Veja as diferenças entre proteção veicular e seguro e escolha o melhor

Na hora de garantir a segurança do seu veículo, você vai se deparar com duas opções: seguro e proteção veicular. É comum as pessoas confundirem esses dois serviços ou pensarem que são muito semelhantes, quando na verdade há uma série de diferenças entre eles as quais é preciso se atentar.

Proteger seu carro é um assunto sério. Por isso, não adianta tomar uma decisão precipitadamente, sem se informar a fundo sobre as suas opções. No post de hoje, vamos apresentar as diferenças entre essas modalidades, além de assinalar alguns pontos para facilitar sua escolha. Continue lendo para saber mais!

O que é proteção veicular?

Trata-se de uma opção mais informal de proteção para veículos. O serviço é realizado por associações cooperativas, que reúnem grupos de pessoas para dividir as despesas. Para se associar, é preciso procurar um desses grupos e demonstrar seu interesse. Seu veículo vai passar por uma inspeção e, se for aprovado, você poderá assinar o contrato.

Os participantes pagam prestações mensais, cujo valor pode variar de acordo com as características do carro e os prejuízos sofridos por alguém. Na proteção veicular, a responsabilidade pelos riscos fica dividida entre todos os membros do grupo. Assim, se outro motorista se acidentar, você precisará arcar com parte das despesas.

Não há apólices nesse tipo de proteção e as coberturas envolvidas costumam ser as básicas, como contra roubos, furtos, colisões e danos a terceiros. É preciso se informar com cada instituição para compreender o que será coberto. Também não é comum haverem coberturas adicionais.

Além disso, por se tratarem de associações, os serviços de proteção veicular não contam com muita regularização ou fiscalização. A legalidade das instituições que a oferecem é feita apenas pela Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB) e pelo Código Civil Brasileiro.

O que é o seguro?

O seguro de automóveis é oferecido por empresas seguradoras. Nesse modelo, o veículo também deve passar por uma avaliação e inspeção, para então ser assinado o contrato. É determinado um valor de pagamento, que pode ser parcelado. Esse preço vai variar de acordo, por exemplo, com o modelo e características do carro, zonas a serem percorridas e perfil dos motoristas (o oficial e os adicionais).

Eventualmente podem haver outros custos para o cliente, dependendo da situação, mas a seguradora fica responsável por cobrir os gastos referentes a riscos contemplados nas coberturas contratadas. Os direitos, responsabilidades e obrigações, tanto da empresa quanto do cliente, ficam registrados na apólice.

As principais coberturas de um seguro também costumam incluir roubo, furto, acidentes, colisões e incêndios. No entanto, existem diversos pacotes que você pode montar, colocando inclusive itens adicionais, como cobertura contra roubo de acessórios e quebra de vidros.

As seguradoras têm uma regulamentação mais forte: elas são regularizadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e ainda são fiscalizadas pelo órgão do Ministério da Fazenda voltado para esse mercado.

Quais as principais vantagens de escolher um seguro?

Bom, deu para perceber que esses dois serviços são bem diferentes, certo? A questão é que, muitas vezes, as pessoas não se informam a fundo na hora de escolher e acabam optando por aquele que oferece valores mais baixos à primeira vista. É importante não se ater a essa ideia: reflita sobre o custo-benefício, as possibilidades e o que oferece maiores vantagens para você e seu carro.

Um seguro permite uma proteção maior, a mais riscos aos quais um veículo está sujeito. Além disso, você arca apenas com as suas responsabilidades, sem se prejudicar pela imprudência de outros motoristas no trânsito. Vale lembrar também que, como as seguradoras são mais regulamentadas e existem as apólices, você conta com maiores garantias e segurança ao optar pelo serviço.

Na hora de escolher sua seguradora, não deixe de pesquisar bastante sobre sua credibilidade. Converse com clientes e com profissionais, confira o contrato e analise as coberturas. Assim, você garante a melhor opção e facilita sua vida.

Esperamos ter ajudado a compreender as diferenças entre seguro e proteção veicular. Quer saber mais sobre seguros e conhecer nossos serviços? É só entrar em contato!

Coberturas seguro auto: saiba quais são aqui!

Na hora de comprar ou trocar de carro, não se esqueça que também é fundamental pensar na segurança do seu veículo. Um seguro de automóvel garante a indenização de qualquer dano sofrido, desde que esteja incluso em seu pacote de coberturas. No post de hoje, você vai descobrir quais são as principais coberturas do seguro auto!

É claro que esperamos que nenhum problema aconteça, mas sempre é preciso prevenir, não é mesmo? Imprevistos acontecem e é importante contar com um bom apoio, para evitar maiores dores de cabeça.

Quer entender do que se trata um seguro de automóvel e quais fatores costumam compor o seu pacote básico? Então vem com a gente!

O que é o seguro auto?

Trata-se de um contrato, ou apólice, estabelecido entre uma pessoa e uma seguradora. Basicamente, o segurado (quem contrata) paga regularmente um “prêmio” à seguradora, que fica responsável por cobrir todos os riscos incluídos na apólice.

Cada um desses riscos refere-se a uma cobertura diferente. Portanto, quanto mais coberturas contratadas, maior a quantidade de danos pelos quais seu carro pode ser indenizado. As empresas costumam ter pacotes básicos, com as coberturas principais, e outros mais completos, além de adicionais.

Existem ainda outros pontos no contrato, como obrigações do segurado e da seguradora. Hoje, nosso foco serão as coberturas.

Quais as principais coberturas do seguro auto?

Conheça agora algumas das coberturas básicas de um seguro de automóveis e não deixe de conferi-las em seu contrato!

Colisão

É aquela que te indeniza por qualquer tipo de colisão que o veículo sofrer, como batidas e esbarrões. Em alguns seguros, as coberturas vêm separadamente, entre colisões por objetos e causadas por terceiros, dentre outras. Portanto, fique atento ao que estará incluso no contrato.

Roubo e furto

Talvez essa tenha sido a primeira cobertura que veio na sua cabeça, já que esse risco é tão popular. A indenização pode cobrir todo o valor do carro roubado ou um valor parcial, dependendo do que foi estabelecido com a seguradora.

Incêndio

Sim, essa costuma ser outra cobertura básica e é muito importante. Vale lembrar que, além dela, existem coberturas contra enchentes, alagamentos e tempestades, dentre outros fenômenos. Esses são elementos fundamentais, especialmente em certas cidades do Brasil onde a época de chuvas é complicada.

Acidentes

Quando pensamos em proteger nosso veículo, é fundamental lembrar dos riscos de acidentes no trânsito. Assim, não deixe de incluir essa cobertura e verificar a quais danos ela corresponde. Alguns seguros têm coberturas separadas para derrapagem, capotagem e batidas, por exemplo.

Responsabilidade civil

A cobertura de responsabilidade civil cobre danos causados a terceiros quando seu automóvel se envolve em algum acidente. Ela normalmente cobre danos morais, pessoais e materiais. Há, ainda, a opção de contratar uma cobertura semelhante, que cobre danos a passageiros.

Além dessas, existem diversas outras coberturas e pacotes variados nos seguros. Você pode também contratar adicionais, que protegem contra roubo de acessórios, quebra de vidros e danos a lanternas, retrovisores e por aí vai.

Na hora de escolher uma seguradora, fique bem atento à sua reputação. Pesquise sobre ela e converse com quem já é ou já foi cliente, para averiguar sua qualidade. Lembre-se, ainda, de analisar bem o seu pacote contratado, conferindo as coberturas e as cláusulas do contrato. Assim, você garante que está escolhendo a melhor opção para você!

Agora você já conhece as principais coberturas do seguro auto! Esperamos ter te ajudado com este conteúdo. Para tirar dúvidas e conhecer nossos serviços, não deixe de entrar em contato. Estamos à disposição!

Cotação online: entenda como funciona e por que fazer!

A cotação online é o primeiro passo antes de fechar negócio e, no caso do financiamento de veículos, essa é uma etapa essencial. Isso porque esse não é um serviço uniforme, que pode ser oferecido de igual forma para diferentes pessoas. Cada caso pede um contrato sob medida, o que implica diferenças consideráveis nos preços, incluindo taxas de juros e muito mais.

Para que fique ainda mais claro para você como funciona, de que forma isso afeta sua vida e quais razões justificam cotar online é que este artigo foi feito. Fica então o convite para continuar a leitura até o final. Vamos nessa? =D

O que é uma cotação online?

A cotação online é, na prática, uma pesquisa pela qual você mede a mais importante das relações de consumo: o custo x benefício. Um contrato de financiamento é um documento que tem cláusulas rigorosas e que, por isso, devem ser seguidas à risca até a sua quitação.

Isso quer dizer que, se você não começa do jeito certo, pode ser surpreendido com taxas que, na verdade, fazem parte do contrato. Ou seja, você se arrisca a passar um tremendo sufoco, sem ter o que fazer depois caso não concorde com os termos. Tenso, né?

Então, para garantir que você tenha acesso ao crédito ao menor custo possível, fazer uma cotação online é a dica número um a ser seguida. Beleza?

Como funciona?

Cotar financiamento pela internet, na verdade, não significa só saber quanto custa um veículo, os juros cobrados e tchau. Existem diversos pontos que devem ser observados para que um financiamento atenda exatamente às suas necessidades.

Em outras palavras, a cotação online é a parte da compra em que a financeira coleta muitos dados, para em seguida fazer uma análise e apontar o tipo de contrato mais indicado.

No financiamento de veículos, essa é uma etapa essencial que antecede a aprovação do pedido e que precisa ser analisada com o maior cuidado. Não por acaso a simulação é tão importante.

Quais as vantagens?

A essa altura, provavelmente você deve estar se perguntando: onde cotar online, já que as financeiras parecem todas iguais? Muita calma nessa hora!

A Youbo é a plataforma online que veio para descomplicar o processo de cotação, não apenas por ser online, mas porque se preocupa em coletar só os dados necessários. Em outras financeiras, é certo que você precisará responder extensos — e chatos! — questionários, nos quais muitas informações não precisariam ser apuradas.

Além da agilidade e total segurança, pela Youbo você tem vantagens adicionais, como:

  • programa de relacionamento — em que você acumula pontos que podem ser convertidos em benefícios no Cartão de Crédito Porto Seguro;
  • honorário de despachante gratuito — por que gastar dinheiro antes de fechar negócio? Na Youbo você conta com despachante sem custos de honorários;
  • 6% de desconto no Porto Seguro Auto — desconto não faz mal para ninguém, certo? A gente sabe disso e dá uma mão ao contratar ou renovar seguro auto;
  • taxas diferenciadas — não é só cliente novo que merece taxas atraentes! Para cada perfil, analisamos as taxas mais adequadas, facilitando o acesso ao crédito.

E aí, ficou mais claro para você por que a cotação online é a melhor saída na hora de pedir um financiamento? Fique ligado e decida pela financeira que oferece mais vantagens e que valoriza o seu dinheiro!

A Youbo é a melhor opção na hora de financiar seu veículo. Faça contato, a gente quer te ajudar a realizar seu sonho!

Carro ideal: descubra 4 fatores para observar na hora da escolha!

Comprar um automóvel é um sonho para muitos brasileiros e é normal você se empolgar. No entanto, não faça sua escolha de forma precipitada: existem vários fatores importantes a se levar em conta para encontrar o seu carro ideal.

Fazer uma boa análise antes de investir em um veículo é fundamental para que a sua experiência depois da compra seja a melhor possível. É preciso pensar nas suas necessidades e nas suas particularidades, descobrindo o que combina com você.

No post de hoje, trouxemos algumas dicas para ajudar nessa escolha. Confira e fique atento!

1.Considere o tamanho da família

Se o carro vai transportar uma quantidade grande de pessoas com frequência, o ideal é que ele seja de um modelo mais espaçoso. Por outro lado, se ele será utilizado apenas por um ou dois indivíduos, é interessante pensar em um veículo menor.

Automóveis grandes consomem mais combustível, pesam e ocupam mais espaço na garagem, além de ser comum precisarem de mais reparos. Portanto, pense em quantas pessoas vão usar o veículo no dia a dia: você vai sair com sua família? Costuma dar carona para colegas de trabalho? Leve isso em conta para escolher o modelo mais adequado.

2.Pense nas atividades e na frequência em que o carro será utilizado

Você pretende usar o automóvel no dia a dia, para o trabalho, ou para viajar? Para fazer trajetos longos ou curtos? Para pegar mais estradas de terra ou de asfalto? Perguntas como essas ajudam a perceber quais características o automóvel deve ter, além de quais acessórios seriam úteis.

Para pegar estrada, por exemplo, pode ser recomendável um veículo maior, mais espaçoso e robusto. Em estradas de terra, recursos de carros como uma caminhonete também seriam bem-vindos. Assim, avalie bem as atividades pelas quais o automóvel vai passar com frequência e identifique necessidades. Se você pretende usá-lo em fins diversos, avalie vários modelos e veja qual concilia melhor seus objetivos.

Além disso, é importante considerar a frequência de uso. Se o carro for muito utilizado no dia a dia, pode valer a pena escolher um modelo mais econômico. No entanto, dependendo da quantidade de trânsito e da qualidade dos seus caminhos, pode ser mais vantajoso ter outras prioridades.

3.Faça uma avaliação entre carros novos e seminovos

Existem vários pontos a se considerar aqui. Claro que é importante pensar no seu orçamento e encontrar um modelo que se adeque a ele, mas é necessário avaliar o custo-benefício. Uma boa ideia é comparar as vantagens e desvantagens de um mesmo modelo de carro, nas versões zero quilômetro e seminovo.

Os veículos novos podem oferecer questões de personalização e segurança extra, que o tornam mais atrativo. Por sua vez, é possível encontrar seminovos em bom estado e, muitas vezes, até dentro da garantia. Lembre-se também que essa opção pode envolver mais gastos com manutenção, reparos e documentação, mas é preciso comparar e colocar tudo na ponta do lápis antes de decidir o que é melhor.

4.Priorize a segurança

Independentemente desses outros tópicos, quanto mais seguro for o carro, melhor. Estrutura reforçada, airbags (laterais e frontais), controle de estabilidade e freio ABS são alguns itens fundamentais.

Verifique se o modelo e os acessórios foram devidamente testados e não compre sem avaliar esse tipo de questão. A segurança é um dos fatores principais para se levar em conta.

Outros fatores importantes na hora de escolher um carro incluem verificar danos (no caso de seminovos e usados), informar-se se a concessionária é de confiança, verificar se seu orçamento poderá manter o veículo (com suas taxas, impostos e consumo) e exigir máxima qualidade. Não compre de maneira apressada: avalie bem todos os pontos envolvidos e não deixe de fazer o test drive, para garantir que você vai levar sua melhor opção.

Com essas dicas, você está mais perto de encontrar o carro ideal! Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Para acompanhar os nossos posts e novidades, não deixe de curtir nossa página no Facebook.

Consórcio ou financiamento de carros: qual melhor opção?

Consórcio ou financiamento de carros? Essa é uma dúvida muito comum para quem vai investir em um automóvel. Essas duas opções são muito comentadas por aí, mas poucos as compreendem mais a fundo.

O caso é que existem várias diferenças entre tais modalidades e, para escolher a melhor para você, é preciso se informar e analisar bem. No post de hoje, vamos explicar do que se trata cada uma dessas opções e apresentaremos algumas vantagens do financiamento. Quer saber mais? Então continue com a gente!

O que é o consórcio de carros?

O consórcio é formado por um grupo de pessoas que pagam mensalidades com o objetivo de adquirir o carro em médio ou longo prazo. Com uma determinada frequência, é realizado um sorteio entre os participantes, sendo um deles contemplado com o bem.

Você pode ser sorteado desde os primeiros meses até os últimos, mas existem algumas formas de acelerar a sua contemplação. Alguns participantes dão lances mais altos ou pagam valores adiantados nas parcelas, o que lhes dá vantagem.

Após sua contemplação, você continua pagando prestações do veículo, em um processo mais semelhante ao do financiamento. Vale lembrar que o valor das parcelas não é fixo, podendo variar de acordo com alterações do preço do automóvel no mercado, por exemplo. As prestações são compostas pelo valor do carro mais taxas administrativas, referentes aos serviços que fazem o consórcio funcionar.

Diferente do financiamento, é até possível desistir do processo após entrar, mas é preciso ter cuidado com a questão de multas. É fundamental conferir sempre o regulamento e pesquisar suas opções.

O que é o financiamento?

O financiamento trata-se de um crédito cedido por uma instituição, como um banco, para a aquisição de um bem. Assim que o crédito é aprovado e as transações são realizadas, você já pode adquirir o carro e passá-lo para o seu nome. A partir daí, deve-se pagar prestações até quitar o investimento.

Assim, o acesso ao automóvel é praticamente imediato. É preciso lembrar apenas que ele não pode ser vendido ou cedido enquanto o processo não for quitado.

A quantidade de parcelas, as formas como elas serão pagas e as normas para ser aprovado variam de instituição para instituição, portanto é importante se informar para achar a melhor opção. De modo geral, porém, um financiamento oferece mais opções de parcela que um consórcio: é possível escolher, por exemplo, entre sistemas crescentes ou decrescentes de pagamento.

Nas prestações de um financiamento estão inclusos o valor do veículo, juros e outros encargos do processo. É fundamental pedir para conferir o CET (Custo Efetivo Total), documento no qual devem ficar registrados todos os custos envolvidos, para se certificar de que está tudo certo.

É preciso também conferir a regulamentação do financiamento. Fique atento a questões como atrasos nas parcelas, pois esses fatores podem gerar multa ou retirada do automóvel.

Quais são as vantagens de um financiamento?

Uma das maiores vantagens do financiamento frente ao consórcio é a rapidez com que o carro é adquirido. Isso o torna a melhor opção, por exemplo, para quem está com urgência ou não quer esperar muito para usar o veículo.

Outros benefícios referem-se às parcelas: em muitos tipos de financiamento, o seu valor é fixo, então mesmo se o valor do carro financiado aumentar no mercado, deve-se manter o que foi combinado no contrato. O tempo para quitar a dívida também costuma ser maior: normalmente, ele pode chegar até 60 meses.

O financiamento e o consórcio são duas opções bem diferentes. Em qualquer uma delas, porém, é fundamental pesquisar bastante e escolher bem a empresa e o tipo de processo, além de analisar o contrato e as condições. Negocie com quem é de confiança!

Esperamos ter ajudado a compreender as diferenças entre essas modalidades e escolher entre consórcio ou financiamento de carros. Para tirar dúvidas ou conhecer nossos serviços é só entrar em contato. Aguardamos você!

Bateram no meu carro: e agora, o que fazer? Veja aqui!

“Alô, pai, bateram no meu carro, você pode vir aqui ajudar?” Esse é o trecho de um diálogo fictício, mas que acontece com muita frequência nas ruas e estradas brasileiras. Contudo, não são os pais que devem ser acionados em primeiro lugar em caso de um acidente.

Embora seja um momento difícil, em que a capacidade de raciocinar com frieza pode ser comprometida, é essencial manter a calma para não piorar o que já não está bom. Por isso, a gente destaca neste artigo dicas essenciais a serem seguidas caso você seja vítima de colisão causada por terceiros. Afinal, prevenção e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém, certo? 😉

Tenha uma boa leitura!

Conferir se todos estão bem

Um acidente de trânsito tem a sua gravidade identificada por meio das vítimas que pode fazer. Em outras palavras, a prioridade quando dois veículos colidem, perdem a direção ou derrapam é saber se há pessoas feridas ou vítimas fatais.

Sendo assim, a primeira medida a ser tomada — depois de dizer “bateram no meu carro” hehe — quando um veículo colidir com o seu é certificar-se de que os ocupantes do seu carro estão bem, caso você não esteja sozinho.

Não custa lembrar, ainda, que crianças só podem ser conduzidas no banco de trás, com o devido assento de elevação ou no bebê conforto, nos termos da “Lei da Cadeirinha”.

Sinalizar o local com triângulo

Confirmado que não há vítimas e acionado o socorro médico, se necessário, é hora de sinalizar o local do acidente. Utilize para isso o triângulo de sinalização, que, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), deve ser posicionado a 30 metros de distância.

De qualquer forma, aí vai uma dica: a posição do triângulo de sinalização pode ser modificada conforme a velocidade máxima da via. Por exemplo, se estiver em uma estrada com limite de 110 km/h, então é a cerca de 110 metros que ele deverá permanecer. Se for de 80 km/h, essa distância passa para 80 metros e assim sucessivamente.

Anotar todos os dados possíveis

Com o local do acidente sinalizado, é hora de verificar as informações que serão necessárias para acionar o seguro do motorista que causou a colisão. Contudo, se você estiver protegido por uma apólice de seguro auto, a primeira medida é ligar para a sua seguradora e informar a ocorrência do sinistro. É por esse contato que você agendará a vistoria necessária para que o seguro cubra os custos com reparos, caso não seja constatada perda total do veículo.

Por outro lado, quando o acidente é causado por terceiros, será da outra parte a responsabilidade por cobrir os custos do conserto. Para isso, procure saber o nome, endereço, número da CNH e o contato da seguradora do outro motorista. Feito isso, você deverá contactá-la para registrar o aviso de sinistro e, assim, fazer jus ao reparo.

Registrar Boletim de Ocorrência

Não menos importante, é preciso fazer o registro de ocorrência — ou Boletim — em Delegacia de Polícia, caso esteja em zona urbana. Na estrada, esse registro deverá ser feito em um posto da PRF, a Polícia Rodoviária Federal.

Dá para perceber que, em um momento desses, um seguro pode propiciar facilidades, certo? Maior garantia contra danos e menos dor de cabeça para resolver uma situação embaraçosa são alguns deles. Considere isso e, provavelmente, antes de pensar “bateram no meu carro, e agora?”, você vai pensar “ainda bem que tenho um seguro auto!”.

Então, curtiu o artigo? Receba conteúdos como este em seu feed, curta nosso Facebook e não deixe de seguir nosso Instagram e Twitter!

4 dicas para conseguir a melhor taxa de financiamento de carro!

O financiamento é uma das opções mais recorrentes para quem quer comprar um carro. É claro que esse é um momento empolgante e todos querem adquirir logo o veículo, mas é preciso ficar atento às condições e encontrar a melhor taxa de financiamento do mercado!

As empresas tentam os clientes com promoções e anúncios “irresistíveis”, mas para uma escolha consciente é preciso olhar além de todas essas promessas. Há muita coisa incluída ao se financiar um carro, portanto há muito o que se avaliar.

Confira nossas dicas e descubra as melhores oportunidades! Vamos lá?

1. Tenha o valor do financiamento definido

Antes de negociar, saiba tudo que está incluído no financiamento. Muitas propagandas atraem os consumidores com promessas de poucos juros ou taxa zero, mas não dão destaque ao chamado CET, referente ao custo efetivo total da operação.

Um financiamento de carro não é composto apenas por taxas de juros e o valor do veículo: são cobrados também o seguro, o IOF (Imposto sobre Operação Financeira), o registro no Detran e todos os outros encargos. Informe-se sobre tudo o que estará incluso nas suas opções de financiamento e compare os valores.

Fique atento, pois apesar de promessas tentadoras, não é possível o valor de um carro financiado ser igual ao do pagamento à vista. Lembre-se também que algumas revendas não gostam de expor o CET, pois incluem nele comissões que os consumidores não percebem. Assim, exija conferir tudo, para não pagar coisas desnecessárias.

2. Aposte em dar uma boa entrada

Quanto mais você paga de entrada, maior é o seu poder de negociação quanto às parcelas. Elas terão o valor reduzido e, em alguns casos, o comprador até consegue quitar o financiamento com menos tempo.

Com uma entrada mais alta, a empresa que vende o carro tem uma maior garantia do seu compromisso. Portanto, a dica aqui é economizar para pagar a entrada. Faça as contas e confira se vale a pena. Muitas vezes, é melhor ter paciência e esperar um pouco para juntar dinheiro, pois isso lhe garantirá mais tranquilidade ao longo do processo.

3. Observe a taxa de juros vigente no mercado

A taxa mínima a ser cobrada é definida pela Selic (taxa básica de juros). O valor cobrado ao consumidor, no entanto, vem também com outros custos, como o das operações.

É importante se manter atualizado sobre todos esses valores, acompanhando a média cobrada pelas empresas e as alterações que vão ocorrendo ao longo do ano. A Selic, assim como as demais taxas, está sempre mudando, então a dica é buscar pelas informações mais atuais. Fique atento para encontrar as melhores condições.

4. Utilize simuladores

É sempre bom calcular e fazer previsões do valor a ser pago, mas ter uma noção dos custos no mercado também é muito importante para uma análise realista. Nesse sentido, os simuladores são de grande auxílio.

Neles, você insere o valor do carro, o valor da entrada e a quantidade de parcelas que deseja. Com isso, será gerada uma média dos valores das prestações, de acordo com a situação do mercado e da Selic na época.

Existem várias ferramentas de simulação na internet, sendo necessário descobrir a melhor. Com isso, você terá maior clareza para fechar o seu negócio.

Não se esqueça, também, de calcular os impactos das prestações no seu orçamento, escolhendo um carro que não vá prejudicar o seu bolso. Pesquise bastante sobre as empresas e os modelos, analisando as melhores opções em vez de comprar com pressa. Com certeza essa dedicação vale a pena.

Esperamos ter ajudado com nossas dicas para encontrar as melhores taxas de financiamento do mercado. Não deixe de assinar a nossa newsletter para ficar por dentro de mais novidades!

Perda total do carro: saiba o que fazer nessa situação

Ter um automóvel é sinônimo de autonomia no deslocamento urbano. Afinal de contas, ele é um instrumento fundamental na sua agilidade cotidiana, não é mesmo? E é justamente nesse contexto que você precisa conhecer alguns temas relacionados à sua apólice de seguro, tal como a perda total do carro.

Apesar de bastante comentada, não são todos os consumidores que entendem o que esse termo significa. E na realidade, esse nem chega a ser o problema. O ponto mais fundamental nessa questão é saber como reagir caso isso aconteça. Sendo assim, preparamos este artigo especial sobre o assunto. Acompanhe!

O que significa a perda total do carro?

Perda total é a terminologia utilizada pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) para regulamentar os procedimentos das seguradoras quanto aos veículos em condições irrecuperáveis. Sendo assim, todas as apólices de seguro utilizam o mesmo critério para entender e abordar a perda total, em concordância com o órgão regulador.

E aqui, precisamos expandir a explicação, para assim, abraçar os dois formatos de perda entendidos pelo mercado de seguros. Confira!

Perda parcial

Ocorre em função de um sinistro (todas aquelas circunstâncias previstas no contrato do seguro), mas em que o veículo ainda é considerado como recuperável, sobretudo pelo critério de que os reparos custarão no máximo 75% do valor de mercado do modelo em questão.

Perda total

Também ocorre em função de um sinistro, mas nesse cenário o carro é considerado irrecuperável, justamente pelo custo dos reparos ultrapassar 75% do valor de mercado desse veículo.

O parâmetro dos 75% é um dispositivo bastante funcional no segmento dos seguros, pois em casos de perda total, acaba sendo mais viável para a administradora quitar a indenização integral do que movimentar recursos para a reparação e regularização do veículo.

Mas aqui vale fazer uma distinção entre danos causados por um sinistro e o roubo propriamente dito. O veículo não será considerado como perda total caso desapareça em função de um roubo. Isso acontece porque o parâmetro só se aplica quando é possível aferir os danos e custos de reparação. Toda maneira, roubos que não resultarem na recuperação do veículo também garantem a indenização integral ao proprietário.

O que fazer nessa situação?

Certo! Digamos que você passou por esse infortúnio e por conta de um sinistro (acidente, incêndio ou afins) seu carro deu perda total. E então, o que fazer? Para simplificar esse momento, que já é bastante tenso e estressante, compilamos um pequeno passo a passo de como proceder. Veja:

  1. ocorre o sinistro;
  2. entre em contato com a sua seguradora, reportando o ocorrido;
  3. colabore com a seguradora, oferecendo todos os documentos exigidos;
  4. então, a empresa ficará responsável pela avaliação do veículo, determinando o custo de reparação e, assim, registrando a circunstância de perda: total (acima de 75%) ou parcial (abaixo de 75%);
  5. identificada a perca total, transfere-se a propriedade do veículo para a seguradora, viabilizando a indenização do proprietário.

De maneira geral, o consumidor recebe a indenização dentro do prazo máximo de 30 dias, contabilizados a partir da confirmação de recebimento de todos os documentos exigidos pela seguradora. Existindo a necessidade de enviar novos documentos, o prazo é congelado até que todos estejam em mãos da empresa.

Para além disso, vale lembrar das comodidades que a sua apólice pode ou não incluir, como a disponibilização de carro reserva. Por fim, destacamos que isso depende exclusivamente da complexidade da cobertura contratada ao seu veículo.

E é por isso que concluímos reforçando a importância em se atentar ao momento da contratação de um seguro automotivo. Você precisa se assegurar de que está confiando em uma empresa sólida, com boa reputação, acessível e, acima de tudo, com pouca burocracia. Afinal de contas, a última coisa que você precisa em um momento de estresse é aumentar a tensão, não é mesmo?

Agora que você está inteirado sobre a perda total do carro, aproveite a oportunidade para reforçar a proteção sobre o seu veículo. Para tanto, entre em contato com a nossa equipe especializada e comprometida com o seu bem-estar: acesse o nosso chat e converse conosco!

Perfil do condutor: por que isso interfere no valor do seguro?

Quando o tema é seguro, muitos consumidores ficam confusos com os parâmetros utilizados no cálculo dos valores. E embora essa seja uma percepção comum, basta conhecer um pouco mais sobre o tema para entender como o setor funciona. Para te informar, preparamos este conteúdo sobre o perfil do condutor!

Pois afinal de contas, qual a relação entre as especificações do cliente com o valor de sua apólice? É esse o mistério que desvendaremos para você hoje! Agora, se ajeite na poltrona e acompanhe esta leitura!

O que é o perfil do condutor?

Esse é o termo utilizado para descrever o conjunto de circunstâncias de um usuário, como se fosse um pacote de características, que servem para determinar a probabilidade de risco em servir esse consumidor. Talvez você se pergunte: mas por que isso é importante para o cálculo da minha apólice? 

Pois bem, é justamente aqui que devemos dar um passo atrás e entender esse segmento como um todo. As seguradoras são empresas que operam na proteção e auxílio dos clientes em situações inoportunas. Você aciona o seu seguro quando o veículo é roubado, batido ou afins, não é mesmo?

Nesse contexto, podemos enxergar que o ganho de toda seguradora está na sua segurança permanente, enquanto nada acontece! Por conta disso, essas empresas contam com amplos bancos de dados, de maneira a identificar a relação entre risco e retorno em cada cliente.

E é bem nesse ponto que o perfil do condutor passa a fazer sentido. Perceba: quanto mais arriscadas as características de um perfil, maior a probabilidade da ativação do seguro. O contrário também é verdadeiro, em que menor o risco, menor a probabilidade da ativação.

Sendo assim, os seguros custam mais em perfis que apresentam maior risco de ativação e, portanto, menor rentabilidade à seguradora. Para além disso, também é importante perceber que o sistema estatístico não tem nada de discriminatório. Afinal de contas, mapas criminais e levantamentos de veículos roubados são apenas alguns exemplos de fontes confiáveis e sólidas para a construção desses cálculos.

Agora, veja quais são as principais características a compor o perfil de um condutor!

Usuário

  • idade, quanto menor, maior a probabilidade de uma condução agressiva;
  • experiência, quanto menor o tempo de CNH, maior a probabilidade de um acidente;
  • gênero, estatisticamente os homens são mais predispostos à agressividade ao volante.

Veículo

  • modelo, quanto mais caro e sofisticado, maior o custo dos reparos;
  • idade, quanto mais antigo, maior a dificuldade em encontrar peças de reposição;
  • versão e cor, quanto mais alusiva a estética esportiva, maior a probabilidade de condução acima dos limites permitidos de velocidade;
  • motorização, quanto mais potente, maior a probabilidade de uma condução agressiva.

Situacional

  • trajetos, quanto mais perigosos, maior a probabilidade da ação criminosa;
  • especificações do local de estacionamento (fechado, coberto etc.), quanto menor a proteção, maior o risco da ação criminosa;
  • especificações do local de estacionamento residencial (fechado, coberto etc.), quanto menor a proteção, maior o risco da ação criminosa.

Então, concluímos que o custo da apólice cresce proporcionalmente ao seu risco de vir a utilizá-la. Para além das características acima, também vale lembrar que o histórico no trânsito também é levado em consideração e que, inclusive, existem companhias que não aceitam alguns perfis de risco muito elevado. A Youbo, em contrapartida, aceita todos!

Agora que você conhece o mecanismo do perfil do condutor, já pode entrar em contato com a nossa equipe e cotar a melhor solução para proteger o seu carro. Para tanto, basta acessar nossa página e conversar conosco!

Quando quitar o financiamento de carro? 3 dicas

O mercado brasileiro oferece uma ampla gama de modalidades que permitem a aquisição de um veículo. Seja qual for a opção escolhida, o que prevalecerá no sucesso dessa compra será o planejamento do proprietário. E eis que surge uma dúvida comum entre alguns consumidores: qual é o momento certo para quitar o financiamento de carro?

Para responder essa curiosidade, elaboramos este artigo explicando tudo o que você precisa saber sobre o tema, esclarecendo o que é a quitação, e também, apontando os principais fatores para te ajudar nessa decisão. Sem mais demoras, acompanhe!

O que é quitar o financiamento de carro?

Essa é uma pergunta pertinente, sobretudo para os consumidores mais jovens, que acabaram de entrar nesse círculo do mercado. A quitação é o termo utilizado para a resolução de uma dívida. Tratando-se de financiamentos automotivos, o pagamento antecipado pode ser uma boa oportunidade ao consumidor.

Sobretudo porque o Código de Defesa do Consumidor estipula que essa quitação antecipada será agraciada com o desconto proporcional de todos os juros embutidos no período restante ao contrato. Com isso, esse consumidor pagará um valor menor do que o Custo Efetivo Total (CET), previsto no financiamento em toda sua extensão.

Como saber se é o momento adequado?

Talvez aqui você esteja pensando: mas ora, então é óbvio que esse é o momento certo para quitar! Afinal de contas, sempre é o momento adequado para encerrar uma dívida, certo? Nem sempre, caro leitor! Isso acontece porque existem situações específicas que podem tornar o investimento do valor em mãos uma alternativa mais vantajosa. Veja!

1. Identifique a taxa de juros do seu financiamento

O primeiro parâmetro deverá ser sobre a taxa do seu contrato de financiamento. O valor que você tem em mãos pode servir para quitar o veículo hoje. No entanto, você percebe que as suas parcelas avançam em um acréscimo de 0,90% ao mês sobre o valor financiado, equivalendo a 10,80% ao ano.

2. Analise a rentabilidade das suas opções de investimento

Agora, você precisará avaliar qual a taxa de retorno para os investimentos que está estudando. Apesar de isenta de tributação, a poupança oferece um retorno médio de apenas 6% ao ano. Alguns títulos de renda fixa, do Tesouro Direto, LCI, LCA podem entregar uma performance pouco melhor, mas ainda conservadora, entre 7% e 9% ao ano. Por fim, existem os produtos da renda variável, que ampliam a exposição ao risco, mas com a premissa de maior retorno.

3. Compare a quitação contra o investimento

Seja qual for a sua escolha, existe apenas um parâmetro técnico para essa decisão: a rentabilidade. Se você encontrou um investimento seguro e consistente, que renda acima de 10,80% ao ano, invista esse valor! Caso não encontrou nenhum produto com boa performance na renda fixa, e não quer se arriscar na renda variável, quite o financiamento!

E ainda cabe a você decidir entre o pagamento retroativo, o adiantamento comum ou a quitação completa. O retroativo significa quitar as últimas parcelas do contrato, antecipando a quitação no futuro. O comum remete à quitação das parcelas imediatas, dos meses seguintes ao atual. Por fim, a quitação integral encerra a dívida e o contrato.

E aí, gostou deste conteúdo orientando o momento certo pra quitar o financiamento de carro? Então não perca a oportunidade de receber mais conteúdos como este em sua timeline. Para tanto, basta curtir a nossa página no Facebook!