Veja como trocar de carro com segurança

A aquisição de um automóvel costuma ser um momento alegre, pois simboliza uma nova conquista na trajetória do proprietário. Mas é justamente aqui que existe um detalhe importante, pois a animosidade pode atrapalhar o bom senso do consumidor, prejudicando o sonho de trocar de carro.

E foi pensando nesse dilema que preparamos este artigo. Aqui, elencamos as principais dicas para que você renove o modelo na sua garagem sem passar por sufocos ou arrependimentos. Sendo assim, não perca o seu tempo e acompanhe esta leitura!

As melhores dicas para trocar de carro

Basicamente, existem apenas três passos para garantir uma aquisição segura! Afinal de contas, a compra de um veículo envolve três fatores pontuais: o produto, o bolso do consumidor e o mercado disponível. Sendo assim, basta que você esteja atento às nossas dicas, para que tenha uma visão ampla da sua escolha. Confira!

Definindo o modelo

Acredite, essa é uma dica de extrema importância! Apesar de soar óbvia, vale lembrar da gigantesca parcela de consumidores arrependidos, que sofrem com pagamentos por um veículo que não atendeu suas expectativas. Por conta disso, recomendamos que você responda os questionamentos abaixo.

Qual a finalidade do automóvel?

  • solução confortável para viagens em família;
  • deslocamentos ao trabalho/universidade;
  • instrumento para um hobbie;
  • utilização profissional.

Quem ocupará esse automóvel?

  • uma família grande, com muitos integrantes;
  • apenas você e eventuais caronas;
  • um casal jovem, com bebês.

Qual o principal trajeto que esse automóvel percorrerá?

  • vias bem pavimentadas, urbanas e rodoviárias;
  • percursos acidentados, irregulares e rurais.

Qual a minha prioridade?

  • deslocamento econômico;
  • potência e elasticidade;
  • conforto e luxo.

É apenas com a soma dessas respostas que você conseguirá identificar o modelo ideal. Como exemplo ao priorizar:

  • caminhonetes 4×4, robustas e com tração adequada para circular por terrenos acidentados, transportando carga ou rebocando bens;
  • SUVs ou peruas, que são modelos confortáveis e espaçosos, capazes de acomodar famílias grandes com segurança e comodidade;
  • hatches 1.0, populares e compactos, com motorização modesta e econômica.

Por fim, vale lembrar que, de todos os modelos filtrados, você ainda precisará aplicar o critério do orçamento, evitando a tentação de entrar em um negócio que asfixie as suas contas mensais.

Planejando a aquisição

Já aqui, chegamos no passo inerente ao seu bolso. Sobretudo, é importante entender que o veículo deve lhe servir como uma ferramenta, que agilize o seu cotidiano. Por isso, você deve colocar a sua qualidade de vida acima de qualquer tentação.

Afinal de contas, a qualidade de vida está diretamente ligada com sua a capacidade de manter as contas em dia, não é mesmo? E é por isso que nós recomendamos que você inicie o planejamento financeiro com pelo menos seis meses de antecedência.

Durante esse período, você poderá utilizar do tempo para refletir sobre as opções, resistir às tentações de escolhas menos racionais e o melhor de tudo, acumular um valor suficiente para sinalizar como entrada. Afinal, como padrão de mercado, o brasileiro tem um grande apreço pelo financiamento.

Este consiste em uma modalidade de aquisição que conta com a vantagem de liberar o veículo imediatamente após a compra, com toda a segurança de uma instituição financeira sólida na administração do seu contrato.

Pesquisando o mercado

Com isso, queremos ressaltar que você deve comparar as opções entre diferentes montadoras e concessionárias. Afinal de contas, vale lembrar que a compra de um carro não inclui apenas as parcelas do financiamento, mas também os custos paralelos como abastecimentos, seguros e afins.

E é justamente por isso que todo e qualquer programa de fidelidade deve ser muito bem explorado. Sendo assim, a sua função será negociar com as diferentes lojas, obtendo vantagens determinantes para a sua escolha, como:

  • bonificação na aquisição de acessórios;
  • planos de manutenção mais extensos;
  • bonificação no usado;
  • garantia estendida.

Basta seguir essas orientações para se blindar do arrependimento pós-compra! Afinal de contas, você terá refletido sobre as condições de uso do veículo para escolher o modelo e, por fim, planejará a aquisição de modo a proteger sua saúde financeira. E assim, você conquistará uma compra consciente!

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Saiba como simular o financiamento de carros sem errar

Precisa trocar de veículo, mas tem dúvidas sobre como simular o financiamento de carros? Por mais que você desconheça, muita gente tem esse questionamento. Mas pode ficar tranquilo! Eu estou aqui para ajudar. 🙂

Afinal, o financiamento é uma das modalidades mais utilizadas quando o assunto é a compra de um automóvel — e tanto faz se ele é novo ou usado. Ainda tem uma boa notícia: a expectativa para 2019 é de mais facilidade na hora de fazer essa operação.

Por quê? Os principais motivos são a queda na taxa de juros, a melhoria da inadimplência e a oferta de mais crédito no mercado. Então, que tal aproveitar essa oportunidade para aprender a fazer uma simulação correta? Confira!

Por que o financiamento de carros é uma boa opção?

O emplacamento de veículos apresentou uma alta de 14% em 2018. Para 2019, o nível projetado é 11% maior no licenciamento de automóveis, além de um crescimento nas vendas de 10%.

Essas previsões positivas são resultado da queda da taxa de juros no Crédito Direto ao Consumidor (CDC), que inclui o financiamento de automóveis. Em dezembro de 2018, por exemplo, ela fechou em 1,75% ao mês, ou 23,14% ao ano.

Gostou da notícia? Esse é apenas um motivo para optar pelo financiamento de carros. Veja outras razões para escolher essa alternativa!

Facilidade

Essa linha de crédito pode ser obtida até pela internet em instituições financeiras especializadas. O mais comum é o resultado da solicitação aparecer em alguns minutos, no máximo, algumas horas. Além disso, a simulação é simples e feita direto com algum site específico.

Segurança

A operação é realizada sempre com empresas idôneas e já conhecidas no mercado. Você tem várias opções, todas regularizadas conforme determina a legislação.

Retirada do veículo na hora

O financiamento sai em questão de minutos e você já tira seu carro da concessionária na hora. Todo o processo é rápido, pode ser feito até pela internet e deixa de ser necessário se preocupar com a burocracia.

Diferenciação nas taxas de juros

Os encargos cobrados variam de acordo com o seu perfil. Assim, se você tiver um histórico de pagamentos positivo, a tendência é que a taxa cobrada seja ainda menor que a média. Muito fácil, não? 😉

Como simular um financiamento de carros?

O simulador é a melhor maneira de saber quanto você deve pagar por mês, em média, no financiamento do seu veículo. É possível fazer a comparação de taxas em diferentes sites especializados. Todos funcionam da mesma forma. Por isso, vou apresentar as dicas gerais para acertar nesse processo, ok?

Identifique as variáveis do cálculo

A simulação depende de diferentes fatores. Os principais são:

  • garantias oferecidas: a taxa de juros será mais alta se você não tiver outro bem em seu nome. Isso acontece porque a instituição financeira corre mais riscos de inadimplência;
  • condições de pagamento: a oferta de uma entrada de valor mais elevado tende a ocasionar o pagamento de menos juros. Além disso, você paga menos parcelas e o montante final quitado se torna menor.

Portanto, o valor das parcelas e o total a ser pago depende de acordo com o seu perfil. Lembre-se ainda do seu score como consumidor. Você pode consultá-lo no site da Serasa. Quanto mais perto de 1.000 for o seu resultado, mais fácil e barato será o financiamento.

Atente aos dados do veículo

Os dados do automóvel são fundamentais para simular um financiamento de carros acertado. É preciso indicar:

  • ano do modelo;
  • ano de fabricação;
  • marca do veículo;
  • modelo do automóvel.

Informe seus dados pessoais

Suas informações também precisam ser apresentadas. Entre elas estão:

  • telefone de contato;
  • nome completo;
  • CPF;
  • e-mail.

Somente com esses dados pessoais é possível dar seguimento à proposta. No entanto, saiba que eles são totalmente sigilosos!

Quais são as boas práticas para ser aprovado em um financiamento?

Além de seguir as dicas que apresentamos na simulação, você também deve oferecer uma boa entrada, porque muitas instituições financeiras exigem isso. Ademais, vale a pena observar o Custo Efetivo Total (CET), que inclui juros e outros encargos. Por isso, essa taxa é mais correta, certo?

Por fim, é fundamental entrar em contato com uma empresa confiável e que trabalhe com serviços financeiros. Dessa forma, você tem acesso a diferentes propostas para escolher a mais adequada para você!

É assim que funciona na Youbo. Você faz a simulação pela internet e espera pelo contato de um representante, de forma rápida e prática. Assim, você tem acesso a todas as informações para fechar negócio. De quebra, ainda consegue:

  • taxas diferenciadas, de acordo com seu perfil;
  • desconto no valor do seguro;
  • honorário de despachante gratuito.

Agora você já sabe como simular o financiamento de carros e o que precisa considerar para ter uma proposta adequada. É só seguir as dicas que eu passei e ver o seu resultado!

Então, que tal fazer a simulação do seu financiamento de carros agora? Acesse o site da Youbo e faça o processo de forma gratuita.

Meu carro financiado foi roubado, o que fazer?

Janaína teve seu carro financiado roubado e, agora, está em dúvidas sobre o que fazer. Mais da metade das parcelas ainda não foram pagas, ela acaba de ser demitida do emprego e a indenização não cobre nem de longe o saldo devedor.

Ela tem um problema comum à maioria dos brasileiros, que, segundo a Fenabrave, ainda recorrem em massa ao financiamento para aquisição de um automóvel. Só em abril de 2019, foi registrado aumento de 7,9% no número de compras desse tipo, comparado com o mesmo mês do ano passado.

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O que talvez Janaína não saiba é que nem tudo está perdido. Isso porque a jurisprudência já oferece soluções para casos como o dela, em que a propriedade do veículo ainda é da instituição financeira credora. Vamos ver como termina essa história? 🧐

A palavra da justiça em casos de carro financiado roubado.

Dependendo do tipo de financiamento, é possível que o saldo a quitar só precise ser pago parcialmente ou nem seja necessário pagar mais nada. É o que ficou convencionado por uma decisão tomada pela 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

De acordo com esse tribunal, se o valor já pago foi considerado suficiente para cobrir o valor do veículo, então não será mais preciso continuar a pagar se o automóvel for roubado ou furtado. Contudo, esse valor deve ser calculado e, se for insuficiente para cobrir o saldo devedor, então deverão ser pagas as parcelas restantes.

Mas se o financiamento for por leasing, então fica suspenso de imediato qualquer tipo de pagamento. Foi o que decidiu a 2ª vara Empresarial do Rio de Janeiro, cujos efeitos se estendem para todo o território nacional. 👏👏👏

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O que deve ser feito se você não tem seguro.

Seja como for, Janaína precisa pagar muitas parcelas e, para piorar, ela não tem um seguro auto contra roubo. Se tivesse, receberia o prêmio da seguradora, que poderia até exceder o valor total do carro pelo qual estava pagando. E se assim fosse, Janaína sairia dessa não só com o valor do carro quitado, mas com uma reserva financeira.

Como não é o caso, ela precisa se cercar de cuidados adicionais para fazer jus ao direito de não pagar o que ainda falta.

Registre o BO imediatamente

Registrar ocorrência em uma Delegacia Policial é a medida número um em caso de carro financiado roubado. Com o documento comprobatório desse registro em mãos — o B.O., ou Boletim de Ocorrência — é que Janaína poderá buscar seus direitos.

Encerre as parcelas restantes

Outra medida a ser tomada é contactar a financeira para acordar o encerramento das parcelas restantes. Nesse momento, será exigido o B.O. e outros documentos a critério da instituição credora.

Procure um advogado

Embora o não pagamento de parcelas restantes seja um direito adquirido com base na jurisprudência, Janaína sabe que pode ser cobrada. Por isso, ela decidiu importante e contratou um advogado para intermediar o acordo com a financeira.

Vale destacar que existem modalidades de financiamento que garantem uma segurança maior, pelos juros menores cobrados ou pela transferência de propriedade do veículo. CDC, leasing ou consórcio podem ser mais vantajosos nesses aspectos, e foi essa a grande lição que Janaína tirou dessa história. Ela jamais voltará a comprar um carro com pagamento parcelado sem antes verificar qual o tipo de financiamento é mais adequado ao seu perfil.

E aí, curtiu o conteúdo? Entendeu qual a importância de um seguro em caso de carro financiado roubado? Continue ligado, curta e siga nossas páginas no Facebook e no Instagram!

Conheça os 3 tipos de financiamento de carros

Comprar um automóvel é o grande sonho de muitos brasileiros, mas é importante se planejar e pensar nas diferentes formas de pagamento. Como se trata de um grande investimento, é preciso encontrar a melhor maneira de não comprometer tanto seu orçamento. Nesse sentido, um financiamento de carro pode ser uma ideia muito atrativa.

No post de hoje, vamos apresentar os três tipos mais comuns de financiamento. Vamos destacar algumas características e vantagens de cada um, para você começar a comparar. Confira!

1. CDC (Crédito Direto ao Consumidor)

O CDC é um tipo de empréstimo feito por uma instituição financeira, como um banco. Nele, você já pode utilizar o carro logo após a compra e até tem a permissão de deixá-lo em seu nome, mas o veículo fica alienado à instituição. Assim, não é permitido vender o automóvel nem incluí-lo em nenhuma transação enquanto o financiamento não acabar.

Os prazos e juros são negociados entre o comprador do carro e o banco, sendo que as taxas dessa modalidade costumam ser as mais elevadas do mercado. Isso acontece, dentre outros motivos, pois são acrescidas taxas como o Imposto sobre Operação Financeira (IOF) e a Taxa de Aprovação de Crédito (TAC), comuns a operações de crédito.

Caso o cliente adiante o pagamento de parcelas, é possível conseguir descontos consideráveis. Em casos de inadimplência, por sua vez, o veículo pode ser retirado do comprador, indo a leilão.

2. Leasing

Também conhecido como “arrendamento mercantil”, no leasing o veículo fica no nome da instituição financeira que realiza o empréstimo. É apenas quando o financiamento chega ao fim que o comprador tem a opção de registrá-lo como sua propriedade, mas é preciso ficar atento a alguns detalhes.

Nessa modalidade, não é tão interessante quitar todas as parcelas antes do prazo estabelecido, já que pode haver multa de rescisão de contrato. Além disso, caso o prazo de quitação fique entre o 3° e o 24° mês, você precisará indicar uma outra pessoa para transferência, pois o automóvel não poderá ficar em seu nome. É preciso se inteirar adequadamente sobre esses e outros detalhes, para evitar problemas.

Uma das grandes vantagens desse tipo de financiamento é que as taxas de juros costumam ser mais baixas que as do CDC, principalmente por que não há incidência do IOF. Entretanto, fora os detalhes citados anteriormente, é preciso lembrar que o veículo, como não estará registrado em seu nome, será mais facilmente tomado em casos de inadimplência.

3. Consórcio

Neste financiamento, o cliente entra para um grupo de consorciados onde cada um paga uma parte do valor do veículo. Uma vez por mês uma dessas pessoas é sorteada e recebe o automóvel. A partir daí, as condições, registros e exigências de aprovação do crédito passam a ser semelhantes as do CDC.

Também é possível adquirir o carro por meio de lances. Em todo caso, porém, nessa modalidade é preciso ser paciente e não ter pressa, já que não se tem certeza sobre quando você conseguirá o veículo.

Não há incidência de taxas de juros nesse financiamento, mas há a taxa de administração, realizada pela administradora do grupo e do fundo de reserva. Em casos de inadimplência antes da aquisição do automóvel, o nome do participante não vai parar no SPC. Além disso, caso você desista de participar antes de conseguir o bem, pode ceder seu lugar no grupo a outras pessoas.

Quando todos do grupo estiverem com seus carros, pode ser dividido o valor remanescente que foi investido, se houver. Vale lembrar que as taxas e valores pagos não são fixos, já que dependem das variações do valor do veículo, dentre outros fatores.

Seja qual for o tipo de financiamento escolhido, é fundamental ficar atento a taxas e outros valores, pois eles costumam variar de acordo com cada instituição. Antes de fazer uma escolha ou fechar um negócio, pesquise bastante, se informe, converse com quem já participou desses processos e com profissionais de confiança. Assim, você identifica a sua melhor opção!

Esperamos ter ajudado a entender um pouco mais sobre os tipos de financiamento de carro! Você já conhecia algum deles? Está pensando em iniciar algum? Conte-nos nos comentários!

Entenda como funciona os rastreadores de carro

Especialmente nas grandes cidades, o roubo de veículos tem se tornado um problema cada dia mais comum na rotina das pessoas. Essa desagradável situação tem exigido muita atenção por parte dos proprietários e seguradoras, além da adoção de medidas para minimizar os riscos de perda do bem, como é caso da instalação de rastreador de carro.

O rastreador de carro é uma tecnologia bastante efetiva no que se propõe e, muito além de indicar a posição do automóvel, esse equipamento também tem um papel importante na redução de custos na contratação de um seguro, por exemplo.

Atualmente, existem diferentes modelos e tecnologias de rastreadores veiculares, cada um com a sua forma de operação, vantagens e desvantagens. Para que você conheça melhor esse equipamento, preparamos este artigo explicando o funcionamento e os tipos de rastreadores mais comuns.

Continue com a leitura e confira!

O que é o rastreador de carro?

De maneira simplificada, esse rastreador nada mais é do que um dispositivo físico de geolocalização que é instalado no veículo, cuja função é emitir um sinal e indicar a sua posição exata a uma central de operações.

Na prática, esse é um equipamento pequeno, instalado em local de difícil acesso — para que não possa ser removido com facilidade, em caso de roubo ou furto do veículo —, e que se comunica com antenas em solo, ou satélite, a depender do tipo de tecnologia empregada.

Como opera um rastreador veicular?

O funcionamento do rastreador de carro pode variar conforme a tecnologia utilizada. Geralmente, os modelos mais comuns no mercado se baseiam em radiofrequência e em sinal de GPS. Vejamos, a seguir, como cada um deles funciona!

Rastreador via radiofrequência

Nesse tipo de equipamento, a posição do veículo é informada a partir da comunicação do rastreador que vai instalado no carro com antenas posicionadas em solo. Assim, por meio da triangulação do sinal, é possível saber o local exato em que o dispositivo está enviando a radiofrequência.

A vantagem desse rastreador é que ele consegue enviar o sinal até mesmo em locais fechados e cobertos, o que não é possível, por exemplo, com o modelo que utiliza GPS. Por outro lado, a sua desvantagem é a necessidade de estar ao alcance das antenas em solo, o que limita a captação do sinal às áreas cobertas pelas torres.

Rastreador via GPS

O GPS é uma tecnologia mais moderna, a qual trabalha com a comunicação do sinal via satélite, garantindo uma cobertura bem maior do que a oferecida pela radiofrequência. Assim, o rastreador via GPS pode operar em diferentes localidades, especialmente em locais abertos, em que não há interferência no sinal — essa, inclusive, é a sua principal vantagem.

No entanto, o modelo GPS também tem suas fragilidades. Uma delas é a maior interferência no sinal. A exemplo, se o veículo entrar em um túnel ou em um galpão fechado, a comunicação pode ser perdida, dificultando a localização em caso de roubo.

Qual a importância do rastreador de carro?

Além da proteção e redução dos riscos de perda do bem, em razão da possibilidade de se localizá-lo de maneira rápida e precisa, existem outros pontos que motivam a instalação desse tipo de tecnologia. A exemplo, pode-se citar o custo acessível de instalação e manutenção e, ainda, a redução no valor do prêmio do seguro.

No que se refere ao seguro, é importante lembrar que algumas seguradoras condicionam a sua contratação à instalação do rastreador e acabam cobrando menos por esse serviço. Além do mais, o fato de o automóvel ter o rastreador, um mecanismo adicional de proteção do bem, faz com que o valor pago a título de prêmio do seguro — isto é, o seu custo para o contratante — seja mais baixo, visto que os riscos de roubo e não recuperação do bem são atenuados.

Por fim, o rastreador de carro, como vimos, é uma tecnologia bastante vantajosa para o usuário, tanto em questão de proteção do automóvel quanto em relação à contratação do seguro. Logo, sua utilização é bastante recomendada.

Gostou deste artigo? Tem interesse em aprender mais sobre seguro auto? Aproveite e confira nosso artigo sobre esse tema!

O que é e como funciona o seguro auto?

Você já deve ter ouvido falar em como é importante contratar um seguro personalizado para um automóvel, certo? Mas você sabe o que realmente constitui esse serviço? No post de hoje, vamos esclarecer as principais informações sobre um seguro auto!

São muitos detalhes envolvidos e, além de tudo, é preciso ter atenção para contratar uma boa seguradora. Continue lendo e descubra alguns dos pontos mais importantes a se compreender para deixar seu automóvel seguro!

O que é seguro auto e como ele funciona?

Basicamente, o seguro auto é um contrato, pago por um cliente em troca de isenções e coberturas, caso o seu veículo sofra um determinado tipo de dano. Para contratar esse serviço, você precisa do intermédio de um corretor de seguros, que vai ajudar a encontrar a opção mais adequada para a sua situação.

Assim que o contrato é assinado, você deve pagar pelo valor estabelecido, mas é importante prestar atenção a diferentes detalhes antes de fechar um negócio, como veremos a seguir.

O que o seguro auto cobre?

As coberturas são um fator essencial a se levar em conta na hora de contratar um seguro auto: são elas que estabelecem as proteções que serão garantidas ao seu automóvel, como elas serão cobertas e quais valores serão recebidos em cada tipo de indenização.

São muitos os fatores que podem estar incluídos em uma certa cobertura. Acidentes, roubos e furtos, além de danos causados por fenômenos naturais são apenas alguns dos exemplos mais comuns. Existem, ainda, pacotes de cobertura e ofertas adicionais, sendo que tudo isso varia de acordo com a seguradora.

Esse é um dos principais motivos pelos quais é tão importante se informar sobre a empresa e conferir tudo que está incluso antes de contratar: seu veículo só será protegido contra o que realmente constar em sua cobertura.

O que acontece em caso de sinistro?

Sinistros são quaisquer eventos em que os riscos segurados se tornam realidade, ou seja, quando o veículo sofre algum tipo de dano ou prejuízo previsto no contrato. Quando algo acontece, é preciso entrar em contato com a seguradora, para que as atitudes comecem a ser tomadas.

Vale lembrar que é fundamental avaliar o tipo de situação para ver o que deve ser feito primeiro. Em casos de acidentes com vítimas, por exemplo, o essencial é procurar a emergência e o corpo de bombeiros antes de pensar no seguro. Quando esse tipo de questão estiver resolvida, porém, não deixe de ir atrás das devidas indenizações.

A central da seguradora fornecerá as orientações necessárias, que variam de acordo com cada situação. Os serviços oferecidos podem incluir até mesmo vistoria em outros carros, caso o ocorrido tenha afetado veículos de terceiros.

Como renovar o seguro auto?

Quando a apólice estiver quase vencendo, é normal que os corretores ou a própria seguradora entre em contato com você, para lembrá-lo de renovar o serviço. Mesmo assim, é importante ficar atento para não perder o prazo, caso não seja avisado. Dessa forma, você garante que não ficará sem a proteção do seu veículo.

Lembre, ainda, de verificar novamente os valores, coberturas e condições, já que os planos podem ter passado por mudanças. Ao longo do tempo, você também pode entrar em contato com seu corretor e buscar outras negociações, como acrescentar alguma cobertura.

Além de tudo o que foi falado aqui, vale lembrar que algumas seguradoras também oferecem serviços extras, como guinchos e carros reservas. Talvez isso influencie no valor pago, mas pode fazer toda a diferença.

Por fim, outro ponto a ser esclarecido é a diferença entre o seguro obrigatório DPVAT e o seguro particular vendido pelas seguradoras: o primeiro é o seguro obrigatório pago junto com o licenciamento e o IPVA, enquanto o segundo é feito de forma optativa e personalizada, deixando a cobertura mais completa.

Agora você já sabe quais as principais características de um seguro auto! Queremos saber qual a sua opinião sobre esse serviço: conte-nos nos comentários!

Quando contratar seguro auto? Tire suas dúvidas!

Um seguro para automóveis é, basicamente, um serviço que visa proteger o seu veículo e oferecer indenizações em diferentes tipos de danos. Trata-se de um investimento muito importante nos dias de hoje, mas você sabe quando contratar seguro auto?

Bom, essa proteção faz toda a diferença nas mais variadas situações. Com ela, você não aumenta apenas a segurança do seu automóvel, mas também da sua família. Mesmo assim, é possível mencionar certas circunstâncias onde esse serviço se torna ainda mais fundamental, como vamos explicar a seguir. Confira!

Quando você utiliza o veículo com frequência

Se você sai com seu automóvel constantemente, seja para qual for o destino, é de extrema importância protegê-lo. Podem acontecer imprevistos no trânsito, nos estacionamentos ou mesmo em lugares onde é preciso estacionar na rua, por exemplo. Além disso, fenômenos naturais, como chuvas muito fortes, também estão sujeitos a causar danos em um veículo. Por isso, é necessário se prevenir e contar com a ajuda de um bom seguro.

Quando não há garagem no seu prédio

Muitos condomínios não têm lugar para os moradores estacionarem seus carros, o que os leva a fazer um rodízio de vagas ou deixar o veículo todos os dias na rua. Isso aumenta os riscos de roubos, furtos e até de danos causados por chuvas no meio da noite, por exemplo. Assim, contratar o seguro auto é fundamental.

Quando há riscos de roubo e altos índices de violência

Se você mora em uma cidade onde os índices de criminalidade e violência são muito altos, sabe que os roubos e furtos de veículos também ocorrem com muita frequência. Aliás, de forma geral, as taxas desses ocorridos são altas em todo o Brasil, o que comprova como é importante proteger o seu automóvel.

Quando você adquiriu um veículo novo

Imagine ter acabado de comprar o seu carro e ter algum problema com ele, seja qual tipo de dano for. É ainda mais frustrante, não é mesmo? Em casos de roubo, por exemplo, se você não tem seguro pode precisar continuar pagando as parcelas do financiamento, mesmo que o veículo não seja recuperado. Para evitar esse tipo de prejuízo, não deixe de proteger o seu automóvel, procurando um bom seguro.

Quando você viaja com seu automóvel

As viagens também podem trazer certos tipos de danos para um automóvel. Desse modo, antes de pegar a estrada é importante garantir que ele estará protegido. Vale verificar, inclusive, a cobertura do seu pacote de seguro em outras cidades e estados, para não se pego de surpresa em alguma situação.

A partir desses exemplos, é possível verificar como um seguro auto é importante em diversas situações. Seja como for, ele ajuda a evitar grandes dores de cabeça, reduz possíveis prejuízos e permite usar seu automóvel com muito mais tranquilidade no dia a dia.

Na hora de fechar contrato com uma seguradora, no entanto, fique atento aos detalhes e não aceite qualquer coisa: conheça a empresa e sua reputação, avalie o valor da franquia, o que está incluso na cobertura, o tempo de carência e os outros fatores que estiverem envolvidos, para garantir que estará em boas mãos.

Agora você já sabe quando contratar seguro auto! Não deixe de continuar nos acompanhando: é só curtir a nossa página no Facebook!

Entenda como funciona o seguro para carros antigos

Afinal, contratar um seguro para carros antigos vale a pena ou não? Se você tem dúvidas a respeito disso, saiba que não é o único. Isso porque, no Brasil, mais da metade da frota de veículos de passeio é composta por veículos que têm entre 6 e 15 anos de uso. Esses dados são da Sindipeças.

Sendo assim, pode-se dizer sem medo de errar que boa parte dos motoristas acaba encontrando dificuldades na hora de segurar carros com mais de 10 anos de uso. O que é mais comum é a falta de opções em seguros compreensivos, que são aqueles que incluem diversas proteções, e valores muito elevados, podendo chegar a ⅓ do valor de mercado do veículo.

Parece inviável? Nem tanto. Na verdade, ao considerar a relação custo x benefício, contar com proteção para um carro com mais de 10 anos pode ser bastante vantajoso. Vamos continuar a leitura para entender por quê? 😉

Como funciona o seguro para carros antigos?

Como você deve saber, existem critérios rigorosos adotados pelas seguradoras para que um veículo seja coberto por uma apólice. No caso do seguro para carros antigos, há questões elementares que podem dificultar a aprovação de um pedido.

Talvez o principal motivo seja a própria dificuldade em encontrar peças de reposição, considerando não só a idade, mas a possibilidade de o carro não ser mais fabricado. Não tem como negar que é muito mais trabalhoso encontrar peças para um Fiat Tempra 1995 do que para um Chevrolet Onix 2019.

Além disso, veículos com mais de 10 anos apresentam risco de colisão mais elevado, fora os defeitos em virtude do estado de conservação nem sempre adequado. É preciso levar em conta, ainda, que a oferta menor de peças leva a se formar todo um mercado paralelo ilegal, abastecido por carros roubados ou furtados.

Seja como for, há seguradoras que assumem esse risco, desde que observadas certas condições. Normalmente, as apólices cobrem roubos e furtos, ou seja, trata-se de um seguro não compreensivo, no qual não são cobertos danos causados por colisões ou incêndios.

Quais serviços são oferecidos?

Toda apólice de seguro só é aprovada mediante a análise individual de cada caso, e com carros antigos não é diferente. Embora a modalidade mais comum, como destacamos, seja a do seguro não compreensivo, isso não isenta o dono de ter seu perfil avaliado.

Esse é um procedimento que vale, em especial, para os proprietários de carros com mais de 30 anos com placa preta, que designa carros de coleção.

Como esses veículos precisam de peças raras, as seguradoras, em geral, fecham contratos com condições bem específicas e coberturas um pouco diferentes do usual. É por isso que, nas inspeções realizadas, é verificado se o carro conta com, pelo menos, 70% de suas características originais. Além disso, é exigido o certificado de originalidade, conforme as determinações da Resolução nº 56/98 do Contran.

No entanto, para os carros sem placa preta, há coberturas que atendem às necessidades específicas de quem tem um veículo mais “experiente” 😁. Veja quais são.

Reposição de peças

Como você viu no tópico anterior, um dos obstáculos comuns para a aprovação de uma apólice de seguro para carros antigos é a dificuldade em encontrar peças. Além disso, há questões de mercado que também influenciam na oferta e demanda para esse tipo de produto.

Como constatado pela Pesquisa Conjuntural da Sindipeças, até agora, o ritmo na venda de peças automotivas está em descompasso com a capacidade instalada. Isso significa que há produção, mas esse volume de peças não está encontrando saída no mercado.

Dados como esse são considerados pelas seguradoras e podem servir como pretexto na hora de proteger ou não um carro antigo. De qualquer forma, o fato é que, ao contar com um seguro auto, você evita ficar à mercê das oscilações do mercado de peças. Em momentos de demanda baixa, é comum que oficinas cobrem valores quase extorsivos por peças mais difíceis de encontrar.

Um seguro, nesse caso, garante que a reposição será feita, não importa se a peça está sobrando ou faltando no mercado e, o melhor, sem ter que pagar a mais.

Cobertura para danos a terceiros

Embora o mais comum é que o seguro para carros antigos não seja compreensivo, nada impede, dependendo do caso, que terceiros sejam protegidos em caso de acidentes. Afinal, sendo um carro mais suscetível a falhas mecânicas, é natural esperar que se envolva em eventuais colisões.

Nesse caso, é importante levar em conta que, se o carro de um terceiro for mais caro ou mesmo de luxo, pode ser até inviável para o dono do carro antigo arcar sozinho com o prejuízo. Por isso, um seguro que proteja terceiros pode representar uma tremenda segurança.😌

O mesmo se aplica a quem tem um carro de coleção. Ao trafegar nas ruas, nunca se sabe o que pode vir a acontecer. Por isso, o melhor mesmo é garantir que um provável acidente não comprometa a integridade do patrimônio de pessoas inocentes, se assim for constatado.

Guincho 24h

Por conta da probabilidade maior de sofrer uma pane mecânica ou falhas causadas pelo tempo de uso, é sempre recomendável contar com o apoio de um guincho. Considere, nesse caso, a possibilidade de estar em um local ermo, sem uma rede de assistência técnica ou mesmo desconhecido 😰. O que fazer nessas situações?

Pode compensar pagar um valor até mais alto do que o normal para ter o direito de ser apoiado por serviços de guincho profissionais em caso de falha do veículo. Além do mais, com as altas taxas de criminalidade, em especial nas grandes metrópoles, não seria nada seguro circular sem rumo em busca de uma oficina, não acha?

Você aprendeu neste artigo como fazer um seguro auto que seja adequado para seu carro com mais de 10 anos de uso e também ficou por dentro de eventuais restrições e vantagens em aderir. E se seu veículo é de coleção, considere essa possibilidade com mais carinho ainda. Um seguro para carros antigos, nesse caso, pode representar a preservação de um patrimônio de valor inestimável!

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Veículo roubado: saiba quais medidas devem ser tomadas

Ter seu veículo roubado, seja em qual circunstância for, não é nada fácil. Nesse momento, entretanto, é muito importante lembrar que existem medidas a serem tomadas, até mesmo para buscar diminuir os seus prejuízos. Mas você sabe como proceder em uma situação como essa?

É claro que esperamos que algo assim nunca chegue a ocorrer, mas é essencial nos prevenirmos e nos informarmos, para evitar maiores problemas. Por isso, no post de hoje vamos apresentar os principais passos a serem tomados em caso de roubo/furto de automóvel, assim como a importância da seguradora nesses acontecimentos. Continue lendo para saber mais!

O que fazer em caso de veículo roubado?

Para dar início às informações, confira os passos mais importantes a serem dados pelo proprietário em caso de roubo do automóvel.

Ligue para 190 e faça seu boletim de ocorrência

Em primeiro lugar, ligue para a Emergência da Polícia Militar (190) e informe o ocorrido. Passe o máximo de dados possível e, depois, procure uma delegacia para registrar um B. O. (Boletim de Ocorrência).

Em algumas cidades, existem delegacias próprias para tratar de assuntos de veículos ou é possível registrar a partir da Delegacia Virtual/Eletrônica/Interativa. Assim, é preciso se informar sobre suas possibilidades e efetuar o registro. Essas dúvidas podem ser questionadas quando ligar para a polícia.

Dê baixa na placa do carro

Após registrar o boletim de ocorrência, leve-o até a Ciretran mais próxima e peça para dar baixa na placa do automóvel. Dessa forma, você não terá responsabilidade sobre possíveis ações realizadas usando seu carro.

Informe a polícia federal rodoviária

É importante, ainda, informar à Polícia Rodoviária Federal (PRF) a respeito do ocorrido. Há, inclusive, um espaço em seu site para que o proprietário faça a comunicação de roubo ou furto de veículos, mas você também pode ligar para o número 191, se preferir.

De acordo com essa Polícia, existem maiores chances de recuperação do carro durante as primeiras horas após o crime. Por isso, eles disponibilizam uma ferramenta que informa sobre a ocorrência a todas as suas unidades nacionais, além das viaturas com acesso a sistemas via satélite.

Fale com a seguradora

Com seu boletim de ocorrência em mãos, entre em contato com sua seguradora o mais rápido possível, para eles tomarem as medidas necessárias. Vale lembrar que é sempre importante manter cópias de documentos pessoais e do veículo em lugares seguros, pois os originais podem ser levados no roubo e essa documentação pode ser necessária no processo.

Peça o reembolso do IPVA

Em alguns estados, você também tem a opção de pedir a restituição de parte dos valores do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Confira a legislação e se informe sobre os procedimentos necessários, para diminuir seus prejuízos com o roubo.

Qual a importância do seguro de automóveis nessa situação?

Com o seguro de automóveis, você receberá o valor estabelecido no contrato em casos de roubo. Desse modo, seus prejuízos são consideravelmente reduzidos. Vale lembrar que, em casos de recuperação do veículo, é preciso verificar como fica a indenização em cada situação. As condições e circunstâncias variam e, por essa e outras razões, é essencial ter atenção na hora de contratar, para escolher uma boa seguradora.

Você sabe que a compra de um carro não é nada fácil. Por isso, tão importante quanto fazer esse investimento é protegê-lo, certo? Confira brevemente os principais motivos para investir em um seguro!

  • índice de roubos e furtos no Brasil: Os casos são muitos em todas as cidades e estados.
  • exposição a acidentes: Mesmo sendo um motorista consciente, existem outras circunstâncias às quais estamos expostos que podem gerar danos em nosso carro e afetar nosso bolso. Por isso, é tão importante ter o seguro. Ele ajuda a arcar com custos em nossos veículos e nos de outras pessoas.
  • imprevistos acontecem: Além de roubos e furtos, outros imprevistos podem acontecer. Para não arcar com muitos prejuízos, é preciso estar preparado e se manter prevenido.

Agora você já sabe como proceder em caso de veículo roubado e como a seguradora faz toda a diferença. Esperamos que tenha gostado do post! Para mais conteúdos, siga-nos em nossas redes sociais: estamos no Facebook, Instagram e Twitter!

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Roubo de carros: isso influencia no valor do seguro?

O Índice de Veículos Roubados (IVR) divulgado pelo SUSEP pode impactar no valor pago em um seguro. Essa é uma das principais referências adotadas por seguradoras na hora de determinar os valores de seguros contra roubo de carros.

Nesse sentido, vale destacar que, como diz a própria Superintendência de Seguros Privados, o objetivo do índice é justamente ajudar a compreender as estatísticas de roubos. Dessa forma, tanto segurados como seguradoras têm mais argumentos e critérios na hora de fazer cotações e definir preços.

Considerando que, em 2018, o índice de roubo apresentou queda em relação ao primeiro colocado da lista, pode-se dizer que esta é a hora certa para se fazer um seguro. Junto às dicas a seguir, isso colabora para que sua proposta seja aprovada com mais facilidade. Confira! 😉

Contrate um seguro auto

Os roubos de carros representam uma ameaça ao seu patrimônio, assim, contratar um seguro auto que o proteja da ação de criminosos é fundamental. Dependendo do modelo, da região e dos números apresentados pelo IVR, é possível que o valor de uma apólice sofra um aumento ou não.

Seja como for, tranquilidade é algo que não tem preço 😌. Por isso, o melhor a se fazer é ir em busca de cotações em diversas seguradoras. Assim, você garante uma apólice justa em seus valores e que contemple suas necessidades.

Mantenha seu carro conservado

Não são apenas as estatísticas sobre roubos de carros consideradas por uma seguradora ao analisar uma proposta de seguro. Na verdade, um dos critérios mais relevantes para que a apólice seja fechada com um valor atraente é o estado de conservação do seu carro.

O motivo é simples. Carros mal conservados representam um risco muito maior de falhas mecânicas e de posterior acionamento da cobertura. Nesse sentido, lembre-se de que as seguradoras darão sempre preferência a carros que não sejam uma “bomba relógio” 😅.

Considere a instalação de um alarme

Dispositivos de segurança é como conhecimento: quanto mais, melhor na hora de fazer um seguro automotivo. Sejamos sinceros: é melhor contar com um alarme ou trava e evitar um roubo do que ter que acionar o seguro para aquisição de um novo veículo, certo?

Conheça as razões para contratar um seguro contra roubo de carros

Assim como um ar-condicionado em regiões quentes, ter um seguro para carros não é um luxo, mas uma necessidade. Em um país como o Brasil, onde as taxas de criminalidade são sempre elevadas, veículos de passeio estão sempre expostos e vulneráveis a riscos como acidentes e roubos 😬.

Embora ninguém conte com a possibilidade de ser assaltado, a verdade é que, em alguns casos, pode acontecer até de você precisar de uma cobertura completa, que inclua roubo e colisão que proteja o patrimônio de terceiros. Sem um seguro, o que você faria numa situação dessas?

A única garantia que um proprietário de um veículo tem, seja contra furtos ou até em caso de desastres naturais, é o seguro auto. E quando se trata de roubo de carros, contar com essa proteção é essencial para garantir sua integridade e segurança física em um momento crítico. Vale a pena aderir para poder aproveitar apenas o melhor que seu carro tem a oferecer!

E aí, você tem interesse em se proteger e quer saber mais? Veja como funciona o seguro de automóveis!