Fintechs de crédito: como elas estão revolucionando o mercado financeiro?

As fintechs de crédito vieram para ficar e fazer sombra ao poderoso sistema bancário. Embora não sejam um modelo de empresa propriamente recente — o Paypal, a primeira do gênero, foi fundado em 1998 —, no Brasil elas só entraram no radar na última década.

Graças ao sucesso de certas empresas, algumas já até chegaram ao impressionante posto de “unicórnios”, ou seja, seu valor de mercado é bilionário. 🦄

Tamanho crescimento se explica porque elas exploram toda uma demanda reprimida por séculos de domínio de bancos no segmento financeiro. É um fenômeno análogo ao que fizeram a Uber no ramo de transportes e Airbnb no de hotelaria.

Não é difícil entender as razões de tanto sucesso, afinal, essa modalidade de startup de fato apresenta vantagens consideráveis para seus clientes. Sendo assim, vale a pena conhecer melhor suas características e avaliar sua relevância, agora e para o futuro.

Essa é a proposta deste artigo que você começa a ler: trazer um panorama do mercado de fintechs e ajudá-lo a formar sua opinião e tomar decisões. Acompanhe!

O que é e como funciona uma fintech de crédito?

As fintechs como um todo, inclusive as de crédito, são parte do ecossistema financeiro em nível internacional. Assim sendo, elas dividem espaço com os bancos tradicionais, fornecendo soluções financeiras para seus clientes e serviços relacionados.

O termo tem origem na expressão inglesa “financial technology”, ou seja, tecnologia aplicada ao setor financeiro. Seu uso foi documentado pela primeira vez quando a Accenture lançou um programa de aceleração de startups, chamado Fintech.

Como veremos mais à frente, elas operam em obediência às regras impostas pelo Banco Central do Brasil, devendo, portanto, cumprir certos requisitos para entrar no mercado. Ainda assim, o setor bancário está alerta, já que uma pesquisa da PwC revelou que para 73% dos bancos, as fintechs são uma ameaça real.

Para a gente, isso não deixa de ser uma coisa boa, já que sinaliza que essas empresas realmente oferecem algo que é do interesse do consumidor final. Irado, né?

A preocupação dos bancos se explica, uma vez que as fintechs de crédito funcionam de maneira similar a de uma instituição financeira comum. Mas o negócio mesmo fica bom é quando colocamos os dois tipos de empresa na balança e comparamos suas diferenças.

Existem diferenças em relação aos bancos?

Para responder direto e na lata, sim, existem diferenças para os bancos e elas não são nada desprezíveis. A primeira delas é a rapidez e praticidade para abrir uma conta. Em um banco convencional, você sabe, há toda uma papelada, burocracia e a necessidade de comparecer a uma agência presencialmente.

Embora os principais deles já ofereçam a possibilidade de abrir a conta pela internet, há casos em que é preciso aguardar até 5 dias para começar a usar. Essa espera não acontece na maioria das fintechs de crédito, nas quais você já abre a conta podendo movimentá-la, desde que envie seus documentos a tempo. Em algumas delas a aprovação acontece no mesmo dia!

Mas, é claro, a grande diferença para os bancos é a ausência daquelas taxas terríveis para operações como transferências, extratos e emissão de cartão de crédito empresarial. Nas fintechs de crédito, quase tudo é de graça, desde que seja feito on-line.

Quais as características desse tipo de negócio?

Fintechs operam totalmente baseadas no ambiente virtual. Por mais que as grandes empresas desse segmento até tenham sedes em prédios comerciais, a maior parte de suas operações dispensa a tradicional agência física.

Esse é o grande trunfo das fintechs, pois a sua existência digital permite toda uma redução de custos com infraestrutura, times e com manutenção. Eu mesmo, aqui na Youbo, sou uma prova de que há vida inteligente na internet na parte do atendimento ao cliente. ☺

Sendo uma categoria de empresa mais escalável e que opera com custos mínimos, elas podem reverter esse barateamento a favor de seus usuários. Ou seja, aquela velha lei de repassar aumentos nos custos, no caso das fintechs, ocorre do modo oposto.

Tudo isso não resulta em serviços financeiros piores ou limitados, muito pelo contrário. Como a gente vai ver no próximo tópico, as fintechs não ficam devendo em nada aos bancos em termos de “produtos”.

Quais direitos o correntista tem?

Uma conta em uma fintech dá ao correntista os mesmos direitos a que teria em uma conta em um banco comum. Portanto, é possível fazer operações de transferência por DOC e TED, operar com carteiras virtuais — e-wallets — e até emitir boletos de cobrança.

Algumas delas também oferecem empréstimo para empresas, tudo de forma independente, sem a necessidade de um banco tradicional chancelar as transações. Não é maneiro?

A parte mais bacana, no entanto, é que todas essas operações estarão sempre disponíveis eletronicamente, não importa o dispositivo, exceto saque — por razões óbvias.

É o fim da procura por caixas eletrônicos para pagar contas, solicitar crédito ou mesmo para saber um simples saldo. Tudo está ao alcance dos dedos, bastando apenas alguns toques na tela do smartphone ou cliques no teclado do computador.

Não menos importante, esses serviços, via de regra, são todos 0800, logo, sem custo algum para o cliente, não importa quantos você solicite. Isso já não acontece em bancos convencionais que cobram taxas para transferências e limitam a quantidade de extratos gratuitos. Isso abre a possibilidade de pagar menos impostos, considerando que a incidência de Imposto sobre Operação Financeira (IOF) é minimizada.

Importa destacar que as fintechs cumprem também um importante papel social, considerando que 31% da população no mundo não tem acesso a uma conta bancária. É o que atesta o Global Findex Database 2017, com apoio do Banco Mundial.

Como saber se uma fintech é credenciada?

No Brasil, as fintechs foram regulamentadas muito recentemente. Apenas em abril de 2018 o Conselho Monetário Nacional (CMN) viria a publicar as Resoluções 4.656 e 4.657, dando, enfim, o necessário respaldo legal para essas empresas operarem.

Legalmente, o BCB divide essas empresa em duas categorias.

Sociedade de Crédito Direto (SCD)

Consiste em fintechs autorizadas a realizar operações de crédito em plataforma digital própria e com seus próprios recursos. Por sua vez, podem captar recursos diretamente do público. Os serviços oferecidos são:

  • análise de crédito;
  • emissão de moeda eletrônica;
  • cobrança de crédito;
  • distribuição de seguro em suas operações.

Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP)

Já uma SEP é autorizada a captar recursos junto ao público, bastando apenas que eles estejam totalmente ligados à concessão de empréstimo. Essa categoria de fintech também pode realizar operações de crédito interpessoal, também conhecidas pelo termo peer-to-peer lending.

Nelas, a fintech se coloca como intermediadora na relação entre credor e devedor, ganhando ao cobrar tarifas. De qualquer forma, para atuar como SCD ou SEP, é indispensável uma autorização expressa do Banco Central — no qual se pode encontrar a relação das empresas autorizadas.

Quais são as maiores fintechs de crédito do mercado nacional e internacional?

Agora que você sabe como funcionam as fintechs, vai conhecer as principais empresas do gênero no Brasil e no mundo. Por isso, se você pensa em abrir uma conta pessoal ou para sua empresa, não deixe de acompanhar os próximos tópicos!

Paypal

Considerada a primeira fintech do mundo, antes mesmo do termo ser criado, o Paypal foi fundado em 1998 por Peter Thiel, Luke Nosek, Ken Howery e Luke Nosek. Localizada na cidade de San Jose, na Califórnia (EUA), ela atende hoje mais de 267 milhões de clientes em todo o planeta, com valor de mercado estimado de US$ 333 bilhões.

Creditas

No mercado brasileiro, a Creditas desponta hoje como a principal fintech de crédito. Embora seja uma empresa de serviços financeiros, ela começou em 2012 como um marketplace on-line. Nele, as pessoas podiam fazer comparações entre as taxas de juros das instituições financeiras antes de solicitar um empréstimo ou financiamento.

Nubank

Recentemente alçada ao posto de startup unicórnio, o Nubank oferece todos os serviços financeiros que os bancos tradicionais. Isso quer dizer que é possível abrir conta corrente, fazer transferências e até ter cartão de crédito. Nesse ano, ela deu início ao seu processo de expansão internacional, abrindo sua primeira filial fora do Brasil, no México. É uma das três fintechs brasileiras na lista das 100 maiores do mundo publicada pela KPMG em 2018, ocupando a sétima posição.

Neon

Assim como o Nubank, o Neon oferece serviços financeiros e cartão de crédito. Também permite ao cliente realizar investimentos e fazer pagamentos com isenção de tarifas. Em 2018, o negócio chegou à expressiva marca de 1,7 milhão de usuários, projetando, assim, vôos ainda maiores para os próximos anos.

GuiaBolso

No ranking KPMG, a GuiaBolso aparece no top 50 na posição #46. Esse é o seleto grupo das fintechs que já são uma realidade, isto é, que não são mais uma empresa emergente. Além de fintech, essa empresa atua com foco em consultoria financeira, prestando apoio aos seus clientes, que também contam com serviços financeiros tradicionais.

TransferWise

Embora localizada em Londres, Inglaterra, a Transferwise foi fundada pelos estonianos Taavet Hinrikus e Kristo Käärmann. Sua especialidade é a intermediação de operações de câmbio, operando hoje com mais de 750 tipos de moedas.

Sendo uma fintech, ela trabalha com taxas muito mais baixas do que os bancos comuns, representando a melhor opção para transferências internacionais. Além do ranking da KPMG, também figura no ranking da Forbes das principais fintechs do mundo.

Ant Financial

Ligada à gigante de e-commerce Alibaba, a Ant Financial é hoje a mais valiosa fintech no mundo, com valor de mercado estimado em US$ 150 bilhões. Fundada como Alipay, foi rebatizada em outubro de 2014 e, desde então, não para de crescer com seus serviços financeiros e de pagamentos eletrônicos.

PicPay

Correndo por fora, a capixaba PicPay vem aos poucos ocupando um lugar de destaque no competitivo segmento das fintechs. Sua base de clientes já passa dos 12 milhões e, hoje, segundo a própria empresa, é o maior aplicativo de pagamentos brasileiro. Como vantagem, está o fato de ser aceito em mais de 1,4 milhão de estabelecimentos, de acordo com dados no seu site.

SoFi

A SoFi tem uma trajetória interessante, já que foi fundada em 2011 pelos estudantes Ian Brady, James Finnigan, Dan Macklin e Mike Cagney como fomentadora de crédito estudantil na Universidade de Stanford, Estados Unidos. Hoje, ela oferece não apenas empréstimo para estudantes, mas serviços financeiros como financiamento imobiliário, empréstimo pessoal e até seguro médico.

AtomBank

Fundado em 2015 na cidade de Durham, na Inglaterra, o Atom Bank leva a sério a questão de ser uma empresa digital, dispensando até mesmo as instalações físicas. Em 2017, seu valor de mercado chegou a 200 milhões de libras, ultrapassando R$ 1 bilhão. A empresa aposta em uma imagem de transparência, divulgando no site seus últimos balanços contábeis como prova de liquidez e confiabilidade.

Toro Investimentos

Considerada como a primeira fintech do Brasil a oferecer serviços de corretagem de valores, a Toro é focada em investimentos de risco moderado e alto. Fundada em 2010 na cidade de Belo Horizonte por João Resende, Gabriel Kallas, Guilherme Alves, Márcio Placedino e Gustavo Mendes, também atua como consultora, oferecendo cursos e orientação para investidores.

Quinto Andar

Embora o foco da Quinto Andar seja a intermediação de aluguel de imóveis, ela também é considerada uma fintech, já que realiza análise de crédito. Seu grande diferencial é facilitar o sempre difícil e burocrático processo de formalização de um aluguel, dispensando garantias como caução, seguro fiança e o arriscado fiador.

Como esse modelo de negócio beneficia as empresas e os microempresários?

Por tudo que vimos e pelo expressivo crescimento das empresas ligadas ao segmento das fintechs, fica claro que se trata de um modelo de negócio que só tende a crescer. Isso porque elas oferecem os mesmos serviços que os bancos comuns, mas a um custo muito menor ou, na maioria dos casos, inexistente. 💰

Para quem precisa organizar despesas pessoais e contas da empresa, por exemplo, muitas delas também são interessantes por terem também uma pegada educadora. Ou seja, ao contrário das instituições financeiras convencionais, em algumas fintechs o cliente recebe todo um apoio e orientação para melhorar sua vida financeira.

Chegamos ao final deste artigo, em que a gente viu um panorama sobre as fintechs de crédito, como funcionam e por que esse modelo se tornou tão atraente. Espero que tenha esclarecido suas dúvidas a respeito do assunto.

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Como é feita a simulação de seguro residencial? Entenda!

Se você possui algum bem material de valor, já deve ter ouvido falar ou mesmo contratado um seguro. Atualmente, esse tipo de serviço oferece coberturas para automóveis, empresas, viagens, a sua vida e até imóveis! Sim, os seguros para moradia podem socorrê-lo em várias situações imprevistas, e provavelmente você nunca pensou em fazer uma simulação de seguro residencial na sua vida! Na verdade, nem você, nem boa parte da população brasileira.

Segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) apenas 15% dos imóveis do país contam com esse tipo de proteção. Isso, porque muitas pessoas não sabem como funciona e quais são as vantagens que esse seguro oferece. Se você faz parte desse grupo, fique tranquilo! Neste post, vou explicar tudinho sobre o seguro residencial, o que é, como funciona, como é feita a simulação e outras cositas más. Venha comigo!

Seguro residencial: o que é?

Imagine que você acabou de comprar uma casa nova ou está se mudando para um lugar melhor. Tudo parece perfeito, até que, um belo dia, no meio da madrugada você acorda e descobre que um dos canos da tubulação de esgoto estourou e a casa está alagada. Como resolver esse problema às três da manhã?

Foi pensando nesse tipo de situação que os seguros residenciais foram criados. A função desse serviço é proteger seu patrimônio e também a sua família, ou seja, é a sua garantia de que, se alguma coisa fora do normal acontecer, você terá alguém para ajudar a resolver a situação a qualquer momento do dia, inclusive na madrugada.

Como funciona esse tipo de seguro?

A regra do seguro residencial é parecida com a dos seguros de automóveis, por exemplo, você paga um valor mensal ou anual para a seguradora e, em troca, ela se compromete a proteger o seu patrimônio contra inúmeros problemas. Então, se ocorrer um sinistro — acidente —, a seguradora tomará as medidas necessárias para reparar ou substituir o que foi danificado.

De que forma é feita a simulação de seguro residencial?

Para chegar ao valor exato do serviço é feita uma simulação de seguro residencial com base em vários fatores: o valor do metro quadrado construído, o tipo de imóvel, condições climáticas, índice de violência na região e os bens que estão lá dentro. De acordo com esses dados, serão considerados os riscos a que a casa e a sua família estão expostas, e, assim, é determinado o valor a ser pago.

Ao contratar esse tipo de serviço é feita uma apólice. Nesse documento, constam todas as regras do seguro, quais as coberturas, os riscos, prazo de validade do contrato, o valor que será pago à seguradora — chamado de prêmio — e a indenização que será recebida para cada ocorrência. Por isso, é muito importante que você leia a apólice com atenção e se certifique de que ela contempla tudo que você precisa.

O que está incluso na cobertura?

Existem três tipos de cobertura residencial. Se você optar apenas pela cobertura do prédio, isso quer dizer que, somente as paredes e o teto estarão segurados. Você também pode escolher a cobertura só para os bens dentro do imóvel ou para ambos os casos. A partir dessas coberturas, você escolhe quais riscos estarão incluídos no seu contrato. Veja as principais versões de apólices:

  • Cobertura básica: boa parte dos seguros para moradia cobre o imóvel em casos de explosões, incêndios e queda de raios, entretanto é possível adicionar mais benefícios — mediante pagamento extra. Entre os adicionais há proteção contra roubo, quebra de vidros, panes elétricas, queda de aeronaves, enchentes, responsabilidade civil familiar etc.;
  • Responsabilidade civil familiar: embora seja um adicional, vale a pena falar um pouco mais sobre ele, pois esse tipo de cobertura protege você contra danos a terceiros. Suponha que seu filho convidou alguns amigos para brincar e um deles acabou se machucando. Com essa proteção você pode acionar o seguro para que ele assuma as despesas com consultas, remédios etc.;
  • Assistência 24 horas: essa cobertura pode ser muito útil se você mora distante de familiares e amigos, sozinho ou se você não entende nada de reparos domésticos. A assistência 24 horas garante que você terá ajuda se o seu chuveiro queimar, a pia entupir ou se você ficar preso do lado de fora.

Um detalhe importante: hoje, as empresas que fazem o seguro não declaram mais os bens existentes dentro de uma propriedade, por isso, para garantir que você receba os benefícios da seguradora, é preciso comprovar a existência prévia do objeto ou espaços danificados. Isso poderá ser feito apresentando notas ficais e manuais de funcionamento.

Quais cuidados tomar ao contratar o seguro para a sua casa?

Com tantas opções, é provável que você se sinta um pouco perdido na hora de escolher o que fará parte da sua apólice. Por isso, faça uma simulação de seguro residencial, converse com o seu corretor, certifique-se de que o contrato cobre tudo que você gostaria e verifique o valor da indenização oferecida para cada situação. Consulte também mais de uma empresa e verifique a reputação tanto da seguradora, quanto da corretora.

Dica do Youbo: como encontrar a empresa certa para fazer o seu seguro?

O ditado popular diz que “o seguro morreu de velho”. Eu torço para nada de ruim aconteça com o seu imóvel ou família, mas, se acontecer, nós, aqui da Youbo, temos o compromisso de descomplicar a sua vida e fazer com que esses imprevistos sejam rapidamente resolvidos. Desenvolvemos um seguro residencial que você pode personalizar de acordo com as suas necessidades.

Todo o processo de contratação é feito online, você responde ao nosso questionário e rapidinho recebe a cotação. Você também conta com a praticidade do nosso simulador de seguros residenciais, em que pode comparar os valores entres diversas opções de coberturas. Oferecemos seguros contra roubos e furtos, danos elétricos, incêndio, desastres naturais, danos em vidros e muitos outros.

Proteger o seu patrimônio é muito importante. Por esse motivo, contratar um seguro residencial é fundamental. Neste post, vimos às várias situações que podem ser resolvidas com esse serviço, a forma como ele funciona e os diferentes tipos de coberturas. Tudo isso para que você e sua família tenham tranquilidade e segurança.

Agora você já sabe tudo sobre seguros residenciais, que tal encontrar um perfeito para você? Tenho certeza que o meu time pode ajudar nessa missão! Acesse nosso site e faça agora mesmo uma simulação de seguro residencial. Até mais!

Como fazer minha empresa crescer em 2020

Junto de um novo ano, novos objetivos se desenham no horizonte. Sendo assim, elaborei este post para responder a uma das dúvidas mais recorrentes entre os nossos leitores: como fazer minha empresa crescer? Afinal, esse é um dilema comum a qualquer empreendedor — e eu quero ajudar na sua jornada!

Por isso, reuni as principais informações sobre tema, explicando os pontos mais importantes para o crescimento do seu negócio, com as melhores estratégias para tirar esse objetivo do papel e alavancar os seus resultados. Está pronto? Então vamos nessa!

Quais os fatores mais importantes no crescimento de uma empresa?

Da forma como percebemos, existem cinco critérios fundamentais para que o seu negócio decole: a organização, o planejamento, os recursos, a disponibilidade e a rede de contatos. No fim das contas, é a excelência em cada uma dessas áreas que determina o potencial da sua empresa em crescer de maneira inteligente e sustentável. Ficou curioso? Então dê uma olhada!

Organização operacional e financeira

Antes, é importante entender uma coisa: você não conseguirá expandir o seu mercado se estiver trabalhando de maneira caótica, desorganizada e aleatória. Nesse sentido, o primeiro fundamento do seu negócio deve ser a organização, pois isso garante previsibilidade nos seus processos e facilita a identificação de erros e melhorias.

Além do lado operacional, também é muito importante que a organização exista no ambiente financeiro. Pois veja, para crescer, é indispensável que você saiba como separar as despesas pessoais das contas da empresa, evitando prejudicar o seu fluxo de caixa com pendências, gastos e custos que não tem nada a ver com a operação.

Planejamento de curto, médio e longo prazo

Tão importante quanto ignorado, o planejamento é uma oportunidade de desenhar um mapa em direção aos seus objetivos. Apesar disso, é um tanto comum que micro e pequenos empresários deixem essa estratégia de lado e, assim, prejudiquem suas oportunidades de crescimento.

Basicamente, planejar é definir metas claras do que você e o seu time precisam alcançar dentro de um intervalo de tempo. Para incentivar a equipe, é importante que esses objetivos sejam coerentes com a capacidade do seu negócio, em volume de vendas, clientes e afins.

Outro ponto que entra nessa categoria é o próprio planejamento tributário. Aqui, é importante contar com uma boa consultoria contábil, capaz de estudar a sua operação e fazer com que se pague menos impostos, reduzindo os custos e aumentando a rentabilidade.

Recursos para investimentos e emergências

O fator mais óbvio de todos: ter dinheiro no caixa! Afinal de contas, está claro para todo mundo como ter recursos facilita o crescimento da empresa, pois agiliza a implementação de projetos, a modernização dos equipamentos, o investimento em publicidade e tudo o mais!

Por isso, percebemos que, para agilizar o seu crescimento, você precisa de três tipos de caixa: uma reserva financeira, um bom capital de giro e uma outra reserva para investimentos. A primeira reserva é um caixa de emergência, que só deve ser utilizado em períodos de crise.

O capital de giro é o que sustenta o funcionamento do seu negócio livre de dívidas. Já a reserva de investimentos é um montante separado para projetos especiais, utilizando na aquisição de novas máquinas, veículos, serviços ou qualquer outro gasto que alavanque a produtividade ou destaque do seu negócio.

Disponibilidade de tempo

Normalmente, quanto mais se cresce, maior a tendência de terceirizar o comando da sua empresa, com a contratação de especialistas para cada área. No entanto, durante o começo, você precisa desempenhar várias tarefas, centralizando todo o comando.

Por isso, é comum que as empresas que crescem substancialmente nos seus primeiros anos contem com uma personalidade firme e incansável por trás, dedicando muito tempo, suor, persistência e teimosia na construção de um amanhã melhor.

Rede de contatos

O clássico networking! Em nossa era, uma boa rede de contatos pode ser determinante para acelerar o crescimento do seu negócio. Afinal, parcerias inteligentes, fornecedores especiais e visibilidade extra sempre serão formas de alavancar a sua produtividade, tornando a sua empresa ainda mais competitiva dentro de seu mercado.

Como fazer minha empresa crescer?

Agora, conheça algumas estratégias eficientes para acelerar o seu crescimento em 2020. Veja!

Estimule a conexão humana

O mercado está mudando, assim como o comportamento do consumidor. Hoje, é muito importante que as pessoas se sintam valorizadas, mesmo nas relações comerciais. Por isso, independente do seu ramo de atuação (B2B ou B2C — empresa para empresa ou empresa para consumidor), é fundamental que você crie vínculos nas suas relações.

Isso é possível por meio da transparência, objetividade e empatia. Em outras palavras, você deve jogar limpo, sempre tratando o seu cliente como um amigo de longa data, com respeito, consideração e sinceridade. Os seus preços devem refletir a qualidade das suas soluções, sem nunca explorar a ingenuidade do consumidor.

Incentive a criatividade

Com a popularização da tecnologia, o cotidiano das empresas está cada vez mais rápido e fácil. No entanto desafios sempre existirão, exigindo pensamento crítico e jogo de cintura por parte da sua equipe para lidar com essas situações.

Por isso, é muito importante contar com colaboradores naturalmente criativos, assim como incentivar essa virtude entre os colegas do seu time. Não falamos de dar um jeitinho nas coisas, mas, sim, encontrar meios éticos e inteligentes para resolver os impasses, seja ao combater uma argumentação do cliente, criar uma campanha publicitária ou definir um preço justo.

Capacite o seu time

A menos que você seja um microempreendedor individual sem nenhum contratado, você precisa investir na capacitação dos seus colaboradores, pois eles são parte fundamental da sua trajetória, seja ela bem-sucedida ou não. Isso pode ser feito com a realização de workshops e capacitações para os times de venda, marketing e gerência, aprimorando habilidades estratégicas para os resultados da empresa.

Gere valor nas suas soluções

Lembra-se que falamos que o consumidor tem mudado? Pois bem, as duas últimas gerações com idade de pleno consumo — Millenials (1980-1995) e Z (1995-2010) — têm uma preocupação em comum. Ambas enxergam a importância do valor agregado e, por isso, exigem significado naquilo que consomem, seja uma roupa, uma comida ou um carro.

Se a sua intensão é atender a esse público, é fundamental que demonstre o valor e significado dos seus produtos. O mesmo vale para a última geração — que ainda não tem idade plena de consumo, nascidos a partir de 2010 —, os Alphas, que são ainda mais conectados, idealistas e conscientes.

Por fim, vale destacar algumas soluções financeiras que podem ajudar você na captação de recursos para o seu negócio. Afinal de contas, não é sempre que se tem o caixa necessário para um projeto estratégico, e, nesses casos, pode ser interessante analisar um empréstimo.

Entre eles, destacamos o empréstimo com veículo de garantia, capaz de reduzir as taxas de juros e oferecer crédito rápido para aplicar na sua empresa. Além disso, existem linhas de empréstimo exclusivas para PJ, normalmente ofertadas em bancos ou fintechs agregadoras, como a Youbo.

Agora que como fazer minha empresa crescer não é mais um dilema para você, aproveite para se antenar em novos conteúdos do nosso portal. Para tanto, basta curtir a nossa página oficial no Facebook!

Por que você deve contratar um seguro-viagem?

Se bem planejadas, as viagens são garantia de diversão e relaxamento, permitindo que você aproveite cada segundo do local escolhido. No entanto elas demandam muitos cuidados, que devem começar a ser pensados bem antes de fazer as malas. Entre essas precauções, está a contratação de um seguro-viagem.

Mas por que contratar um seguro-viagem? Para responder a essa pergunta, preparamos este artigo, que explica como esse tipo de seguro funciona, quais são os seus benefícios e como aproveitá-los da melhor maneira para ampliar a sua tranquilidade e evitar que sustos atrapalhem a viagem. Boa leitura!

O que é e como funciona um seguro-viagem?

O seguro-viagem é um tipo de serviço que garante à pessoa segurada a assistência médica necessária em caso de problemas de saúde e a cobertura para alguns outros infortúnios que possam surgir no período em que ela estiver fora de casa, durante a viagem. Um seguro-viagem pode servir tanto para destinos nacionais quanto internacionais, mas é mais comum que ele seja contratado por quem tem como destinos locais fora do país.

Normalmente, a duração de um seguro-viagem está condicionada ao período de deslocamento e estadia no destino escolhido. A regulamentação desse setor é feita pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), a mesma de outros tipos de seguro, como de veículos, de imóveis ou pessoais.

Uma boa forma de entender como funciona um seguro-viagem é pensar nele como um plano de saúde temporário: enquanto ele estiver ativo, o segurado pode acioná-lo de acordo com os imprevistos que possam surgir e as coberturas que foram contratadas, que podem ir além de questões médicas.

Quando é possível acionar a cobertura desse tipo de seguro?

A cobertura de despesas médicas é a principal de um seguro-viagem, o que garante o pagamento de gastos com médicos, hospitais e demais cuidados caso algum problema de saúde surja durante o período fora de casa.

No entanto os seguros dessa categoria vão além, com coberturas que podem ser interessantes de acordo com a necessidade do viajante. Outra proteção bastante comum para situações mais graves e que ninguém espera que aconteça é a que garante a indenização por falecimento e as despesas com o regresso do corpo para o país de origem. Há, ainda, o chamado regresso sanitário, que é quando o turista é contaminado com uma doença durante a viagem e não pode retornar de forma normal.

Além disso, um viajante com seguro-viagem pode receber reembolso caso tenha sua bagagem extraviada pela companhia aérea ou caso seu voo seja cancelado e prejudique seu itinerário. Por fim, algumas coberturas oferecem suporte em situações de perda de documentos e apoio na língua materna do segurado.

Na maior parte dos casos, para acionar o seguro viagem, é necessário entrar em contato com a seguradora pelos canais de atendimento disponíveis, sempre tendo em mãos os seus dados pessoais e o número da apólice.

Normalmente, a cobertura dos seguros-viagem preveem o reembolso das despesas médicas. Ou seja, o segurado receberá de volta os valores pagos depois de comprovar as despesas geradas pelo seu problema de saúde. Isso não impede que a seguradora encaminhe o segurado para serviços médicos próprios ou contratados diretamente por ela.

Para problemas envolvendo cancelamentos de voo, bagagens extraviadas ou perda de documentos, o processo é similar: entrar em contato pelos canais disponíveis, informar a apólice e qual o seu problema e receber as orientações de como proceder para contornar a situação com o apoio da cobertura do seguro.

Quais os benefícios de contar com um seguro-viagem?

Se imprevistos médicos já podem custar uma fortuna dentro do seu país de origem, imagine o preço disso em países com outra moeda e no qual você não faz muita ideia de como funciona o sistema de saúde? Dessa forma, qualquer pequena necessidade médica pode se transformar numa despesa considerável se você não contar com um seguro-viagem. Tudo isso sem pensar nos casos mais graves, que podem envolver cirurgias ou internações.

Outra questão que ressalta a importância de contar com um seguro-viagem é a obrigatoriedade. Isso mesmo. Em muitos países, você não terá sua permissão para entrar concedida se não apresentar uma apólice válida em algum momento do processo de imigração, mesmo em viagens a turismo de curta duração.

Esse é o caso, por exemplo, de alguns países da América Latina e da maioria dos países europeus. Com exceção de Irlanda e Reino Unido, quase todos os países daquele continente (que fazem parte do chamado Tratado de Schengen) exigem dos turistas uma apólice com cobertura de pelo menos 30 mil euros, com vigência ao menos igual ao tempo de permanência nos país.

Quais as diferenças entre o seguro-viagem e o seguro-saúde?

Na hora de contratar uma apólice e viajar com maior tranquilidade, é comum se deparar com uma opção alternativa ao seguro-viagem: o seguro-saúde. Ambas as opções tentam cumprir os mesmos objetivos, funcionam de forma similar, mas guardam algumas diferenças.

A principal diferença está na extensão da proteção oferecida. O seguro-saúde restringe a sua atuação quase sempre a questões médicas, enquanto o seguro-viagem, como você viu neste post, garante ao segurado apoio em diversas outras situações, não restringindo sua atuação aos problemas de saúde que o viajante possa ter.

Por causa dessa cobertura mais efetiva, os seguros-saúde quase sempre são menos procurados que o seguro-viagem, que pode ter preço um pouco maior, mas representa um custo-beneficio melhor diante da proteção garantida em outros aspectos.

De qualquer forma, antes de fechar a contratação, é importante pesquisar bem quais são as suas necessidades, avaliar quais são as coberturas oferecidas e aquilo que fica de fora do que é coberto pela seguradora, sempre verificando se elas são compatíveis com as exigências do seu destino. Não menos importante é verificar a reputação no mercado da empresa contratada.

Viu por que você deve contratar um seguro-viagem? Agora não se esqueça de colocar isso entre as etapas do planejamento da sua viagem, para que seja possível aproveitar seu destino sabendo que imprevistos estarão cobertos pela apólice contratada.

Quer conhecer as melhores opção de seguro-viagem? Entre em contato com a Youbo agora mesmo e confira nossas soluções.

Veja 5 dicas fundamentais para quem vai viajar de carro!

Chegou a hora de conhecer novos lugares? Precisa viajar a negócios? Como você deve imaginar, não basta organizar os objetos e colocar no porta-malas do seu companheiro de estrada. É indispensável fazer um bom planejamento e tomar alguns cuidados para garantir que tudo ocorrerá conforme o esperado. Pensando nisso, preparei para você as melhores dicas para viajar de carro. Confira!

1. Tenha um carro seguro

Segurança em primeiro lugar, não é mesmo? Portanto, para viajar com tranquilidade, o ideal é dispor de um veículo com boa pontuação no Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e Caribe (Latin NCAP). Veja quais são os carros mais seguros de acordo com os testes realizados pela empresa entre 2016 e 2019:

  • SUVs: Toyota RAV4, Volkswagen T-Cross e Volkswagen Tiguan;
  • Hatches: Chevrolet Onix (2020), Volkswagen Polo, Volkswagen Golf e Volkswagen UP;
  • Sedãs: Toyota Corolla, Volkswagen Jetta e Volkswagen Virtus;
  • Utilitários: Toyota Hilux/SW4 e Fiat Toro.

Diversos outros modelos também não deixam a desejar quando o quesito é segurança. Bons exemplos são o Toyota Yaris, Nissan Kicks e Mitsubishi Eclipse Cross. O seu veículo está fora da lista? Não se preocupe! É possível descobrir o nível de segurança dele diretamente no site da Latin NCAP. Para isso, é preciso preencher um pequeno formulário localizado à direita, na página principal da empresa.

2. Mantenha a revisão do carro em dia

Todo veículo precisa de manutenção! Geralmente, as montadoras indicam que as revisões devem ser realizadas a cada 10 mil km ou 6 meses. Logo uma das melhores dicas para viajar de carro é prestar atenção ao que diz o manual do veículo e não descuidar do possante. Além disso, sempre que notar algo estranho, como barulhos atípicos, trepidações ou queda de desempenho, procure um especialista ou consulte o seu corretor de seguro automotivo.

Antes de acelerar por aí e desfrutar de belas paisagens, lembre-se também de conferir a validade do óleo lubrificante do motor — considerando a quilometragem a ser percorrida —, verificar o nível do fluido do sistema de arrefecimento e calibrar todos os pneus. Aproveite para dar uma olhadinha em alguns equipamentos, como triângulo de sinalização, macaco e chave de rodas.

Os principais itens a serem checados na revisão são:

  • sistema de iluminação: faróis, faroletes e luzes de seta, freio e ré;
  • sistema de freio: discos, pastilhas, tambores e lonas;
  • motor: correia dentada, engrenagens, injeção eletrônica, velas, cabos de ignição, fluidos e filtros (óleo, ar e ar-condicionado).

Não é só! Tão importante quanto ter um carro com alto nível de segurança e revisado, é ter uma boa cobertura de seguro automotivo. Assim, você terá à disposição assistência 24 horas para eventualidades como furto, roubo e colisão. Tem mais: diversos planos oferecem reboque, chaveiro, troca de pneus, socorro em caso de pane seca ou mecânica. Algumas modalidades oferecem até serviços para o seu pet, acredita?

3. Faça um roteiro de todo o percurso

Como comentei antes, o segredo do sucesso de uma viagem está no planejamento. Após escolher o destino, trace um roteiro de todo o percurso. Dessa forma, você poderá estabelecer uma meta a ser percorrida diariamente (no caso de viagens longas), programar os abastecimentos de combustível e as paradas para alimentação, descanso e pernoites.

Ao definir o trajeto, priorize vias com maior nível de segurança e assistência em casos de emergências. Busque informações sobre a rota, pois, em algumas regiões do Brasil, pode ser necessário realizar travessias de balsa ou percorrer longas distâncias em estradas de terra. Nesses casos, é recomendável levar alimentação e água no carro. Tenha em mente que o trajeto é tão importante quanto o destino. Aproveite a oportunidade para conhecer novos lugares, sabores, paisagens e aromas durante o caminho.

4. Adquira um seguro viagem

Certamente, essa é uma das dicas para viajar de carro que merece atenção especial. Imprevistos acontecem e nada melhor do que ter com quem contar nos momentos delicados. Esse tipo investimento confere proteção ao segurado durante todo o período de viagem. Ou seja, ele fornecerá assistência e indenização frente à ocorrência daqueles riscos que foram pactuados no contrato.

Ao contratar o seguro viagem você pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Além da indenização em caso de morte ou invalidez, existem planos que englobam as despesas hospitalares, médicas, odontológicas, dentre outros. Vale destacar que para evitar dores de cabeça, gastos excessivos e burocracias desnecessárias você deve procurar uma empresa especializada e confiável.

5. Calcule todos os gastos

Calcular os gastos é uma das preciosas dicas para viajar de carro. Dê uma boa revisada nas finanças e estime quanto é possível gastar durante a viagem para não extrapolar o seu orçamento. Em algumas situações, pode ser interessante utilizar o cartão de crédito. Com isso, você ganha um tempinho a mais para quitar as despesas e aproveita os programas de pontos e fidelidade oferecidos pelas agências financeiras, postos de combustíveis e demais estabelecimentos.

Quer saber o que não pode faltar na sua lista de gastos? Separei para você os principais itens. Veja:

  • combustível;
  • pedágios;
  • alimentação e pernoites durante o trajeto;
  • translado do veículo em balsa, se for o caso;
  • estadia e alimentação no destino;
  • entradas para pontos turísticos e similares;
  • gastos com lembrancinhas e outros objetos, caso deseje.

Pode até parecer difícil colocar todos os gastos na ponta do lápis, mas, na verdade, é bem simples. Com uma ajudinha da internet você não encontrará grandes dificuldades para calcular o combustível e os pedágios. Atualmente, existem diversos sites que oferecem esses serviços. O mesmo vale para as pernoites em hotéis e entradas nos locais que deseja visitar.

Essas dicas para viajar de carro são infalíveis e seguir cuidadosamente cada uma delas determinará o sucesso da sua viagem. Afinal, você programou cada etapa da viagem. A segurança com o veículo estará garantida, você saberá exatamente o trajeto e quais serão os pontos de parada, assim como terá conhecimento estimado sobre os gastos. Além disso, se beneficiará de uma proteção especial ao contratar o seguro viagem.

Agora que você já sabe quais são as melhores dicas para viajar de carro, que tal entender melhor o que é o seguro viagem e ficar por dentro do assunto? Leia nosso artigo!

Volkswagen registra a Tarok para competir com a Fiat Toro

Tarok é registrado pela Wolkswagen no INPI e novo modelo promete forte concorrência à Fiat Toro .

Mais um capítulo da disputa mercadológica entre a montadora alemã, Wolkswagen, e a empresa italiana, Fiat, já agita fortemente o mercado automobilístico no país e no mundo. A Wolks consolidou o registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) do desenho/design da picape Tarok, que será a grande concorrente da caminhonete Fiat Toro.

A Tarok, há algum tempo, é uma das prioridades da marca alemã, que vinha trabalhando no desenvolvimento do automóvel visando a um enfrentamento de mercado com a Fiat nessa importante categoria.

Vale ressaltar que a Tarok já estava movimentando a disputa entre as montadoras desde o lançamento do conceito (concept-car) da picape, ainda em 2018, no Salão do Automóvel de São Paulo.

Nesse evento internacional da indústria automobilística, executivos da Wolkswagen do Brasil afirmaram que a nova picape estaria com 80% do design concluído. O protótipo também foi apresentado no Salão de Nova York (Estados Unidos) e, posteriormente, no salão de Frankfurt (Alemanha).

O registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é apenas mais uma página no processo de consolidação do carro no mercado brasileiro. Lembrando que o INPI é a instituição responsável pela análise e concessão de patentes no território nacional, e o registro no órgão é um ponto fundamental para a consolidação do lançamento efetivo de um produto industrial.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, não há nenhuma grande novidade no design registrado no INPI em relação ao conceito exposto pela Wolkswagen no Salão do Automóvel realizado em 2018 na capital paulista, entretanto, a conclusão da etapa do registro de desenho no órgão responsável indica que o lançamento do veículo deve acontecer em breve no mercado nacional.

Segundo o site do Auto Esporte, executivos da montadora alemã no Brasil informaram que a Wolkswagen vai divulgar “mais detalhes no momento adequado”. Também afirmaram que há um planejamento na empresa de lançar o novo modelo utilitário no mercado brasileiro “em um futuro próximo” com pequenas modificações.

Por exemplo, as barras de LED que interligavam os faróis por meio de uma grade provavelmente serão excluídas, as lanternas traseiras também devem sofrer alterações. As rodas e os pneus, provavelmente, também serão modificadas e reformatadas, abandonando o visual exposto no conceito.

Contudo, há algumas fontes do mercado que defendem a tese de que a fabricante só deve começar a comercializar efetivamente a Tarok no primeiro trimestre de 2021, pois a Wolkswagen estaria mais focada, nesse momento, em uma outra grande aposta: Nivus, um SUV compacto que também promete agitar o mercado nacional de automóveis.

Porém há boas chances da versão final da picape Tarok ser apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo, que será realizado em novembro (do dia 12 ao 22) deste ano. Essa será a ultima etapa antes do lançamento comercial do utilitário.

O projeto da picape Tarok é uma grande aposta e vem recebendo muita atenção e investimento da Wolkswagen, que pensou e elaborou a Tarok para enfrentar diretamente a Fiat Toro.

A Tarok, exposta no Salão do Automóvel de São Paulo, tem capacidade de carga de uma tonelada. Já a Fiat Toro conta com a capacidade de 820 litros na caçamba, podendo carregar o total aproximado de 650 kg.

As medidas do automóvel seriam de 1,83 metro de largura, 1,67 metro de altura, 2,99 metros de entre-eixos e de 4,90 metros de comprimento, já a caçamba tem 1,09 metros de largura, 1,20 metro de comprimento, e 60 centímetros de altura. O Fiat Toro tem 2,99 de entre-eixos. 1,84 metro de largura, 4,94 metros de comprimento, 1,74 metro de altura.

No protótipo apresentado pela Wolkswagen, a picape Tarok contaria com versões com motor flex 1.4 TSI de 150 cavalos, com câmbio automático de seis marchas (a montadora também estuda o lançamento de uma versão 2.0 TSI com 190 cavalos), já a versão a flex da Fiat Toro tem o motor E.torQ Evo 1.8 com 135 cavalos (a versão a diesel 2.0 é equipada com o motor Multijet II com 170 cavalos, e um câmbio de nove velocidades).

A Wolkswagen também comercializaria a versão 4×4 da Tarok para competir com a variante 4Motion da Fiat Toro, que conta com a tração das quatro rodas. Contudo, a montadora alemã não deve lançar o modelo a diesel, disponível no bem sucedido utilitário da Fiat (a Wolks priorizaria – nessa disputa – a Amarok 2.0 Turbo Diesel com versões de 140 e 140 cv).

A exemplo de outros modelos da Wolkswagen (Jetta, Tiguan, Polo e Virtus), a picape Tarok também contará com a plataforma MQB, entretanto, pelo fato de ser um utilitário, a montadora ressalta que realizou ações para garantir que o modelo seja forte e robusto, fato evidentemente visível na Fiat Toro.

A plataforma MQB (Matriz Modular Transversal) tem muita força na indústria automobilística e vem sendo utilizada em larga escala não só pela Wolkswagen, mas também, por empresas como a Audi, a Seat e a Skoda.

A Matriz Modular Transversal (MQB) é uma estratégia desenvolvida pelo Grupo Wolkswagen (que gastou cerca de 60 bilhões de dólares nesse processo) para a construção de um design modular comum. A MQB possibilita a montagem de uma ampla variedade de veículos em diferentes fábricas, garantindo uma flexibilidade, agilidade e redução de custo de produção;

O design da nova picape Tarok é bastante arrojado e moderno, entretanto, não perde a vocação de um veículo formatado para o trabalho. Essa união interessante entre um visual contemporâneo – repleto de elementos inovadores – e a perspectiva utilitarista que garante uma excelente utilização laboral, que acabou sendo – inclusive – aprimorada pela Wolkswagen a partir de várias ações inovadoras.

A nova picape da Wolkswagen também apresenta soluções inteligentes que podem despontar como diferenciais no mercado: por exemplo, a introdução de tomadas de 220v e 110v, bem como, entradas USB na caçamba do veículo.

Outro exemplo interessante é o fato do modelo contar com uma divisória entre a carroceria e a cabine, permitindo a extensão do compartimento de cargas, o que facilitaria o transporte de objetos compridos. Basta abaixar a tampa para a caçamba ampliar sua profundidade em cerca de 1 metro. A tampa traseira também estará equipada com amortecedores a gás que garantirão que a abertura e o fechamento se tornem mais suaves.

Esse utilitário da montadora alemã se tornou um sucesso de vendas também pelo fato de estar praticamente isolado, nessa categoria, no mercado automobilístico, pois a sua principal concorrente ativa comercialmente é a Renault Oroch, que tenho um tamanho reduzido e um preço significativamente abaixo do registrado pela Fiat Toro.

Nesse cenário de pouca concorrência, a Wolkswagen pretende ocupar um relevante espaço com a Tarok. A direção da empresa alemã tem grandes expectativas em relação ao novo produto no mercado brasileiro e internacional.

De acordo com a Wolks, o modelo teria um forte potencial e poderia se adaptar em diversas regiões do planeta. Esse é mais indício de que o veículo não deve ficar restrito ao mercado nacional (apesar de ser o seu principal alvo).

Pablo Di Si, que é presidente da marca da América do Sul, disse – no último Salão do Automóvel de FrankFurt – que a Wolkswagen tem planos de comercializar três projetos brasileiros em escala global a partir dos próximos meses.

Há fortes expectativas no mercado de que a picape Tarok será um dos modelos que serão difundidos pela montadora para todo mundo (outro veículo que deve estar nessa lista é o SUV Nivus, junto com um outro modelo utilitário que ainda está incógnito).

A Tarok – que será totalmente produzida na fábrica da empresa localizada na cidade de São José dos Pinhais (PR) – deverá ser vendida principalmente no mercado brasileiro e europeu.

Há dúvidas sobre a comercialização da picape no mercado norte-americano, pois seria considerada pequena para os padrões de caminhonetes nos Estados Unidos (EUA), acostumado com utilitário com caçambas enormes.

Segundo a revista Quatro Rodas, a própria Wolkswagen afirma que ainda não há uma definição sobre a introdução da picape Tarok no mercado automobilístico dos Estados Unidos (EUA).

Entretanto, a presença do protótipo do modelo no Salão do Automóvel de Nova York teria o objetivo de mapear a reação do consumidores norte-americanos diante de uma picape versátil e menor.

O fato é que esse segmento do mercado nacional e internacional de automóvel representa um grande potencial de crescimento e, consequentemente, de alta lucratividade para as montadores que atuarem nesse espaço específico de mercado.

A baixa concorrência e ampla demanda dos consumidores, em especial, dos brasileiros por essa categoria de utilitários enche os olhos dos diretores das grandes montadoras automobilística, que demonstram o forte interesse em atuar nesse setor extremamente frutífero do mercado de veículos.

Tanto que, além da Wolkswagen, empresas como a Hyundai já vislumbram a introdução de modelos que farão diante da Fiat Toro, que atualmente detém uma fatia gigantesca das vendas nessa categoria.

Entretanto, a grande expectativa atual reside justamente no comportamento do mercado diante da chega da picape Tarok e o que isso representará na concorrência entre as grandes montadoras Fiat e Wolkswagen.

Como a queda da taxa de juros influencia nos empréstimos e financiamentos?

Você deve ter visto nas notícias ou mesmo na timeline das suas redes sociais: os juros no Brasil chegaram a níveis bem baixos, depois de consecutivas quedas. Para se ter uma ideia, a SELIC, referência básica para os juros cobrados no país, caiu para 4,5% ao ano, menor número desde 1999.

Mas como a queda da taxa de juros afeta o cotidiano? Para entender isso melhor, vamos abordar, neste post, de que maneira as mudanças recentes na SELIC impactam empréstimos e financiamentos e como é possível se beneficiar com isso. Boa leitura!

O que é e como funciona a SELIC?

A função da SELIC é estabelecer o patamar básico de juros da economia nacional. Ou seja, quando você ouve que a SELIC foi aumentada ou reduzida significa que as taxas de juros utilizadas como referência no Brasil sofreram alteração. O que pouca gente sabe é que, na prática, existem duas taxas SELIC, calculadas de forma totalmente distintas.

A palavra SELIC é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Essa plataforma é utilizada pelos bancos em operações de crédito de curtíssimo prazo (na maioria dos casos, de um dia) para que eles possam manter seus caixas equilibrados. Essas transações utilizam como garantia títulos públicos, e, a partir da média dos juros cobrados nos empréstimos entre as instituições, obtém-se a chamada taxa SELIC over.

Quem determina qual será a SELIC?

De todo modo, a taxa SELIC definida a partir das transações feitas pelas instituições financeiras provavelmente não é a com que você se depara nas notícias. Essa é a chamada SELIC meta, estipulada pelo COPOM (Comitê de Política Monetária), que é vinculado ao Banco Central e se reúne a cada 45 dias. As decisões que saem dessas reuniões são sempre cercadas de expectativa e ganham bastante destaque na mídia.

A função do COPOM é estabelecer a política monetária da economia nacional, e a SELIC é justamente o instrumento de que ele dispõe para isso, uma vez que ela afeta diversos aspectos do cenário econômico. Com alguns exemplos, fica mais simples entender o impacto da atuação do COPOM nos nossos bolsos.

Os componentes do COPOM têm como principal função definir qual será a Taxa SELIC, certo? Mas isso não é feito de qualquer forma, sem nenhum parâmetro. Para tal, são analisadas diversos aspectos, como a atividade econômica do país, as variações das taxas de câmbio de moeda estrangeira e, principalmente, a inflação. Ao divulgar a nova taxa de juros, o órgão também elabora atas, dando transparência aos motivos que levaram àquela decisão.

E o que a SELIC tem a ver com a inflação, fenômeno que se caracteriza pelo aumento generalizado e prolongado dos preços, afetando o poder de compra da população? A partir das metas de inflação estabelecidas, o COPOM precisa agir, mudando os juros sempre que o aumento dos preços parecer estar saindo do controle. No sentido oposto, inflações domadas permitem que a taxa de juros seja progressivamente reduzida.

Além disso, juros menores também costumam ser utilizados para dar um gás na atividade econômica. Ou seja, o COPOM pode, ao perceber que a economia está em marcha lenta, atuar para reverter esse quadro e colaborar com o crescimento econômico.

Quais as consequências na queda da taxa de juros em empréstimos e financiamentos?

O atual quadro econômico do Brasil favoreceu justamente a queda constante da taxa SELIC, fazendo com que ela chegasse a índices historicamente baixos, como indicamos no texto. Todavia essa redução não aconteceu do dia para a noite e é resultado de um longo ciclo, que começou em agosto de 2016, quando os juros estavam em 14,25%.

A combinação de inflação sob controle e economia em ritmo lento permitiu que o COPOM fosse progressivamente cortando a taxa, até chegarmos aos 4,5% de dezembro de 2019, o que afeta diretamente investimentos e também empréstimos e financiamentos, que são o enfoque deste post.

Dessa forma, como a SELIC afeta todas as operações de crédito no país, com ela em 4,5% é mais provável que o consumidor ou empreendedor interessado em um empréstimo ou financiamento consiga fazer isso com condições mais vantajosas do que quando a taxa de juros básicos estava em 14,25%, há pouco mais de 3 anos.

A explicação para isso é simples: a SELIC afeta diretamente o custo do dinheiro. Logo, uma taxa mais alta significa que praticamente todas as linhas de crédito disponíveis ficarão mais caras. Com isso, a quantidade de dinheiro circulando na economia tende a diminuir, o consumo cai e a inflação cede.

Do outro lado, a SELIC baixa, como está atualmente, ajuda a reanimar a economia, estimulando o consumo e também favorecendo a vida de empresários e empreendedores, que podem contar com crédito mais barato para financiar seus negócios.

Muitos fatores fora do radar podem impactar a economia do país ao longo do ano, fazendo com ocorram mudanças não previstas na SELIC. Além disso, diante do patamar historicamente baixo atual, é difícil imaginar novos cortes significativos na taxa. Logo, se tudo correr conforme esperado, é bem provável que a taxa básica de juros se mantenha parecida com a atual durante 2020.

Contudo, como toda previsão, essa pode não se concretizar. Logo o melhor momento para aproveitar os juros mais baixos talvez seja agora. Com uma boa pesquisa, é possível encontrar linhas de crédito mais convidativas, principalmente quando comparadas com tempos atrás.

Mesmo que as condições gerais para contratar um empréstimo ou financiamento estejam mais vantajosas, é preciso pesquisar bastante na busca de empréstimos e financiamentos. A taxa SELIC não é o único fator que impactas nos juros cobrados por bancos e demais instituições financeiras, que incluem no chamado Custo Efetivo Total (CET) outros encargos, como impostos, margem de lucro, risco de inadimplência, entre outras cobranças.

Ou seja, ainda que a queda da taxa de juros propicie um ótimo momento para quem está a procura de crédito, é sempre importante analisar diversas opções em busca daquela mais vantajosa e que esteja alinhado com a sua necessidade. Dessa forma, é possível tirar mais benefícios da redução da SELIC.

Já conseguiu aproveitar a redução dos juros? Ou ficou com alguma dúvida? Conte-nos deixando seu comentário logo abaixo!

Confira 4 dicas de como negociar dívida de cartão de crédito

Contar com um cartão de crédito na carteira é uma comodidade e tanto. Com ele, é possível pagar suas compras de forma segura e prática, além de poder dividir o pagamento em várias vezes sem juros, seja em lojas físicas ou virtuais. Por fim, ainda é possível aproveitar os programas de pontos, que permitem aproveitar determinados benefícios.

No entanto é necessário ter cuidado com a fatura. Se ela não for paga em dia e de forma integral, os valores podem se transformar em dívidas que vão complicar o seu bolso. Se esse já é o seu caso, veja como negociar dívida de cartão de crédito de forma eficiente e saía desse sufoco. Boa leitura!

Quais os perigos das dívidas no cartão de crédito?

Vamos combinar que nenhum tipo de dívida em atraso é legal, não é mesmo? Elas trazem preocupação para a rotina de qualquer um, além da possibilidade de ter seu nome incluído nas listas de devedores dos órgãos de proteção ao crédito, ver sua nota de score cair muito e ter problemas na hora de solicitar empréstimos, financiamentos ou quaisquer outras linhas de crédito.

Mas o que torna a dívida do cartão de crédito mais perigosa que outras? Boa parte disso está nos altos juros cobrados nessa modalidade de crédito, principalmente quando a fatura não é paga na data certa ou de forma integral. Em novembro de 2019, a média das taxas cobradas chegou a mais de 317% ao ano, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central.

Por isso, todo cuidado é pouco na hora de lidar com o cartão de crédito. Na hora das compras, é importante planejar cada aquisição para entender qual o seu peso na fatura do mês seguinte. Além disso, na hora de parcelar as compras, pense não apenas no tamanho da parcela, mas também em seu impacto durante todo o período do parcelamento. Pequenas prestações em grande quantidade são uma causa frequente de faturas sem controle.

Por fim, sabe aquelas viagens constantes de carro de aplicativo de pequenos valores ou os pedidos no delivery de comida? Por menores que sejam, a soma de todas elas pode assustar na fatura do mês seguinte. Então pense sempre bastante antes de chamar aquele carro em vez de andar 10 minutos e não invente desculpas para não cozinhar em casa.

Também preocupado com o alto nível do endividamento gerado pelo cartão de crédito, o próprio Banco Central tomou medidas para diminuir o peso dos juros nessa modalidade de crédito, alterando algumas regras envolvendo o pagamento mínimo.

Desde abril de 2017, o cliente só pode pagar o mínimo da fatura e permanecer no chamado crédito rotativo por apenas 30 dias consecutivos. Depois disso, o banco precisa oferecer uma linha de crédito para parcelamento da fatura com juros menores.

Como fazer uma boa negociação

Se essas dicas não chagaram até você a tempo e as dívidas com o cartão de crédito já estão batendo à porta e se acumulando, talvez a melhor saída seja procurar o banco ou instituição financeira na qual o seu cartão está atrasado, para propor uma negociação e, assim, encontrar a melhor forma de quitar o débito. Para ter mais chances de obter sucesso, confira algumas dicas indispensáveis.

1. Conheça as opções de pagamento

Antes de procurar a instituição financeira e colocar essa primeira dica em prática, é necessário que você olhe suas contas, analise quais pontos levaram ao descontrole na sua fatura e reorganize o orçamento, tanto para não criar mais débitos quanto para abrir espaço nas contas. Isso, justamente para quitar a dívida do cartão, antes que o tamanho dela se amplie ainda mais.

Com a lição de casa feita, procure a instituição financeira para expor seu problema e mostrar sua disponibilidade para resolvê-lo da melhor maneira. Isso pode ser feito tanto pessoalmente quanto pelos canais de atendimento disponibilizados pela empresa.

Depois disso, a primeira informação a ser solicitada é o tamanho da dívida e as maneiras como ela pode ser paga. Normalmente, as formas mais comuns são por meio da quitação à vista, do parcelamento ou, ainda, pela contratação de um empréstimo que cubra o valor da dívida, substituindo o débito no cartão de crédito pelo pagamento do empréstimo.

2. Se atente aos juros, taxas e encargos cobrados

Embora seja importante escolher uma forma de pagamento compatível, é essencial não descuidar de qual será o tamanho dos juros, taxas e demais encargos cobrados nessa negociação. Muitas vezes por trás de uma parcela pequena ou de um longo prazo de pagamento, estão juros altos, que tornam a proposta menos atrativa para o cliente.

A melhor estratégia para ter uma dimensão melhor das cobranças feitas é por meio do chamado CET (custo efetivo total), que soma num único número a taxa de juros, multas, impostos e quaisquer outras cobranças feitas na operação. Comparando diferentes taxas de CET, dá para saber qual proposta é mais vantajosa para seu bolso e não colocará você em um novo problema no futuro.

3. Avalie o prazo de prescrição

A prescrição de dívidas é um ótimo exemplo de história contada pela metade, já que é bem comum ouvir por ai que depois de 5 anos uma dívida caduca, tornando desnecessário pagá-la.O que acontece, na realidade, é que após esse período, as dívidas não podem mais ser incluídas nas listas de cadastro de devedores dos órgãos de proteção ao crédito.

Entretanto a dívida continuará existindo, o que poderá fazer com que a empresa continue cobrando-a e repasse para terceiros fazerem essa cobrança. Essa dívida também prejudicará futuras análises de crédito, diminuindo as chances de elas serem aceitas.

4. Não ultrapasse a capacidade de pagamento

Com as propostas em mãos, seja realista e mantenha os pés no chão. Por mais que a vontade de ser livre da dívida o quanto antes seja grande, pense bem antes de fechar negócio, principalmente para que o novo compromisso não ultrapasse sua capacidade de pagamento.

Tenha em mente que é de interesse dos credores receber pelo menos parte do dinheiro de volta. Lembre-se, também, de que não cumprir o novo compromisso assumido pode prejudicar ainda mais sua reputação no mercado e dificultar novas negociações, já que as empresas hesitarão em conceder descontos e condições mais favoráveis caso o primeiro acordo seja descumprido.

Saber quais são as formas de pagamento, conhecer os juros e ter noção da sua capacidade de pagamento são as melhores recomendações de como negociar dívida de cartão de crédito e solucionar esse problema. Com isso, será possível ter uma vida financeira mais tranquila e organizada.

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Quais os principais carros que serão lançados no ano 2020

Com a chegada de um novo ano, é normal querermos buscar mudanças e novidades para a nossa vida. Na garagem, o pensamento é o mesmo: está na hora de mudar de carro para a temporada que se inicia.

Buscar novos ares e conquistas em um novo ano que se avizinha é sempre uma boa ideia. Para isso é preciso estar atento aos lançamentos e novidades no mercado, para não perder as oportunidades de adquirir aquele tão sonhado modelo.

Todavia, nem sempre é tão fácil quanto parece. É preciso levar em consideração alguns pontos importantes no momento de adquirir um novo veículo e estar atento às opções de financiamento e decidir qual o melhor automóvel para você e sua família.

Existem diversas opções, categorias e modelos para 2020. Mas, nem todas agradam ou estão ao nosso alcance em um primeiro momento, não é verdade?

Sim, a diferença de preço pode pesar na hora de escolher de um novo veículo. Assim como a escolha do melhor modelo com acessórios e funcionalidades diferentes que podem otimizar muito o seu desempenho no dia a dia.

Para isso, é preciso fazer uma análise dos modelos que devem chegar ao mercado 2020 e entender qual a melhor opção entre as tantas possibilidades.

Claro que a escolha é sempre difícil e é necessário que se coloque na balança todas as opções e funções que vão fazer a diferença no seu novo automóvel.

Em um contexto geral, o ano de 2020 promete ser interessante para todos. Tanto para as montadoras e fornecedoras, quanto para os consumidores e para os revendedores. Com diversas linhas se adaptando, a expectativa é de um crescimento no mercado.

Dessa forma, com o mercado aquecido, a tendência é de que as vendas aumentem e as possibilidades de compra sejam maiores por parte dos consumidores. Mais uma vez, destacamos a necessidade de estar bem atento aos movimento do mercado antes de decidir qual será o seu novo veículo.

Além do mais, é preciso ter atenção redobrada aos fatores importantes como tabela Fipe e desvalorização do veículo. Tudo isso deve ser analisado antes da decisão final.

Com essa perspectiva, montamos este artigo para ajudá-lo resolver esses problemas. Não deixe de comprar seu carro novo por falta de um bom financiamento ou por não conseguir escolher o modelo certo.

O ano de 2020 promete ser um ano especial para comprar veículos e as opções são variadas para adquirir um novo carro com o melhor custo-benefício do mercado.

Está pensando em comprar um carro novo em 2020? Conheça os lançamentos da temporada de algumas da mais famosas montadoras.

São várias opções para quem está procurando, desde os modelos mais caros até os mais em conta. Veja a seguir os detalhes de cada um deles.

ONIX 2020

Um dos queridinhos do Brasil nos últimos anos, o Ônix é uma excelente escolha com um ótimo custo-benefício. Sendo uma alternativa perfeita para quem roda no dia a dia da cidade e precisa de um carro para ir e voltar do trabalho.

O lançamento está previsto para o mês de julho de 2020. O atual modelo seguirá a linha dos antigos: dependendo das especificações e acessórios, mais caro será o automóvel.

O Ônix talvez seja o veículo com mais opções e modelos no mercado para 2020. Estima-se que o carro saia custando aproximadamente 50 mil reais em sua versão mais simples, podendo chegar a um pouco mais de 70 mil reais em sua versão mais completa.

Entre os acessórios presentes no modelo para 2020, destacam-se:

• Freios ABS; • Ar-condicionado; • Controlador de ar cromado; • Direção hidráulica; • Tomada 12v.

O Ônix é o carro perfeito para a família, ideal para quem circula pela cidade o tempo todo.

TORO 2020

Uma picape potente e com visual arrojado, a Fiat Toro cumpre com suas expectativas. Para 2020, a Fiat promete poucas mudanças no aspecto visual da Toro, mantendo o padrão de beleza e estética já conhecidos do veículo.

Com pequenos ajustes na parte interna da picape, a Toro prometer continuar sendo um sinônimo de beleza e potência entre os seus usuários.

Os valores da Fiat Toro 2020 podem variar nas três opções da categoria. A expectativa é que na versão mais simples ela chegue ao mercado por 80 mil reais. E em sua versão mais completa, a picape italiana custe 120 mil reais.

Alguns acessórios que se destacam na picape da marca italiana:

• Ar-condicionado; • Direção hidráulica; • Travas elétricas; • Regulagem de altura no volante.

A Toro é uma camionete confortável e funcional. Incrível para quem viaja, a picape é ideal para quem não quer abrir mão do design arrojado.

BLAZER 2020

Para quem procura um SUV de alto padrão e potência, a Blazer 2020 pode ser a opção perfeita. Com um reboque com muita força, podendo suportar um pouco mais de 2 toneladas, o SUV chega para impactar o mercado automobilístico.

A Blazer é a opção certa para quem busca um carro potente e luxuoso, que ainda pode ser utilizado para transportar cargas pesadas com facilidade.

O preço da SUV pode variar conforme as suas versões e, como ainda não temos datas de seu lançamento, fica muito difícil de acertar o seu valor exato. Mas a expectativa é que ela chegue no mercado com valor igual ou superior a 240 mil reais.

Algumas das opções interessantes da SUV da Chevrolet nesta versão 2020:

• Ar-condicionado • Central de multimídia com conexão à internet; • Aquecedor de acento; • Câmera de ré; • Faróis de Led.

Corolla 2020

Um dos carros mais vendidos no Brasil vem como uma grande expectativa para 2020. O Toyota Corolla é aquele veículo com aspecto de excelência e uma garantia de qualidades dos produtos japoneses da marca, que já fazem sucesso por aqui.

As informações sobre o novo Toyota Corolla ainda são um pouco vagas, mas sabe-se que a fabricante pretende inovar em sua nova linha.

No novo modelo, as opções de preço podem variar. Partindo de aproximadamente 100 mil reais e podendo chegar a pouco mais de 135 mil.

Entre as opções que a fabricante colocará à disposição no mercado, podemos destacar:

• Câmbio automático; • Computador de bordo com visor de multifunção; • Revestimento interno de couro. • 7 airbargs.

STRADA 2020

Outra picape muito querida entre os consumidores, a Fiat Strada chega com uma nova proposta para 2020. Intensificando a potência do modelo, a Strada dará trabalho para as outras picapes concorrentes na categoria.

As informações que chegam sobre seu valor de lançamento são a partir de 45 mil reais. Podendo chegar a 80 mil reais, dependendo do modelo e dos atributos escolhidos pelo consumidor.

Entre as especificações e acessórios presentes para o modelo em 2020, vamos destacar as mais interessantes.

• Banco de couro; • Rodas de liga leve; • Ar-condicionado; • Central de multimídia com GPS.

Gostou? Então vem financiar com a gente!

Agora que você já conhece todas as novidades no mundo dos carros em 2020, é possível analisar melhor e concluir qual a melhor opção na hora de comprar o seu automóvel novo.

Claro, cada um sabe qual a melhor escolha para si e, também, é preciso levar em considerações outros fatores na hora de adquirir um novo veículo. Mas se engana quem pensa que só quem tem muito dinheiro pode andar com um carro do ano.

Por isso, o mais importante desses fatores de escolha é o financiamento. Sabemos que pode ser complicado pedir um financiamento em sua instituição financeira. E mais complicado ainda se o financiamento de seu veículo for negado pela mesma.

Por isso, queremos que você saiba que é possível reverter esse quadro e colocar o seu carro novo na garagem de casa.

Financiar um veículo é sempre uma escolha difícil, principalmente se tratando de qual modalidade de financiamento e qual empresa financiadora escolher. Para isso, a Youbo preparou condições especiais para ninguém ficar só na vontade de comprar o tão sonhado carro zero.

Algumas instituições podem criar barreiras que dificultam muito a sua vida na hora de realizar o financiamento de veículo. Sabemos que pode ser uma dor de cabeça muito grande para conseguir essa liberação.

O financiamento de um carro pode se tornar complexo e cheio de situações que prejudicam e atrasam a sua vida. Sabendo disso, a Youbo disponibiliza para você um aplicativo exclusivo da nossa empresa.

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PCD: veja quem tem direito a comprar carro com isenção e como solicitar

Estima-se que um quarto da população brasileira seja composta de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência, segundo o IBGE. Sobre elas, cuidados especiais e algumas adaptações devem ser implementadas para garantir os seus direitos civis e acesso a bens e comodidades. Por esse motivo, pessoas com deficiências ou com doenças crônicas podem solicitar o desconto de impostos na hora de comprar um carro novo.

Apesar de ser uma lei do ano de 1995 (Lei 8.989, de 24 de fevereiro de 1995), somente nos anos mais recentes ela ganhou conhecimento dos brasileiros, em geral. Muito se deve à exposição midiática por meio da propaganda das próprias concessionárias e montadoras, além da divulgação do governo. Quem tem direito precisa estar de olho.

Um dos questionamentos mais comuns é sobre quais seriam esses impostos isentos. Portanto, as pessoas com deficiência, ao adquirirem um carro novo não precisam pagar o Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA e o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – IOF.

Ao todo, o desconto pode chegar entre 20% ou 30% do valor do veículo escolhido. Uma facilidade que é um direito assegurado por lei, em favor daqueles que precisam. Isso porque essa lei tem o objetivo de facilitar a mobilidade das pessoas com deficiência ou outras debilidades por motivo de doença. Assim, os atos comuns, muitas vezes restritos, como dirigir e se deslocar, voltam a ser possíveis.

Não somente o condutor tem direito

Importante destacar, uma vez que essa questão foi essencial para movimentar o mercado automotivo, que a solicitação da isenção não precisa ser para o motorista do veículo. Logo, o benefício, na verdade, é destinado para a pessoa portadora de deficiência, que pode ser uma criança ou o cônjuge, por exemplo.

O necessário é que a pessoa esteja enquadrada na lista de enfermidades elegíveis, com comprovação médica. Assim, os portadores de deficiência física, visual, intelectual e autismo estão dentro do grupo atendido. Os benefícios são praticamente os mesmos que os destinados aos deficientes condutores, a diferença é a não isenção do IOF.

Apesar de a lei existir desde 1995, foi somente em 2013 que houve o adendo que permitiu que os familiares de deficientes físicos pudessem solicitar. Este ponto foi fundamental para que as vendas aumentassem de maneira expressiva nos últimos anos. Além disso, fez com que muitas montadoras já fabricassem carros com modelo PCD exclusivos.

Quem tem direito a comprar um automóvel como PcD?

Como já destacado anteriormente, os portadores de deficiência física, visual, intelectual e autismo têm o direito à lei de isenção de impostos, podendo comprar um carro novo PCD com valores mais baratos. Se a compra for feita por algum familiar, ele pode indicar até três condutores legais para incluir no processo.

Entretanto, cabe destacar que nem todas as pessoas com deficiências físicas ou mentais, mesmo com doenças crônicas, têm acesso a integralidade dos impostos. Dessa forma, se faz importante destacar cada um especificamente:

A isenção do IPI, que é o Imposto sobre Produtos Industrializados, pode ser concedida para os portadores de deficiência física, deficiência visual, deficiência mental e autismo, sendo eles condutores ou não. Já os carros devem ser produzidos no Brasil ou no Mercosul e ter o motor até 2.0 litros flex. Além de que a carroceria com no mínimo quatro portas, inclusive a do porta-malas.

O ICMS é isento para aqueles que têm deficiência física, deficiência visual, deficiência mental ou autismo, condutores e não condutores. No entanto, somente é válido para os automóveis que custem até R$ 70 mil e tenham sido produzidos no Brasil ou no Mercosul.

Já a isenção do Imposto sobre Operações Financeiras – IOF é destinado somente para as pessoas com deficiência física, os demais grupos não são cobertos por ele. Além disso, o carro deve ser produzido no Brasil e ter motor de até 128 cavalos. Por fim, o IPVA está isento para todos os grupos, sem exceção.

Cabe destacar que somente ter a doença crônica ou a deficiência não é garantia de que o benefício irá vigorar. Antes é necessário que haja a avaliação das sequelas provocadas no condutor ou na pessoa que será o passageiro. No caso físico, o médico analisa se a mobilidade causa perda grave ou moderada de força dos membros. Enquanto a deficiência mental, se ela é profunda ou severa, bem como ter se manifestado no comprador antes dos 18 anos.

Quais doenças dão desconto em carro PCD?

Conhecer quais as doenças e deficiências que estão previstas na lei é importante para saber se tem direito ou não a isenção. A começar que na Carteira Nacional de Habilitação Especial deve estar indicada a patologia sofrida, pois assim se tem acesso ao direito. Para isso, é preciso ir ao Detran da respectiva cidade de residência e realizar uma consulta com um médico perito.

No entanto, primeiro conheça as doenças que se enquadram na isenção:

– Ausência ou má formação de um membro. Dentre elas estão relacionadas o nanismo, mastectomia, quadrantectomia, amputação e encurtamento de membros.

– Problemas de coluna graves ou crônicos, como a escoliose acentuada, espondilite anquilosante e a hérnia de disco.

– Doença que afete braços e ombros. Estão relacionadas o túnel do carpo, bursites, tendinite e o manguito do rotador.

– Doença neurológica ou degenerativa como o mal de Parkinson, a síndrome de Down, AVC, paralisia cerebral, AVE, esclerose múltipla, usuário de talidomida e ostomia.

– Portadores de patologias. Nessas doenças crônicas estão previstas a diabetes, hepatite C, HIV , renais crônicos (com fístula), hemofílicos, cânceres, cardiopatia e linfomas.

– Quanto às paralisias estão a triplegia, triparesia, monoplegia, monoparesia, paraplegia, tetraplegia, tetraparesia, hemiplegia.

– Doenças de nervos e ossos também se enquadram como artrite, artrose, artrodese, lesões por esforços repetitivos, próteses internas e externas e poliomielite.

– Já as doenças visuais devem ter acuidade visual menor do que 20/200 (índice de Snellen) no melhor olho, campo visual menor do que 20 graus ou ambos (e familiares).

Depois de quanto tempo é permitido revender o carro PCD?

Trata-se de uma dúvida muito comum, porém, sua explicação é bem descomplicada. Para que o proprietário do veículo possa revendê-lo, é necessário esperar o prazo de carência de isenção do IPI e de ICMS. Atualmente, ela está fixada em dois anos. Apesar de o Conselho Nacional de Política Fazendária – Confaz ter determinado que o prazo seja ampliado para quatro anos. Contudo, nem todos os estados acataram a decisão.

Já o do ICMS varia de acordo com o estado, logo, é preciso conferir junto à Secretaria da Fazenda do seu estado. Com o vigor da regra do Confaz, para revender o carro comprado com as isenções para PcD, o proprietário tem que esperar pelo menos quatro anos. Se ele quiser vender antes do prazo, ele deve pagar todos os impostos isentos com atualização monetária e acréscimo legais.

Se o caso for de uma venda para outra pessoa que tenha o direito às isenções, ou seja, uma PCD, não há a necessidade de devolução tributária. A contagem do tempo prossegue até que atinja o tempo necessário. Portanto, a venda para pessoas que não tenham o direito é preciso esperar. Aqueles que compram o carro antes da regra da Confaz entrar em vigor pode vendê-lo ao final do prazo de 2 anos.

Como solicitar isenções fiscais para comprar carro como PcD?

O passo a passo para conseguir as isenções fiscais na aquisição de um automóvel para pessoas com deficiência não é complicado, mas um pouco trabalhoso. Assim, é necessário ter atenção em cada etapa.

1ª etapa. O beneficiário, tendo em mãos a sua CNH especial, deve se dirigir até o Detran de sua cidade e agendar o exame com a junta médica especial. Ao final, havendo atendido às especificações do caso, a avaliação médica irá fornecer um laudo constando a deficiência do condutor e indicar o tipo de adaptação necessária.

2ª etapa. O passo seguinte é obter a isenção de IPI, e a solicitação acontece pela Internet, por meio do site do Sistema de Controle de Isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados – Sisen. Todo esse processo é on-line e relativamente rápido, demorando somente 72 horas para ser finalizado. Antes, tenha o conhecimento dos documentos necessários e a forma como acontece o procedimento.

3ª etapa. A isenção de ICMS, conforme já destacado, acontece somente para deficientes com habilitação. Para isso, é preciso ir até o posto fiscal da Secretaria da Fazenda da sua cidade. Importante frisar que esse documento tem um prazo de uso determinado, sendo muitas vezes necessário iniciar os trâmites com a concessionária para a compra do carro primeiro.

4ª etapa. Já para solicitar a isenção do IPVA, o carro já deve estar oficialmente no nome do beneficiário. Depois disso, ele tem que ir até a Secretaria da Fazenda da sua cidade em posse de três vias do requerimento de isenção de IPVA. Além disso, deve ter uma cópia autenticada do laudo médico, RG, CPF, comprovante de residência, CNH e certificado de propriedade. Ainda ter uma cópia da nota fiscal da compra do carro, a cópia autenticada da nota fiscal do serviço de adaptação no seu carro e a declaração de que irá possuir somente um veículo com isenção de IPVA.

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