Guia rápido para ganhar dinheiro extra começando hoje

Ganhar dinheiro extra sempre será bem-vindo, ainda mais em tempos de aposentadorias cada vez mais minguadas e renda média do brasileiro abaixo do mínimo. Um cenário desfavorável, mas que, por outro lado, pode ser a chance de fazer acontecer o sonho da independência financeira e de patrão.

Trabalhar por conta própria está em alta, e a tendência é de que o percentual de pessoas tocando um negócio aumente. Um bom exemplo disso é o crescimento da categoria Microempreendedor Individual (MEI), que já passa de 9 milhões de pessoas.

Muitos deles, inclusive, começaram como você, buscando em blogs de alto nível informações de qualidade para começar com uma renda extra. Com o tempo, o que era ocasional passou a ser atividade principal e alguns optaram por trabalhar por conta própria em definitivo.

Será esse o seu caso? Você só saberá se ler este artigo e colocar em prática as dicas que estão nos próximos tópicos. Boa leitura!

Por que ter uma renda extra?

Além de vantagens como ser seu próprio patrão, com uma renda extra você pode até pagar menos impostos. É o que acontece com os MEIs, categoria cujo faturamento bruto pode chegar a R$ 81 mil. Para esses trabalhadores, a carga tributária é extremamente reduzida, muito menor em comparação com a de um empregado celetista. Show, hein? 😍

Mas, para chegar nesse patamar, é preciso começar do jeito certo. Por mais que seja muito simples conseguir um CNPJ como MEI, é preciso considerar que não basta apenas se formalizar. Antes de tudo, é necessário conhecer muito bem do ofício, ter uma clientela já formada e, claro, investir em formação e planejamento.

Por isso, vale apostar na renda extra como um campo de experimentação. Dando certo, você terá meio caminho andado para começar seu negócio próprio e, com o tempo, quem sabe, ser dono de uma empresa.

Sabe o que tudo isso significa? Mais liberdade, independência e dinheiro no seu bolso.

A importância do planejamento

Toda jornada de independência financeira começa com um investimento. Até mesmo os ofícios mais simples pedem algum tipo de aplicação em conhecimento, máquinas, equipamentos e, principalmente, em pessoas.

Esses são alguns dos componentes da gestão de custo, elemento fundamental para manter sob controle seus gastos e a correta destinação das receitas. Você pode, e deve, fazer esse tipo de gerenciamento assim que der início à sua atividade. Dessa forma, conforme o seu volume de negócios cresce, você já vai estar treinado o bastante nas práticas de gestão empresarial.

Gerir custos e receitas é uma das partes indispensáveis do planejamento, que deve ser feito antes mesmo de se colocar a mão na massa. Afinal, quantos negócios naufragam porque simplesmente abriram sem nem ao menos conhecer seu público-alvo?

Ah, sobre isso, vale destacar o relatório Causa Morti das empresas, do Sebrae. Entre tantas informações relevantes, nele consta que uma parcela dos empreendedores não levanta dados sobre o mercado e seus clientes.

Ainda, deixam de conhecer seus concorrentes e fornecedores, com mais da metade deixando de lado o planejamento estratégico antes de começar as atividades. Por isso, invista o máximo de tempo e recursos que puder planejando e antecipando as possíveis ameaças a serem enfrentadas.

Escolhendo no que trabalhar: invista no que você gosta de fazer

Todos nós temos um talento individual. O desafio é fazer com que esse dom se manifeste de maneira que possa até ser usado como meio para ganhar dinheiro extra.

Nesse caso, o talento a que me refiro aqui não é artístico ou necessariamente para uma profissão específica. Por exemplo, não é difícil lembrar, no nosso círculo de amizades, de pessoas que têm muita facilidade em se comunicar e fazer novos contatos, certo?

Essa é uma soft skill, expressão usada no meio empresarial para se referir aos dons naturais que uma pessoa tem. Se trabalhada, pode levar longe na carreira. Uma atividade que permita ter uma renda extra é uma boa oportunidade para colocar esse tipo de habilidade em prática e, assim, aperfeiçoá-la.

E você, já sabe quais são suas soft skills?

Como divulgar seu trabalho sem gastar muito dinheiro?

Vamos imaginar agora que você tem uma rara habilidade com artesanato. Sem muita pretensão, você constrói objetos decorativos e utensílios que começam a fazer sucesso entre seus colegas de trabalho.

Chega, então, a hora em que o seu talento tão elogiado parece ter encontrado um limite. O público formado pelos companheiros de empresa já não parece ser suficiente, considerando até que você poderia produzir e vender mais. O que fazer para que mais pessoas conheçam seu trabalho?

Veja a seguir algumas respostas.

Use as redes sociais

O maior desafio quando se começa uma atividade para ganhar dinheiro extra é fazer o próprio marketing. Ponto de venda, entregas, promoção e gestão são elementos que pedem um certo conhecimento e, sendo assim, um investimento apropriado.

A boa notícia é que dá para começar com muito pouca grana ou mesmo sem custos para desenvolver a parte comercial. Um exemplo disso são as redes sociais, sempre abertas para você criar páginas de divulgação do seu negócio e fazer delas um autêntico canal de vendas.

E não sou apenas eu, Youbo, que estou te dizendo isso. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM), divulgada no portal e-commerce, 21% do volume do comércio eletrônico concentra-se em redes sociais.

Isso significa que, só pelo Facebook, Instagram e outras redes, foram movimentados 16,7 bilhões de reais. Não deixe de aproveitá-las quando começar a ganhar sua renda extra, afinal, é de graça e tá bombando. 💪

Construa um site

Uma alternativa que pode também sair de graça é a montagem de um site. Nesse caso, eu destacaria duas plataformas: uma é o Google Meu Negócio, destinada a pessoas com pouca ou nenhuma experiência com internet. Dá para fazer um site simples, mas bacaninha, com a vantagem de aparecer com destaque quando alguém fizer uma busca pelo seu negócio no Google.

A outra opção é o Wix, que é também muito simples de se usar mas, comparada com o Google Meu Negócio, requer um pouco mais de conhecimento em sites. Nada fora do normal, mas, se você realmente não tem qualquer familiaridade com o assunto, pode ser que pareça mais complexo.

Divulgue entre amigos e familiares

A tecnologia evolui, novos meios de comunicação surgem mas uma coisa não muda: a eficácia da propaganda boca a boca. Por isso, junto às ações digitais, nunca perca de vista a divulgação entre as pessoas próximas. Peça a ajuda delas e, se estiver ao seu alcance, deixe cartões de visita ou mesmo folders para elas divulgarem sua atividade.

Por outro lado, esteja sempre pronto para dar conta de uma possível — e desejada — demanda acima da esperada. Afinal, nada pior para a reputação de um empresário do que prometer e não entregar, certo?

Esse é mais um bom motivo para você cuidar do planejamento antes de começar o seu negócio para ganhar um extra. É justamente nessa fase que você poderá antecipar a sua capacidade de produção e, dessa forma, divulgar seus produtos ou serviços com mais precisão. Ou seja: de nada vale atrair 100 pessoas para comprar se você só pode atender a 50, concorda?

Faça sempre bem feito

Não menos importante, uma dica valiosa para ganhar dinheiro extra de forma consistente e com possibilidades de crescimento é sempre caprichar naquilo que se faz. Quer ver um ótimo exemplo para se inspirar? Veja o caso do pipoqueiro Valdir, na cidade de Curitiba.

Ele poderia ser mais um dentre tantos que vendem pipoca de forma convencional, mas esse grande empreendedor foi além. Investiu com seriedade em marketing no seu negócio, sem precisar de muita formação ou estudos avançados. Ele entendeu que, para atrair clientes e ganhar mais dinheiro, é preciso de diferenciar. Pelo visto, ele fez isso muito bem!🍿

Investindo no negócio: como captar recursos

Seria ótimo ter um negócio que gerasse zero de custos, não? Embora, como vimos, existam possibilidades de desenvolver uma atividade com pouco investimento, uma hora a conta vai chegar.

Vamos voltar ao exemplo do artesanato. Nessa área, vem dos Estados Unidos um case surpreendente e inspirador de uma estudante que conseguiu bancar a faculdade e lucrar US$ 100 mil só com a venda de suas peças. Ela foi à luta, investiu tempo e recursos e está até hoje com o seu site no ar, vendendo bijouterias, mas de forma muito mais profissional.

Esse crescimento com certeza só foi possível porque LeiLei Secor — o nome da nossa empresária — levou a sério o que antes era somente um extra. Como ela conseguiu, então? Bom, isso não posso te responder exatamente, mas posso indicar algumas possibilidades para captar dinheiro no momento em que seu “bico” passar a ser seu ganha-pão.

Solicite crédito

O primeiro passo em um jornada empreendedora normalmente começa pedindo crédito para investir no negócio que acaba de nascer. Nesse caso, você deverá considerar que, para os bancos, pedir crédito empresarial significa se submeter a muito mais exigências do que uma pessoa física.

É bem diferente, inclusive, de pedir um cartão de crédito, no qual um breve processo de análise é feito para avaliar se você tem perfil de bom pagador. No caso do crédito para empresas, é necessário uma série de comprovantes e documentos como carta de intenção, demonstrativos financeiros e, em alguns casos, certidões negativas de débito.

Por isso, aí vai uma dica: prefira pedir crédito por plataformas digitais como a Youbo, nas quais seu pedido é avaliado e respondido com rapidez. Você poupa tempo, recursos e a lábia em ter que convencer um gerente de banco desconfiado. 😛

Recorra ao P2P

Um modalidade de crédito bastante na moda entre startups e novas empresas é o chamado P2P Lending. Basicamente, ele consiste em um empréstimo feito entre pessoas físicas ou jurídicas, cabendo ao banco apenas a intermediação dessa relação.

No entanto, é importante ter atenção, porque, no Brasil, essa é uma modalidade ainda pouco praticada e sem tantas opções no mercado. Embora haja empresas que trabalhem com taxas relativamente baixas, não é garantido que você encontre uma linha de crédito para o seu perfil. Tudo vai depender de encontrar um investidor disposto a apostar na sua ideia.

Vá a um investidor-anjo

Há, ainda, a alternativa do investidor-anjo. Embora até pareça um pouco com o empréstimo via P2P, nesse caso existem diferenças bastante significativas, a começar pelos critérios para receber um investimento.

Isso, porque eles geralmente só aplicam recursos em empresas com potencial para se tornarem grandes em um período de, no máximo, 10 anos. Além disso, eles também exigem participação nos lucros, em alguns casos, em percentuais consideravelmente altos, chegando até a 50%.

Empréstimo vale a pena?

Quando se toma dinheiro emprestado, é fundamental cuidar da separação de despesas e receitas para que a solução não se transforme em um problema de endividamento. Lembre-se de que o dinheiro não é seu, e por ele você estará pagando um preço, na forma de juros e taxas.

Por isso, considere o Custo Efetivo Total (CET) sempre que fizer um empréstimo, mesmo consignado, e inclua no seu orçamento esse custo como uma despesa à parte. Calcule o retorno com o valor emprestado, confronte-o com o custo do empréstimo e só assine contrato se esse retorno estiver acima do que você deverá gastar.

Dicas de especialistas para conquistar uma renda extra

Não achou que eu ia encerrar sem antes dar dicas de negócios para você ganhar dinheiro extra né? Venha comigo!

Use o seu carro

Além da possibilidade de trabalhar como Uber, um veículo pode ser uma excelente forma de ganhar dinheiro extra com entregas, por exemplo.

Ensine o que você sabe

Você tem conhecimentos aprofundados em algum assunto? Então que tal investir em videoaulas, que podem ser até no Youtube, e mostrar o que sabe para a galera? Com uma boa audiência, você poderá atrair patrocinadores e anunciantes para o seu canal.

Trabalhe com alimentação

Talvez você seja um cozinheiro ou cozinheira de mão cheia. Se for esse seu caso, então aproveite e garanta uma renda extra vendendo, por exemplo, quentinhas (marmitex) ou mesmo doces. Você pode trabalhar pela internet, anunciando em sites, redes sociais ou em um ponto de venda à sua escolha.

Produza artesanato

O artesanato pode ser uma ótima fonte de renda porque é versátil e pode atender a um público bastante amplo. Bijuterias, utensílios domésticos e até móveis são alguns dos itens que você pode fabricar e vender on-line ou em uma loja física.

Venda beleza

Outro mercado amplo e com ótimas possibilidades é o de estética e beleza. Maquiagem, massagem, manicure, pedicure e cabeleireiro são alguns dos possíveis nichos a explorar.

Para finalizar

Além de seguir as dicas que passei, é muito importante que você, futuro empreendedor, esteja sempre antenado e invista tanto quanto puder em formação. Conhecimento nunca é demais e isso se aplica totalmente quando o assunto é ganhar dinheiro extra!

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Entenda o que é open banking e sua implementação no Brasil

Nos últimos meses, várias pautas sobre a economia chamaram a atenção do consumidor brasileiro. Neste post, aproveitamos para falar sobre um desses assuntos, explicando uma curiosidade cada vez maior entre os nossos leitores. Pois afinal de contas, o que é open banking?

Em nossa visão, essa é a dúvida do momento, principalmente por toda a expectativa que existe em torno do tema. Sendo assim, aproveitamos esta chance para reunir as principais informações sobre esse conceito, explicando o que ele é e como poderá impactar no seu dinheiro. Então, sem demoras, nos acompanhe nesta jornada!

O que é open banking?

Oficialmente, o termo é conhecido por seu nome econômico, o Sistema Financeiro Aberto. Ainda em fase de discussão, esse conceito funciona como um pacote de regras e condições, com o objetivo de reajustar o sistema bancário brasileiro, o tornando mais simples, acessível e competitivo. Mas talvez aqui, você se pergunte: quais são essas regras?

Bem, a realidade é que elas ainda não existem, justamente por uma defasagem da própria legislação em acompanhar as transformações do ambiente digital. Por isso, o open banking surge como uma solução promissora para alavancar o mercado, criando um ambiente amigável para a inovação — algo fundamental para o crescimento de muitas fintechs brasileiras.

Entre outras coisas, o debate sobre o tema incluirá assuntos como o compartilhamento de dados, a integração de informações, e as principais regras para a implementação de projetos em fase de testes. Feito isso, o sistema financeiro se tornará mais ágil e atrativo para o consumidor pelo aumento da competitividade do próprio mercado.

Como está sendo feita a implementação dessa modalidade no Brasil?

Bem, em um primeiro momento, aconteceu uma etapa de discussão. Nesse estágio, o Banco Central disponibilizou o conjunto de regras ao setor bancário. Com isso, as instituições tiveram a oportunidade de comentar sobre as normas, contribuindo diretamente na elaboração do texto.

O projeto esteve disponível à consulta pública até o dia 31 de janeiro de 2020. A partir dessa data, o Banco Central começou a estudar as sugestões, ficando encarregado de configurar a versão final do projeto, com total autonomia para incluir ou ignorar as sugestões das empresas.

Afinal, o objetivo é criar um ambiente mais amigável e competitivo para todos, sem favorecer especificamente a algum agente do mercado. No entanto, o ponto mais importante do open banking é a retirada do sigilo dos dados bancários. Segundo o texto preliminar, o próprio cliente poderá escolher entre compartilhar suas informações ou não.

Caso decida que sim, as informações desse consumidor serão compartilhadas entre as instituições do mercado. No fim das contas, se espera que essa estratégia acirre a competição do setor, pois o segmento será tomado pela transparência. Com isso, a popularização fintechs — assim como de soluções melhores para o consumidor — se tornará cada vez rápida.

Quais as vantagens do open banking?

Apesar disso, ainda não está muito claro para o amplo público em como essa mudança será positiva para o consumidor. Por isso, reunimos os quatro principais benefícios da modalidade. Veja só!

Autonomia

Essa é uma vantagem que atende os dois lados da moeda, ajudando tanto as instituições como os seus clientes. Do lado bancário, a autonomia acontece por uma nivelação da competitividade. Por conta do atual sistema financeiro, sempre foi muito difícil operar no setor bancário brasileiro, pois as barreiras de entrada são muito altas, com uma predominância absoluta dos grandes bancos.

Com o open banking, tudo muda, e é justamente a regra do compartilhamento de dados que mais impacta nisso. Com o histórico financeiro dos consumidores disponíveis para todo o mercado, os competidores menores conseguem avaliar o risco com mais segurança, captando novos clientes com maior precisão e agilidade.

Assim, as pequenas instituições financeiras competirão em um cenário mais justo, incentivando investimentos no setor e trazendo novas opções para o consumidor. Já do lado do cliente, falamos da autonomia de escolha, tanto em decidir compartilhar os seus dados como em aproveitar os benefícios da concorrência.

Economia

E eis o principal benefício da concorrência, a economia!. Mais uma vez, temos uma vantagem que favorece tanto as instituições como os consumidores. As pessoas ganham de um lado pois os produtos bancários se tornam mais baratos. Já as instituições, promovem essa redução de preço justamente por gastarem menos em seus processos.

Competitividade

Por fim, o próprio fator da competição. Esse é um elemento importante para o mercado por três motivos:

  1. novas instituições surgirão no setor, apresentando novas opções ao consumidor;
  2. instituições antigas reduzirão preços para seguirem competitivas no mercado, sustentando sua clientela;
  3. compartilhamento de dados nivelando o poder de competição entre as grandes instituições tradicionais com as inovadoras e enxutas fintechs.

Quais os impactos da modalidade na economia brasileira?

Para encerrar, vale a pena pensarmos em como tudo isso pode interferir na economia do país. Da forma como percebemos, o open banking é uma modalidade que vem para aperfeiçoar o nosso mercado, ajustando um setor que precisa de atualização.

Até porque todo o mundo caminha em direção a isso, pois o consumidor está cada vez mais antenado, consciente e preocupado, exigindo nada menos do que uma boa solução para cuidar de seu dinheiro, com a maior simplicidade possível.

Então, a nossa análise é de que os próximos anos serão muito promissores para o setor bancário nacional, sobretudo nos resultados das principais fintechs do país. Com o aumento da competitividade e a contínua queda da taxa de juros, percebemos que os empréstimos se tornarão ainda mais baratos no Brasil, principalmente àqueles voltados para as pequenas empresas.

No fim das contas, todo o setor digital e de microcrédito será impactado pela medida. Possivelmente, até a negociação de seguros pode se beneficiar da modalidade, já que a avaliação de risco será cada vez mais transparente e equalizada para todo o mercado, garantindo que todos tenham as mesmas informações básicas para competir no setor.

Pois bem, agora que você já sabe o que é open banking, não perca a chance de continuar atualizado nas principais novidades do mundo financeiro. Para receber nossos artigos diretamente na sua caixa de entrada, basta assinar a nossa newsletter!

Consórcio de moto vale a pena? Entenda

Sempre que pensamos em mobilidade urbana, existe um veículo que se destaca, tanto pela agilidade como pelo baixíssimo consumo de combustível: as motocicletas! Por conta dessas vantagens, muitos dos nossos leitores se pegam em um curioso dilema. Afinal de contas, o consórcio de moto vale a pena?

Da forma como percebo, essa é uma dúvida comum entre os consumidores, principalmente àqueles que ainda não conhecem a modalidade. Por isso, aproveitei o momento para elaborar este post, compilando tudo o que você precisa saber sobre o tema. Acompanhe!

O que é o consórcio e como essa modalidade funciona?

O consórcio é uma modalidade de compra para a aquisição de bens, tal como imóveis e veículos no geral. No entanto essa descrição ainda não faz jus à categoria, pois o financiamento tem a mesma definição.

Nesse sentido, o grande destaque do consórcio é ser uma categoria que mistura financiamento coletivo, poupança individual e taxas de juros mais baixas. Eita! Ficou muito abstrato? Calma, que a gente descomplica! Basicamente, a modalidade é assim pelos seguintes motivos:

  • todo consórcio precisa ser composto por um grupo de consorciados;
  • o consórcio não é uma operação de crédito e muito menos um investimento.

Com isso em mente, podemos seguir para a explicação. Antes de qualquer coisa, para um consórcio existir, é necessário que se forme um grupo de consorciados. Esse grupo é um conjunto de consumidores que tem o mesmo objetivo que o seu, comprar um determinado bem da mesma faixa de preço.

Já quem reúne esses grupos são as consorciadoras — empresas administradoras dos consórcios. Para participar, um cliente solicita sua entrada, selecionando qual bem deseja consorciar. Então, a instituição coloca esse consumidor em um grupo de outras pessoas com um objetivo semelhante que, nesse caso, seria a compra de uma moto.

Mas, então, você pode estar pensando: mas por que esse grupo de pessoas é tão importante? Bem, é aqui que entra a ideia do financiamento coletivo. Pois veja, diferentemente do tradicional financiamento de moto, o consórcio não é uma operação de crédito, ou seja, não há nenhum valor sendo emprestado ao consumidor para a compra do bem.

Nessa modalidade, o consorciado contrata um plano de pagamento com prazo, valores e taxas pré-definidas e, todos os meses, quita a sua mensalidade. Então, mensalmente, os pagamentos dos consorciados formam um fundo de reserva.

O valor desse fundo é utilizado para dar a carta de crédito — título de compra no valor do bem consorciado — para os contemplados do mês. A contemplação, por sua vez, tende a acontecer nas seguintes situações:

  • sorteio — quando o consumidor está durante a quitação do contrato e é sorteado em uma das assembleias mensais;
  • lance — quando o consumidor faz o maior lance em uma das assembleias;
  • quitação — quando o consumidor paga todo o valor do seu contrato.

Inclusive, esse funcionamento tem tanto um lado positivo como um negativo. O aspecto positivo é justamente a menor taxa de juros. Como você pôde ver, o consórcio funciona como um depósito recorrente na sua poupança para a compra da moto.

Como não há um empréstimo para a compra do veículo, como ocorre no financiamento, essa é uma modalidade bastante acessível, a ponto inclusive de nem exigir que o CPF do consumidor esteja positivo — como sempre, vale notar que você pode pesquisar seu nome. Mas e quanto aos pontos negativos? Siga em frente e entenda!

O que considerar nessa modalidade?

Como costumamos dizer, nem tudo são flores. Sim, é fantástica a acessibilidade que o consórcio oferece ao consumidor, criando oportunidades para que muitas pessoas acessem essa compra. No entanto, existem alguns detalhes que precisam ser considerados. Veja!

Tempo

Sem sombra de dúvidas, o tempo é o fator que mais pesa nessa decisão. Ok, a compra é relativamente mais barata pois as taxas são mais baixas. No entanto, diferente do financiamento, o consórcio não permite que você saia do pátio da concessionária com a moto — muito pelo contrário!

Nessa modalidade, você precisa aguardar sua contemplação, o que pode acontecer por sorteio logo no pagamento da primeira mensalidade ou simplesmente nunca acontecer, de modo que você precise esperar todo o prazo, só sendo efetivamente contemplado no momento da quitação do seu contrato.

Já pensou nessa possibilidade? Começar a pagar uma moto hoje e só poder retirá-la no 48º mês após a compra? Pois bem, essa é uma questão que deve ser considerada, pois está prevista no funcionamento do consórcio. Por isso, é importante entender a modalidade antes de optar por ela precipitadamente.

Quitação

Para além da questão tempo, ainda existe um outro fator oculto a ser considerado, a aprovação da carta de crédito. Pois veja, lembra que falamos que o consórcio é acessível, sem nem exigir comprovação de renda, crédito, nem nada?

Bem, isso é comum na contratação, pois até ser contemplado antecipadamente, você não está retirando nenhum crédito pelo qual não pagou. Mas quando você é sorteado e com isso contemplado, ganha o direito de acessar a carta de crédito. A situação delicada é que a consorciadora pode reprovar a carta caso o seu Score esteja baixo.

Talvez aqui você esteja se questionando: mas como assim, por quê? Bem, digamos que você é sorteado tendo pagado apenas 3 parcelas de 48 totais. Beleza, você está no seu direito previsto de contemplação. No entanto, agora é a consorciadora que segura o risco nas mãos em te conceder a carta de crédito.

Se eles aprovam a carta e você tem um Score baixo, é alta a probabilidade de que você deixe de honrar com os pagamentos. Afinal de contas, é justamente isso que a escala de 0 a 1000 avalia — a probabilidade estatística do consumidor atrasar uma conta dentro de 12 meses.

Assim, caso você não tenha uma boa pontuação ao momento que foi contemplado, precisará esperar efetivamente até o momento da quitação ou passar por uma situação incômoda, anexando um Devedor Solidário no seu contrato, uma espécie de fiador que se responsabiliza pela dívida caso você entre em inadimplência.

O consórcio de moto vale a pena?

Depende. Definitivamente, essa é a melhor resposta para essa pergunta, e nós explicamos o porquê.

O consórcio é uma boa modalidade para quem…

  • quer começar um plano de aquisição hoje, mesmo que em uma situação mais delicada;
  • não conta com a quantia necessária para dar a entrada em um bom financiamento;
  • não se importa em esperar por um longo período para retirar o veículo.

O financiamento é uma boa modalidade para quem…

  • já reuniu uma boa quantia para negociar como entrada no financiamento;
  • não quer depender da sorte para conseguir uma retirada antecipada;
  • não quer envolver nenhum terceiro em seu contrato;
  • deseja retirar a moto o quanto antes.

Como pôde ver, as modalidades se diferenciam bastante, cabendo a você avaliar ambas as alternativas com cuidado, escolhendo aquela que é mais compatível com a realização dos seus objetivos.

E aí, gostou deste post explicando se o consórcio de moto vale a pena? Então aproveite esse momento para conhecer o portal da Youbo, uma plataforma especializada em serviços financeiros!

Vale a pena parcelar boleto com cartão de crédito?

Ajuda, rapidez e praticidade: essas são as coisas mais importantes para quem está em um sufoco financeiro. Por isso, elaboramos este post para descrever uma prática bem útil a esses momentos, mas que ainda assim, é pouco conhecida. Afinal de contas, você sabia que é possível parcelar boleto com cartão de crédito?

Pois então, essa tática pode ser determinante para que você feche um mês no azul. Mas assim como qualquer outra operação financeira, ela exige bastante responsabilidade e um certo planejamento. Por isso, não perca a chance de aprender mais sobre o tema, acompanhando esta leitura!

O que é e como funciona o parcelamento de boleto?

Como o próprio nome sugere, o parcelamento é a prática de dividir o pagamento de um boleto em várias parcelas, aumentando o prazo para sua quitação e tornando a operação mais suave para o seu bolso. Na maioria das vezes, os consumidores fazem isso para evitar atrasos e negativações, pois não têm o dinheiro em mãos para quitar o boleto em seu valor total.

No entanto, não é sempre que o parcelamento surge é a alternativa certa. Na realidade, é importante usar esse recurso com inteligência e no tempo certo, pois assim, você aproveita de oportunidades que nem sabia existir. Quer um exemplo? Bem, imagine que uma loja oferece duas condições para a compra de um eletrônico de R$2 mil. A primeira condição é que, pagando à vista no boleto, você ganha um desconto de 10%, fazendo com que o preço caia para R$1.800.

A segunda condição é representada pelas modalidades de parcelamento da própria loja. Mas nesse caso, o cliente paga o valor cheio (R$2 mil) além de uma taxa de juros do cartão, que acrescenta 1% conforme se aumenta o número de parcelas.

Nesse exemplo, você poderia gerar uma compra à vista na loja, emitindo e quitando o boleto com o parcelamento do seu cartão de crédito. Assim, você aproveita o desconto especial de 10% e paga menos juros — a depender das taxas praticadas pela bandeira do seu cartão.

O que considerar ao parcelar boleto com cartão de crédito?

Por fim, é importante que você pense em alguns fatores antes de realizar o parcelamento. Para colaborar com a sua decisão, listamos os principais critérios a serem avaliados nesse momento. Dê uma olhada!

Tipo de conta

Antes de qualquer coisa, você deve considerar qual o tipo de conta que deseja pagar. Dizemos isso porque algumas instituições têm bloqueado a possibilidade de quitar faturas de cartão com o próprio cartão de crédito, já que isso gerava uma artificialidade do pagamento — com o adiamento eterno do pagamento da fatura.

Sendo assim, você deve dar uma olhada se isso é uma possibilidade com o banco/cartão com que você trabalha. No geral, as principais contas a serem parceladas são:

  • contas de água, eletricidade, gás, internet e telefonia;
  • multas, licenciamentos, DPVAT e outras tarifas relacionadas ao DETRAN;
  • impostos como IPVA, IPTU, tributo e tarifas afins;
  • boletos em geral de compras, faturas e por aí adiante.

Valor

Já aqui, temos um ponto que costuma passar desapercebido. Muitas vezes, o consumidor vê apenas que o boleto pode ser pago no cartão, mas desconsidera o impacto do valor nessa conta. Pois veja, assim como em outras operações financeiras, é possível que o pagamento do boleto esteja sujeito ao IOF — que é um imposto proporcional.

Além disso, é interessante avaliar se o valor é compatível com o limite do seu cartão, pois o pagamento consumirá o valor total do boleto da sua linha de crédito. Então, você também deve considerar o quão importante será o uso do cartão nos próximos meses, pois ao quitar um boleto muito grande, com muitas parcelas, pode demorar até que você consiga retornar o limite para o seu valor original.

Por último, o valor das parcelas. Assim como já falamos em conteúdos sobre planejamento financeiro, é essencial que você dê uma olhadinha no impacto das parcelas sobre os próximos meses. Afinal de contas, o objetivo dessa estratégia é aliviar um período de aperto, e não criar outra dificuldade no futuro.

Taxas e tarifas

Os acréscimos. Esse é o fator mais relativo de todos, pois depende do seu banco, da operadora do seu cartão e até mesmo da plataforma que você está utilizando para intermediar esse pagamento. Por isso, é importante que você faça uma boa pesquisa de mercado, avaliando todas as opções e priorizando aquelas com as menores taxas e boa reputação. É importante que as parcelas caibam no seu bolso, mas tudo deve ser feito com o máximo de segurança e responsabilidade.

Como a Youbo pode ajudar?

Foi com isso em mente que a Youbo decidiu balançar o mercado. Pois veja, até o momento, uma reclamação recorrente entre os consumidores era o fato de que as taxas estavam muito altas ou que os aplicativos não pareciam seguros. Então, percebendo essa necessidade de mercado, a Youbo desenvolveu a própria plataforma para ajudar os consumidores a pagarem suas contas com o cartão de crédito.

Como as demais soluções da empresa, o serviço é rápido, fácil e transparente, facilitando o pagamento de todos os tipos de boletos, sejam de consumo, impostos, compras, faturas, multas ou afins. Para que a mágica aconteça, tudo é feito com muita tecnologia e agilidade — e você nem precisa sair de casa!

Por exemplo, o dinheiro apertou e alguma conta vai vencer? Sem estresse! Com a novidade, basta se cadastrar na plataforma e simular o parcelamento, receber a proposta e realizar o pagamento, simples assim! Desse jeito, o serviço tira o consumidor do aperto, permitindo que tudo seja feito no ambiente online, sem burocracias e no menor tempo possível.

Assim, você regulariza as suas contas de maneira imediata, enquanto aumenta o tempo para pagar — parcelando em até 12 vezes! Já pensou em quantas coisas você pode fazer com essa novidade? Seja prolongando o pagamento do IPVA ou parcelando o licenciamento do carro: você escolhe! O nosso objetivo é garantir o seu fôlego financeiro, evitando dificuldades e mantendo a sua qualidade de vida.

Pois bem, você gostou da inovação da Youbo para parcelar boleto com cartão de crédito? Então, vê se não perde a chance de participar dessa revolução, entrando em contato com a nossa equipe e conhecendo a nossa solução!

Pensando em juntar dinheiro para comprar um carro? Confira 5 dicas

Ter o próprio carro é o sonho de muitos brasileiros, e existem bons motivos para isso. Um automóvel na garagem, muitas vezes, é sinônimo de praticidade, autonomia e, principalmente, conforto e economia. Está interessado em saber como desfrutar dessas vantagens? Neste artigo, vou dar algumas dicas de como juntar dinheiro para comprar um carro. Confira!

Como escolher o melhor carro?

Escolher o melhor veículo pode não ser uma tarefa simples. Existem diversos modelos de carros disponíveis no mercado, e os preços costumam variar bastante. Por isso, antes mesmo de começar a juntar dinheiro para comprar um carro você precisa estimar quanto está disposto a investir.

Com a estimativa em mãos é hora de considerar algumas questões. A primeira delas é a utilização do veículo. Não é aconselhável escolher um veículo para trabalhar na Uber, ou carregar mercadorias, por exemplo, com os mesmos critérios usados para um carro de passeio, correto? Portanto entender qual é o seu perfil e quais são as condições de uso do carro é importante para fazer uma boa escolha.

Podemos considerar que adquirir um automóvel é um investimento de médio e longo prazo, pois, junto aos benefícios, virão algumas despesas e elas devem caber no seu orçamento. Veja o que considerar para fazer um bom negócio:

  • o valor de mercado do veículo (obtido pela tabela FIPE);

  • custos de manutenções;
  • despesas anuais com a documentação (Licenciamento, IPVA e DPVAT);
  • relação custo-benefício (conforto, segurança, consumo de combustível, itens opcionais);

  • investimento no seguro auto.

Uma boa opção para economizar é recorrer aos veículos seminovos. Eles demandam investimento menor quando comparados aos novos. Faça uma boa pesquisa de mercado, pois é possível encontrar carros com pouco uso e em ótimo estado de conservação.

Tenha em mente, dois ou três modelos de veículos dentro das suas possibilidades financeiras. Converse com amigos e especialistas sobre as suas escolhas. Sem dúvidas, você conseguirá ótimas informações para embasar a sua decisão. Agora que você sabe como fazer a melhor escolha, descubra como juntar dinheiro para comprar um carro.

Como juntar dinheiro para comprar um carro?

Não existe uma fórmula mágica. Para juntar dinheiro para comprar um carro você vai precisar essencialmente de organização, foco e planejamento As dicas que darei a seguir certamente ajudarão!

1. Organize as finanças

Comprar um carro exige organização e planejamento. Coloque todas as despesas fixas (água, energia elétrica, prestações etc.) na ponta do lápis. Aproveite para analisar os gastos flutuantes (cartão de crédito, por exemplo) dos últimos meses. Dessa forma, você descobrirá como utiliza a sua renda.

Certamente, você encontrará algumas despesas que poderiam ser evitadas e terá a oportunidade de se reorganizar para ampliar a saúde financeira. Estabeleça uma rotina de monitoramento dos recursos com a ajuda de aplicativos e planilhas. Anote seus gastos diariamente e otimize distribuição do seu salário.

2. Estabeleça metas

Depois de escolher um carro com valor compatível ao seu orçamento é hora de estabelecer uma meta. Lembre-se de que ela deve ser realista. Vejamos, um automóvel que custa 17 mil reais exigirá que você poupe 473 reais mensais ao longo de 36 de meses. Ou seja, será necessário economizar aproximadamente 16 reais por dia.

3. Mude alguns hábitos

Compras impulsivas, gastos com artigos de marcas renomadas, assinaturas mensais de serviços que você praticamente não utiliza e os tradicionais lanchinhos na rua podem ser verdadeiros vilões do orçamento. Planeje-se para eliminar os gastos desnecessários e busque alternativas econômicas, pois essa é uma das melhores maneiras de juntar dinheiro para comprar um carro.

Você pode, por exemplo, preparar sua alimentação e levar para o trabalho de modo a evitar algumas despesas. Outra alternativa é optar por passeios ao ar livre e explorar a agenda cultural da cidade. Geralmente, existem boas opções de lazer com custos reduzidos, como parques, praças, exposições de arte etc.

4. Amplie sua renda

Quando chega o final do mês, sua conta bancária não costuma ter muito dinheiro, correto? Bom, além de economizar, você pode construir alternativas de geração de renda trabalhando como freelancer no tempo livre, vendendo produtos de beleza ou outros itens capazes de despertar o interesse das pessoas.

Não é só! Caso já tenha algum dinheiro guardado, os investimentos no Tesouro Direto ou outros tipos de aplicações podem fazer o seu capital aumentar ao longo do tempo. Lembra-se daqueles objetos que estão em bom estado e você não utiliza? Eles também podem se tornar uma fonte de renda extra.

5. Fuja das taxas e tarifas

Evite compras parceladas que impõem taxas de juros, negocie as anuidades dos cartões de créditos e de outros serviços e preste muita atenção às oportunidades de financiamento, sobretudo veicular, pois a taxa de juros pode representar uma quantia considerável.

Caso encontre muitos obstáculos para poupar, sugiro considerar a possibilidade de fazer um consórcio. O desejo de ter um carro é grande, não é mesmo? Na hipótese de financiamento, junte dinheiro suficiente para dar uma boa entrada e reduzir os juros.

Por que ter um seguro auto é importante?

Imprevistos acontecem! Depois de muito trabalho para realizar o sonho do carro próprio não vale a pena correr nenhum tipo de risco. O seguro auto é indispensável para conferir ao seu patrimônio proteção contra furtos e roubos. Tem mais, é possível contratar um plano de acordo com o seu perfil e ter acesso a vários serviços. Conheça alguns:

  • assistência 24 horas;
  • serviços de reboque;
  • cobertura de danos causados por fenômenos naturais;
  • chaveiro;
  • socorro em caso de pane mecânica ou pane seca;
  • troca de pneus;
  • cobertura de danos causados a terceiros;
  • transporte domiciliar, dentre outros.

Tenho certeza de que seguindo todas essas super dicas você conseguirá poupar o suficiente e desfrutar das muitas vantagens de ter um automóvel à sua disposição. Não se esqueça de que é indispensável manter o foco durante todo o mês, anotar rigorosamente as despesas e eliminar todos os gastos desnecessários. Quando chegar a hora de adquirir fique de olho nos feirões e utilize a internet para fazer pesquisas. Você encontrará uma boa oportunidade!

Agora que você sabe como juntar dinheiro para comprar um carro, que tal curtir minhas páginas nas redes sociais? Estou no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Entenda qual será o aumento dos aposentados em 2020

Começa mais um ano e com ele aposentados e pensionista do INSS ficam de olho para saber qual será o reajuste dos benefícios pagos mensalmente. Além de dar um alívio no orçamento, o novo valor pode aumentar a margem para novos empréstimos consignados.

Se você quer saber qual será o aumento dos aposentados em 2020, como esse reajuste é calculado e a partir de quando ele começa a valer, acompanhe este post até o final. Ele traz todas essas respostas, além de outras informações valiosas. Boa leitura!

Quando acontecem e como são calculados os reajustes das pensões e aposentadorias?

A principal função dos reajustes periódicos dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas do INSS é garantir que o valor pago mantenha seu poder de comprar com o passar do tempo. Sem isso, tais pagamentos ficariam defasados, comprometendo a capacidade dos beneficiários de suprir suas necessidades do dia a dia.

Quase sempre, o aumento é concedido no primeiro mês do ano e atualmente considera a inflação acumulada nos 12 meses anteriores. O índice levado em consideração para esse ajuste é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), embora a inflação oficial do país seja medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), outro indicador mensurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mas a explicação para isso é simples: o INPC leva em consideração o consumo das famílias de ate 5 salários-mínimos, enquanto o IPCA é mais abrangente e engloba grupos familiares que tem como renda média até 40 salários-mínimos. Além disso, oscilações do preço de produtos básicos (como alimentos) tem peso maior no INPC do que no IPCA.

Dessa forma, o índice utilizado para calcular o reajuste das aposentadorias é mais sensível às mudanças no custo de vida que ganham menos e sofrem mais quando o preço de itens de primeira necessidade sobe. É por isso também que o INPC é utilizado para o aumento de salários em convenções trabalhistas, permitindo que os valores pagos mantenha seu poder de compra, principalmente entre famílias de menor renda.

Qual será o aumento dos aposentados em 2020?

Dessa forma, como o INPC dos 12 meses de 2019 fechou em 4,48%, esse será o aumento dos aposentados em 2020, tanto para quem recebe o salário-mínimo quanto para quem tem benefícios maiores que esse piso.

Em um primeiro momento, os beneficiários que recebem o salário-mínimo teriam uma pequena defasagem na correção do seu benefício. Isso aconteceu porque a estimativa de aumento do salário era menor que a inflação realmente observada pelo IPCA, principalmente no mês de dezembro. O aumento dos preços foi puxado sobretudo pelo encarecimento da carne vermelha.

Com isso, em vez de 4,48%, o aumento previsto era de 4,1%. Esse percentual elevaria o salário-mínimo de R$ 998 para R$ 1039. Depois de alguns dias de indefinição, o governo refez as contas e divulgou um novo valor para o pagamento, de R$ 1045. Tal medida evitou que o reajuste concedido aos aposentados e demais pessoas que tem como referência esse patamar de renda. De qualquer forma, é a primeira vez que o salário-mínimo ultrapassa a barreira de R$ 1000.

Já para quem tem benefícios superiores a um salário-mínimo, nada mudou e os 4,48% foram mantidos. De todo modo, o reajuste elevou o teto do INSS, que é o valor máximo pago pelo governo a aposentados e pensionistas. Ele passou de R$ 5.839,45 para R$ 6.101,06.

Como esse aumenta afeta a vida financeira de quem recebe?

Em um primeiro momento, o acréscimo no benefício serve para que a inflação acumulada durante 2019 não comprometa o poder de compra do beneficiário, como mencionamos ao longo do texto. De todo modo, com alguma organização no orçamento, é possível utilizar os reais a mais recebidos para dar um alívio nas contas.

Outro impacto do novo valor das aposentadorias para 2020 é sobre a margem consignável para empréstimos consignados. A margem consignável é o nome dado ao limite máximo do pagamento que pode ser comprometido com empréstimos e outros tipos de crédito com desconto direto do benefício.

Normalmente, a margem consignável é de 35%, com 30% para empréstimos e 5% para cartões de crédito consignados. Se ele limite já tiver sido alcançado, dificilmente um novo pedido de empréstimo será aprovado, evitando que toda a renda seja comprometida com o pagamento das parcelas.

Ou seja, com um novo valor da aposentadoria, a margem para o pagamento de empréstimos consignados fica um pouco maior. Logo, quem está precisando de um dinheiro extra nesses primeiros meses do ano pode já solicitar crédito levando em conta esse aspecto e com isso conseguir a concessão de um valor maior.

A partir de quando o aumento começa a valer?

Mas a partir de quando esses aumentos começam a valer? Aposentados que ganham um salário-mínimo começam a receber o pagamento com o novo valor a partir da última semana de janeiro, com início no dia 27. Aqueles que recebem mais de um salário-mínimo devem esperar até o dia 3 de fevereiro para verem em suas contas o reajuste.

Além da diferença entre quem recebe um salário-mínimo ou mais, a ordem dos pagamentos segue o número dos benefícios, considerando sempre o último algarismo da sequência. Quem tiver dúvidas, pode consultar o calendário oficial de pagamentos, disponível no site do INSS.

No entanto, vale lembrar que o reajuste integral só será pago para quem se aposentou até janeiro de 2019. Quem começou a receber depois desta data, terá um reajuste proporcional aos meses em que vigorou sua aposentadoria no ano passado, o que fará com que o percentual do acréscimo seja um pouco menor.

Se você faz parte de um dos milhões de brasileiros que recebe benefícios do INSS sabe agora qual será o aumento dos aposentados em 2020 e quais as consequências desse reajuste. Com isso, fica mais fácil se organizar e se for o caso, solicitar um empréstimo, para ajudar a colocar o orçamento em ordem.

Conte nos comentários como você pretende aproveitar o aumento dos benefícios pagos pelo INSS.

Saiba como calcular o limite do cartão de crédito consignado em 2024

Você já ouviu falar nos cartões de crédito consignados? Eles são cada vez mais procurados por quem quer contar com essa forma de pagamento na carteira e usufruir de algumas vantagens, como juros menores e a ausência de anuidade.

Porém, mesmo que você tenha ouvido falar neles, é bem provável que existam muitas dúvidas sobre como esse tipo de cartão funciona, certo? Pensando nisso, explicarei como calcular o limite do cartão de crédito consignado para que você consiga planejar melhor suas compras. Quer saber mais sobre o assunto? Então, vamos lá!

O que é e como funciona o cartão de crédito consignado?

O cartão de crédito consignado se diferencia de um cartão de crédito comum apenas no momento do pagamento da fatura. Enquanto os cartões tradicionais enviam ao consumidor uma fatura mensal onde ele pode escolher o pagamento de qualquer valor entre o mínimo e o total, nos cartões de crédito consignados o valor mínimo de pagamento é descontado automaticamente, já na folha de pagamento.

Ou seja, em um cartão de crédito consignado pelo menos o mínimo da fatura será pago de forma automática. O restante do valor gasto deve ser pago da forma tradicional, via boleto. Caso isso não aconteça, o titular do cartão entrará no chamado crédito rotativo, quando o montante que deixou de ser pago é empurrado para o mês seguinte, acrescido de juros e multas.

Para ter acesso a um cartão de crédito consignado é necessário fazer parte de um dos grupos ao qual ele é destinado. Normalmente, eles são concedidos a aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e em alguns casos para empregados da iniciativa privada contratados via CLT (com a carteira assinada).

A partir disso, o consumidor com o cartão de crédito em mãos terá um limite disponibilizado, com o qual ele poderá fazer compras em lojas físicas e virtuais, bem como efetuar saques ou ainda pagamentos, desde que os valores estejam dentro desse limite preestabelecido.

Além da diferença básica a respeito da forma de pagamento, os cartões de crédito consignados tem outros pontos que costumam os diferenciar dos cartões comuns.

Na maior parte dos casos eles têm juros menores, prazos para parcelamentos maiores quando há utilização do crédito rotativo, limites de saque mais generosos e ausência da cobrança de anuidade. Interessante, não é mesmo?

É sempre importante não confundir um cartão de crédito consignado com um empréstimo consignado, modalidade de crédito já bastante popular. Enquanto com o cartão o consumidor recebe um limite para poder fazer compras, no empréstimo o dinheiro solicitado é depositado na conta de quem realizou a solicitação. Depois disso, as parcelas para o pagamento do acordo são feitas mensalmente, por meio do desconto no salário ou benefício.

Como calcular o limite do cartão de crédito consignado?

Em um cartão de crédito normal, o limite concedido é calculado com base nas políticas da instituição financeira que emite o cartão. De toda forma, no geral são considerados a renda do consumidor, seu padrão de consumo e seu histórico no mercado de crédito, avaliando se ele é um bom pagador, principalmente de acordo com seu score. É normal também que esse limite seja elevado com o passar do tempo, conforme o interesse e as necessidades do portador do cartão.

Com o cartão de crédito consignado a situação difere e o limite é disponibilizado de acordo com um cálculo que considera qual o salário ou benefício recebido e a fatia que poderá ser comprometida com o pagamento do valor mínimo das faturas.

De forma geral, aposentados e pensionistas costumam ter como limite 25 vezes o máximo da margem consignável do seu benefício, enquanto servidores públicos podem ter 27 vezes essa mesma proporção para realizar suas compras.

Mais abaixo, falarei mais sobre o que é e como funciona a margem consignável, mas o pagamento de cartões ela está limitada a 5%. Com esse número em mente, alguns exemplos podem ajudar a entender melhor como esses limites são calculados. Você verá que não é tão difícil quanto parece, acredite!

No primeiro exemplo, imaginemos um aposentado pelo INSS que recebe um benefício mensal de R$2000. Nesse caso, considerando a margem de 5%, teríamos R$ 100, que multiplicados por 25, resultariam em um limite de R$ 2500. Esse seria o valor que poderia ser usado em compras, saques e pagamentos nessa hipótese.

No outro exemplo, temos um servidor público com salário de R$ 4000. Logo, com a margem de 5%, teríamos R$ 200 vezes 27, resultando em um limite de R$ 5400.

De todo modo, seja qual for o limite disponibilizado, é importante utilizá-lo com cuidado e planejamento, certo? Isso evita que as faturas nos meses seguintes comprometam muito do orçamento ou se transformem em dor de cabeça diante da cobrança de juros e multas.

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Como funciona a margem consignável?

Como você viu, o limite de um cartão de crédito consignado está condicionado ao tamanho da renda e da chamada margem consignável. Esse termo é bem comum e quem já solicitou qualquer tipo de crédito consignado já deve estar familiarizada com ela.

A margem consignável diz respeito ao tamanho da fatia do salário ou benefício que pode ser comprometida com os descontos referentes ao pagamento de parcelas de empréstimos ou outras formas de crédito consignado.

Como regra, a margem total é de 35%, sempre calculados sobre os valores líquidos recebidos após descontos feitos em folha de pagamento. Ou seja, quem recebe R$2000 pode ter até R$ 700 descontados do seu salário.

Mas tenha cuidado! Não é o total dessa margem que pode ser comprometida com um cartão de crédito. Conforme mencionamos nos exemplos, apenas 5% dela pode ser empregada para o uso de cartões. Os 30% demais são destinados ao pagamento dos empréstimos consignados.

Ah, sempre que vale destacar que novos empréstimos ou aumento do limite do cartão de crédito sempre estão condicionados a existência de margem para isso. Caso contrário, essas operações não serão aprovadas.

Entender como calcular o limite do cartão de crédito consignado é calculado é essencial para saber se essa opção é a ideal para seu bolso e para orientar seu uso sempre com sabedoria. Dessa maneira, será possível aproveitar todos os seus benefícios sempre.

Quer conhecer as melhores opções de cartões? Entre em contato com a Youbo agora mesmo e veja como podemos ajudá-lo.

Leias mais: RMC e RCC: Como Funcionam as Reservas de Margem e Cartão Consignado

Pessoa Física – Cartão de crédito – rotativo total – Pré-fixado

O guia completo sobre o empréstimo para empresas

O empréstimo para empresas pode ser a única solução para manter o negócio em crescimento ou sanar dificuldades nos momentos em que as coisas apertam. Sobre isso, o o relatório Financiamento dos Pequenos Negócios, publicado em 2019 pelo Sebrae traz um dado até certo ponto preocupante: 60% dos empréstimos feitos por PMEs é destinado a cobrir capital de giro.

Isso pode ser interpretado como um alerta, já que sinaliza para a falta de planejamento em relação às finanças. Vamos combinar: uma empresa com suas contas equilibradas não precisaria recorrer ao dinheiro de terceiros para pagar pelas suas atividades, concorda?

Ainda que em determinadas situações emergenciais o crédito seja a melhor possibilidade, é na falta de critério que mora o perigo.

Por isso, eu e o pessoal da Youbo preparamos este guia completo sobre empréstimo, para que você use seu direito ao crédito com inteligência. A gente quer que você faça parte das estatísticas, mas só das positivas. Vamos conferir?

Como funciona o empréstimo para empresas

Tocar uma empresa exige muito preparo, informação e, claro, os recursos adequados. Por outro lado, dinheiro não dá em árvore nem cai do céu. Como fazer um negócio decolar?

Para isso, o empréstimo para empresas é a alternativa na qual pessoas jurídicas, logo, portadoras de um CNPJ, tomam crédito conforme condições específicas. Ele funciona de forma bastante parecida com a do empréstimo pessoal, diferenciando-se apenas nos processos e exigências formais.

Sendo assim, o fluxo consiste em solicitar crédito, informar os dados da empresa, apresentar documentação e, por fim, aguardar uma resposta. Se for positiva, o dinheiro entra na sua conta e é só alegria. Mas, se o banco negar o pedido, seu negócio poderá tentar de novo, resolvendo possíveis pendências que sejam apontadas ou mesmo tentar em outra instituição financeira.

Essas pendências, por sua vez, estarão relacionadas ao não cumprimento de uma ou mais condições. Afinal, quando se trata de emprestar para empresas, os tipos de garantias envolvidas são de comprovação relativamente mais complexa. Plano de negócios, carta de motivação e apresentação de balancetes são exemplos de documentos peculiares a essa modalidade de crédito.

Parece muito difícil? Relaxa, continua por aqui que você vai ver que nem é essa missão impossível toda!

O momento certo para solicitar um empréstimo empresarial

De acordo com o Serasa Experian, a inadimplência de empresas, no Brasil, cresceu 5,6% em 2019. Quais seriam os motivos para isso? 🤔

Bom, nesse caso, a gente tem que considerar uma segunda pesquisa, feita por uma outra empresa de proteção ao crédito, a SPC Brasil. Nela, também é registrado aumento na inadimplência entre PJs entre 2018 e 2019 em 3,30%, considerando somente as empresas cadastradas no órgão.

Esse aumento, por sua vez, segundo o estudo, se explica pela economia brasileira, que ainda busca dias melhores e, em 2019, ainda vivia um período de instabilidade.

Claro que uma economia enfraquecida prejudica a capacidade de pagamento de um empréstimo mas, na real, momentos de crise também são de oportunidades, não acha?

Além disso, pedir um empréstimo e não pagar sinaliza não só para uma conjuntura externa desfavorável mas para a falta de planejamento e de boas razões para tomar crédito.

Por isso, o momento certo para pegar empréstimo para empresas deve ser avaliado com o maior carinho e atenção.

Os mais comuns são:

  • abrir um negócio;
  • financiar capital de giro (embora deva ser evitado);
  • expandir operações;
  • cobrir passivo trabalhista;
  • aumentar produção.

Definir o motivo, por outro lado, é só a primeira parte da tarefa. É preciso também orçar exatamente o valor que será necessário para dar conta do objetivo traçado. Nada de pegar uma “graninha extra”, hein? Tome emprestado apenas a soma exata e não deixe de calcular o Custo Efetivo Total (CET) do crédito.

Tendo esses fatores em consideração, dá uma sacada nos próximos tópicos do que você precisa saber antes de finalmente fazer a solicitação junto ao banco.

O que avaliar antes de pedir crédito

Ok, tá maneiro, sua empresa sabe o que quer e está decidida a tomar dinheiro emprestado com um banco. Só tem um detalhe: você vai precisar saber antes se o caixa do seu negócio pode suportar um período longo comprometido com prestações.

Cabe também avaliar, junto às necessidades do negócio, se o objetivo pode ser financiado com capital próprio ou se o de terceiros é mesmo a única solução. Às vezes, uma reserva financeira pode ser o bastante para a empresa fazer uma obra ou, pelo menos, bancar uma parte do projeto a ser financiado.

Sem mais blablablá 🗣, confira o que você não pode deixar de avaliar de jeito nenhum caso o empréstimo para empresas seja realmente necessário.

Sua capacidade de pagamento

Você ficou sabendo que, em 2018, passou a valer a Lei nº 13,636, que instituiu o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), certo?

Essa é a mais nova alternativa para micro e pequenos empresários em busca de linhas de crédito mais adequadas às suas capacidades de pagamento. Tanto é que, no texto da lei, só pode fazer jus a esse tipo de crédito empresas com renda anual de até R$ 200 mil.

Por outro lado, a lei é omissa em relação a um ponto muito importante: a margem de referência.

Sendo assim, e na falta de uma norma mais específica, vale se apoiar no que diz a Lei nº 13.172, que trata do empréstimo consignado. De acordo com ela, só vale emprestar dinheiro para quem pode comprometer até 35% dos seus rendimentos com o pagamento de cada parcela. Então, se sua empresa faturar R$ 1 mil, por essa lei, ela só poderia tomar um empréstimo cuja parcela fosse de R$ 350,00.

Tome esse percentual como referência e, se seu caixa não apresentar essa margem, evite tomar empréstimo e só o faça depois de reorganizar seu orçamento.

Planejamento financeiro

Ter um cartão de crédito empresarial é muito bom. Limites mais altos, juros compatíveis e outras facilidades que não se percebem em cartões para pessoas físicas são alguns dos atrativos.

Acontece que, se a sua empresa não se planejar financeiramente, até um inofensivo cartão pode desencadear um processo de endividamento crônico. Nada a ver, né?

Por isso, seja para pedir um cartão e, principalmente, para fazer um empréstimo, jamais deixe de colocar sua movimentação na ponta do lápis, ou melhor, na tela do computador. Dessa forma, você terá uma referência minimamente confiável para saber se realmente terá como arcar com o custo do dinheiro enquanto estiver pagando e em fazer bom uso dele. Afinal, se sua empresa se planeja para pagar menos impostos, por que não fazer o mesmo em relação a um empréstimo?

Cotação e pesquisa

O mercado está cheio de bancos e fintechs com ofertas interessantes de crédito. Só que nem todas elas atendem às suas necessidades, ainda mais quando se trata do micro e pequeno empreendedor.

Lembre-se sempre de que dinheiro emprestado tem um preço e é em cima dele que você precisará projetar seu orçamento para o futuro.

A questão é que cada banco/fintech trabalha com taxas e juros dos mais variados. Enquanto algumas cobram 1,99% — como a Youbo 🙂 — outras chegam a taxas de 10% ou 12%.

Uma diferença e tanto, concorda?

Então, nada de tomar crédito com o primeiro banco que aparecer. Faça primeiro uma bela de uma pesquisa, que, com a Internet, pode ser feita até mesmo sem sair do seu escritório ou de casa.

Score e aprovação do empréstimo para empresas

Entre pessoas físicas, a avaliação de crédito não se limita apenas a verificar se seu nome está sujo. Além disso, é de praxe que as empresas verifiquem o seu score, uma espécie de pontuação que, quanto maior, menos riscos em oferecer crédito.

Pois as empresas também têm um mecanismo parecido para serem avaliadas pelos bancos, o chamado Score Empreendedor, gerido pela Serasa Experian.

Ele consiste em uma tabela, na qual cada faixa de pontuação indica uma propensão maior ou menor ao risco de inadimplência. São elas:

  • baixo risco — 701 a 1000 pontos;
  • médio risco — 301 a 700 pontos;
  • alto risco — 0 a 300 pontos.

Não deixe de verificar a pontuação da sua empresa antes de pedir crédito. Dessa forma, você evita perder tempo com pedidos que já sabe que não serão aprovados. Essa é uma medida muito importante, já que o Score Empreendedor influencia diretamente na aprovação de crédito, talvez até mais que o próprio faturamento demonstrado.

Outras formas de se obter garantia em empréstimos

Beleza, você foi lá consultar o seu score e viu que a situação não é lá muito favorável. Será que não existem outras soluções?

Nesse caso, seu negócio pode recorrer a formas mais institucionalizadas de conseguir garantia em empréstimos, embora a vitória, nesse caso, também não seja 100% garantida. De qualquer forma, é sempre um trunfo na manga, servindo como um plano “b”, ou mesmo “a”, dependendo do caso.

Vamos ver quais são?

Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe)

O Fampe funciona como uma garantia complementar às empresas em busca de crédito, podendo assumir até 80% do valor solicitado. Ele se destina a abrir as portas de um empréstimo para empresas em busca de capital de giro, para investir em exportação ou aplicar em desenvolvimento de tecnologia.

Funproger

Em moldes similares aos do Fampe, o Funproger também pode entrar como avalizador em um empréstimo, limitando-se a 80% do valor solicitado. Ele é gerido pelo Banco do Brasil e foi criado pela Lei 9.872/99.

Sociedades de Garantia de Crédito (SGC)

Já as SGCs são uma espécie de versão para a iniciativa privada de programas como o Fampe e Funproger. Ou seja, tratam-se de empresas particulares que entram como garantidoras em um pedido de crédito, sendo por isso remuneradas, tal como fazem o Sebrae e o BB.

FGO / FGI

Oferecidos pela Fiesp, o FGI (Fundo Garantidor para Investimentos) e o FGO (Fundo de Garantia de Operações), também podem ajudar empresas com dificuldades em apresentar garantias. Nesse caso, o foco é, principalmente, nas MPEs.

Fazer um empréstimo on-line é confiável?

Lembra que eu falei no começo que o empréstimo para empresas não é nem de longe uma missão impossível?

Além das facilidades que eu já mostrei, tem ainda uma outra via pela qual sua empresa pode obter crédito com o mínimo de burocracia e com taxas convidativas: o empréstimo online.

“Como assim, Youbo? Pedir dinheiro emprestado para a empresa pela I nternet”?

É isso mesmo, meu amigo/amiga. Tudo on-line, sem precisar sair de onde você está agora.

Imagino que você tenha uma certa desconfiança, até porque nessa modalidade de empréstimo não há nenhum tipo de contato com pessoas.

Nesse caso, a tranquilidade vem da Resolução nº 3.954 do Banco Central. Ela regulamenta a atividade de correspondente bancário que é o que as empresas de crédito on-line fazem em sua maioria.

Claro que a boa e velha pesquisa e avaliar a credibilidade da fintech que faz a operação são medidas que continuam a valer. Uma vez comprovada a credibilidade da empresa, pode ir sem susto que o empréstimo on-line é totalmente seguro e garantido.

Você pode se certificar de que a empresa é confiável verificando se no site dela tem um disclaimer. Nesse comunicado por escrito, ela esclarece que tipo de serviços oferece, o número do CNPJ e outras informações. O nosso, por exemplo, começa assim:

“YOUBO é marca de propriedade YOUBO CORRETAGEM DE SEGUROS E SERVICOS FINANCEIROS LTDA, inscrita no CNPJ 27.470.151/0001-60(…)”

Por que contar com as facilidades do empréstimo empresarial da Youbo?

Na linha dos recentes avanços no mercado de microcrédito para empreendedor, a Youbo oferece uma linha de crédito totalmente online e sem burocracia. Nela, você pode solicitar até R$ 150 mil e pagar em até 24 parcelas. Tudo isso com uma taxa das mais camaradas do mercado: apenas 1,99% de juros ao mês.

Nossa linha de crédito trabalha sem garantia, ou seja, não há necessidade de apresentar imóvel ou veículo. Deixe por nossa conta a avaliação e fique tranquilo em relação ao seu patrimônio.

Fala a verdade, agora não parece muito mais fácil conseguir aquela grana para financiar seus projetos em sua empresa? Conte com o empréstimo para empresas da Youbo e voe mais alto nos negócios.

Faça contato e veja as vantagens que temos para oferecer!

Conheça as principais vantagens da conta digital

Certamente, a revolução digital foi um dos eventos mais impactantes sobre o cotidiano da sociedade moderna. Afinal de contas, hoje em dia, quase a totalidade das nossas tarefas são facilitadas por aplicativos, mudando completamente a forma como consumimos e interagimos uns com os outros.

Sendo assim, elaborei este post para discutir algo importante para os nossos leitores, em que falamos sobre as vantagens da conta digital. Com uma adesão cada vez maior, essas soluções bancárias vêm revolucionando a forma como as pessoas lidam com o próprio dinheiro. Então, não perca tempo e venha comigo entender mais sobre o tema!

O que é e como funciona uma conta digital?

Primeiro, devemos começar pelo básico! Até porque, ainda existem milhões de consumidores que não conhecem as soluções digitais, pois continuam a depender das tradicionais agências físicas. Pois bem, uma conta digital nada mais é do que uma conta bancária que digitaliza toda sua cesta de serviços e comodidades para o cliente.

Aqui, talvez você pense: mas o meu banco já tem isso, e se chama Internet Banking. Bem, mais ou menos! Pois veja, os grandes bancos oferecem, sim, seus próprios aplicativos, permitindo a consulta de saldo, transferências e algum nível de autonomia por meio dos smartphones, tablets ou PCs.

No entanto a grande sacada de uma conta digital é facilitar a interação com a conta por esses meios eletrônicos, oferecendo controle total nas mãos do cliente. Por exemplo, você deseja consultar alguém sobre uma dúvida, serviço ou funcionalidade da sua conta? Então você faz isso diretamente pelo app, sem a necessidade de se deslocar até uma agência física.

Além disso, também vale lembrar do próprio processo de abertura da conta. O minimalismo das soluções digitais é tão grande que você nem precisa sair da sua casa para isso, bastando fotografar o seu rosto e os seus documentos para despachar as informações e, em alguns minutos, ter a sua conta aberta — tudo simples, rápido e fácil!

Quais as principais vantagens da conta digital?

Agora, vamos listar os maiores benefícios de uma conta nesses padrões. Em nosso ponto de vista, existem quatro vantagens fundamentais para que você considere a abertura de uma conta digital. Veja só!

Simplicidade

Sem sombra de dúvidas, um dos maiores lemas da conta digital é reduzir a burocracia a zero. Isso pode ser visto em todas as etapas da interação com o produto, desde a abertura da conta, a usabilidade do aplicativo, a realização de transferências e o uso do cartão de crédito. Mas, aqui, destacamos a abertura da conta.

Afinal, essa etapa é tão simples que chega a ser revolucionária, bastando navegar pelo app, preencher as informações solicitadas e gerar a sua conta em poucos instantes — algo quase impossível de imaginar quando comparamos com o procedimento tradicional. Você lembra? Junta e cópia da documentação, deslocamento até a agência física, espera em filas, atendimento demorado e por aí adiante.

Facilidade

Já o segundo mérito é a própria interação com as funcionalidades da conta. Afinal, é comum que os aplicativos tenham seções com chat em tempo real, conectando você e suas dúvidas a um agente especializado a qualquer momento. Assim, você elimina todo o estresse e tempo que seria gasto ao telefone, em ouvidorias, SACs e afins.

A mesma facilidade é percebida na utilização dos serviços do seu pacote. Transferências e pagamentos de boletos são feitos de maneira super-rápida, facilitando a quitação das suas contas com agilidade e segurança, sem que você precise se deslocar até uma casa lotérica ou agência bancária para isso.

Economia

Já aqui, temos um benefício que é uma consequência da redução de burocracias. Como em um efeito cascata, ao diminuir a complexidade do serviço bancário, as instituições conseguem reduzir custos para os seus clientes, tornando tudo mais rápido e acessível.

Nesse sentido, a primeira economia a ser notada é a gratuidade da própria abertura de conta. Em um segundo momento, quando existem taxas, o cliente percebe que elas são bem mais acessíveis do que os valores praticados nas contas tradicionais — basicamente, oferecendo mais por menos.

Praticidade

Por último, destacamos a oferta de conforto ao consumidor. Afinal, as contas digitais colocam o controle da vida financeira nas suas mãos, literalmente disponibilizando um aplicativo com tudo o que você precisa para gerenciar as suas economias, facilitando consumo, pagamentos, transferências e investimentos.

Nesse sentido, o grande atrativo da conta digital, além de sua simplicidade, é oferecer um caminho mais fácil, intuitivo e responsável para administrar os seus recursos. Assim, você corta intermediários, tornando o seu dia mais produtivo e ganhando qualidade de vida enquanto economiza tempo e dinheiro.

Qual a solução da Youbo para esse mercado?

No entanto grande parte dos consumidores ainda não migraram para uma solução digital. Entre as justificativas, o maior receio é com questões relacionadas à segurança e confiabilidade dos serviços. Foi com isso em mente que a Youbo decidiu facilitar a popularização desse mercado.

Unindo forças com o Santander, a Youbo oferece uma plataforma completa e online para que você abra a conta digital nesse renomado banco. Assim, você tem o melhor dos dois mundos: a simplicidade do digital com a confiabilidade do tradicional.

Ao todo, oferecemos quatro pacotes padronizados e três modalidades de conta, com cestas de serviço desenhadas justamente para atender as demandas do seu dia a dia. Veja só:

  • Pacote Padronizado 1 — 8 saques, 4 extratos e 4 transferências;
  • Pacote Padronizado 2 — 8 saques, 6 extratos e 4 transferências;
  • Pacote Padronizado 3 — 10 saques, 8 extratos e 6 transferências;
  • Pacote Padronizado 4 — 12 saques, 8 extratos e 8 transferências;
  • Conta Universitária — 6 saques e 10 transferências;
  • Santander Van Gogh — saques, transferências e extratos ilimitados;
  • Santander Select — atendimento em agências internacionais, +850 salas VIP em aeroportos, investimentos exclusivos e muito mais.

Com essa variedade, garantimos que você encontrará uma solução que se encaixa no seu cotidiano, seja você um profissional, estudante ou viajante. Em comum, todas elas oferecem a flexibilidade digital com a segurança de um banco altamente tradicional.

Agora que você já conhece as vantagens da conta digital, não perca tempo e aproveite para embarcar nessa revolução. Para tanto, visite a nossa página e abra a sua conta, completamente moderna e livre de burocracias!

Empréstimo pessoal: tudo o que você precisa saber antes de fazer!

Como sempre, todo início de ano costuma ser cheio de novas ideias, planos e oportunidades. Afinal, todos querem melhorar algum aspecto de suas vidas, seja profissional, financeira ou academicamente. Sendo assim, preparei um post especial para esse momento!

Aqui, falarei sobre o empréstimo pessoal, demonstrando como essa solução pode simplificar alguns dilemas do seu dia a dia. Para isso, reuni as principais dúvidas sobre o assunto, explicando como usar esse recurso com a devida responsabilidade. Então, sem mais delongas, acompanhe!

O que é um empréstimo pessoal?

A começar pela maior curiosidade do tema. Com um nome bem sugestivo, o crédito pessoal nada mais é do que um empréstimo direto entre uma instituição financeira e um consumidor Pessoa Física. No entanto essa não é a principal característica da modalidade.

Diferentemente do que acontece em um financiamento, o cliente de um empréstimo pessoal fica livre para usar o valor emprestado como bem entender, sem estar restrito a nenhuma condição contratual. Quer um exemplo disso? Então conheça algumas modalidades de empréstimo que limitam a utilização do crédito:

  • o financiamento imobiliário é exclusivo à compra de imóveis;
  • o automotivo à compra de carros;
  • o estudantil à quitação de débitos acadêmicos e escolares;
  • o de construção para a compra de materiais e elementos de infraestrutura;
  • e o rural para a compra de insumos, matéria-prima e maquinário agrícola.

Entretanto vale lembrar que existem outras modalidades desse tipo, principalmente no setor empresarial. Nessa categoria, as instituições emprestam para as empresas e, normalmente, exigem que o crédito seja utilizado na modernização dos equipamentos, aquisições e afins.

Como funciona um empréstimo pessoal?

Primeiro, o consumidor busca uma instituição financeira para solicitar o empréstimo. Então, essa empresa — que pode ser um banco, cooperativa, fintech ou afins — avalia o histórico econômico desse cliente, o tão falado score.

Com essas informações, a empresa decide se aceita a proposta ou não. Caso sim, a instituição faz um contrato de empréstimo, em que descreve todas as condições da operação. E é bem aqui que surge um dos detalhes mais importantes em um empréstimo: as taxas de juros.

Além de serem definidas no momento da contratação, essas taxas são mensais e, por isso, têm um peso sobre o valor total a ser pago pelo cliente. Nesse momento, esbarramos em outra curiosidade importante sobre o tema: afinal de contas, como essas taxas são definidas?

Bem, a realidade é que cada instituição tem uma política própria para definir essas porcentagens. Inclusive, esse é um dos motivos pelo qual a concorrência é tão importante para o mercado, pois tende a incentivar a prática de taxas menores, justamente para atrair um maior número de clientes.

Apesar disso, existem três coisas que sempre influenciam nas taxas: o valor total emprestado, o prazo para o pagamento e o histórico de crédito do tomador. O primeiro é autoexplicativo, pois veja: quanto maior o valor emprestado, maior o risco da operação. Por conta disso, o credor cobra uma taxa maior.

O segundo critério é o prazo. Basicamente, quanto maior o número de parcelas, maior o intervalo em que pode acontecer a inadimplência, que é quando o cliente não quita as suas obrigações. Então aquele mesmo fundamento se repete: quanto maior o risco, maior a taxa!

Por último, existe a análise de crédito. Quanto pior o histórico do cliente, maiores as taxas, pois a pontuação do score é uma estatística que avalia o risco de acontecer um atraso. Quer um exemplo disso? Então, dê uma olhada na tabela de referência utilizada pelo Serasa:

  • pontuação entre 900 e 1000 = 5% de risco de atraso;
  • 800 e 899 = 10%;
  • 700 e 799 = 15%;
  • 600 e 699 = 19%;
  • 500 e 599 = 25%;
  • 400 e 499 = 33%;
  • 300 e 399 = 45%;
  • 200 e 299 = 83%;
  • 100 e 99 = 93%;
  • 0 e 99 = 96%.

Sendo assim, uma das melhores táticas para garantir um empréstimo é consultar o seu CPF nos principais bureaus de crédito do país. Os dois mais populares são o Serasa e o BoaVista SCPC, valendo a pena se cadastrar em suas plataformas para acompanhar o seu histórico.

Quais as principais vantagens do crédito pessoal?

Chegou o momento de descobrir os maiores benefícios dessa modalidade quando comparada às demais soluções do mercado, tal como o cheque especial e o cartão de crédito. Veja!

Agilidade

Diferentemente de outros empréstimos, o crédito pessoal é mais fácil de ser contratado. Em boa parte das vezes, os bancos e financeiras usam isso como um atrativo, não impondo muitas burocracias justamente para facilitar o acesso dos consumidores ao produto.

A mesma agilidade também é notada na velocidade com que o dinheiro cai na sua conta. Todo o valor emprestado entra de uma vez só, pouco tempo depois da aprovação do contrato. Normalmente, isso acontece dentro de um dia útil.

Economia

O crédito pessoal é uma das modalidades mais econômicas, principalmente se compararmos com as taxas praticadas no cheque especial. Por esse motivo, o empréstimo pode ser uma ferramenta estratégica na sua vida financeira, utilizando o recurso para evitar que as despesas consumam o limite do seu especial.

Acessibilidade

Para muitos, essa é a maior vantagem. Hoje em dia, existem instituições que emprestam até mesmo para os clientes negativados. Logicamente, por conta do maior risco, pode ser necessário colocar alguma garantia no contrato, ou pelo menos, aceitar juros maiores. Ainda assim, essa é uma oportunidade de ouro para quem realmente precisa.

Quais as principais linhas de crédito pessoal?

Agora que você conhece as vantagens, vamos dar uma olhada nas modalidades. Como perceberá abaixo, entre as opções do crédito pessoal, existem três alternativas comuns: o empréstimo consignado, o não-consignado e o com garantias. Dê uma olhada!

Consignado — taxa de juros em torno de 1,30% a.m.

O crédito consignado é uma modalidade em que o cliente toma emprestado de uma instituição financeira que é conveniada à empresa na qual ele trabalha. Com essa parceria, o banco empresta o valor solicitado pelo funcionário, descontando as parcelas diretamente da sua folha de pagamento.

Como os pagamentos são automaticamente descontados do salário, o risco para quem empresta é bem menor. Inclusive, é por isso que as taxas dos consignados são bem menores do que as praticadas em outros empréstimos, pois o risco de inadimplência é muito baixo.

Não-consignado — taxa de juros entre 3,35% e 9,80% a.m.

Esse é o empréstimo normal. Aqui, não há nenhuma garantia ou vínculo com um empregador conveniado. Nessa modalidade, acontece o que descrevemos durante todo o post: o cliente busca uma instituição e solicita o empréstimo.

Em seguida, a empresa avalia o nível de risco desse negócio, decidindo entre aceitar ou não. Como não existem garantias, os juros são mais altos e sobem proporcionalmente ao número de parcelas, ao valor emprestado e à qualidade do histórico do cliente.

Com garantia de imóvel ou veículo — taxas a partir de 0,99% e 1,56% a.m.

Com um nome bem sugestivo, essa é a modalidade em que o consumidor aliena algum bem como garantia no contrato. Ou seja, o cliente concorda com a possibilidade de a instituição tomar o bem caso não pague as parcelas.

Por ser uma garantia tão absoluta, as taxas estão entre as menores do mercado. Obviamente, toda essa oportunidade tem um custo. Nessa categoria, é ainda mais importante que o consumidor faça um bom planejamento, encarando essa ideia com a devida responsabilidade.

Entretanto um ponto positivo é que você não precisa inutilizar o bem para colocar ele como garantia no empréstimo. Isto é, você pode continuar morando no imóvel e utilizando o automóvel.

O único “porém” é que não se pode vender os bens utilizados na garantia, pois eles estão alienados à instituição que fez o empréstimo. No entanto você pode dar baixa nessa alienação tão logo que quitar o contrato, retomando todos os seus direitos sobre o item.

Qual a importância do planejamento para fazer um bom empréstimo?

Apenas conhecer as taxas e modalidades não basta! Na realidade, um dos fatores mais importantes para um empréstimo é o nível de organização e planejamento do consumidor. Quanto maior o preparo do cliente, menor a possibilidade de que ele cometa erros, como a inadimplência.

Da forma como vemos, a antecipação é uma estratégia importante para a nossa vida, principalmente na hora de organizar as finanças. O mesmo vale para o planejamento de um empréstimo. Entre outras coisas, a simulação de taxas, prazos e valores é fundamental para que você identifique o peso das parcelas sobre o seu orçamento.

Conhecendo essas informações, o consumidor ganha previsibilidade, ficando seguro de que terá as condições necessárias para arcar com esses custos. Por esse motivo, a visão de longo prazo é crucial para garantir a sua tranquilidade durante o empréstimo.

Quais os principais erros cometidos em um empréstimo?

Agora, vamos conhecer os maiores equívocos antes, durante e após uma contratação. De certa forma, todos os erros listados são consequências da falta de planejamento. Veja!

Desconhecimento das datas, taxas e valores

Normalmente, esse é um problema causado pela falta de atenção durante a leitura do contrato. Ansioso pela captação do dinheiro, o consumidor pode atrapalhar seu senso crítico, assinando um contrato que não é ideal para sua realidade. É a partir desse erro que podem surgir algumas surpresas desagradáveis.

O mesmo costuma acontecer com clientes bancários, que raramente conhecem todas as tarifas e serviços de sua conta. Desse jeito, passam sufocos ao lidar com os juros do crédito rotativo do cartão. Para evitar esse problema, existem apenas duas soluções: o foco e o planejamento.

O foco é fundamental durante a leitura do contrato. É muito importante que você faça isso em um ambiente silencioso e tranquilo, sem interrupções, de modo a não deixar nenhum detalhe passar batido. O planejamento é tudo aquilo que já falamos: simular, comparar, analisar e contratar.

Desorganização financeira

Simplesmente, a maior causadora de atrasos e problemas. Aqui, é muito importante encarar o empréstimo como uma ferramenta séria. Pois veja, assim como qualquer outra operação, o não pagamento das parcelas pode negativar o seu nome no mercado, dificultando a sua vida financeira.

Sendo assim, a nossa recomendação é para que você dedique um espaço apenas para as coisas do empréstimo. Pode ser uma pasta física ou digital, o importante é ter um local para reunir boletos, comprovantes, contratos e documentos afins.

Além disso, também é interessante contar com a ajuda de lembretes no celular para notificar o vencimento das parcelas, evitando que o esquecimento prejudique às suas contas. Dessa forma, você garante o equilíbrio no seu orçamento, livre de atrasos, multas e negativações.

Quais os principais requisitos avaliados na aprovação de um empréstimo?

Para finalizar, reuni as exigências mais comuns entre as instituições financeiras. Ainda assim, vale notar que esses requisitos podem variar, com algumas empresas solicitando mais documentos e comprovações para fechar um contrato. Confira!

Documentação

Aqui, você deve apresentar a carteira de identidade (RG e CPF), um comprovante de residência atualizado e um comprovante de renda. Alguns detalhes importantes:

  • o CPF deve estar válido e regular segundo a Receita Federal;
  • o comprovante de residência deve ser original e dos últimos 90 dias, tal como uma conta de luz, internet, telefonia ou afins;
  • o comprovante de renda pode ser um holerite, DECORE, entre outros;
  • no entanto, os dois últimos comprovantes podem não ser exigidos — isso varia muito do tipo de empréstimo e da instituição em si.

Histórico

O SCORE do consumidor. Aqui, você não precisa fornecer nada. Com o seu CPF, a instituição consultará os bureaus de crédito, além de outros órgãos financeiros, como o seu registro no Banco Central. Basicamente, quanto melhor o seu histórico e sua pontuação, maiores as chances de aprovação.

Idade

Uma das únicas obrigatoriedades universais em todo o mercado, é fundamental que o solicitante tenha mais de 18 anos. Nesse sentido, os pedidos de clientes menores de idade são indeferidos automaticamente pelo sistema financeiro, já que não existe respaldo legal para emprestar a menores.

Renda

Ainda que existam instituições que não exijam comprovante, é importante que você perceba o impacto da renda sobre a aprovação do empréstimo. O ponto que mais merece destaque é o fato de que as parcelas não podem ultrapassar 30% da sua renda mensal. Além de que, naturalmente, ter uma renda maior contribui na diminuição do risco e, portanto, da taxa de juros.

Residência

Por fim, uma última obrigatoriedade universal. O cliente que solicita o empréstimo deve ser residente brasileiro. Você não precisa ter um imóvel aqui, basta comprovar que de fato mora no país. A necessidade de possuir um imóvel só vale nos empréstimos em que esse bem serve como uma garantia.

Como pôde ver, existem muitas informações sobre o mundo dos empréstimos. Felizmente, você me acompanhou nessa jornada, saindo desta leitura bem mais preparado para considerar essa modalidade no seu horizonte financeiro.

Agora que você conhece muito sobre o empréstimo pessoal, aproveite para conferir outro artigo especial, em que ensino como utilizar o cartão de crédito de maneira inteligente e responsável!