Guia prático para organizar as finanças para o próximo ano

Organizar as finanças costuma ser um desafio para a maioria das pessoas. O assunto vem sendo cada vez mais falado, mas a educação financeira ainda não é uma parte tão forte da nossa cultura, não é mesmo? Bom, mas não precisa se apavorar: é possível descobrir essa prática e começar a utilizá-la em nosso dia a dia, aproveitando de seus benefícios.

Sim, saber organizar seu dinheiro é muito importante por diferentes razões. Por mais que pareça difícil, saiba que todos podemos aprender a lidar melhor com nossas finanças e que isso vale muito a pena. Se você quer começar esse novo hábito, ou quer melhorá-lo ainda mais, continue a leitura e confira este guia que preparei! Vamos lá?

1. Por que vale a pena organizar as finanças?

Para iniciar um novo hábito e, principalmente, para mantê-lo, é essencial sabermos qual é nossa motivação. É por isso que, antes de passarmos para as dicas práticas, precisamos refletir sobre a importância da organização financeira.

Bom, uma das primeiras vantagens aqui é o controle de gastos e a tranquilidade que isso traz para nossa vida. Acumular dívidas ou gastar mais do que podemos no nosso orçamento, por exemplo, são fatores de alto estresse, além de gerarem outros prejuízos, não é mesmo? Essas são dores de cabeça que organizar as finanças nos ajuda a evitar.

Outro ponto é que o descontrole com o dinheiro muitas vezes nos impede de conseguir algo que desejamos, seja um bem material, como um automóvel, ou uma experiência, como uma viagem, por exemplo. A organização pode contribuir bastante com o alcance de certos desejos e objetivos, nos permitindo utilizar as finanças de forma mais equilibrada e consciente.

Por fim, lembre-se que é sempre importante se preocupar em ter uma reserva financeira, para o caso de emergências ou para o seu futuro. Assim, essa prática também é vantajosa para juntar patrimônio, cuidar de você mesmo e da sua família e se prevenir.

2. Como identificar e lidar com seus ganhos e gastos?

Os primeiros passos para se organizar financeiramente incluem conhecer os seus ganhos líquidos, identificar seus gastos e começar a pensar em possíveis mudanças. Assim, você passa a ter um controle maior sobre seu orçamento. Separei algumas dicas básicas para ajudar nesse momento. Olha só!

Liste seus ganhos e suas despesas

Para começar, pegue um caderno ou alguma outra ferramenta e anote o quanto você ganha por mês, ou seja, o valor líquido do seu salário e uma média das suas rendas extras, se houverem. Caso você não tenha uma renda fixa, como é comum entre trabalhadores autônomos, confira os ganhos dos últimos meses para poder ter uma média.

Lembre-se que, apesar dessa estimativa, será sempre importante considerar, na sua organização financeira, que os números podem mudar, tudo bem? Isso é válido para qualquer profissional, mas principalmente para os autônomos. Assim, você se mantém mais preparado para imprevistos.

No segundo momento, é preciso anotar todas as suas despesas. Você pode dividi-las entre fixas (como as contas de casa) e variáveis (como lanches, passeios e vestuário). É uma boa ideia levar em conta pelo menos os gastos dos últimos três meses, para ter uma visão mais realista de como as coisas andam ultimamente.

Inclua todos os gastos, até mesmo os bem pequenos, como o cafézinho depois do trabalho, por exemplo. Por mais que eles pareçam insignificantes, juntos eles fazem muita diferença nas suas despesas. Para começar a acompanhar seus gastos, passe a guardar todas as notinhas e ficar atento às faturas dos cartões.

Passe a priorizar os gastos importantes

Considerando tudo o que foi explicado no tópico anterior, é hora de perceber quais são suas despesas mais importantes e começar a dar prioridade a elas no seu orçamento. Entram nesse grupo, por exemplo, as contas de luz, água e telefone, a alimentação, as outras despesas da casa (como o IPTU) e o transporte.

Isso não significa que você não pode buscar meios para economizar com esses gastos também. É importante sim ficar atento para que eles não sejam exagerados, não gastando água em excesso, por exemplo. Contudo, não sacrifique a sua segurança ou a sua saúde.

Saber quais despesas devem ser priorizadas é importante para que esse seja o primeiro foco do seu orçamento. Quando isso é praticado, você tem mais tranquilidade para usar o que sobrar com seus objetivos e seu fundo de emergência.

Corte gastos supérfluos

Na nossa cultura, é comum fazermos gastos desnecessários, com coisas que não fariam nenhuma falta em nossas vidas. Isso acontece, por exemplo, com o exagero de consumo de fast foods ou com a compra excessiva de vestuário, mas também pode ocorrer com fatores maiores e mais caros.

Para sua organização financeira, é muito importante se conscientizar sobre esses gastos supérfluos e cortá-los do seu orçamento. Não estou sugerindo, no entanto, que você abra mão completamente do seu lazer, mas sim que você tenha equilíbrio. Uma boa ideia é estipular um limite para investir por mês nas suas saídas e em outros elementos de prazer. Siga isso com responsabilidade e não extrapole.

Se lembrar dos seus objetivos e metas também é uma dica para ajudar a se controlar. Lembre-se que os gastos exagerados podem interferir diretamente nesses investimentos e, portanto, tome cuidado.

3. O que fazer para quitar as dívidas?

Antes de começar a investir em um desejo ou um projeto, é de extrema importância que suas dívidas estejam quitadas. Assim, você terá uma base mais sólida para o seu patrimônio , além de evitar problemas e preocupações ao ir atrás do que você quer.

As dívidas podem ser uma dor de cabeça em várias situações, inclusive em certas negociações com o mercado. Desse modo, eliminá-las é, inclusive, uma ideia sobre como aumentar o score. Confira a seguir algumas dicas para lidar com esse problema!

Procure negociar com as instituições

Você pode procurar as instituições para tentar renegociar suas dívidas. Isso é válido para que você possa quitá-las e passar a ter mais tranquilidade quanto às suas finanças. Em muitas renegociações é possível conseguir benefícios como a redução de juros, por exemplo, o que já traz maior facilidade.

Além disso, se você já tem uma quantia para começar a pagar, utilizá-la na sua negociação também pode ser vantajoso. Por fim, lembre-se que muitas vezes é indicado dar prioridade para o pagamento de dívidas que têm os maiores juros.

Crie seu orçamento e planeje-se

Com base nos passos que comentei anteriormente, sobre conhecer o seu orçamento e suas despesas essenciais, você pode fazer um planejamento para quitar suas dívidas. Leve em conta o seu ganho mensal, seus gastos e o valor das dívidas (sem esquecer dos juros, que farão esse valor continuar crescendo) e veja o quanto você pode separar do seu salário para esse objetivo.

Pode ser importante cortar alguns gastos, que não sejam tão necessários, enquanto você está resolvendo esse problema. Evitar a compra de roupas e acessórios é um bom exemplo disso. Dê prioridade às suas dívidas e pense nos benefícios que quitá-las traz para sua vida.

Uma outra opção, que pode ajudar nesse momento, é obter um empréstimo, como o consignado. No entanto, é preciso muito cuidado para escolher a melhor opção e não dever ainda mais, ou tendo algum prejuízo. Você pode pedir a ajuda de alguém de confiança, que entenda do assunto, para auxiliar na escolha. Não deixe também de realizar pesquisas e avaliar bem suas possibilidades.

4. Como organizar as despesas obrigatórias?

Como já foi comentado ao longo do texto, existem algumas despesas que são obrigatórias no nosso orçamento. É o caso, por exemplo, do IPVA, do IPTU, das contas de água e luz e do material escolar. Essas despesas fazem parte do grupo das mais importantes, como também já foi falado. Portanto, saber como organizá-las é essencial para uma boa organização das finanças. Confira algumas dicas que separei sobre isso!

Registre e acompanhe tudo

Tenha todas as suas despesas obrigatórias registradas detalhadamente, ou seja, especifique do que cada uma se trata, seu valor e sua data de vencimento, por exemplo. Faça isso com as contas de todos os meses e não deixe de acompanhar esse registro. Você pode também estipular as datas em que pretende pagar cada uma. Quando um pagamento for feito, marque isso no seu registro para ajudar no seu controle.

Fazer um registro é importante para todos os seus gastos e seu planejamento, sendo que diversas ferramentas podem auxiliar. Planilhas, tabelas, cadernos e aplicativos são alguns dos exemplos mais utilizados, sendo que cada pessoa precisa descobrir o que funciona melhor para si. Colocar lembretes para pagar essas despesas também é uma boa ideia.

Tenha disciplina

Essa dica é válida para qualquer um dos assuntos abordados aqui. É importante ter disciplina para anotar todos os gastos e pagamentos feitos e para priorizar suas dívidas e outros objetivos, por exemplo. No caso dos registros, comentados acima, é necessário ter disciplina para anotar tudo sempre, por mais que algo pareça insignificante.

No caso das despesas obrigatórias, é importante se disciplinar para priorizá-las, economizar para elas (se necessário) e para pagar nos prazos. Preste bastante atenção a elas, pois assim, além de evitar dívidas, você também zelará por sua qualidade de vida, saúde e segurança.

5. Como juntar dinheiro para fundos de emergência e investimento?

Outra ação importante na organização das finanças é separar uma parte para um fundo de emergência. Isso é essencial para a sua segurança e da sua família, afinal a vida pode ser cheia de imprevistos.

Uma reserva financeira vai ajudar, por exemplo, no caso de uma crise econômica no país, se aparecer alguma questão de saúde na família ou se a sua renda com o trabalho diminuir. É claro que ninguém deseja essas coisas, mas se prevenir é fundamental.

Além disso, outro ponto importante é economizar para o investimento em algum objetivo, sonho ou projeto. Isso pode ser bem variado: adquirir um carro, uma casa, realizar uma viagem ou fazer uma transição de carreira são alguns exemplos. Seja como for, algumas dicas podem ajudar a juntar os recursos necessários.

Uma ideia é reservar mensalmente uma quantia para o fundo de emergência e o seu investimento, se possível. Além disso, você pode fazer o uso do 13º salário, por exemplo. Confira algumas dicas para essa tarefa!

Saiba onde guardar

Manter as suas reservas em casa é uma das opções, mas é preciso avaliar se isso é realmente vantajoso. Saber que o dinheiro está ali, bem pertinho de você, pode ser muito tentador, não acha? Assim, a dica é colocá-lo em um fundo de investimento. Existem diferentes alternativas aqui, como o tesouro selic, a poupança e os fundos de renda fixa.

É necessário, portanto, avaliar cada um deles para escolher a melhor opção. Pesquisar em várias referências e conversar com pessoas de confiança que entendam do assunto são boas ideias. Leve sempre em conta o seu caso em particular, pois as alternativas mais favoráveis podem variar de acordo com a sua situação.

Planeje-se e tenha responsabilidade

Como em todas as outras etapas da organização financeira, o planejamento aqui também é essencial. Estude seu orçamento e seus gastos para saber quanto você pode dedicar a esses fundos a cada mês. No caso da sua reserva para conquistar objetivos, por exemplo, você pode criar metas de curto, médio e longo prazo para acompanhar e se organizar melhor.

Lembre-se, ainda, que a responsabilidade e a disciplina aqui também são essenciais. Fique atento aos cuidados que você pode tomar para não fazer dívidas que podem prejudicar os seus fundos.

Saber como usar o cartão de crédito, por exemplo, faz toda a diferença. Não o utilize em excesso e dê sempre prioridade para pagar as coisas a vista, pois parcelar cartão de crédito é algo bem arriscado, por mais que pareça vantajoso. Os juros são altos e há grandes chances de a dívida virar uma bola de neve.

Converse com a família

Por fim, mas não menos importante, sugerimos conversar com a família sobre organização financeira. Fale sobre as mudanças que podem ser feitas (como o corte de certos gastos), explique os motivos e sua importância e peça a colaboração de todos. Assim, tudo fica mais fácil e mais pessoas se tornam conscientizadas.

A organização financeira não precisa ser o bicho de sete cabeças que ela parece. Lembre-se que se trata de um hábito e, portanto, com o tempo tudo se torna mais fácil e natural.

O que achou dessas dicas de como organizar as finanças para o próximo ano? Fique por dentro de mais conteúdos e novidades assinando a nossa newsletter!

Guia completo sobre manutenção preventiva de carros

Todos sabemos que os automóveis são um passaporte para a liberdade. Apesar disso, existem detalhes aos quais os proprietários precisam ficar atentos, garantindo a durabilidade desse bem ao longo dos anos. Nesse sentido, poderíamos falar da importância dos seguros, mas existe uma necessidade ainda mais recorrente: a manutenção de carros!

Esse é o procedimento responsável pela saúde mecânica do veículo, sendo fundamental que o proprietário preste atenção no calendário de revisões, sempre respeitando as datas e os períodos de substituição das peças. Assim, se garante o melhor desempenho possível do automóvel.

Por isso, elaboramos este post especial sobre o tema. Aqui, você aprenderá as principais curiosidades no assunto, entendendo os intervalos de manutenção, os aspectos que influenciam na depreciação do seu carro e muito mais! Portanto, não perca tempo e acompanhe esta leitura!

1. O conceito e o momento adequado da manutenção preventiva

De certo modo, existem dois tipos de manutenção que importam para o consumidor final, a corretiva e a preventiva. Como o nome sugere, a manutenção corretiva é encarregada dos reparos cruciais, ou seja, ela só é necessária depois que algum problema já aconteceu.

Por outro lado, a preventiva trabalha justamente na prevenção desses problemas, examinando o desgaste nas peças antes que ele se alastre para os demais componentes do veículo. Por conta disso, é possível entender os dois procedimentos de uma maneira bem ilustrativa:

  • a manutenção preventiva é simples e econômica, como, por exemplo, a reposição de água e fluido no motor. Por isso, ela é capaz de evitar grandes prejuízos;
  • a corretiva é necessária quando o proprietário foi negligente, ignorando os procedimentos acima. Então, o motor superaquece e funde, exigindo uma retífica completa.

Mas esses não são os únicos exemplos, pois dentro da preventiva existe uma série de procedimentos rápidos e fáceis, que evitam que o proprietário circule de maneira irregular, como a verificação do estado dos pneus, lâmpadas, faróis e afins.

Então, chega a hora da verdade: qual o momento certo para realizar a manutenção preventiva? Bem, essa resposta pode variar um pouquinho de acordo com o seu carro, já que algumas montadoras escolhem intervalos mais longos para as inspeções.

Mas, geralmente, esse período é indicado no manual do veículo, sugerindo o checkup a cada 10 mil quilômetros rodados ou seis meses, o que acontecer primeiro. Com isso, as fabricantes conseguem atender todos os consumidores, independente da intensidade do uso.

2. Os aspectos que mais influenciam na depreciação

O estado da pintura, a condição dos pneus e a conservação da lataria — de maneira geral, esses são os principais critérios que interferem no valor do seu modelo no mercado. Inclusive, esse é um ponto muito interessante para se discutir dentro desse tema, pois a manutenção pode ajudar muito na sua capacidade de trocar de carro no futuro. Entenda!

2.1. Pintura

Mais de 70% da superfície de um carro é lataria. Com toda essa área visível, é comum que a pintura tenha um peso tão grande na depreciação do seu carro. Basicamente, existem dois pontos que fazem com que uma pintura despenque o valor de um modelo no mercado: o estado de conservação e a cor.

A conservação é um fator de simples compreensão: quanto mais desbotado ou riscado o carro estiver, mais a imagem da mercadoria será prejudicada aos olhos do comprador, que pode entender como desleixo por parte do antigo dono.

O segundo ponto é o mais complicado. Cores sazonais e geralmente vinculadas a edições especiais ou de lançamentos costumam colocar o preço de um carro em queda livre. Isso inclui colorações como amarelo, laranja, azul claro, bege, verde pera e muitas outras. Em carros esportivos, isso é ignorado com facilidade, mas entre os veículos populares, preto, prata, branco e cinza reinam absolutos.

2.2. Pneus

Em um ponto de vista bem-humorado, os pneus são os sapatos do seu carro. Quando estão carecas, acabam passando a mesma impressão de um calçado gasto e sem sola. É por isso que uma das coisas mais importantes no momento da revenda é trocar o jogo de pneus, aplicando uma camada de graxa para realçar a limpeza e a aparência nova do conjunto.

2.3. Lataria

Esse é um aspecto complementar da pintura. Uma lataria em bom estado não apresenta furos, riscos, amassados e nem nada do tipo! Assim como a pintura, a carenagem pode ser danificada pela exposição ao clima, sofrendo corrosão por maresia, umidade ou até mesmo oxidação e descoloração por conta de pássaros. No mercado de revenda, não há como escapar disso: o carro ideal precisa ter uma aparência perfeita!

3. O checklist definitivo para a manutenção de carros

Então, chega o momento de aprender todos os componentes examinados, item por item. Mas antes é importante responder outra dúvida comum do futuro proprietário: qual é a média do custo de manutenção? Bem, essa também é uma resposta que varia conforme o modelo.

Normalmente, as montadoras oferecem planos de revisões programadas, que podem ser embutidas no financiamento, garantindo que o proprietário atenda as datas, pois já estão pagas. Mas, como sempre, os valores podem variar, ainda mais quando os veículos não estão cobertos pela garantia.

Para todos os casos, o CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) elabora anualmente um estudo muito completo para responder essa curiosidade, o Índice de Manutenção Veicular, também conhecido como IMV. Essa pesquisa contabiliza os principais gastos com mão de obra e manutenção ao longo dos primeiros 100 mil quilômetros.

Então, os veículos são classificados em uma pontuação de 10 a 60, em que o menor valor significa o melhor resultado. O melhor escore possível, de 10 pontos, corresponde a R$ 5 mil em gastos a cada 100 mil km rodados. No entanto, o carro com a melhor pontuação registrada é a alcançada por alguns compactos populares, como o Celta, Etios e Gol, com 20 pontos, equivalendo a R$10 mil a cada 100 mil km.

Se você tem interesse em conhecer os carros com a manutenção mais econômica do nosso mercado, basta acessar a ferramenta do IMV e filtrar o veículo por montadora e nome. Agora, vamos às peças!

3.1. Alinhamento

Muitas vezes, o condutor percebe essa necessidade ao notar que o veículo não segue uma trajetória reta, mas, sim, puxa para um dos dois lados. Outro exemplo é o volante duro, que embora não impossibilite a condução, deixa a tarefa muito mais desconfortável.

Seja qual for o problema que você esteja enfrentando na direção do veículo, o alinhamento das rodas provavelmente é a melhor solução. Existem casos em que é o mecânico que percebe a necessidade do procedimento, pois, como o desgaste acontece lentamente, o dono mal o percebe.

3.2. Rodízio de pneus

Nem sempre é possível utilizar trajetos em condições ideais, não é mesmo? Além disso, boa parte da pavimentação nacional costuma apresentar falhas e irregularidades. Com o tempo, os pneus do seu veículo se desgastam de maneira desigual, por atravessarem mais buracos ou suportarem mais peso.

É para isso que existe o rodízio de pneus. O procedimento é barato e não exige a compra de um novo jogo, pelo contrário! O rodízio aproveita os pneus que você já tem, mas troca as posições deles. Assim, você consegue equalizar o desgaste entre os pneus, facilitando a troca do conjunto completo quando necessário.

3.3. Correias

As famosas correias dentadas: o que essa peça tem de conhecida também tem de importante, pois, veja, quando a correia se rompe, o motor deixa de funcionar, já que não há como transferir o torque mecânico sem esse componente.

Pior do que isso é quando a correia arrebenta com o carro em funcionamento, prejudicando as peças paralelas. Aqui, a manutenção preventiva faz o mesmo que em todos os outros componentes: verifica o estado de conservação e, se houver sinal de desgaste, o mecânico recomenda a substituição, evitando que o problema aconteça com você no meio da estrada.

3.4. Radiador

Aqui, nós voltamos ao exemplo lá do início deste post. O sistema de arrefecimento do seu carro é responsável por refrigerar os componentes internos do motor, fazendo com que o conjunto mecânico mantenha uma temperatura operacional boa, ou seja, nem muito alta, nem muito baixa.

Quando a água no reservatório do radiador acaba, não existe líquido para resfriar o motor. Então, o proprietário tem de encarar seu carro emanando fumaça e fundindo. Via de regra, a fundição de um motor sempre será catastrófica, pois arrebenta com o monobloco, tornando o carro em um peso de papel.

3.5. Óleo

Além da água, o óleo é outro recurso indispensável para um veículo a combustão. Como esses motores trabalham em altas temperaturas, é bastante comum que as câmaras internas fiquem secas e cada vez mais abrasivas e vulneráveis ao desgaste. É para contornar esse problema que existem os óleos de motor.

A reposição do nível do óleo é simples e, assim como completar a água do radiador, também pode ser feita pelo proprietário, desde que o veículo esteja frio, desligado por alguns minutos — o que é importante para evitar acidentes e queimaduras causadas por respingos.

Além de refrigerar as tubulações e câmaras internas, o óleo lubrifica as paredes e, por meio da pulverização, atinge as peças de todo o motor. Isso faz com que o conjunto trabalhe de maneira mais fluida, sem travas, resistências ou engasgos.

3.6. Vidros e palhetas

Toda superfície envidraçada é fácil de examinar. Inclusive, vale lembrar que o seu para-brisa não pode apresentar trincados, pois você corre o risco de tomar uma multa. A manutenção preventiva realiza a substituição dessas peças, evitando que o desgaste avance ainda mais.

3.7. Eletrônica

Lâmpadas, lanternas, piscas, faróis e afins. Basicamente, tudo que é eletrônico em um veículo deve ser submetido à inspeção da manutenção preventiva. Isso pode valer ainda mais para os modelos mais atuais, já que boa parte deles conta com assistentes eletrônicos de tração e estabilidade.

Portanto, o checkup é uma etapa importante, que poderá recarregar a bateria, sugerir a substituição de lâmpadas antes que seja multado e evitar que você perca o controle do veículo por uma falha geral no sistema eletrônico. Normalmente, as oficinas utilizam um scanner OBD, conectado diretamente no veículo e realizando um rápido diagnóstico.

3.8. Carenagem

Lataria e pintura. Sim, existem procedimentos específicos na preventiva para evitar problemas nessas áreas, pois, como já sugerimos, o cuidado com a carenagem do seu carro é determinante para o valor de revenda no futuro. A pintura pode ser tratada com novas mãos de tinta, retoques pontuais ou polimentos. Já a lataria tende a receber cuidados especiais, pois precisa reparar furos, rachaduras e arranhões profundos, aplicando massa, polindo, dentre outros serviços de funilaria.

3.9. Câmbio

Se o seu carro tem transmissão automática, aqui entra a importância do óleo para os sistemas de câmbio. Assim como nos motores, o fluido tem a capacidade de lubrificar, refrigerar e otimizar o desempenho do conjunto, eliminando engasgos e combatendo o desgaste.

3.10. Injeção eletrônica

Responsável por injetar combustível na câmara do motor, a injeção eletrônica é fundamental para a economia de combustível. Com uma peça gasta ou não funcional, existirão duas possibilidades: ou o motor não liga ou ele funciona, mas com um consumo mais alto do que o normal. Para todos os casos, a manutenção avalia o desgaste da peça e a substitui sempre que necessário.

3.11. Balanceamento

A pavimentação de má qualidade pode ser bastante severa com os carros nacionais. Por conta disso, o balanceamento é um procedimento indispensável, pois com o tempo — e após muitos buracos — o veículo perde o centro de equilíbrio, depositando mais peso em algumas rodas e inclinando a carroceria.

No fim das contas, isso causa um desgaste severo e desequilibrado entre as peças, prejudicando componentes da suspensão, freios, pneus e afins. O balanceamento retorna o caro para o seu ponto de equilíbrio, corrigindo o sintoma de trepidação no volante acima dos 50 km/h.

3.12. Ar-condicionado

Mais precisamente, o filtro do ar-condicionado. A depender da região em que você faz os seus percursos, o filtro pode se desgastar muito mais rápido, e a troca desse componente é fundamental para a saúde dos ocupantes do carro. Essa peça é responsável por absorver todas as impurezas do ambiente, impedindo que elas acessem a cabine.

Quando o filtro está gasto (saturado), ele perde sua habilidade de absorção. Inclusive, aqui vai um lembrete importante: filtros não podem ser lavados e reutilizados, pois são fabricados em uma fibra muito sensível, que perde sua funcionalidade após a lavação ou o desgaste total. O filtro sujo deve ser trocado por um novo.

Normalmente, a recomendação de troca é a cada 6 meses, mas isso pode variar conforme a rigorosidade do seu ambiente. Áreas urbanas e rurais costumam apresentar maiores níveis de fuligem, poluição ou poeira e, por isso, conseguem desgastar um filtro mais rapidamente.

Inclusive, o filtro do ar-condicionado é a peça ideal para encerrar este post sobre manutenção, pois, além da durabilidade do veículo, também impacta na sua saúde e qualidade de vida. Portanto, sempre reforce o hábito de atender as revisões e manutenções preventivas. Assim, você consegue o melhor que o seu carro pode oferecer.

Gostou deste super conteúdo sobre manutenção de carros? Então, não perca a oportunidade de cuidar do que é seu, pesquisando uma boa apólice de seguro para proteger o seu patrimônio. Para tanto, confie essa tarefa à gente e tenha a melhor experiência de pesquisa e contratação online. Confira nosso guia para contratação de seguro veicular!

Saiba como funciona e o que observar no crédito rotativo do cartão

É muito fácil e prático comprar com o cartão de crédito, não é mesmo? Rapidamente a operação é feita e você só precisa se preocupar com o pagamento no mês seguinte, além da possibilidade de parcelar suas compras ou mesmo acumular milhas nos programas de fidelidade das emissoras dos cartões.

Contudo, na hora que a fatura chega, muitas vezes bate aquele desespero: o que era pra ser uma praticidade pode se transformar em problemas, principalmente se as compras do mês anterior não forem planejadas com cuidado. Nessa hora, muita gente recorre ao chamado crédito rotativo do cartão. Não sabe o que é isso? A gente explica ao longo deste texto. Boa leitura!

O que é crédito rotativo do cartão?

Um cartão de crédito consiste numa linha de crédito disponibilizada pelos bancos aos consumidores. Depois de uma análise, a instituição financeira concede ao cliente um limite, que pode ser usado para compras.

Todos os valores gastos em um determinado período são reunidos numa fatura, que normalmente é mensal. Se essa fatura for paga integralmente, não há cobrança de nenhuma multa ou incidência de juros, e o titular do cartão pode fazer novas compras normalmente.

No entanto, o consumidor não é obrigado a pagar integralmente o valor indicado na fatura. A ele é dada a opção de pagar qualquer valor entre o mínimo e o máximo. O valor mínimo costuma ser estipulado em 15% do total da fatura, mas cada instituição financeira pode adotar limites diferentes.

Quando apenas o mínimo é pago, o montante deixado em aberto naquele mês é refinanciado para o mês seguinte, por meio do chamado crédito rotativo, com a cobrança de juros e multas, conforme estipulado em contrato.

Assim, o crédito rotativo do cartão é uma linha de crédito emergencial disponibilizada pelos bancos para todos os clientes que não fizerem o pagamento integral de sua fatura.

Quer um exemplo? Imagine uma fatura de R$ 800, a qual o responsável não conseguirá pagar integralmente na data marcada. Se ele fizer o pagamento apenas do mínimo (ou seja, R$ 120), o restante (R$ 650) será jogado para a fatura seguinte, com o acréscimo das multas e juros devidos.

Quais são as novas regras de funcionamento do rotativo?

Por muito tempo, um cliente poderia pagar o valor mínimo de várias faturas seguidas, sem qualquer impedimento. Contudo, manter-se no crédito rotativo por muito tempo pode transformar as dívidas em bolas de neve, cada vez mais difíceis de serem quitadas, o que comprometia o orçamento de muita gente e elevava os índices de pessoas com crédito restrito na praça (o famoso nome sujo ou negativado).

Para reverter essa situação e tentar reduzir os problemas causados pelo crédito rotativo, desde abril de 2017 passaram a vigorar novas regras para o funcionamento dessa modalidade de crédito.

Agora, o pagamento mínimo da fatura passou a ser permitido por apenas um mês. Se na fatura seguinte o cliente ainda não tiver como honrar o valor total, o banco será obrigado a parcelar o saldo devedor por meio de uma opção que ofereça juros mais baratos que o crédito rotativo tradicional.

Em junho de 2018, novas mudanças adicionais passaram a valer. Se antes o pagamento do valor mínimo era de 15% da fatura, agora ele é livre, com cada instituição podendo adotar percentuais diferentes, inclusive de acordo com cada cliente e seu histórico de relacionamento com a empresa. Assim, duas pessoas podem ter valores mínimos diferentes, mesmo sendo clientes de um mesmo banco.

Outra mudança vetou a cobrança de taxas diferentes no crédito rotativo para clientes que efetuaram apenas o pagamento mínimo e para aqueles que simplesmente deixaram de pagar a fatura. Nos casos em que nenhum valor for pago, além dos juros, podem ser acrescidos multas e juros de mora (ou seja, por atraso).

Quais cuidados é preciso ter?

Todas essas mudanças têm uma razão: os juros praticados nessa modalidade de crédito estão entre os mais altos do mercado. Para se ter uma ideia, em julho de 2019 o juro médio cobrado de quem não pagasse o valor integral da fatura era de 300,3%. Com taxas tão altas, mesmo dívidas pequenas podem se tornar impagáveis em pouco tempo.

Por isso, só recorra ao crédito rotativo em casos de extrema urgência, ciente de que no mês seguinte será necessário arcar com os valores que não foram pagos na fatura atual. Se isso não for observado, o cliente pode se enrolar com dívidas rapidamente.

Em alguns casos, vale fazer a chamada troca de dívida. Mas, para isso, o consumidor deve ter acesso a outras modalidades de crédito com juros menores e fazer muito bem as contas para ter certeza de que essa opção é vantajosa.

Assim, ele efetua o pagamento da dívida com juros maiores (no caso, o crédito rotativo) e assume a responsabilidade pela quitação do dinheiro emprestado em outra linha que cobre taxas mais amigáveis.

Como evitar ter que recorrer ao crédito rotativo?

De todo modo, algumas dicas de uso responsável podem evitar complicações maiores com o cartão de crédito. A primeira recomendação é acompanhar de perto todos os gastos com o cartão. Hoje isso é bem simples, já que a maioria dos bancos contam com aplicativos que apontam as compras em tempo real. Esse acompanhamento evita surpresas na hora que a fatura chegar.

Outra dica envolve tomar cuidado com as compras parceladas. Por menores que elas sejam, as parcelas podem se acumular e deixar a fatura com valor bem salgado. O ideal é optar sempre pelo pagamento à vista, juntando o dinheiro para realizar seus desejos de consumo. Além de evitar o cartão, essa opção permite negociar descontos.

Para situações mais drásticas, na qual o cartão já compromete a maior fatia do orçamento, a recomendação é manter apenas um cartão, cancelando os demais. Não se esqueça também de ajustar o limite disponível. É comum que o valor para compras disponibilizado pelos bancos seja muito maior que a renda do cliente, o que pode ser uma armadilha para quem não tem tanto controle.

Os cartões de crédito são um meio de pagamento prático e seguro, e isso nunca deve ser ignorado. Contudo, para aproveitar essa comodidade, é preciso ter cuidados, já que o crédito rotativo do cartão e os juros cobrados são capazes de bagunçar sua vida financeira.

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Cartão de crédito: tudo que você precisa saber

O cartão de crédito é um recurso muito comum hoje em dia, não é mesmo? Você já deve ter vivido, ou ao menos ouvido falar, em situações onde ele foi de grande utilidade, ajudando a fazer uma compra ou solucionar um imprevisto, por exemplo.

Também já pode ter conhecido alguma experiência não tão positiva assim, onde ocorreram dívidas ou descontrole no orçamento. É para evitar essa possibilidade e aproveitar apenas as vantagens do cartão de crédito que, no artigo de hoje, resolvi falar sobre os seus principais detalhes. Você vai conhecer os tipos de cartão, as cobranças, o funcionamento e algumas normas dessa ferramenta. Continue a leitura para saber mais!

1. Saiba como funciona o cartão de crédito

O cartão de crédito é um recurso oferecido por bancos e outras instituições financeiras, que te permite fazer empréstimos para pagar por itens variados. É possível fazer essas compras de maneira integral ou parcelada.

O empréstimo, no caso do pagamento integral, será cobrado inteiramente na sua próxima fatura. Quando a compra for parcelada, as prestações virão nas faturas dos próximos meses até que tudo esteja quitado. Ao adquirir o cartão, também são incluídos juros, taxas e outras cobranças a se atentar, como será comentado mais a frente.

Além desses fatores, é importante compreender outras características dessa ferramenta para entender como ela funciona, como o limite, as tarifas e as faturas. Vou descrever esses três pontos a seguir.

Limite

Todo cartão de crédito vem com um limite pré-definido, que costuma ser escolhido pelo cliente. Você só poderá fazer empréstimos de valores que se encontrem dentro dessa faixa. Ou seja, se seu limite for de R$ 1.500,00, por exemplo, esse será o máximo que você poderá passar no cartão.

As compras parceladas também se encaixam nessa regra. O valor de cada parcela deve caber dentro do seu limite, que ficará comprometido até que todas as prestações sejam pagas.

Tarifas

Existem cinco tarifas que podem ser cobradas no cartão de crédito. São elas:

    • anuidade: taxa cobrada pela posse do cartão de crédito. Alguns bancos e instituições oferecem cartões que não incluem essa tarifa, podendo ser uma vantagem para ficar atento;
    • pagamento de contas e boletos: taxa cobrada quando se paga uma conta bancária com o cartão de crédito. Essa tarifa também é acrescida de IOF, portanto, é importante se lembrar que sua conta se torna mais cara assim. A mesma regra vale para o cartão de débito e o débito automático, então ideal é optar por outra maneira de pagar os seus boletos;
    • aumento emergencial do limite: também chamada de avaliação emergencial de crédito, essa é a tarifa cobrada se você gastar para além do seu limite ou pedir ao banco que o aumente de maneira repentina. Muitos consumidores não conhecem esse fator e acabam se surpreendendo, por isso é importante ficar atento;
    • saque: tarifa cobrada caso você decida sacar dinheiro com seu cartão, no Brasil ou em outros países. Nesse último caso, o banco também pode cobrar juros e IOF;
    • segunda via: se você perder seu cartão ou sofrer roubo ou furto, será preciso avisar ao banco para bloqueá-lo e será cobrada uma tarifa pela segunda via. Essa cobrança só não poderá ser feita se seu cartão for bloqueado por falha de operação ou tentativa de fraude, desde que você não tenha facilitado esses processos.

Faturas

As faturas devem ser pagas mensalmente e trazem os gastos do mês anterior, além de outras cobranças, como taxas e tarifas, por exemplo. Caso elas não sejam pagas até a data de vencimento, você pode precisar pagar mais juros ou até ficar negativado.

Existe a possibilidade de parcelar sua fatura ou pagar o valor mínimo, entrando no rotativo. Essas opções, no entanto, devem ser evitadas ao máximo, por mais vantajosas que pareçam. Elas normalmente se tornam dívidas maiores e trazem ainda mais complicações. O mais recomendável é que você tome cuidado e se planeje para sempre pagar o valor total de cada fatura.

2. Conheça as cobranças de juros do cartão de crédito

Além das tarifas, os juros são outro ponto importante para se atentar quando o assunto é cartão de crédito. Eles podem ser cobrados em diferentes situações, como no atraso de pagamentos ou quando você não paga o valor total da sua fatura. Para explicar melhor, seguem os principais tipos de juros abaixo.

Juros de mora

Os juros de mora podem ser cobrados quando você atrasa o pagamento da sua fatura. Essa cobrança, especificamente, pode acontecer mesmo sem estar prevista no contrato de adesão. Nesse caso, porém, ela só pode chegar a até 0,5% do valor total. Quando está previsto no contrato, o valor desses juros pode ser de até 1%.

Crédito rotativo

O crédito rotativo acontece quando você opta por pagar o valor mínimo, ou algum valor que não seja o preço total da sua fatura. Ele é um dos juros mais caros encontrados no mercado e muitos consumidores se complicam ainda mais com essa alternativa.

Existe muita probabilidade de aumentar suas dívidas e criar uma bola de neve com essa opção, então é importante evitá-la ao máximo. Também se incluem no rotativo os juros de mora, juros da fatura e o IOF.

Parcelamento do cartão

Assim como o rotativo, o parcelamento pode ser uma opção quando não há possibilidade de se pagar o valor total da sua fatura. Nele, também estão inclusos juros e o IOF, mas essa linha de crédito costuma ser mais barata. As parcelas podem ser fixas ou variáveis e não é possível optar pelo valor mínimo.

O parcelamento também deve ser evitado, devido aos juros e à probabilidade de se endividar. É necessário se prevenir, se planejar financeiramente e ficar muito atento para não precisar recorrer a esses recursos.

3. Descubra os principais tipos de cartão de crédito

Agora você já conhece as características de um cartão de modo geral, mas a verdade é que existem várias modalidades desse recurso. Separei as principais delas a seguir, comentando também suas especificidades para deixar tudo mais claro. Confira!

Nacional

Esse é um bom cartão para quem está começando a cuidar das suas finanças agora ou quem tem baixa renda. Ele só pode ser utilizado para compras nacionais e costuma ser mais acessível.

Internacional

Esse cartão já pode ser utilizado em outros países, com as devidas tarifas a serem cobradas. Seu limite e sua anuidade costumam ter custos mais elevados.

Universitário

Como o próprio nome já diz, essa modalidade é voltada apenas para universitários, sendo necessário comprovar essa situação para adquiri-la. Ela funciona, basicamente, como o modelo tradicional, mas apresenta algumas vantagens para facilitar a vida de seu público. É possível não haver a anuidade ou ter facilidades no pagamento das faturas, por exemplo.

Afinidade

Esse modelo também se assemelha ao tradicional, mas permite que o usuário contribua de maneira indireta para Organizações Não Governamentais (ONG’s), a partir de uma parceria formada. Você pode contribuir para ações ambientais e sociais, como auxílio à Amazônia, entre várias outras.

Co-branded

São tipos de cartões que trazem parcerias com franquias, redes e indústrias, por exemplo. Dessa maneira, eles dão ao cliente diversas vantagens nesses estabelecimentos, como descontos e ofertas exclusivas.

Virtual

São cartões voltados para compras e algumas transações por Internet, com o objetivo de garantir mais segurança a seus usuários. Eles existem apenas de maneira virtual, mas funcionam normalmente dentro do mundo digital, como outras formas de pagamento.

Pré-pago

Sabe a recarga de celular? O modelo de cartão de crédito pré-pago funciona basicamente da mesma maneira: você carrega com antecedência o valor que poderá ser gasto.

Gold

A modalidade Gold é conhecida por seus benefícios, como proteção de preço, programa de garantia e possibilidade de troca de cartão emergencial. Sua anuidade é mais cara e ele e voltado para quem tem renda a cima de R$ 2.000,00 ou R$ 2.500,00.

Platinum

Esse é outro modelo com benefícios especiais, como assistência em viagens (podendo incluir atenção médica para emergências), promoções e parcerias com hotéis. Sua anuidade é ainda maior que a do cartão Gold e ele é voltado para rendas a partir de R$ 5.000,00 ou R$ 6.000,00.

Black

Também conhecido como Infinite, esse cartão costuma se dirigir a rendas de, no mínimo, R$ 15.000,00 ou a quem faz certos investimentos. Ele normalmente é adquirido por meio de convites e seus benefícios incluem programas de fidelidade, seguro para automóveis alugados e para bagagem e tratamento diferenciado em hotéis, entre outros.

Como se pode ver, cada cartão tem suas particularidades. Alguns são destinados a públicos mais específicos, enquanto outros se adequam a diferentes grupos. Dentro desse cenário, é importante avaliar qual o mais adequado para você. É possível levar diversos fatores em conta: o cartão pré-pago, por exemplo, pode ser uma boa opção para ter um maior controle ou mesmo oferecer mesada a um adolescente. Fique de olho e avalie suas alternativas.

4. Veja como adquirir e cancelar um cartão de crédito

Agora sim você já conhece os principais detalhes sobre um cartão de crédito! Só falta saber como solicitá-lo e cancelá-lo, se necessário, não é mesmo? Vou explicar como funcionam esses procedimentos a seguir.

A aquisição do cartão de crédito

A primeira dica aqui é pesquisar e comparar. Não aceite de cara a primeira opção que encontrar, pois é preciso avaliar cada detalhe para descobrir qual o melhor para você. Os bancos e instituições oferecem condições e benefícios variados, então se informe e compare.

Você pode pedir a ajuda de alguém de confiança, que entenda sobre o assunto. Além disso, existem algumas plataformas que podem auxiliar, como simuladores e o Serasa eCred.

Essa pesquisa é muito importante para confirmar, mas muitas vezes é uma boa opção fazer o seu cartão no banco em que você tem sua conta-corrente. Assim, eles já têm acesso aos seus dados e fica tudo em um lugar só. Para fazer a solicitação, você pode entrar em contato com a instituição pela Internet ou por telefone, ou mesmo ir pessoalmente até lá.

Não deixe de levar em conta seu orçamento para escolher as condições e o valor mínimo. Uma boa indicação é criar ou revisar seu planejamento financeiro antes de tomar uma decisão. Assim, você já evita dores de cabeça no futuro. No caso do cartão de crédito para quem tem score baixo, também é necessário ficar atento. Confira a sua pontuação e saiba que isso pode influenciar o comportamento do banco, então talvez seja melhor procurar aumentar seu score primeiro.

O cancelamento do cartão

Em casos de inadimplência, faturas em atraso ou em aberto será preciso conferir o contrato e negociar a dívida com a instituição. No caso de roubo, furto ou perda do cartão, você pode entrar em contato por telefone ou, muitas vezes, pela Internet, para solicitar que ele seja bloqueado. Serão pedidos alguns dados, como seu nome completo, data de nascimento, número do cartão ou seu CPF.

Caso você deseje cancelar o seu cartão por algum outro motivo, também serão solicitados seus dados. Isso também pode ser feito por telefone e, algumas vezes, pela Internet. A maior diferença é que será necessário mais paciência e uma postura mais firme, pois o banco vai insistir para que você não faça o cancelamento. É comum oferecerem promoções para manter o cliente, por exemplo.

Ao cancelar seu cartão de crédito, não deixe de anotar o número do protocolo do atendimento (que deve ser fornecido tanto no processo por telefone quanto pela Internet). Solicite também que enviem um comprovante do cancelamento e mantenha tudo isso com segurança. Esses dados são importantes para se prevenir, então fique atento a eles. Se não forem enviados, entre em contato com a instituição, o SAC, ou a Ouvidoria responsável. O Procon pode ser acionado em última hipótese.

O cartão de crédito é um assunto sério e exige atenção. Hoje em dia, muitas pessoas banalizam o seu uso ou têm dificuldades com o controle financeiro, mas conhecer os seus detalhes é um passo de extrema importância para aprender a lidar com ele. Quando bem utilizado, esse pode ser um recurso com verdadeiras vantagens, então espero ter ajudado você nessa descoberta.

O que achou dessas dicas e informações sobre o cartão de crédito? Respondi todas as suas dúvidas? Não deixe de continuar acompanhando os conteúdos e novidades do blog. É só assinar a nossa newsletter!

Cálculo de seguro de carro: quais critérios são levados em consideração?

Quais critérios são levados em consideração Cálculo de seguro de carro?

No momento da contratação de um seguro, diversas perguntas costumam ser feitas a respeito do veículo e do condutor, entre outras. Essas questões são importantes para o cálculo de seguro de carro, pois compõem as variáveis que determinarão o preço final a ser pago pelo contratante.

Conhecer os fatores utilizados pelas seguradoras para definir o preço do seguro facilita muito o entendimento do que está sendo contratado. Em geral, esses aspectos estão por trás das diferenças apresentadas nos orçamentos feitos para duas pessoas que têm o mesmo tipo de carro.

Continue a leitura e conheça os critérios levados em conta para o cálculo de seguro de carro!

Valor do veículo

Existe uma relação direta entre o valor do veículo e o do prêmio (preço do seguro) a ser pago. Assim, durante o cálculo para o contrato, quanto mais caro for o seu carro, maior deverá ser o desembolso a ser realizado com o seguro auto.

De todo modo, é natural que seja dessa maneira. Afinal, se você perde o carro em um sinistro, a seguradora deverá fornecer outro.

Para esse fim, o cálculo é feito utilizando um percentual sobre o valor de mercado do veículo que está sendo avaliado, com base na tabela FIPE. Porém, outras variáveis associadas ao veículo também podem afetar diretamente o preço do seguro.

Assim, o modelo do carro tem influência no valor final, afetando o dimensionamento do risco que lhe é atribuído. Por exemplo, alguns veículos, ainda que mais baratos, são mais visados nas ocorrências de furto e aumentam o risco de perda, elevando o valor do seguro.

Perfil do condutor

O perfil do condutor principal do veículo se relaciona diretamente com os riscos envolvidos. Por essa razão, na hora do cálculo do seguro, alguns critérios são considerados na caracterização do usuário.

Idade

Segundo as estatísticas de acidentes, a relação é inversa entre a idade e a ocorrência de sinistros. Desse modo, quanto maior a idade do condutor principal, menor o risco de perdas e, portanto, mais barato ficará o seguro.

Experiência no trânsito

Assim como a idade, o tempo pressuposto de experiência no trânsito também é fator de avaliação. Para esse fim, pode-se levar em conta a data da emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Sexo

Os números também não se enganam quando se trata do sexo do condutor: mulheres se envolvem em menos sinistros que os homens. Assim, levam vantagem na hora da definição do valor do seguro.

Estado civil

O estado civil costuma afetar as atividades e o comportamento da pessoa no trânsito. Nesse sentido, casados tendem a ser mais estáveis e com menores riscos de sinistro e, por essa razão, são melhor avaliados levando o custo para baixo.

Histórico de ocorrências

Um sistema unificado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) permite conhecer o histórico de ocorrências em que se envolve todo motorista. Desse modo, cada evento eleva o score negativo nos registros da pessoa, tornando o seguro mais caro para aquele condutor.

Coberturas contratadas

Existe uma cobertura básica, comum a quase todos os seguros de veículos. De modo geral, garante proteção contra acidentes, incêndio e furto ou roubo, embora algumas seguradoras incluam ainda a cobertura contra enchentes.

No entanto, existe uma infinidade de outras coberturas que podem ser adicionadas ao seguro que está sendo contratado. Cada item incluído na apólice vai gradativamente alterando o valor final do prêmio.

Desse modo, é importante verificar que itens são realmente necessários e devem compor o elenco de coberturas contratadas. Esse é mais um motivo pelo qual é essencial dispor das facilidades de uma plataforma de confiança que ofereça cotação online.

Local de pernoite

O local de pernoite, isto é, o endereço onde o veículo fica estacionado durante a noite é uma variável considerada pelas seguradoras, principalmente em grandes cidades. Essa prática resulta da existência de regiões onde o risco de furtos e roubos é mais elevado.

Com esse intuito, costuma-se fazer referência ao CEP de pernoite. Dependendo da área referida, o valor do prêmio do seguro pode ser maior.

Para esse fim, considera-se o endereço propriamente mais que o fato do veículo estar em uma garagem ou estacionado na rua. O mesmo se dá com cidades menores que, de modo geral, apresentam um custo menor para as seguradoras (e, portanto, seguros mais baratos) do que grandes centros.

Utilização do veículo

A probabilidade de ocorrência de sinistros é diretamente proporcional ao tempo de utilização do veículo ao longo de um dia. Afinal, a exposição às situações de risco nesses casos é maior.

Assim, veículos comerciais que tendem a circular durante mais tempo, por exemplo, são mais suscetíveis e, por isso, fazem com que o preço do seguro seja maior. Geralmente, veículos utilizados com pouca frequência de deslocamento diário apresentam um seguro mais barato.

Da mesma forma, a finalidade do veículo, como transportar diariamente para a escola ou universidade, ou deslocar-se para o trabalho faz diferença na hora do cálculo. A intensidade de uso do veículo majora o valor do seguro.

Franquia

A franquia é a parte que cabe ao contratante pagar na ocorrência de algum sinistro. Assim, o seguro auto cobre o que ultrapassar o valor da franquia.

Por essa razão, quando se faz a opção por um valor de franquia mais baixo, o preço final do seguro será maior. Grosseiramente, pode-se dizer que, na prática, o que você não paga por mês, poderá ter que pagar quando acionar o seguro.

Existem 4 tipos de franquia comumente encontradas:

  • básica: caracterizada pelo equilíbrio entre o valor da franquia e o preço do seguro;
  • ampliada: franquia de maior valor, com redução no custo do seguro;
  • reduzida: franquia menor, com aumento no preço do seguro;
  • isenta: sem franquia, mas com custo do seguro bem mais elevado.

Assim, pode-se ver que o preço do seguro de carro se submete a inúmeras variáveis, fazendo com que cada caso seja diferente do outro. Avaliar os diversos fatores em que você está envolvido facilita o entendimento das diferenças de preço.

Um grande facilitador é poder contar com uma plataforma online especializada e de confiança, na qual você possa simular um seguro e avaliar quanto custaria. Para esse fim, considere as facilidades oferecidas pela plataforma da Youbo.

Gostou do artigo? Entre em contato conosco e tenha tudo o que você precisa sobre seguros para você e sua empresa.

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Descubra agora mesmo quais são os carros mais seguros do mercado

Muita coisa é levada em conta na hora de comprar o carro ideal — conforto, potência do motor, preço, design… Mas não podemos deixar de lado a segurança. Por isso, neste artigo, vou apresentar os carros mais seguros do mercado nacional!

É superimportante priorizar a segurança do carro na hora da escolha, e uma boa pesquisa a respeito dos melhores modelos é obrigatória antes de tomar uma decisão.

No artigo, eu vou te ajudar a entender quais os modelos que oferecem mais segurança a partir de uma análise de avaliações realizadas ao longo dos últimos anos por uma das entidades mais importantes do mercado.

Então, quer conhecer os carros mais seguros do mercado brasileiro? Acelere para ler mais sobre o assunto agora mesmo!

Os 7 carros mais seguros do mercado

A seguir, confira alguns dos carros mais seguros do mercado automobilístico a partir de uma média de avaliações da Latin NCAP — uma organização não-governamental que faz a avaliação de carros em toda a América Latina. Os modelos citados são todos vendidos no Brasil.

1. Volkswagen Virtus

Eleito um dos carros mais seguros do Brasil pelo Latin NCAP, o Volkswagen Virtus é considerado ideal tanto para garantir o bem-estar e a integridade física de adultos quanto de crianças. Isso porque o modelo conta com airbags laterais, além dos tradicionais acessórios de segurança frontais.

Avaliação Latin NCAP: cinco estrelas.

2. Toyota Corolla

Com nada menos que sete airbags, o Toyota Corolla é um dos carros mais seguros do país. Os acessórios protegem frontalmente o motorista e o acompanhante, com airbags para a cabeça e joelhos, além dos protetores laterais. No teste de impacto frontal, o peito do motorista foi considerado como apenas marginalmente resguardado.

Avaliação Latin NCAP: cinco estrelas.

3. Volkswagen Polo

O segundo modelo da Volkswagen na lista é o Polo, também avaliado com nota máxima pelo Latin NCAP — e com a vantagem de custar menos que o Virtus. Com airbags frontais para motorista e acompanhante e também proteção lateral para tórax, pescoço e cabeça, o automóvel é avaliado como bastante seguro. O sistema de lembrete de cinto de segurança também faz do carro um veículo confiável.

Avaliação Latin NCAP: cinco estrelas

4. Honda HR-V

Foi eleito um dos carros mais seguros pela Latin NCAP em 2016. O modelo da Honda oferece airbags frontais para motorista e passageiro, garantindo um bom nível de proteção para cabeça e corpo, e uma proteção adequada para o peito do motorista.

Avaliação Latin NCAP: cinco estrelas

5. Chevrolet Cruze

O Chevrolet Cruze é outro carro bastante seguro. Com uma estrutura considerada estável pelos especialistas, o automóvel perde alguns pontos na proteção do tórax do motorista, de acordo com a avaliação do Latin NCAP. Com quatro airbags, o modelo da General Motors é recomendado para crianças e adultos.

Avaliação Latin NCAP: quatro estrelas.

6. Fiat Toro

A picape da montadora italiana é considerada um automóvel seguro, com sete airbags. No entanto, não obteve a pontuação máxima da Latin NCAP. Os airbags garantem a proteção frontal tanto para motorista quanto para acompanhante, mas a proteção lateral para corpo, cabeça e joelhos é considerada marginal.

Avaliação Latin NCAP: quatro estrelas.

7. Mitsubishi Eclipse Cross

Apesar do grande número de airbags (sete) o Mitsubishi Eclipse Cross tem uma avaliação que fica um pouco abaixo dos demais. A proteção para crianças não é tão eficiente quanto a dos adultos no SUV, o que fez com que sua avaliação ficasse aquém na comparação com os concorrentes.

Avaliação Latin NCAP: cinco estrelas (adultos) e três estrelas (crianças).

Além desses citados, há uma série de outros carros seguros no mercado brasileiro, com destaque para os modelos da Volkswagen Golf e T-Cross, o Nissan Kicks e o Toyota Yaris. Em uma faixa mais econômica, o Ford Ka, o Renault Sandero e o Chevrolet Onix são boas opções para quem não abre mão da segurança na hora de dirigir.

A importância de fazer um seguro

Quando se fala em segurança automobilística, a gente precisa ir além. Afinal, saber que a integridade física estará protegida é muito importante, mas garantir que o investimento feito no carro não será perdido em caso de acidentes não fica pra trás.

Comprar um carro é algo que, para a maioria dos brasileiros, exige anos e anos de trabalho duro. Não é apenas mais uma compra — é a realização de um sonho! Mesmo que não se economize o valor total para a compra do veículo à vista, é preciso trabalhar muito para manter o pagamento do financiamento em dia — isso sem falar nos custos de manutenção, combustível e impostos.

Por isso, fazer um seguro para o carro é tão essencial. É isso que vai garantir a sua segurança financeira e dar a certeza de que, em caso de muitos estragos ou até mesmo de perda total, será possível receber um valor em dinheiro que permitirá fazer os reparos necessários ou, até mesmo, comprar um carro novinho em folha.

Além disso, há outros fatores que fazem do seguro para carro algo necessário no Brasil. Olha só:

  • o alto índice de roubos e furtos de automóveis no país — aproximadamente um carro é roubado por minuto no Brasil;
  • os benefícios que as assistências vinculadas aos seguros de carros podem trazer, com suporte 24 horas em caso de roubo ou defeito;
  • proteção diante de tempestades, alagamentos, quedas de árvores e outros fenômenos da natureza;
  • descontos em compras de peças e outros serviços de oficina junto a parceiros da seguradora escolhida;
  • garantia de proteção e segurança durante viagens.

Neste artigo, eu busquei apresentar os carros mais seguros do mercado brasileiro na atualidade, a partir das avaliações da Latin NCAP. A cada ano, a ONG realiza testes que incluem colisões frontais, laterais e em poste, com o objetivo de identificar o nível de proteção oferecido pelos principais modelos do mercado automobilístico.

Mas não esqueça! Quando se fala em proteção, é fundamental garantir a contratação de um bom seguro auto, que além de oferecer a vantagem de resguardar o seu bem, também conta com serviços adicionais que podem fazer a diferença no dia a dia. Depois não vai dizer que eu não avisei, hein?

E então, gostou do artigo sobre carros mais seguros do mercado nacional? Aproveite sua visita ao nosso blog para ler o conteúdo sobre carros com seguro mais barato!

 Saiba como usar melhor o cartão de crédito e não perder o controle

Quantos casos você já ouviu de pessoas que se enrolaram com o cartão de crédito? Talvez você mesmo já tenha passado por algo assim. A verdade é que, infelizmente, isso ainda é muito comum, pois o controle financeiro costuma ser uma dificuldade para a maioria. É por isso que, no artigo de hoje, vou te dar algumas dicas de como usar melhor o cartão de crédito.

Realmente, esse recurso é vantajoso quando usado corretamente. Quando não tomamos cuidado, porém, pode virar uma bola de neve: podemos perder o controle, gerar dívidas, prejudicar nosso orçamento e ficar com o nome sujo. Para evitar esses problemas, confira as sugestões que separei a seguir. Continue a leitura e comece a fazer mudanças!

Faça um planejamento financeiro para usar melhor o cartão de crédito

Quando você se planeja e tem objetivos definidos, fica bem mais fácil manter o controle do cartão de crédito. Ao saber, com mais precisão, quais gastos são realmente necessários, você evita desperdícios e despesas impulsivas.

Para fazer seu planejamento, considere toda a sua situação financeira: seus ganhos por mês, suas despesas fixas, gastos que são prioridade e seus planos e desejos para o futuro. Pense, então, em quais desses itens precisam mesmo ser passados no cartão, pois a intenção é reduzir o uso desse recurso.

Deixe claro para o que ele será utilizado e siga o que você definiu. Um planejamento ajuda não apenas a controlar o cartão, mas a economizar de forma geral.

Use o parcelamento de compras de maneira estratégica

A possibilidade de parcelar suas compras no cartão é, muitas vezes, uma questão perigosa: isso faz parecer que não estamos abalando tanto nosso orçamento e facilita para que percamos o controle. Além disso, a incidência de juros no rotativo também aumenta com esse fator. É por isso que a dica aqui é parcelar apenas em momentos estratégicos.

Priorize o pagamento no dinheiro ou no cartão de débito à vista. Deixe para parcelar com o cartão de crédito apenas quando for realmente necessário e vantajoso, analisando bem cada situação. Em outras palavras, deixe de usar esse recurso como um hábito ou um facilitador para todos os momentos. Isso ajuda a ser mais realista e a cuidar melhor das suas finanças.

Estabeleça um limite de gastos

É fundamental saber até onde você pode gastar sem prejudicar a sua renda. Por isso, não deixe de definir um limite máximo para gastar no seu cartão de crédito. Você pode colocar esse valor como o próprio limite do cartão. Assim, ficará impossibilitado de fazer gastos maiores que afetem seu orçamento.

O recomendável é que o limite seja de, no máximo, 50% da sua renda. Se você tem mais de um cartão, então a soma dos seus limites deve dar esse valor. Dessa maneira, fica mais fácil se controlar e evitar gastos desnecessários. A ideia também é válida para cartões de seus dependentes: defina um limite baixo, para evitar surpresas com a fatura.

Registre todas as suas despesas

Essa é uma maneira de acompanhar de perto suas despesas, facilitando o seu controle. É importante que você registre tudo, desde compras do dia a dia, um lanche ocasional ou até uma compra mais cara.

Também é interessante separar os gastos feitos no dinheiro e no cartão, para deixar tudo ainda mais claro. Além disso, não deixe de categorizar: separe todos os custos com alimentação, contas da casa, combustível, saúde e lazer, por exemplo.

Dessa maneira, você percebe melhor para onde seu dinheiro está indo, verificando se há algum exagero ou em quais pontos se pode economizar. Existem diversas alternativas para fazer esse registro: é possível usar ferramentas como um aplicativo, um planner, uma planilha ou um simples caderninho. O importante é descobrir o que funciona melhor para você.

Pague sempre o valor integral da fatura

Os cartões de crédito dão a opção de parcelar sua fatura ou pagar o valor mínimo, entrando no rotativo. Embora essas pareçam ser boas alternativas à primeira vista, é preciso tomar muito cuidado e evitá-las ao máximo.

O rotativo tem valores de juros muito altos e as prestações também, mesmo sendo um pouco mais baratas. Você corre o risco de apenas aumentar as suas dívidas e se enrolar ainda mais. Por isso, o mais recomendável é que seja pago o valor integral da sua fatura.

Tenha apenas um cartão de crédito

Ter muitos cartões de crédito torna as coisas mais complicadas e dificulta o controle das suas finanças. O mais recomendável é, portanto, ter apenas um cartão, com apenas um limite de gastos. Caso isso não seja possível, tenha no máximo três. Assim, você se organiza melhor e acompanha seus gastos com mais clareza. Quando se tem muitos cartões, é necessário pensar que também pode haver mais juros e anuidades, por exemplo.

Uma outra ideia, para o caso de famílias, é ter apenas um cartão titular e colocar os outros como dependentes. Dessa maneira, vocês acumulam juntos os pontos e benefícios. Essa é uma alternativa que se pode avaliar e verificar se é válida para cada situação.

Consulte seu saldo com frequência

Essa dica está muito relacionada a um dos tópicos anteriores, em que eu sugeri que você registrasse todos os seus gastos. O objetivo dela é basicamente o mesmo: acompanhar de perto suas despesas e assumir um maior controle sobre elas.

Ao conferir frequentemente o seu saldo, você se torna mais consciente e acaba evitando certos gastos desnecessários. Quando não temos clareza sobre o quanto estamos gastando, fica mais fácil se deixar levar ou se confundir. Uma ideia é fazer essa consulta uma vez por semana, para não perder nada e não deixar as coisas se acumularem.

Ao escolher seu cartão de crédito, você pode ficar atento ao que oferece mais benefícios e vantagens. Alguns cartões não cobram anuidades de seus clientes, por exemplo, o que já cria uma oportunidade para você economizar. Fique de olho, avalie bem todas as condições e encontre a melhor opção!

O que você achou dessas dicas de como usar melhor o cartão de crédito? Já aplicava alguma delas no seu dia a dia? Deixe um comentário contando sua opinião!

Leia Mais: Conheça as regras e saiba como fazer financiamento de moto

Confira 4 dicas para parcelamento de cartão de crédito

Parcelar a fatura do seu cartão pode até ser uma alternativa válida quando o orçamento anda muito apertado, mas é preciso entender bem como tudo funciona para evitar mal entendidos e prejuízos no futuro. É por isso que, no artigo de hoje, resolvi te dar alguns toques sobre o parcelamento de cartão de crédito!

Se você quer que o parcelamento corra bem, sem complicar tanto o seu bolso depois, é importante conhecer as suas regras e as suas opções, além de ter algumas atitudes para manter o controle e a organização. Continue lendo e confira as dicas que separei sobre esse assunto.

Quais são as regras de parcelamento de cartão de crédito e como isso funciona?

Antes de qualquer coisa, vale lembrar que o mais indicado em toda situação é pagar o valor total da sua fatura. Assim, você evita o aumento dos custos nos próximos meses e se mantém mais organizado, com menos dívidas. Quando isso não for possível, porém, para não se tornar inadimplente é necessário informar ao banco que você pagará apenas uma parte da fatura neste mês.

Você terá, então, duas alternativas para quitar o restante do valor. Uma delas é entrar no crédito rotativo, que tem duração de 30 dias e, portanto, o restante da dívida será cobrado inteiramente junto à sua próxima fatura. Também serão acrescidos a esse valor os juros da fatura, os juros de mora e o IOF (imposto sobre Operações Financeiras).

Sua outra alternativa é, enfim, o parcelamento, no qual o valor da dívida será pago em prestações, que serão divididas nas faturas seguintes. Também há a cobrança de juros e de IOF nessa opção, mas as parcelas são fixas e a linha de crédito costuma ser mais barata.

É possível, ainda, fazer o parcelamento logo após o fim do rotativo, se não foi possível quitar a dívida nele. Alguns bancos já fazem isso automaticamente, mas é preciso ter atenção: para que isso seja permitido, é necessário seguir duas regras:

  • as condições devem ser melhores que a do rotativo;
  • o seu banco deve fornecer explicações e informações sobre o parcelamento com muita clareza e precisão.

A opção de entrar no rotativo, ou pagar o valor mínimo, é um tanto delicada e precisa de atenção. Vou explicar melhor sobre ela a seguir.

Como funciona o pagamento mínimo de fatura?

Quando não é possível realizar o pagamento integral da fatura, como vimos no tópico acima, você pode optar por pagar o valor mínimo ou um tanto a mais. O valor mínimo vem informado na própria fatura e, quando se opta por ele, você entra na modalidade rotativa, passando o restante da dívida para o próximo mês.

É preciso ter muito cuidado com o pagamento mínimo, pois normalmente ele contempla apenas o valor de juros. Isso significa que, no mês seguinte, com todos os acréscimos que comentamos, o valor a ser pago será igual ou maior que a sua dívida atual. Isso acontecerá mesmo se você não fizer nenhuma outra compra no cartão durante esse período.

Muitas pessoas não conhecem essa informação e acabam se complicando com essas dívidas. Por isso, é fundamental se informar, compreender as normas e o funcionamento de cada processo e colocar tudo na ponta do lápis.

O que levar em conta no parcelamento do cartão de crédito?

Agora que você já conhece melhor suas alternativas para quando não é possível quitar toda a sua fatura, vamos às dicas para a opção do parcelamento. Confira!

1. Analise todas as opções

Antes de tomar qualquer decisão, é necessário conhecer todas as suas possibilidades. Avalie, por exemplo, se o parcelamento será fixo ou variável, quais as taxas de juros que serão cobradas e o período de tempo recolhido. Faça pesquisas de mercado e veja o que outros bancos costumam oferecer.

Lembre-se, ainda, que nem sempre se deve aceitar a primeira proposta do banco: é preciso analisá-la e conhecer suas vantagens. Quando você pesquisa e se informa antes de conversar com a instituição, já está mais preparado para compreender os pontos e negociar.

2. Evite acumular parcelamentos

Para não criar uma bola de neve com dívidas de parcelamento, essa dica é fundamental. O mais indicado é que você pare de usar o cartão até que tudo esteja quitado, para que o valor das suas parcelas não aumente ainda mais. É compreensível que imprevistos aconteçam, mas tome muito cuidado e só utilize o cartão se realmente não tiver jeito.

3. Olhe para o custo efetivo total

Antes de escolher como fazer o parcelamento, informe-se sobre o CET (Custo Efetivo Total) de cada uma das opções. Isso significa descobrir o valor total que você vai pagar, incluindo fatores como juros e impostos para além do valor da fatura em si. Assim, você fica mais consciente do que está envolvido e consegue decidir o que é melhor. Os bancos têm obrigação de informar o CET, então não deixe de perguntar.

4. Não ignore seu orçamento

Parece uma dica óbvia, mas muitas vezes as pessoas ficam tão ansiosas para quitar sua fatura que escolhem opções que prejudicam o orçamento depois, ou mesmo acumulam mais dívidas para o futuro. É compreensível que você queira resolver logo o problema, mas também é importante ser consciente na hora de escolher o seu parcelamento.

Considere o valor total, o número de prestações e como tudo isso se encaixa na sua realidade. Vale destacar que é preciso pensar também a médio e longo prazo: mesmo que você decida não gastar nada no cartão até quitar a dívida, não deixe de considerar que imprevistos podem acontecer. Sendo realista nesse momento, você evita mais dores de cabeça.

Caso nenhuma alternativa pareça adequada para sua situação, você ainda pode procurar a ajuda de um órgão como o Procon ou tentar negociar o máximo possível. Espero ter te ajudado com essas dicas para parcelar sua fatura. Para encerrar, vale lembrar que ainda existem outras opções, como o consignado e o aposentado. Não deixe de se informar sobre cada uma delas!

O que você achou dessas dicas sobre o parcelamento do cartão de crédito? Se ficou com alguma dúvida ou quer mais informações, é só mandar uma mensagem pelo WhatsApp!

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  Quer saber como financiar um veículo? Veja as principais regras

Comprar um carro é sempre uma experiência emocionante para qualquer pessoa. No entanto, saber como financiar um veículo é essencial para que se esteja mais próximo de realizar uma operação segura e que não comprometa as condições da família.

Os planos oferecidos pelas instituições financeiras variam muito e, para avaliar melhor cada opção, é importante realizar simulações. Desse modo, é possível conhecer para cada caso as reais exigências que deverão ser atendidas, sobretudo as financeiras, como o prazo e o valor das parcelas.

Continue a leitura e saiba como financiar o veículo que você deseja!

Planejamento de como financiar um veículo

O financiamento de um veículo é uma iniciativa de responsabilidade, pois, de maneira geral, envolve valores significativos para a maioria das pessoas. Assim, a primeira regra a ser observada diz respeito à necessidade de se fazer um bom planejamento.

Nesse sentido, alguns cuidados devem ser observados para se preparar para um financiamento. E, para assumir o compromisso, é preciso estar seguro de que sua renda comporta as parcelas mensais do financiamento sem comprometer seu orçamento familiar.

É sempre recomendável pesquisar bem para se ter a certeza de estar utilizando a melhor opção para financiar o veículo pretendido. Afinal, boas taxas e segurança no negócio são indispensáveis.

Simulação

A possibilidade de se fazer uma simulação para financiamento de carro constitui uma ótima oportunidade para visualizar com precisão a proposta mais adequada. Nada melhor do que verificar como ficariam as condições de determinado plano de financiamento.

Com a simulação, é possível ajustar a proposta para a situação mais apropriada à sua realidade. Assim, realize quantas simulações forem necessárias para chegar à condição que atenda às suas expectativas e possibilidades.

Para fazer simulações, faça uso de plataformas seguras, como a da Youbo. Você terá a oportunidade de escolher o que for mais adequado dentre as opções das melhores financeiras e seguradoras do mercado.

Opções de financiamento

Quando se decide adquirir um veículo financiado, três possibilidades surgem como opções de financiamento. Cada uma tem características próprias pelas quais você vai decidir qual se aplica melhor à sua realidade.

Crédito Direto ao Consumidor

Conhecido pela sigla CDC, constitui um empréstimo que deve ser feito junto ao banco com o qual você opera. De maneira geral, o número de parcelas gira em torno de 72, embora alguns bancos possam oferecer ainda mais.

O CDC é a modalidade de financiamento mais comum para aquisição de veículos e você já sai da negociação com o carro. O valor de cada parcela, resultante das taxas cobradas, vai depender da negociação conseguida com o banco.

Leasing

O leasing é como se fosse um aluguel pelo qual você paga mensalmente um valor, com a opção de ficar com o veículo ao final do contrato. Nessa modalidade, o banco permanece proprietário até a quitação do valor previsto em contrato, enquanto você faz uso do carro como se fosse alugado.

Trata-se, portanto, de uma modalidade de financiamento interessante para aqueles que gostam de trocar de veículo periodicamente. Por sua vez, o leasing não é uma forma de financiamento muito comum, mas também libera o veículo no ato da negociação.

Consórcio

A opção por consórcio requer que se faça parte de um grupo administrado por uma instituição. Todos pagam um valor que constitui uma espécie de poupança com a qual vão sendo adquiridos os veículos.

Mensalmente, um ou mais veículos são entregues a membros do grupo contribuinte segundo regras estabelecidas. A vantagem é que não há a incidência de juros, mas há atualização financeira dos valores e algumas taxas de administração.

Valor de entrada

A aquisição de carros por meio de financiamento pode ser efetivada sem a utilização de pagamento de entrada. Existem condições com essa opção que, no entanto, resultam em maior incidência de juros.

Por sua vez, quanto maior for o recurso que você conseguir juntar para dar uma boa entrada, menor será a necessidade de financiamento. Nesse sentido, costuma-se considerar uma entrada mínima de 10% do valor do veículo pela maioria dos bancos e financeiras, mas não se trata de uma regra fixa.

De maneira geral, as melhores condições de financiamento se concretizam a partir de uma entrada correspondente a 20% do valor do veículo. Grandes “promoções” são feitas com entrada de 50% e o financiamento do restante a juros bem baixos e, às vezes, isento de juros (conhecido como “juros zero”).

Taxa de juros

Dentro dos limites estabelecidos pelo órgão regulador, cada instituição financeira pode definir a taxa de juros com que vai operar. Isso significa que, em determinado momento, um banco pode estar cobrando juros elevados, enquanto outro trabalha com taxas bem menores.

Por essa razão, é muito importante pesquisar as condições com que os financiamentos são oferecidos por cada banco. Ao avaliar os valores cobrados, não se limite à taxa de juros nominal, isto é, aquela anunciada pela financeira, que parece baixa e atrativa.

Na verdade, leve em conta que pode haver redução nessa taxa, mas inclusão de diversos encargos que embutem um custo final bem maior. Assim, procure pelo chamado custo efetivo total (CET), que é quanto você vai pagar, de fato, pelo financiamento.

Assinatura do contrato

Ao financiar um veículo, certifique-se de que há um contrato de crédito detalhando todas as condições do financiamento. Considere que só será legalmente válido e exigível o que estiver definido no contrato.

Por esse motivo, leia e releia atentamente os termos da contratação ou conte com alguém de confiança para fazê-lo por você. Não conclua a negociação se houver dúvidas e, nesse caso, procure saná-las logo.

Esteja certo de que as exigências do financiamento previstas nas condições do financiamento poderão ser atendidas sem comprometer o seu orçamento familiar. Antes de assinar o contrato, retome as considerações que você fez no início do planejamento.

Seguro

Leve em conta a importância de garantir proteção para sua operação financeira e para o veículo que você está adquirindo. Assim, considere a contratação de um seguro para o financiamento, de modo que sua família esteja resguardada caso uma ocorrência inesperada impeça a continuidade do pagamento das parcelas contratadas.

Além disso, o seguro do veículo também é uma medida indispensável. Os riscos são elevados e não devem ser desconsiderados.

Para um bom planejamento e contratação de seguros, a plataforma online Youbo constitui uma excelente solução. Além de trabalhar com as melhores financeiras, permite a realização de simulações e pode oferecer as opções de seguro mais adequadas à sua realidade.

Com essas dicas sobre como financiar um veículo, você está pronto para iniciar o seu negócio com a segurança necessária. Esteja certo de que as finanças domésticas não serão abaladas e que a negociação está protegida por um bom seguro.

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O que é o e-CNPJ?

Cada vez mais, empresas buscam maneiras simples e menos burocráticas de fazer transações e administrar um negócio, em geral. O e-CNPJ é um documento que pode auxiliar as pessoas a alcançarem essa simplicidade.

Para quem ainda não sabe o que ele é e como é possível adquirir um, vamos explicar a seguir neste post! Continue lendo para descobrir para o quê ele serve e como ele pode ajudar a companhia no dia a dia.

O que é e-CNPJ?

Ele é a versão virtual do já conhecido CNPJ. Sendo assim, o certificado digital serve para identificar uma firma ou pessoa jurídica, o que possibilita que essa faça diversas ações pela internet de maneira mais segura, ágil e com um custo-benefício melhor.

Ele pode ser utilizado em diversas situações, como para manter contato com a Receita Federal e para simplificar transações entre parceiros. Mas, como ele facilita essas ações? É o que vamos ver no próximo tópico!

Quando usar o e-CNPJ?

Em um mundo analógico, seriam precisos, por exemplo, muitos papeis e assinaturas para fechar um contrato. Um responsável precisaria escrever na folha, repassar para o escritório do outro para que ele pudesse assinar igualmente e, só então, é que a parceria estaria firmada. Atualmente, se a empresa tiver um e-CNPJ, ela é capaz de assinar contratos e licitações digitalmente e com validação jurídica.

Além disso, o responsável pode conseguir certidões das Receitas Federal, Estadual e Municipal, e acessar os serviços do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da primeira, sem a necessidade de ir a uma unidade física. No e-CAC, você consulta os dados de sua empresa, como status de cobrança, situação fiscal, entre outros.

Outro ponto fundamental para as companhias é a emissão de notas fiscais eletrônicas. Para fazer isso, é obrigatório ter um certificado digital. Ainda não é exigido que as empresas realizem a atividade, porém esse é o planejamento para o futuro. Sem mencionar que é bem mais prático emitir uma nota fiscal eletrônica que manter os bloquinhos de papel.

Como o e-CNPJ identifica a pessoa jurídica, ele torna mais fácil uma situação que a maioria dos indivíduos tenta evitar: o reconhecimento de firma. O documento eletrônico garante a autenticidade das informações e, por isso, não é necessário ir até um cartório para ter a certificação.

Como foi dito, o certificado auxilia também na segurança das empresas. Um dos modos que ele faz isso é ao dar a alternativa de enviar e receber mensagens criptografadas dos parceiros.

Muitas vezes, as pessoas têm medo de mandar um e-mail, pois ele é facilmente hackeado. Caso o destinatário e o remetente tenham o e-CNPJ, eles podem trocar informações sem temerem pelo conteúdo da conversa. O mesmo vale para transações bancárias feitas digitalmente.

Em certos casos, para declarar informações para a Receita Federal, é obrigatório ter o documento eletrônico. Fazer a declaração de imposto de renda da pessoa jurídica, fornecer dados trabalhistas e fiscais, por exemplo, são atividades que exigem um e-CNPJ, porque elas devem ser realizadas pela internet.

Desta forma, pode-se observar que ter um certificado não é somente uma alternativa para facilitar o cotidiano, é indispensável para as instituições que não querem ficar obsoletas.

Duas variedades do certificado estão disponíveis no mercado. A seguir, veremos quais são elas e qual se encaixa melhor para a sua situação!

Quais são os tipos de e-CNPJ?

Existem dois modelos do documento eletrônico, o A1 e o A3. O primeiro deles é salvo e utilizado no computador e você pode criar uma senha de acesso para aumentar sua proteção.

Já o A3 é usado por meio de um cartão inteligente ou um token, o que traz mais segurança para o proprietário, porque lá ele é capaz de armazenar e administrar todos os seus dados sem precisar deixar guardado no computador. Esse tem mais chances de ser invadido, por isso o A3 é considerado mais seguro.

A validade do A1 é de um ano e a do A3 pode chegar a até três anos. Por essa razão, e pela proteção extra, o custo do segundo tipo é mais elevado que do A1. Quem decidir comprar um, no entanto, deve pensar não somente no preço do produto, mas nas vantagens e em qual está mais de acordo com os seus objetivos.

Como adquirir um?

Antes de tudo, é preciso informar quais são as características necessárias para poder garantir o seu e-CNPJ. Para adquirir um, a pessoa jurídica deve estar em atividade e inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). O tamanho da empresa não importa nesse caso, então, tanto grandes quanto pequenas instituições podem ter um.

Depois de se certificar que sua firma está de acordo com esses parâmetros, você deve procurar uma das Autoridades Certificadoras (AC) habilitadas pela Receita Federal ou as revendedoras dessas para fazer a solicitação do documento. Essas também são conhecidas como Autoridade de Registro (AR).

Por exemplo, o Serasa tem um certificado digital próprio que é o Serasa Experian, porém, para uma companhia poder vendê-lo, ela precisa ter autorização da marca. Por isso, quando for pedir um e-CNPJ, é fundamental pesquisar bem a empresa com a qual fará negócio e confirmar que ela tem a permissão para realizar esse trabalho.

Após fazer o requerimento e pagar o certificado, é a hora de validar seus dados. Para isso, o requerente precisa ir a uma AR e apresentar todos os documentos obrigatórios que são pedidos anteriormente.

Afinal, as Autoridades Certificadoras querem igualmente ter a certeza de que vão fornecer o cadastro para quem está de acordo com as regras delas. Depois desses três passos, você estará perto de conseguir administrar sua instituição com mais facilidade e menos burocracia.

Sendo assim, o tempo será melhor utilizado para gerir questões mais importantes dentro do negócio. Além disso, o responsável não pode se esquecer de renovar o certificado antes que a data de validade expire, para continuar usufruindo das vantagens do documento.

A boa notícia é que, para fazer a solicitação da renovação, o processo também é simples! Basta entrar na página da firma em que foi emitido o documento e assinar o pedido com a assinatura eletrônica.

Como instalar?

Dependendo do tipo de certificado, A1 ou A3, o modo de instalação é diferente. O do primeiro modelo é um pouco mais longo pelo fato de que o documento fica armazenado no próprio computador.

Para instalá-lo, é obrigatório fazer o download do Assistente de Instalação na página da Autoridade Certificadora e, em seguida, reiniciar o equipamento. Depois, abra novamente o arquivo que foi baixado e clique nessas instruções: Instalar e Armazenamento em Computador (A1).

No posto de atendimento, quando for validar seu pedido, você receberá um protocolo e senha de emissão. Eles devem ser inseridos nesta etapa da hospedagem do produto. Então, aparecerá o botão de teste, no qual você deve clicar e aceitar o Termo de Recebimento. Depois disso, faça um backup e crie uma senha própria para ele.

O seu A1 já está pronto para o uso! Contudo, lembre-se que isso é válido para um computador Windows. Se o sistema for um Linux ou MAC, será preciso instalar a mercadoria em uma máquina Windows, exportar e importar para o outro equipamento.

Já o A3 tem um procedimento distinto, pois ele vem em forma de um USB ou cartão. A instalação será feita de acordo com o modelo de dispositivo usado. Há mais de um token que é permitido utilizar, e cartão também. Então, para descobrir qual é o seu e como ele deve ser utilizado, o mais adequado é conferir no site da empresa escolhida.

O que mudará é o tipo de arquivo que você terá que baixar no computador para que ele leia os dados do USB ou do cartão. Na página do certificado, você deve informar qual é o seu dispositivo e o sistema operacional do seu computador para que a marca indique o tipo de arquivo que tem que ser baixado.

Em alguns casos, é possível fazer o download de um manual de instruções. Após a instalação, não se esqueça de conectar o leitor de cartão ou token na máquina e esperar a identificação. Assim como no procedimento do A1, é imprescindível fazer o teste de funcionamento quando o processo acabar.

Além da instalação, é indicado que o navegador da máquina seja capaz de gravar os cookies quando os serviços relacionados ao certificado forem efetivados para que eles funcionem perfeitamente. Por exemplo, quando for consultar seu status na Receita Federal, garanta que os cookies serão guardados.

Com tudo funcionando da maneira correta, as ações de sua empresa tomarão menos tempo e suas atividades no mundo virtual vão trazer economia e segurança para você e seu time. E a melhor parte é que tudo estará validado juridicamente!

Em um mundo em que a internet está se tornando o centro das transações, obter o seu certificado digital é essencial para facilitar o seu dia a dia e para que seu negócio se atualize juntamente às outras companhias. Depois de aprender sobre o e-CNPJ, você já sabe qual modelo vai utilizar em sua firma? Para ler mais sobre serviços financeiros, consulte o nosso blog!