Caixa propõe um prazo de 35 anos para contratos do programa Casas Verde e Amarela

A Caixa Econômica Federal pretende oferecer financiamento imobiliário com um prazo de pagamento de até 35 anos a partir de 1º de setembro no programa Casa Verde e Amarela (CVA), atualmente o prazo máximo para este tipo de transação é de 30 anos.

Rodrigo Wermelinger, diretor-executivo de residência da Caixa, revelou aos jornalistas o seguinte: “Esta medida ajudará a trazer mais pessoas para este mercado”, após participar de um debate sobre habitação pública com líderes empresariais no Sindicato da Habitação (Secovi-SP), em São Paulo.

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De acordo com Wermelinger, o governo federal deve publicar uma MP (medida provisória) que estende o prazo de financiamento imobiliário com recursos do FGTS de 30 para 35 anos. O principal destino dos recursos do fundo é o programa Casa Verde Amarela.

A CEF já está trabalhando com um prazo de empréstimo de 35 anos fora do programa tradicional, em linhas de crédito que utilizam recursos da poupança. A nova medida é avidamente antecipada pelos executivos do setor de construção civil, pois permitirá uma maior diluição do valor das parcelas imobiliárias ao longo do tempo, incentivando a assinatura de novos contratos.

Decreto que Regulamenta o empréstimo consignado no Auxiliar Brasil foi publicado

Os beneficiários do Auxilio Brasil agora podem fazer empréstimos de até 40% do valor do benefício e autorizar a União a deduzir o valor das parcelas mensais. De acordo com a lei, a responsabilidade do beneficiário pela dívida “será direta e exclusiva”. O Sindicato não será responsável, mesmo que apenas indiretamente, por qualquer hipótese”.

“Caso o valor do crédito contratado exceda, sozinho ou em combinação com créditos anteriores, o limite máximo legal, as parcelas relacionadas aos contratos mais antigos serão deduzidas primeiro”, diz o decreto. Neste caso, será permitido um desconto parcial até o limite estabelecido.

A lei que autoriza a emissão de credito consignado através do Auxilio Brasil foi publicada no dia 4 de agosto. A partir deste mês até dezembro, o valor do benefício aumentou de R$ 400 para R$ 600.

A Petrobras reduz o preço da gasolina pela terceira vez em menos de um ano.

A Petrobras reduziu o preço da gasolina para as distribuidoras. Este é o terceiro corte em menos de um mês. Desta vez, a redução será de R$ 0,18 por litro, ou 4,85%, efetiva a partir de hoje. Hoje, o preço do petróleo caiu drasticamente após a divulgação de dados econômicos chineses errôneos.

O preço da gasolina subirá de R$ 3,71 para R$ 3,53 por litro nas refinarias. A queda não será da mesma magnitude para o consumidor, pois o preço final da bomba é composto por outros fatores, como impostos e lucro do distribuidor.

A queda reforça o resultado negativo que os analistas previram para o IPCA – que mede a inflação oficial do país – em agosto. A Gasolina foi um dos principais fatores que empurraram o índice para baixo no mês passado.

O barril de petróleo bruto Brent, uma referência no mercado internacional, estava sendo negociado a US$ 93,98 por barril às 12h40, uma queda de 4,25%, com entrega agendada para agosto. A moeda caiu depois que os dados econômicos da China ficaram aquém das expectativas, levando o país a cortar as taxas de juros para impulsionar a atividade econômica.

Como usar a regra de transição para garantir a aposentadoria?

Regra de transição? Com a mudança da previdência social, a opção disponível para os trabalhadores que estavam perto de se aposentar mas não conseguiram o direito de aposentadoria antes da reforma, será com as regras de transição. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Existem diversas opções de regras de transição, como a idade mínima progressivaa regra dos pontos e idade ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Para escolher, vale contar com o apoio de um advogado especializado que poderá verificar o benefício mais vantajoso possível. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Quanto mais perto da aposentadoria o trabalhador estiver antes da reforma, menor será o esforço necessário para a obtenção da aposentadoria dentro dessa nova regra.

Já começaram a valer as novas regras de transição do INSS. Vale lembrar que elas estão mais rígidas, os beneficiários terão três transições e o INSS passa a pedir mais seis meses de contribuição ao trabalhador.

Saiba quais são os tipos de aposentadoria

  • IDADE MÍNIMA PROGRESSIVA

Nesta regra, será exigido para os homens no mínimo 35 anos de contribuição, e o usufruto do benefício começa a valer para quem tem  61 anos e seis meses de idade. Já as mulheres devem contribuir por no mínimo 30 anos e ter  56 anos e seis meses de idade.

  • PONTOS

A exigência nesse caso também aumentou. A soma da idade e o tempo de contribuição geram pontos, que passam a ser de 87 pontos para mulheres e 97 pontos para homens.

  • IDADE

A aposentadoria por idade também teve aumento, porém apenas para as mulheres, que vão precisar ter 60 anos e seis meses de idade e 15 anos de contribuição. Os homens continuam a seguir os critérios de ter 65 anos de idade e 15 anos de contribuição.

Confira cada regra dos tipos de aposentadoria nesse artigo:

Conheça as novas regras para o INSS 2020

Caixa anuncia pacote de crédito imobiliário focado em empresas

A Caixa Econômica Federal anunciou na quinta-feira (28), um pacote de estímulos ao mercado imobiliário, setor que tem ajudado a puxar para cima o Produto Interno Bruto (PIB) e que também representa uma base de apoio importante para o governo de Jair Bolsonaro.

O foco está na reformulação do Plano Empresário, linha de financiamento destinada à construção pelas empresas, conforme antecipado mais cedo pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Esta modalidade de crédito encolheu neste ano, ao contrário dos empréstimos para pessoas físicas, que tiveram uma alta relevante.

O crédito para a construção caiu 1,2% no período, para R$ 5,3 bilhões. O crescimento foi puxado pelo crédito para aquisição, com alta de 48,6%, para R$ 16 bilhões.

A taxa promocional de contratação pelas construtoras, de 3% ao ano mais remuneração da poupança, terá a validade estendida até 30 de junho.

As construtoras também passarão a ter quatro opções de indexadores nos contratos de financiamento: TR, Poupança, IPCA e CDI – semelhante ao que já acontece para pessoas físicas. A Caixa ainda vai facilitar o financiamento para obras em que há doação de terrenos por um ente público, um tipo de negócio associado a empreendimentos para famílias carentes.

As novidades anunciadas por Guimarães aconteceram em uma transmissão pela internet organizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O presidente da entidade, José Carlos Martins, elogiou o que considerou “sensibilidade” da Caixa aos pleitos do setor.

Em entrevista ao Broadcast, Martins explicou que a queda na demanda das construtoras por financiamentos se deve à percepção de que o poder de compra da população diminuiu com a inflação e deve esfriar as vendas de imóveis nos próximos meses.

“O financiamento que o empresário toma hoje é para bancar o lançamento dos projetos amanhã. A queda no Plano Empresário mostra os empresários antevendo essa situação”, disse. Em sua avaliação, as medidas da Caixa devem ajudar a estimular os negócios novamente daqui em diante.

Benesses para pessoas físicas

Além do aceno aos empresários, a Caixa lançou um pacote de facilidades para que pessoas físicas comprem imóveis neste ano. Nas novas contratações de crédito imobiliário para este público, o banco dará até seis meses de carência no financiamento tanto de imóveis novos quanto nos usados, em todas as linhas com recursos da poupança.

Em 2020 e 2021, com o estouro da pandemia, o banco ofereceu pausas em contratos ativos de financiamento pelo mesmo prazo. “Com taxas maiores, nós estamos comprimindo os spreads, dando carência de seis meses, como nós fizemos há dois anos atrás, ou seja, estamos ajudando a sociedade, ajudando as empresas, ajudando os clientes”, disse Guimarães.

Segundo ele, a Caixa chegou a pausar 3 milhões de contratos durante a pandemia.

Em pleno ciclo de alta da taxa Selic, a Caixa reduziu em março os juros cobrados da modalidade indexada à poupança, de 2,95% para 2,80%. Isso foi possível porque existe uma trava que limita o crescimento do custo de financiamento. Com a Selic acima de 8,5% ao ano, o rendimento é de 0,5% ao ano mais TR independente do comportamento da taxa básica.

O Casa Verde e Amarela (CVA), que é dominado pela Caixa, ficou de fora da carência. Segundo Guimarães, a concessão de carência neste segmento depende de aval do Conselho Curador do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), que abastece os empréstimos dentro do programa. Guimarães e Martins ficaram de discutir o assunto com o conselho.

A Caixa deve atingir até R$ 170 bilhões em financiamento este ano, considerando as linhas com recursos da poupança e do FGTS. Se confirmado, representará uma expansão de 21,4%. No primeiro trimestre, o montante chegou a R$ 34,4 bilhões, avanço de 17,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Baixa renda

O presidente da Caixa ainda revelou que o governo federal está estudando uma alternativa para reativar um programa de habitação voltado às famílias mais carentes, com renda inferior a R$ 2 mil.

Esse público era coberto pela antiga faixa 1 do Minha Casa Minha Vida e contava com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do FGTS, mediante subsídios que representavam praticamente o valor integral da moradia. Mas as contratações estão paralisadas há anos por falta de dinheiro.

“Estamos estudando. Ainda não podemos falar porque isso envolve outras pessoas (em outras esferas do governo)”, comentou Guimarães durante a transmissão. “Uma parcela relevante da população não tem nem R$ 50 reais para pagar uma parcela. Essa parte da população precisa de subsídio integral ou muito grande”, reconheceu.

Por outro lado, ressaltou que a Caixa não vai pagar a conta. “Nesta gestão, nunca faremos uma operação para perder dinheiro. Uma operação envolvendo o FAR só se for com subsídio claríssimo”. Ao longo do evento, Guimarães repetiu que sua gestão é “matemática”, ou seja, atua com viés social, mas também quer ganhar dinheiro.

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Financiamento imobiliário: o que é e como fazer um para conquistar a casa própria

O “sonho da casa própria” não é popular à toa. Para os brasileiros, ter um imóvel próprio representa independência financeira, patrimônio e segurança. O Censo de Moradia QuintoAndar, de fevereiro de 2022, encomendado pela startup para o Instituto Datafolha, mostrou exatamente isso: 87% dos 3.186 entrevistados desejam ter uma residência em seu nome. O financiamento imobiliário entra em cena como uma alternativa para tornar esse desejo possível.

Mas comprar um imóvel não é algo trivial ou simples. Imóveis são bens complexos, que exigem uma dose de conhecimento técnico (ao menos para avaliar a propriedade) e paciência para lidar com a burocracia. Isso, claro, sem falar em valores: uma propriedade costuma custar bastante dinheiro – mais do que a maioria da população conseguiria juntar para realizar um pagamento à vista.

Por isso, é grande a parcela da população que recorre aos bancos, em busca de financiamento imobiliário para conseguir o seu lar.

No ano passado, ele chegou a R$ 255 bilhões, um recorde na série histórica da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Pouco mais de 80% (R$ 205,4 bilhões) dos recursos foi financiado por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que direcionou R$ 164,8 bilhões para as pessoas que compraram a casa própria, um salto de 75% em relação a 2020. O restante (R$ 40,6 bilhões) financiou a construção civil, valor que também teve um crescimento de 35% no mesmo período.

Fonte

Em 2021 Governo liberou novamente margem extra de 5% no consignado

A margem extra de consignação de 40% tinha sido reintroduzida. Tal aumento havia alterado os limites do empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS.

A Decisão da Margem Extra em 2021

Isso ocorreu após o presidente Jair Bolsonaro ter assinado uma medida provisória, que fazia parte de um pacote de estímulos à economia, projetando uma injeção de aproximadamente R$ 77 bilhões na economia.

Desde o final de 2021, os aposentados e pensionistas aguardavam esse aumento de 5% na margem.

A margem em questão havia alterado o limite de garantia para contratação de novos empréstimos de 30% para 35%, mantendo os 5% destinados aos cartões de crédito, totalizando 40%. Isso garantia aos aposentados acesso a crédito com taxas de juros mais atrativas.

A referida MP havia sido assinada durante o lançamento do Programa Renda e Oportunidades e foi publicada no Diário Oficial da União.

Uma vez liberada, o segurado do INSS teve a oportunidade de usufruir de até 35% do depósito do empréstimo consignado, com os outros 5% sendo destinados aos cartões de crédito consignado.

Pacote de Estímulos à Economia

As medidas tomadas pelo governo em 2021 por meio do Programa Renda e Oportunidades tinham como objetivo aumentar o poder de compra dos brasileiros de baixa e média renda, injetando aproximadamente 164 bilhões de reais na economia.

O governo havia comunicado que incluiu na lista de benefícios consignáveis os cidadãos que recebiam o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e o Auxílio Brasil, que passaram a ter acesso a essa modalidade de crédito.

Leia mais: Aprenda a calcular a margem consignável para seu empréstimo

Caixa anuncia pacote de crédito imobiliário focado em empresas

Entenda o seguro carta verde

O seguro de RC do mercosul

O que é?

O Seguro Carta Verde é um seguro de responsabilidade civil obrigatório, instituído pela Resolução 120/94, do Grupo Mercado Comum do Mercosul, que passou a vigorar a partir de 1º de julho de 1995.

É um seguro que cobre a Responsabilidade Civil do Proprietário e/ou Condutor de Veículos Automotores Terrestres (automóvel de passeio – particular ou de aluguel), não matriculados nos países de ingresso em viagem internacional por danos causados a pessoas ou objetos não transportados.

As seguradoras emitentes das apólices/certificados devem ter, obrigatoriamente, convênios com seguradoras dos demais países, para o atendimento e encaminhamento dos sinistros (acidentes) porventura ocorridos e cobertos pelos seguros emitidos.


Quais são os objetivos e os riscos cobertos do Seguro CARTA VERDE?

Cobrir as indenizações que os proprietários e/ou condutores de veículos de passeio em trânsito por países do Mercosul que não seja o de sua origem, sejam obrigados a pagar por danos corporais e/ou materiais causados a terceiros nestes países. Considera-se o risco coberto a responsabilidade civil do segurado por danos materiais e/ou corporais a terceiros não transportados pelo veículo segurado, em consequência de acidente de trânsito causado:

  • pelo veículo segurado, sendo este, necessariamente, de passeio (particular ou de aluguel), não licenciado no país de ingresso;
  • por objetos transportados no veículo em lugar, em seu interior, destinado a esse fim; e
  • por reboque acoplado ao veículo segurado, desde que também discriminado na apólice/endosso.

Quem deve contratar?

Todos os condutores e/ou proprietários de veículos de países do Mercosul que vão transpor a sua fronteira nacional e circular em outros países membros do Mercocul.


Quais são as coberturas e âmbito geográfico do seguro?

Coberturas:

  • danos materiais causados a terceiros;
  • danos corporais (morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares) causados a terceiros e
  • pagamento de honorários de advogado de defesa do segurado, bem como custas judiciais.

Âmbito Geográfico

Países integrantes do Convênio de Transportes Internacional Terrestre do Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – cobrindo somente os eventos ocorridos fora do território nacional do país de emplacamento (matrícula) do veículo.


Quais são os Limites de Indenização do seguro Carta Verde?

Os limites mínimos obrigatórios são os seguintes (em dólares norte-americanos):

  • US$ 40,000.00 por pessoa – danos corporais, morte, despesas médico-hospitalares e/ou invalidez permanente;
  • US$ 20,000.00 por terceiro – danos materiais;

No caso de várias reclamações relacionadas ao mesmo evento, os limites serão os seguintes:

  • US$ 200,000.00 para a garantia de Danos Corporais e US$ 40,000.00 para a garantia de Danos Materiais.

Os honorários advocatícios e as despesas incorridas para defesa do segurado não estão compreendidos nos limites acima.

Estes  honorários e despesas estão sujeitos ao limite  de até 50% (cinquenta por cento) do valor da indenização paga ao segurado.


Se o Seguro não for contratado, quais as consequências?

O seguro Carta Verde é obrigatório e a apresentação do documento original que confirma a sua contratação – Certificado bilíngue português/espanhol – é obrigatória nas fronteiras entre países do Mercosul. Sem a apresentação do certificado o veículo é impedido de circular no país de destino.

Como contratar?

O proponente deve procurar um corretor de seguros, que vai lhe apresentar as cotações. No seguro Carta Verde, o pagamento do prêmio será feito antes do início da vigência do seguro, em data previamente acordada entre o segurado e a seguradora.

Esse seguro será contratado em dólares norte-americanos e, para sua operação, a seguradora precisa firmar acordo de atendimento recíproco com as seguradoras dos países membros do Mercosul.

As demais condições do seguro, como obrigações do segurado, liquidação de sinistros, perda de direitos e sub-rogação de direitos, acompanham as condições do Seguro de RCF.


Eu tenho seguro total de meu veículo, com extensão de perímetro para América do Sul. Se for a algum país do Mercosul, preciso contratar o carta Verde?

Sim, é necessário, pois o Carta Verde é um seguro obrigatório, com documentação, coberturas e valores de garantias padrão para o Mercocul e em dólares norte americanos.

Embora os veículos possam ter apólices de Auto/Responsabilidade Civil com extensão das coberturas ao exterior, para os países do Mercosul as coberturas são a 2o (Segundo Risco) do Seguro Carta Verde, tanto para danos pessoais quanto para danos materiais, assim como, no Brasil, são a 2o (Segundo Risco) do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais – DPVAT, no caso de danos pessoais.

O condutor não conseguirá ultrapassar a fronteira apresentando sua apólice de seguro de Auto/RCF. É necessário apresentar o Certificado específico.


Pode ser contratado mais de um seguro CARTA VERDE para o mesmo veículo para aumentar os valores de cobertura?

Somente pode ser contratado um seguro Carta Verde por veículo. Se constatada a duplicidade por ocasião de um sinistro, será usada a regra de contribuição proporcional, ficando cada seguradora com uma parte dos prejuízos de forma que os Limites Máximos de Indenização não sejam ultrapassados.


E no caso de transferência de propriedade do veículo, é necessário avisar à seguradora?

Sim, é necessário avisar á seguradora, para emissão de um novo Certificado em nome do novo proprietário.

Quais são as coberturas?

Coberturas:

  • danos materiais causados a terceiros;
  • danos corporais (morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares) causados a terceiros e
  • pagamento de honorários de advogado de defesa do segurado, bem como custas judiciais.

Quais são os riscos excluídos do Seguro Carta Verde?

Os riscos excluídos são os mesmos do seguro Facultativo de Responsabilidade Civil (RCF-V):

  • Quando o veículo segurado for conduzido por pessoa em estado de embriaguez ou sob influência de qualquer droga que produza efeitos desinibitórios, alucinógenos ou soníferos;
  • Quando o veículo segurado for conduzido, ou posto em movimento, por pessoa sem carteira de habilitação válida e compatível com a respectiva categoria tarifária;
  • Quando o veículo segurado estiver em poder de terceiros, especificamente no caso de roubo ou furto;
  • Lucros cessantes ou danos emergentes não resultantes, direta ou indiretamente, da responsabilidade por Danos Materiais e Corporais cobertos pela apólice;
  • Quando o veículo segurado estiver sob apropriação indébita;
  • Quando o veículo segurado estiver participando de competições, apostas e provas de velocidade;
  • Danos causados pelo segurado a seus ascendentes, descendentes, cônjuge e irmãos ou quaisquer outras pessoas que com ele residam ou que dele dependam economicamente;
  • Danos causados aos empregados ou prepostos do segurado, quando a seu serviço, e, ainda, danos causados a sócios – dirigentes da empresa do segurado;
  • Quando o acidente for diretamente ocasionado pela inobservância de disposições legais;
  • Danos sofridos por pessoas transportadas, ocupando, no veículo, lugares não especificadamente destinados e apropriados para tal fim;
  • Danos por poluição ou contaminação do meio ambiente causadas pelo veículo segurado.

Quem tem direito à indenização pelo seguro Carta Verde?

Qualquer terceiro que sofra danos causados por acidentes provocados pelo veículo segurado.


Como o segurado, estando no exterior, dará andamento ao sinistro do seguro Carta Verde?

A seguradora onde o segurado contratou o seguro Carta Verde terá, necessariamente, convênio com seguradoras dos outros países do Mercosul. Certamente ele receberá orientações de como proceder em caso de sinistro. O importante, a exemplo do seguro de RCF-V, é não firmar acordos sem a expressa anuência da seguradora onde ele contratou o seguro.

Fonte: https://www.tudosobreseguros.org.br/entenda-o-seguro-carta-verde/

Leia mais: O seguro é obrigado a usar peças originais? Saiba quais são as regras aqui!

Problemas que você pode resolver optando por vender seu imóvel

Vender um imóvel não é uma decisão do dia a dia para a maioria das pessoas, certo? Por essa razão ela deve ser feita com cautela e estudando as melhores possibilidades. Geralmente um processo como esse envolve motivações bastante concretas.

Pode ser que você esteja passando por alguma dessas situações e esteja pensando se vender o apê é ou não é a melhor solução. Então esse artigo é para ajudar você a entender se realmente é a hora de procurar um espaço novo para chamar de seu.

Quero vender o apê porque o espaço ficou pequeno (ou grande) demais

Na época em que comprou seu apê ele era do tamanho ideal para as suas necessidades: um único quarto, cozinha pequena e prática de manter no dia a dia e perto do trabalho.

Os anos se passaram e o seu estilo de vida pode ter mudado, de repente você nem trabalha mais naquele bairro, está integralmente de home-office, ou mesmo resolveu morar junto com uma outra pessoa, casou-se, teve filhos… E aquele apartamento já não tem mais nada a ver com você!

É possível que esteja passando pelo caminho contrário. Já tenha feito seu pé de meia, criado os filhos que já estão adultos e partindo para uma vida mais independente e agora o que era o movimentado lar da família passou a ser uma grande casa um pouco mais vazia.

Em ambos os casos, vender ou até mesmo trocar de apê pode ser a melhor solução para que você possa se adequar a esta nova realidade. Neste artigo, falamos um pouco sobre como funciona a troca de apartamentos na Loft e como ela pode trazer diversos benefícios, inclusive financeiros.

Quero vender o apê para investir em outros negócios ou pagar uma dívida

Outra situação que costuma acontecer é a de necessidade de capital para outros investimentos. Quem tem mais de um imóvel e aluga algumas propriedades, por exemplo, pode se ver numa situação de precisar de dinheiro na mão para investir em uma nova oportunidade. Ou então surgiu aquela situação inesperada e você precisa de um valor alto, que não tem em conta.

Se você está nessa situação, vender um imóvel pode sim ser uma boa! Dependendo, é claro, das condições da venda. Na Loft, o processo de venda costuma demorar bem menos do que no mercado tradicional, e dependendo das características do seu apê, a própria Loft compra o imóvel e deposita o valor integral para você.

Quero vender o apê para mudar de ares

Mudanças de cidade, estado ou até de país podem ser fatores determinantes na decisão de venda de um imóvel, às vezes até uma decisão inevitável.

Muitas pessoas preferem não ter a dor de cabeça de lidar com um apê longe, ainda mais quando o caso é de mudança de país, já que administrar um imóvel à distância pode se mostrar uma tarefa complexa. Além disso, na maioria dos casos, as mudanças envolvem gastos com viagens, novos móveis e diversas adaptações, e vender o imóvel pode ajudar a equilibrar as contas.

Quero Mudar para um imóvel melhor e mais moderno

Talvez você tenha herdado um apê que já viu tempos melhores, ou o condomínio foi deixando a manutenção a desejar ao longo dos anos. É comum que prédios e apartamentos demandem cada vez mais cuidados conforme o tempo, e ninguém gosta de morar em um edifício que não tem boa aparência, nem manutenção em dia.

Numa situação como essa, buscar um imóvel com mais conforto e modernidade pode ser uma boa pedida, o que proporciona menos dores de cabeça com reformas e mais acesso a benefícios e comodidades que os prédios mais novos oferecem.

Seja qual for o seu motivo a Loft te ajuda a vender

A decisão de vender um imóvel pode não ser realmente algo cotidiano na vida. A Loft entende o peso dessa decisão e busca através de tecnologia e de atendimento personalizado, auxiliar você desde a tomada de decisão até o final do seu processo de negociação.

Acredita que é hora de vender o seu apê? Anuncie com a Loft!

O que são as Fintechs de Crédito?

Fintech é o termo utilizado para empresas que utilizam tecnologia aplicada ao setor financeiro, como é o caso da Youbo.

As fintechs de crédito operam em obediência às regras do Banco Central do Brasil, devendo, portanto, cumprir certos requisitos para entrar no mercado, e funcionam de maneira similar a uma instituição financeira comum.

Mas então quais as diferenças?

Fintechs baseiam as operações no ambiente virtual, dispensando agência física e reduzindo custos com infraestruturas ✔Portanto, o barateamento é repassado aos usuários, oferecendo taxas mais em conta ou até gratuitas em operações que normalmente são cobradas em bancos tradicionais.