vantagens?

A grande vantagem de ter um seguro auto é saber que, de alguma forma, o prejuízo em caso de roubo, furto, acidente ou outro sinistro será minimizado. Mesmo que o veículo ainda esteja alienado à financeira, a chance de ter a cobertura dos pagamentos que ainda restam ser feitos já é um benefício e tanto! 🙂

Mas as vantagens do seguro vão além, e podem incluir:

  • disponibilização de carro reserva para utilização enquanto o veículo é consertado ou substituído;
  • assistências 24 horas para guincho, entre outros;
  • coberturas que vão além dos danos materiais, incluindo danos corporais.

Veja os critérios do seguro de motos

Quem prefere rodar por aí a bordo de uma moto também deve se precaver e garantir a contratação de um bom seguro. Acompanhe para ver mais informações a respeito desse produto!

Quais são os critérios avaliados?

De forma geral, o seguro destinado a motocicletas é proporcionalmente mais caro do que o oferecido para automóveis. Isso ocorre, principalmente, por causa da maior incidência de acidentes com motos.

O maior índice de roubos e furtos é outro fator que se leva em conta na hora de calcular o seguro de uma moto. Por ser um meio de transporte mais leve e mais fácil de ser carregado de um lugar a outro, os ladrões costumam ver nesses veículos uma oportunidade de levarem vantagem.

Qual é o perfil do segurado?

Assim como no seguro auto, o seguro para motocicletas também leva em conta o perfil de quem contrata o serviço. Ou seja, se é jovem ou mais experiente, se é casado ou solteiro, se já se envolveu em acidentes anteriormente, em que bairro vive e todos os demais critérios usados para cobrir um carro também são considerados.

Outro detalhe importante: profissionais como motoboys costumam ter mais dificuldades na contratação de seguros para suas motos. Isso ocorre pela utilização do veículo, que é muito grande, aumentando as chances de um sinistro ocorrer e, também, o preço cobrado pela cobertura. Ainda assim, há opções no mercado.

Como funciona a cobertura do seguro?

Há diversos tipos de coberturas. Como o seguro para moto costuma ter um valor proporcionalmente mais elevado, muitos condutores preferem as modalidades mais simples, que incluem apenas a cobertura contra roubo ou furto.

No entanto, é possível contratar um produto que tenha uma amplitude maior, incluindo:

  • colisão;
  • granizo, vendaval, raios e outros fenômenos da natureza;
  • explosão;
  • queda de objetos sobre a moto;
  • capotagem, entre outros.

As condições para motocicletas financiadas, em geral, são as mesmas dos carros — enquanto o veículo está alienado à financeira, o prêmio é repassado ao banco, exceto se for feita alguma negociação diferente disso ou o proprietário quitar os pagamentos.

Quais são as vantagens?

Apesar da maior dificuldade em contratar seguro para moto, há opções no mercado que incluem diversas vantagens. Entre elas:

  • seguro sem pagamento de franquia em caso de perda total;
  • assistências 24 horas que incluem troca de pneus, guincho e chaveiro;
  • tranquilidade para rodar, sabendo que haverá cobertura em caso de sinistro.

Descubra como é um seguro de caminhões

Para quem viaja pelas estradas brasileiras a bordo de um caminhão, a contratação de um seguro é fundamental. Seja para minimizar prejuízos de um acidente ou roubo de cargas, as coberturas contra sinistros dão mais tranquilidade para esses profissionais que rodam pelo Brasil inteiro. Saiba mais a respeito!

Qual são os critérios avaliados?

Entre os principais critérios usados para conceder a cobertura para caminhões, destacam-se:

  • peso do caminhão;
  • trajetos que costuma fazer (caminhões que circulam dentro de um único Estado pagam menos pelo seguro do que aqueles que transitam por todo o país);
  • modelo do caminhão e da carroceria;
  • tipo de carga que transporta;
  • se o caminhão é do motorista ou de uma empresa.

Qual é o perfil do segurado?

Diferentemente do seguro auto e das coberturas para motos, o seguro focado em caminhões não traz tanto peso na idade e no gênero do motorista. Afinal, para dirigir um veículo do porte de um caminhão, o profissional deve ter uma considerável experiência como condutor.

No entanto, o perfil do motorista ainda é levado em conta. Condutores que se envolveram em acidentes anteriormente tendem a pagar mais pelo serviço, já que podem ser considerados mais imprudentes na direção.

Como funciona a cobertura do seguro?

Há, basicamente, dois tipos de cobertura para caminhão.

Básica

Essa cobertura inclui os itens essenciais que um motorista busca em um seguro de caminhão, como proteção contra roubos, furtos e acidentes. Em alguns casos, incêndios e explosões podem estar incluídos na cobertura básica, mas pode ser necessário ter que pagar a mais para isso.

Compreensiva

A cobertura compreensiva vai além da básica, protegendo também contra fenômenos da natureza, como alagamentos, enchentes e outras situações que possam danificar o caminhão.

Além dessas duas, há coberturas consideradas opcionais, que devem ser contratadas sob demanda — e que têm uma cobrança adicional. Entre as mais populares, estão as coberturas para cargas transportadas, carrocerias, proteção para terceiros que se envolvam em acidentes, entre outras.

Quais são as vantagens?

Assim como no seguro auto e no seguro para moto, o principal benefício do produto voltado a caminhoneiros é realmente a tranquilidade de contar com apoio em caso de sinistros. Mas há seguradoras que oferecem outras vantagens, como as assistências 24 horas. Elas são ainda mais fundamentais para os caminhoneiros, pois podem ser necessárias no meio da estrada, onde é sempre mais difícil acessar determinados tipos de serviços.

Entre as principais assistências oferecidas no mercado estão:

  • chaveiro;
  • guincho;
  • assistência em viagem;
  • suporte em caso de pane elétrica ou mecânica.

Assim, chegamos ao final de nosso guia definitivo sobre seguro auto para todos os tipos de veículos. Ao longo do artigo, buscamos trazer informações detalhadas a respeito do assunto, para ajudá-lo a tomar a melhor decisão a respeito do seu carro, moto ou caminhão.

Sabe-se que, no Brasil, as chances de ocorrer algum sinistro durante o ciclo de vida de um automóvel é bastante elevado. Por mais que o motorista seja cuidadoso na hora de dirigir, as chances de roubo ou furto permanecem altas, e é preciso garantir o bem de alguma forma. O seguro auto surge como uma excelente opção para alcançar esse objetivo.

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